in Sol
O Instituto da Segurança Social (ISS) justificou hoje a demora do concurso para concessão do centro de atendimento Via Segurança Social, em Castelo Branco, com a necessidade de uma «auditoria interna» ao serviço, numa nota enviada à Agência Lusa.
Deputados do PS de visita a Castelo Branco tinham hoje acusado o Governo de «irresponsabilidade» pelo atraso no lançamento do concurso, que iria minimizar os efeitos dos 400 despedimentos no centro de atendimento Via Segurança Social, na cidade.
O contrato entre o ISS e a empresa de recursos humanos RH Mais, para gestão do centro, terminou no sábado e a nova concessão só deve arrancar em Novembro, dado que o concurso público internacional ainda decorre.
Segundo os deputados, o normal seria que o novo contrato começasse no dia seguinte ao final do primeiro, permitindo que houvesse continuidade de postos de trabalho.
A nota do ISS refere que o actual conselho directivo do instituto foi confrontado em Outubro de 2011 com «uma proposta demasiado onerosa para a prestação de serviços de atendimento telefónico, no centro de contacto de Castelo Branco».
A proposta motivou «uma auditoria interna» à situação e as conclusões apontaram para «a implementação de um novo modelo, que inclui a internalização dos serviços e que permite a poupança directa de mais de dois milhões de euros».
«Só após esta auditoria foi possível lançar o concurso público, tendo por base as suas conclusões: neste sentido, continua a decorrer, nos termos legais, o concurso público, prevendo-se a operação em Castelo Branco», refere o ISS.
O novo concurso «contempla premissas fundamentais para o ISS, como sejam a redução de custos e o facto de a empresa vencedora vir a contratar, preferencialmente, recursos humanos com reconhecida experiência e conhecimento acumulado, como é o caso dos actuais colaboradores», conclui a nota.
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3.7.12
28.6.12
Via Segurança Social vai continuar a funcionar
in Jornal de Notícias
O Instituto da Segurança Social anunciou, esta quarta-feira, em comunicado que, apesar do encerramento temporário do centro de atendimento telefónico nacional instalado em Castelo Branco, o serviço vai continuar a funcionar e com um novo modelo.
Segundo o ISS, o funcionamento do centro de contacto da Segurança Social "é garantido através de um novo modelo, o qual inclui a internalização de serviços" e que já está implementado.
O serviço de atendimento telefónico deixará de estar "exclusivamente dependente de operadores externos" em Castelo Branco, em que o ISS paga a uma empresa que tem a concessão do centro de atendimento, "passando também a ser distribuído pelos próprios serviços", esclareceu à agência Lusa fonte do instituto.
A alteração permite "uma significativa redução de custos", acrescentou.
A alteração surge na sequência de testes com a constituição de "equipas especializadas da Segurança Social por todo o país, incluindo Castelo Branco, e permite que, já à data de hoje, o atendimento telefónico esteja a ser efetuado em diferentes pontos do país".
Segundo a mesma fonte do ISS, assegura-se "que, através de competências internas próprias, o atendimento deixa de estar exclusivamente dependente da contratualização externa", como acontecia.
O contrato de concessão entre o ISS e a empresa de recursos humanos RHmais para concessão do centro de atendimento telefónico nacional Via Segurança Social termina no sábado, dia 30 de junho.
A firma anunciou na terça-feira aos trabalhadores que na sexta-feira será o último dia de operações e que vai despedir a totalidade dos 400 funcionários - 160 precários e 240 efetivos.
Os trabalhadores referiram à agência Lusa que, segundo a informação prestada, o centro voltará a operar a partir de 16 de julho, nas mãos de uma nova empresa e com 50 funcionários.
Essa fase de operação decorrerá por quatro meses, até à ocasião em que for adjudicada, através de um concurso público internacional que está a decorrer, a concessão do centro até 2014, acrescentaram.
O ISS anunciou a 6 de junho que o novo concurso contempla "uma redução de custos de cerca de dois milhões de euros durante a vigência do próximo contrato", sem especificar quantos trabalhadores serão contratados.
O Instituto da Segurança Social anunciou, esta quarta-feira, em comunicado que, apesar do encerramento temporário do centro de atendimento telefónico nacional instalado em Castelo Branco, o serviço vai continuar a funcionar e com um novo modelo.
Segundo o ISS, o funcionamento do centro de contacto da Segurança Social "é garantido através de um novo modelo, o qual inclui a internalização de serviços" e que já está implementado.
O serviço de atendimento telefónico deixará de estar "exclusivamente dependente de operadores externos" em Castelo Branco, em que o ISS paga a uma empresa que tem a concessão do centro de atendimento, "passando também a ser distribuído pelos próprios serviços", esclareceu à agência Lusa fonte do instituto.
A alteração permite "uma significativa redução de custos", acrescentou.
A alteração surge na sequência de testes com a constituição de "equipas especializadas da Segurança Social por todo o país, incluindo Castelo Branco, e permite que, já à data de hoje, o atendimento telefónico esteja a ser efetuado em diferentes pontos do país".
Segundo a mesma fonte do ISS, assegura-se "que, através de competências internas próprias, o atendimento deixa de estar exclusivamente dependente da contratualização externa", como acontecia.
O contrato de concessão entre o ISS e a empresa de recursos humanos RHmais para concessão do centro de atendimento telefónico nacional Via Segurança Social termina no sábado, dia 30 de junho.
A firma anunciou na terça-feira aos trabalhadores que na sexta-feira será o último dia de operações e que vai despedir a totalidade dos 400 funcionários - 160 precários e 240 efetivos.
Os trabalhadores referiram à agência Lusa que, segundo a informação prestada, o centro voltará a operar a partir de 16 de julho, nas mãos de uma nova empresa e com 50 funcionários.
Essa fase de operação decorrerá por quatro meses, até à ocasião em que for adjudicada, através de um concurso público internacional que está a decorrer, a concessão do centro até 2014, acrescentaram.
O ISS anunciou a 6 de junho que o novo concurso contempla "uma redução de custos de cerca de dois milhões de euros durante a vigência do próximo contrato", sem especificar quantos trabalhadores serão contratados.
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