in iOnline
Em junho existiam em Portugal 104.737 cidadãos a receber o Subsídio por Doença, mais 1.868 do que no mesmo mês do ano passado, segundo as últimas estatísticas dO Instituto de Segurança Social (ISS).
De acordo com estes dados, no mês anterior (maio) estavam a auferir deste subsídio 83.239 pessoas (87.091 no mês homólogo de 2012).
Destes beneficiários, 63.156 eram mulheres e 41.562 eram homens.
O maior número de beneficiários do Subsídio por Doença encontrava-se no Porto (20.931), seguindo-se Lisboa (20.723), Braga (10.804) e Aveiro (8.414).
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25.7.13
2.4.12
Governo quer reduzir subsídio por doença
in Público on-line
O Governo pretende baixar o montante pago nos subsídios por doença, às baixas de curta e média duração, noticia hoje o Jornal de Negócios.
Se a proposta avançar, os penalizados serão aqueles que ficam de baixa por menos de 90 dias, e que desde 2005 têm direito a uma prestação que equivale a 65% da remuneração de referência.
Esta nova medida estará a ser preparada no âmbito de um novo pacote de revisão das prestações sociais e de quem tem direito às mesmas, incluindo o rendimento mínimo garantido e o subsídio de maternidade.
De acordo com o jornal, no caso do subsídio por doença serão agora criados vários escalões, que começam em 55% da remuneração de referência para baixas inferiores a um mês e sobem para 60%, nos casos de baixa entre um mês e 90 dias.
Por outro lado, algumas regras deverão manter-se. É o caso do pagamento deste subsídio, que só se inicia ao quarto dia de incapacidade, e também a duração, que continuará a ser no máximo de 1095 dias para trabalhadores dependentes.
O Governo pretende baixar o montante pago nos subsídios por doença, às baixas de curta e média duração, noticia hoje o Jornal de Negócios.
Se a proposta avançar, os penalizados serão aqueles que ficam de baixa por menos de 90 dias, e que desde 2005 têm direito a uma prestação que equivale a 65% da remuneração de referência.
Esta nova medida estará a ser preparada no âmbito de um novo pacote de revisão das prestações sociais e de quem tem direito às mesmas, incluindo o rendimento mínimo garantido e o subsídio de maternidade.
De acordo com o jornal, no caso do subsídio por doença serão agora criados vários escalões, que começam em 55% da remuneração de referência para baixas inferiores a um mês e sobem para 60%, nos casos de baixa entre um mês e 90 dias.
Por outro lado, algumas regras deverão manter-se. É o caso do pagamento deste subsídio, que só se inicia ao quarto dia de incapacidade, e também a duração, que continuará a ser no máximo de 1095 dias para trabalhadores dependentes.
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