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Pedro Mota Soares, que falava na Comissão Parlamentar de Segurança Social e Trabalho, afirmou que "os dados do IEFP de abril estão prestes a ficar fechados e são, novamente, positivos"
O ministro do Emprego e da Segurança Social antecipou hoje que os dados sobre o desemprego, que serão divulgados na sexta-feira pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), "são novamente positivos" e desceram "para níveis de 2012".
Pedro Mota Soares, que falava na Comissão Parlamentar de Segurança Social e Trabalho, afirmou que "os dados do IEFP de abril estão prestes a ficar fechados e são, novamente, positivos".
De acordo com o ministro da tutela, os dados que serão divulgados pelo IEFP na sexta-feira "desceram para níveis de 2012".
Os dados "sairão esta semana, mas julgo poder adiantar que os dados dizem que na região de Lisboa e do Algarve o número de desempregados é inferior a abril de 2012".
"Pela primeira vez o desemprego baixa além dessa fasquia", sublinhou o ministro.
Mota Soares acrescentou ainda que "o número de desempregados que procuram os serviços de emprego, pelo segundo mês consecutivo, apresentam uma diminuição relativamente ao período homólogo".
De acordo com os últimos dados do IEFP, divulgados a 18 de abril, o número de desempregados inscritos nos centros de emprego diminuiu 6,1% em março, face ao período homólogo, estando inscritas 689.825 pessoas ao todo.
Os dados do IEFP relativos a março revelam também uma queda face ao mês anterior, de 1,6%, o que representa menos 11.129 desempregados inscritos nos centros de emprego.
Estas 689.825 pessoas inscritas correspondem a 73,6% do total de pedidos de emprego registados no IEFP, que ascendem aos 936.858 pedidos.
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15.4.14
Lisboa é a região com maior taxa de desemprego do país
Por Rafaela Burd Relvas, in Dinheiro Vivo
No ano passado, 18,5% da população ativa de Lisboa estava desempregada, a percentagem mais elevada do país (cuja taxa de desemprego, de 16,3% em 2013, está agora nos 15,3%). Logo de seguida, surge a Madeira, com uma taxa de desemprego de 18,3%. Do outro lado, está a região Centro com a menor taxa de desemprego do país (11,7%). As restantes regiões – Norte, Algarve, Alentejo e Açores – registaram todas níveis de desemprego semelhantes, a rondar os 17%.
Os dados constam do relatório do Eurostat sobre as taxas de desemprego regional, divulgado hoje, que dá conta de números muito díspares por toda a Europa. Em 2013, a taxa de desemprego regional na União Europeia variou dos 2,6% de Oberbayern, na Alemanha, aos 36,3% da Andaluzia.
É nas regiões espanholas que se registam os números mais preocupantes. Além da Andaluzia, também Ceuta, Melilla, Canárias e Estremadura encabeçam a lista das regiões com maior taxa de desemprego da União Europeia em 2013, com 35,6%, 34,4% e 33,7%, respetivamente.
Leia também: Portugal com a terceira maior queda do desemprego na Europa
A Alemanha e a Áustria, por seu lado, têm os melhores resultados: Freiburg, na Alemanha, e Salzburg, na Áustria, seguem-se a Oberbayern na lista de regiões com menos desemprego, ambas com uma taxa de 2,9%. Aliás, 23 das 49 cidades com uma taxa de desemprego igual ou inferior a 5,4% (metade da média europeia, de 10,8%) eram alemãs, enquanto oito eram austríacas.
Oberbayern volta a estar no topo no que toca ao desemprego jovem, com apenas 4,4% da população entre os 15 e os 24 anos a estar desempregada em 2013, face à média europeia de 23,4%. Com a taxa mais elevada surge a cidade autónoma espanhola de Ceuta, onde 72,7% da população jovem está desempregada.
