Nuno Noronha, in "Sapo"
Projeto “Saúde na Esquina” da ONG Saúde em Português quer abranger a população que vive à margem dos cuidados do Sistema Nacional de Saúde.
A notícia é avançada pelo jornal Público.
A organização não-governamental (ONG) “Saúde em Português” vai avançar, em Viseu, com consultas médicas na rua para pessoas sem-abrigo e prostitutas.
A unidade móvel de saúde começa a percorrer as estradas do concelho a partir de agosto.
"Além das consultas, vamos dar conselhos de promoção de saúde e apoio social", explica Inês Figueiredo, delegada em Viseu da ONG que foi criada em finais do ano passado (2015), citada pelo referido jornal.
"Esta população terá, simultaneamente, acesso a apoio psicossocial tanto em ambiente de consulta como em ambiente informal de rua", nomeadamente com a realização de testes rápidos de VIH/SIDA no local, por exemplo.
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24.3.16
Carrinha móvel vai prestar apoio médico a prostitutas e sem-abrigo em Viseu
Sandra Rodrigues, in "Público"
A organização não-governamental (ONG) Saúde em Português vai avançar, em Viseu, com consultas médicas na rua para pessoas sem abrigo e prostitutas. O projecto “Saúde na Esquina” pretende chegar a uma população vulnerável que vive à margem do Sistema Nacional de Saúde. Uma unidade móvel de saúde começa a percorrer as estradas do concelho a partir de Agosto.
“Além das consultas, vamos dar conselhos de promoção de saúde e apoio social”, explica Inês Figueiredo, delegada em Viseu da ONG que foi criada em ? nais do ano passado (2015).
A equipa responsável pela iniciativa já identi? cou os locais por onde a carrinha médica vai passar. “Esta população terá, simultaneamente, acesso a apoio psicossocial tanto em ambiente de consulta como em ambiente informal de rua”, nomeadamente com a realização de testes rápidos no local, como, por exemplo, os do VIH/Sida.
Segunda a porta-voz da ONG, este é “um projecto inovador” e que pode ser replicado em qualquer zona do país onde exista “população marginalizada”. “Está também prevista a realização de um trabalho de investigação nesta temática, com a construção de uma base de dados, identi? cação dos principais Carrinha móvel vai prestar apoio médico a prostitutas e sem-abrigo em Viseu factores de risco, avaliação das mudanças de comportamento de risco e aferição do impacto do projecto na população-alvo. No ? nal, será feita a apresentação dos resultados, nomeadamente o número de pessoas alcançadas”, a? rma Inês Figueiredo.
Além do “Saúde na Esquina”, a organização não-governamental conta avançar com a iniciativa “Saúde na Prisão”, à semelhança do projecto que foi desenvolvido pela organização “mãe” com a comunidade prisional em Coimbra.
“Estes são projectos que vão arrancar brevemente, mas para este ano a Saúde em Português quer ainda colocar no terreno a “Saúde Rural” que tem como missão levar médicos de família a freguesias com carências”, salienta a porta-voz.
Criada em 12 de Dezembro do ano passado, a delegação para a Região Centro da Saúde em Português decidiu colocar em Viseu a sua sede, com o objectivo de promover o desenvolvimento regional e estimular melhores condições sociais. A organização existe há 22 anos e está sediada em Coimbra. Trabalha com bolsas de exclusão e tem sido reconhecida pelo seu trabalho voluntário nas comunidades dos países de língua portuguesa e em territórios de con? ito, guerra e catástrofes.
“Apesar de o nosso trabalho ser mais reconhecido a nível internacional, continuamos a desenvolver a nossa missão na promoção da igualdade de oportunidades”, sublinha Hernâni Caniço, presidente da ONG.
A inovação do “Saúde na Esquina” foi um dos projectos distinguidos pelo Movimento Mais para Todos, lançado pela SIC Esperança e pela cadeia de distribuição alimentar Lidl.
Saúde Sandra Rodrigues Projecto “Saúde na Esquina” quer abranger população que vive à margem do Sistema Nacional de Saúde ADRIANO MIRANDA Serão feitos testes rápidos no local, como, por exemplo, os do VIH
A organização não-governamental (ONG) Saúde em Português vai avançar, em Viseu, com consultas médicas na rua para pessoas sem abrigo e prostitutas. O projecto “Saúde na Esquina” pretende chegar a uma população vulnerável que vive à margem do Sistema Nacional de Saúde. Uma unidade móvel de saúde começa a percorrer as estradas do concelho a partir de Agosto.
“Além das consultas, vamos dar conselhos de promoção de saúde e apoio social”, explica Inês Figueiredo, delegada em Viseu da ONG que foi criada em ? nais do ano passado (2015).
A equipa responsável pela iniciativa já identi? cou os locais por onde a carrinha médica vai passar. “Esta população terá, simultaneamente, acesso a apoio psicossocial tanto em ambiente de consulta como em ambiente informal de rua”, nomeadamente com a realização de testes rápidos no local, como, por exemplo, os do VIH/Sida.
Segunda a porta-voz da ONG, este é “um projecto inovador” e que pode ser replicado em qualquer zona do país onde exista “população marginalizada”. “Está também prevista a realização de um trabalho de investigação nesta temática, com a construção de uma base de dados, identi? cação dos principais Carrinha móvel vai prestar apoio médico a prostitutas e sem-abrigo em Viseu factores de risco, avaliação das mudanças de comportamento de risco e aferição do impacto do projecto na população-alvo. No ? nal, será feita a apresentação dos resultados, nomeadamente o número de pessoas alcançadas”, a? rma Inês Figueiredo.
