in TSF
Os cerca de 40 mil trabalhadores do setor do calçado vão ter um aumento salarial com efeitos retroativos a 1 de outubro deste ano. Em Guimarães, a reportagem da TSF encontrou sorrisos e satisfação pela notícia. No setor, os dias são encarados como dos melhores de sempre.
A Associação dos Industriais de Calçado espera fechar o ano de 2014 com lucros históricos. Paulo Gonçalves, porta-voz da APPICAPS, fala num ano excecional. O setor está a contribuir para criar postos de trabalho e a exportar para os 5 continentes, está a viver o melhor momento de sempre.
Ao abrigo do novo contrato coletivo, acordado entre a Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes e Artigos de Pele e a Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores Têxteis, Lanifícios, Vestuário, Calçado e Peles de Portugal o aumento da massa salarial é de 3,3%, face à tabela salarial negociada em 2011.
O novo contrato coletivo de trabalho, que abrange cerca de 40 mil trabalhadores de duas mil empresas, introduz algumas alterações, nomeadamente, nos regimes de aprendizagem e da adaptabilidade dos horários de trabalho. Cria também um novo regime da organização do trabalho com a laboração de quatro turnos diários de seis horas e de 36 horas por semana, indica um comunicado da FESETE.
No que respeita à massa salarial, o subsídio de refeição diário mantém-se nos 2,20 euros e os salários mensais de cerca de 57% trabalhadores foram atualizados em 20 euros. Os restantes trabalhadores, entre os quais se incluem trabalhadores da produção, quadros intermédios e superiores, trabalhadores administrativos e trabalhadores das áreas de apoio, tiveram uma atualização salarial que varia entre os 14 euros e os 16,50 euros mensais.
A TSF foi até Guimarães ouvir a opinião dos trabalhadores do setor. «Tudo o que vier é bom» é a reação generalizada entre os funcionários das fábricas da região.
Mostrar mensagens com a etiqueta Setor do calçado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Setor do calçado. Mostrar todas as mensagens
20.11.14
5.8.14
Sector do calçado vai criar mais de mil postos de trabalho no interior
por Henrique Cunha, in RR
A mais recente aposta vai acontecer em Cinfães, com a abertura de três fábricas que vão criar cerca de centena e meia de pontos de trabalho.
O sector do calçado garante que vai criar até ao final do ano mais de mil postos de trabalho. As exportações continuam a puxar pelo investimento, agora em zonas de pouca implementação, como no interior do país.
A mais recente aposta vai acontecer em Cinfães, com a abertura de três fábricas que vão criar cerca de centena e meia de postos de trabalho.
Um dos projectos começará a laboração em Janeiro, como revela à Renascença o presidente da autarquia, Armando Mourisco.
Com uma taxa de desemprego próxima dos 40%, a câmara procura no sector do calçado atenuar estes números. Esta terça-feira o autarca tem reuniões marcadas com outras duas empresas voltadas sobretudo para a exportação. “Uma dessas empresas irá criar até 90 postos de trabalho, se tudo correr bem, e a outra 30”, contabiliza.
Dados da Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS) revelam que o sector criou em 2013 cerca de 500 novos postos de trabalho, sobretudo no interior. “Estamos a falar de várias localidades como Paredes de Coura, Celorico de Basto, Cabeceiras de Basto e Pinhel que estão a ser alvo de investimos por parte da indústria para responder ao volume de encomendas”.
Paulo Gonçalves, porta-voz da associação, admite que no final do ano se ultrapasse um milhar de empregos e lembra o exemplo do concelho de Felgueiras que praticamente não tem desemprego e já vai recrutar a sectores vizinhos.
A mais recente aposta vai acontecer em Cinfães, com a abertura de três fábricas que vão criar cerca de centena e meia de pontos de trabalho.
O sector do calçado garante que vai criar até ao final do ano mais de mil postos de trabalho. As exportações continuam a puxar pelo investimento, agora em zonas de pouca implementação, como no interior do país.
A mais recente aposta vai acontecer em Cinfães, com a abertura de três fábricas que vão criar cerca de centena e meia de postos de trabalho.
Um dos projectos começará a laboração em Janeiro, como revela à Renascença o presidente da autarquia, Armando Mourisco.
Com uma taxa de desemprego próxima dos 40%, a câmara procura no sector do calçado atenuar estes números. Esta terça-feira o autarca tem reuniões marcadas com outras duas empresas voltadas sobretudo para a exportação. “Uma dessas empresas irá criar até 90 postos de trabalho, se tudo correr bem, e a outra 30”, contabiliza.
Dados da Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes, Artigos de Pele e seus Sucedâneos (APICCAPS) revelam que o sector criou em 2013 cerca de 500 novos postos de trabalho, sobretudo no interior. “Estamos a falar de várias localidades como Paredes de Coura, Celorico de Basto, Cabeceiras de Basto e Pinhel que estão a ser alvo de investimos por parte da indústria para responder ao volume de encomendas”.
Paulo Gonçalves, porta-voz da associação, admite que no final do ano se ultrapasse um milhar de empregos e lembra o exemplo do concelho de Felgueiras que praticamente não tem desemprego e já vai recrutar a sectores vizinhos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