Por cá, a maior taxa de desemprego jovem volta a registar-se em Lisboa: em 2013, 45,5% da população jovem estava desempregada, face à média nacional de 37,7%. E volta a ser na região Centro que a taxa é menor, desta vez de 31%. Mas é na Madeira que o desemprego mais dura: aqui, a taxa de desemprego de longa duração (definida pela percentagem de desempregados que se mantiveram nesta situação por 12 meses ou mais) foi de 64,1%, seguindo-se o Norte (58,7%) e os Açores (58%).
Já na Europa, a taxa média de desemprego de longa duração foi de 47,5%, com os valores mais baixos a registarem-se em seis cidades suecas (Övre Norrland, com 12,4%, teve a taxa mais baixa). Já os valores mais altos registaram-se nos departamento ultramarinos franceses de Guadalupe (79,5%) e Guiana (77,6%) e na cidade eslovaca Východné Slovensko.
No ano passado, 18,5% da população ativa de Lisboa estava desempregada, a percentagem mais elevada do país (cuja taxa de desemprego, de 16,3% em 2013, está agora nos 15,3%). Logo de seguida, surge a Madeira, com uma taxa de desemprego de 18,3%. Do outro lado, está a região Centro com a menor taxa de desemprego do país (11,7%). As restantes regiões – Norte, Algarve, Alentejo e Açores – registaram todas níveis de desemprego semelhantes, a rondar os 17%.
Os dados constam do relatório do Eurostat sobre as taxas de desemprego regional, divulgado hoje, que dá conta de números muito díspares por toda a Europa. Em 2013, a taxa de desemprego regional na União Europeia variou dos 2,6% de Oberbayern, na Alemanha, aos 36,3% da Andaluzia.
É nas regiões espanholas que se registam os números mais preocupantes. Além da Andaluzia, também Ceuta, Melilla, Canárias e Estremadura encabeçam a lista das regiões com maior taxa de desemprego da União Europeia em 2013, com 35,6%, 34,4% e 33,7%, respetivamente.
Leia também: Portugal com a terceira maior queda do desemprego na Europa
A Alemanha e a Áustria, por seu lado, têm os melhores resultados: Freiburg, na Alemanha, e Salzburg, na Áustria, seguem-se a Oberbayern na lista de regiões com menos desemprego, ambas com uma taxa de 2,9%. Aliás, 23 das 49 cidades com uma taxa de desemprego igual ou inferior a 5,4% (metade da média europeia, de 10,8%) eram alemãs, enquanto oito eram austríacas.
Oberbayern volta a estar no topo no que toca ao desemprego jovem, com apenas 4,4% da população entre os 15 e os 24 anos a estar desempregada em 2013, face à média europeia de 23,4%. Com a taxa mais elevada surge a cidade autónoma espanhola de Ceuta, onde 72,7% da população jovem está desempregada.
Por cá, a maior taxa de desemprego jovem volta a registar-se em Lisboa: em 2013, 45,5% da população jovem estava desempregada, face à média nacional de 37,7%. E volta a ser na região Centro que a taxa é menor, desta vez de 31%. Mas é na Madeira que o desemprego mais dura: aqui, a taxa de desemprego de longa duração (definida pela percentagem de desempregados que se mantiveram nesta situação por 12 meses ou mais) foi de 64,1%, seguindo-se o Norte (58,7%) e os Açores (58%).
Já na Europa, a taxa média de desemprego de longa duração foi de 47,5%, com os valores mais baixos a registarem-se em seis cidades suecas (Övre Norrland, com 12,4%, teve a taxa mais baixa). Já os valores mais altos registaram-se nos departamento ultramarinos franceses de Guadalupe (79,5%) e Guiana (77,6%) e na cidade eslovaca Východné Slovensko.
Lisboa é a região com taxa de desemprego mais elevada em Portugal (act.)
Alberto Teixeira, in Económico on-line
A região de Lisboa apresentou uma taxa de desemprego de 18,5%, acima da média portuguesa no ano passado, segundo dados hoje revelados pelo Eurostat.