Além do “Saúde na Esquina”, a organização não-governamental conta avançar com a iniciativa “Saúde na Prisão”, à semelhança do projecto que foi desenvolvido pela organização “mãe” com a comunidade prisional em Coimbra.
“Estes são projectos que vão arrancar brevemente, mas para este ano a Saúde em Português quer ainda colocar no terreno a “Saúde Rural” que tem como missão levar médicos de família a freguesias com carências”, salienta a porta-voz.
Criada em 12 de Dezembro do ano passado, a delegação para a Região Centro da Saúde em Português decidiu colocar em Viseu a sua sede, com o objectivo de promover o desenvolvimento regional e estimular melhores condições sociais. A organização existe há 22 anos e está sediada em Coimbra. Trabalha com bolsas de exclusão e tem sido reconhecida pelo seu trabalho voluntário nas comunidades dos países de língua portuguesa e em territórios de con? ito, guerra e catástrofes.
“Apesar de o nosso trabalho ser mais reconhecido a nível internacional, continuamos a desenvolver a nossa missão na promoção da igualdade de oportunidades”, sublinha Hernâni Caniço, presidente da ONG.
A inovação do “Saúde na Esquina” foi um dos projectos distinguidos pelo Movimento Mais para Todos, lançado pela SIC Esperança e pela cadeia de distribuição alimentar Lidl.
Saúde Sandra Rodrigues Projecto “Saúde na Esquina” quer abranger população que vive à margem do Sistema Nacional de Saúde ADRIANO MIRANDA Serão feitos testes rápidos no local, como, por exemplo, os do VIH
24.7.14
SEF desmantela grupo de exploração da prostituição em Viseu e Lamego
in iOnline
As entidades patronais estão sujeitas ao pagamento de coimas que podem oscilar entre os 6.000 e os 25.000 euros.
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) desmantelou, em Viseu e Lamego, a atividade de um grupo que se dedicava à exploração da prostituição e ao auxílio à permanência em Portugal de mulheres em situação ilegal.
Em comunicado hoje divulgado, o SEF informa que a operação de combate ao auxílio à imigração ilegal e ao lenocínio foi desenvolvida nos últimos dias em vários locais da cidade de Viseu e nas imediações de Lamego, depois de vários meses de investigações.
"Cinco indivíduos, um de nacionalidade portuguesa e os restantes estrangeiros, foram constituídos arguidos pela prática dos crimes de lenocínio e auxílio à imigração ilegal", revela.
De acordo com o SEF, a operação permitiu "desmantelar a atividade de um grupo que se dedicava, através da gestão de estabelecimentos noturnos, à exploração da prostituição (por mulheres nacionais e estrangeiras) e ao auxílio à permanência em território nacional de cidadãs estrangeiras em situação ilegal".
Ao todo, foram executados uma dezena de mandados de buscas a estabelecimentos de diversão noturna e a residências, que culminaram com a apreensão de uma viatura, que servia para transportar as mulheres para os locais onde se prostituíam, e com o encerramento de um espaço associado à prática.
Para este espaço eram conduzidos os clientes que as mulheres angariavam num estabelecimento noturno contíguo.
Durante a operação do SEF foram identificados "cerca de três dezenas de indivíduos, entre os quais sete mulheres estrangeiras em situação ilegal em território nacional".
"Uma destas cidadãs foi detida e colocada em centro de instalação, por decisão judicial, a aguardar a decisão do processo de afastamento coercivo que lhe foi instaurado, tendo as restantes sido notificadas para, no prazo de 20 dias, abandonarem o nosso país", acrescenta.
As entidades patronais estão sujeitas ao pagamento de coimas que podem oscilar entre os 6.000 e os 25.000 euros.
As entidades patronais estão sujeitas ao pagamento de coimas que podem oscilar entre os 6.000 e os 25.000 euros.
O Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) desmantelou, em Viseu e Lamego, a atividade de um grupo que se dedicava à exploração da prostituição e ao auxílio à permanência em Portugal de mulheres em situação ilegal.
Em comunicado hoje divulgado, o SEF informa que a operação de combate ao auxílio à imigração ilegal e ao lenocínio foi desenvolvida nos últimos dias em vários locais da cidade de Viseu e nas imediações de Lamego, depois de vários meses de investigações.
"Cinco indivíduos, um de nacionalidade portuguesa e os restantes estrangeiros, foram constituídos arguidos pela prática dos crimes de lenocínio e auxílio à imigração ilegal", revela.
De acordo com o SEF, a operação permitiu "desmantelar a atividade de um grupo que se dedicava, através da gestão de estabelecimentos noturnos, à exploração da prostituição (por mulheres nacionais e estrangeiras) e ao auxílio à permanência em território nacional de cidadãs estrangeiras em situação ilegal".
Ao todo, foram executados uma dezena de mandados de buscas a estabelecimentos de diversão noturna e a residências, que culminaram com a apreensão de uma viatura, que servia para transportar as mulheres para os locais onde se prostituíam, e com o encerramento de um espaço associado à prática.
Para este espaço eram conduzidos os clientes que as mulheres angariavam num estabelecimento noturno contíguo.
Durante a operação do SEF foram identificados "cerca de três dezenas de indivíduos, entre os quais sete mulheres estrangeiras em situação ilegal em território nacional".
"Uma destas cidadãs foi detida e colocada em centro de instalação, por decisão judicial, a aguardar a decisão do processo de afastamento coercivo que lhe foi instaurado, tendo as restantes sido notificadas para, no prazo de 20 dias, abandonarem o nosso país", acrescenta.
As entidades patronais estão sujeitas ao pagamento de coimas que podem oscilar entre os 6.000 e os 25.000 euros.
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