Com uma taxa de desemprego de 18,5%, Lisboa foi a região com a taxa de desemprego mais elevada em Portugal em 2013, à frente da Região Autónoma da Madeira (18,3%), Norte (17,2%) e Algarve (17,1%), revelou hoje o gabinete de estatísticas de Bruxelas. A média em Portugal foi de 16,3%.
Os dados mostram ainda que desemprego de longa duração em Portugal (56,3%) afecta principalmente Madeira (64,1%), Norte (58,7%) e a Região Autónoma dos Açores, enquanto as regiões do Algarve e Centro apresentam as menores taxas, 50,1% e 50,5%, respectivamente.
O ano de 2013 marcou a inversão de tendência na economia portuguesa, já no segundo semestre do ano, após longa recessão com a crise de dívida. Nesse período, o mercado de trabalho também registou melhorias.
Na União Europeia, a taxa de desemprego fixou-se nos 10,8% em 2018, com o desemprego de longa duração a situar-se nos 47,5%.
Por região, as taxas variaram entre o mínimo de 2,6% em Oberbayern (Alemanha), 2,9% em Friburgo (Alemanha) e Salzburgo (Áustria) e 3% em Tübingen (Alemanha) e Tirol (Áustria) e o máximo nas regiões espanholas de Andaluzia (36,3%), Ceuta (35,6%), Melilla (34,4%), Canárias (34,1%) e Extremadura (33,7%).
Cerca de 50 das 272 regiões europeias apresentaram taxas de 5,4% ou inferiores em 2013, metade da média da união. Incluem-se aqui 23 regiões da Alemanha, oito regiões da Áustria e oito do Reino Unido, três da República Checa e Roménia, duas regiões belgas e uma região em Itália e outra na Holanda.
No lado oposto, 27 regiões tiveram taxas acima de 21,6%, caso de 13 regiões espanholas, dez gregas, três francesas e uma região italiana.
A região de Lisboa apresentou uma taxa de desemprego de 18,5%, acima da média portuguesa no ano passado, segundo dados hoje revelados pelo Eurostat.
Com uma taxa de desemprego de 18,5%, Lisboa foi a região com a taxa de desemprego mais elevada em Portugal em 2013, à frente da Região Autónoma da Madeira (18,3%), Norte (17,2%) e Algarve (17,1%), revelou hoje o gabinete de estatísticas de Bruxelas. A média em Portugal foi de 16,3%.
Os dados mostram ainda que desemprego de longa duração em Portugal (56,3%) afecta principalmente Madeira (64,1%), Norte (58,7%) e a Região Autónoma dos Açores, enquanto as regiões do Algarve e Centro apresentam as menores taxas, 50,1% e 50,5%, respectivamente.
O ano de 2013 marcou a inversão de tendência na economia portuguesa, já no segundo semestre do ano, após longa recessão com a crise de dívida. Nesse período, o mercado de trabalho também registou melhorias.
Na União Europeia, a taxa de desemprego fixou-se nos 10,8% em 2018, com o desemprego de longa duração a situar-se nos 47,5%.
Por região, as taxas variaram entre o mínimo de 2,6% em Oberbayern (Alemanha), 2,9% em Friburgo (Alemanha) e Salzburgo (Áustria) e 3% em Tübingen (Alemanha) e Tirol (Áustria) e o máximo nas regiões espanholas de Andaluzia (36,3%), Ceuta (35,6%), Melilla (34,4%), Canárias (34,1%) e Extremadura (33,7%).
Cerca de 50 das 272 regiões europeias apresentaram taxas de 5,4% ou inferiores em 2013, metade da média da união. Incluem-se aqui 23 regiões da Alemanha, oito regiões da Áustria e oito do Reino Unido, três da República Checa e Roménia, duas regiões belgas e uma região em Itália e outra na Holanda.
No lado oposto, 27 regiões tiveram taxas acima de 21,6%, caso de 13 regiões espanholas, dez gregas, três francesas e uma região italiana.
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