skip to main | skip to sidebar

POBREZA NA IMPRENSA

Um Observatório da EAPN Portugal

Mostrar mensagens com a etiqueta Legislativas 2022. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Legislativas 2022. Mostrar todas as mensagens

25.1.22

É PENSIONISTA? SÃO ESTAS AS PROPOSTAS DOS PARTIDOS QUE LHE INTERESSA SABER

in Sapo24

Diversificar as fontes de financiamento da Segurança Social, alterar as regras de atualização das pensões, repor a idade de reforma aos 65 anos ou implementar uma reforma mínima garantida. Estas são as propostas dos programas eleitorais para as eleições de 30 de janeiro dos partidos com representação parlamentar.

PS

O site de campanha do Partido Socialista tem como título "António Costa2022". Nele pode ser consultado o programa eleitoral, intitulado “Juntos seguimos e conseguimos", e que está dividido em quatro "desafios estratégicos", ao longo de quase 120 páginas.

Nos capítulos "Erradicação da pobreza" e "Envelhecimento e qualidade de vida", os socialistas propõem:
Assegurar o aumento extraordinário das pensões previsto na Proposta de Lei do Orçamento do Estado para 2022. Segundo o documento, a atualização extraordinária "é efetuada pelo valor de 10 euros por pensionista, cujo montante global de pensões seja igual ou inferior a 1,5 vezes o valor do indexante dos apoios sociais (IAS)".
Adaptar a Segurança Social aos desafios do envelhecimento com medidas que garantam a sua sustentabilidade:
reforçando a diversificação das suas fontes de financiamento, "nomeadamente alargando a lógica já existente de consignação de receitas fiscais para o fortalecimento do sistema";
estimulando a adesão a certificados de reforma e a outras poupanças de natureza idêntica;
fomentando a existência de esquemas complementares de segurança social em sede de negociação coletiva;
aprofundando o combate à fuga e evasão contributiva, "nomeadamente aumentando as bases de incidência para desencorajar práticas de subdeclaração".

PSD

Sob o mote "Novos Horizontes para Portugal”, o programa do PSD tem mais de 160 páginas divididas em 16 capítulos.

No capítulo "Aposentação e envelhecimento ativo", os sociais-democratas propõem:
Criar um sistema único e universal para todos os trabalhadores, sejam eles do setor público e do setor privado, dependentes ou independentes, "sem regimes especiais ou tratamentos mais favoráveis para determinados grupos";
Preservar e reforçar o atual modelo de financiamento do contrato social, assente na solidariedade intergeracional e na solidariedade de base profissional;
Introduzir o princípio da justiça intra e intergeracional na relação entre o esforço contributivo dos trabalhadores e empregadores e o valor das prestações sociais, "com uma clara separação entre a função redistributiva e as funções de poupança e de seguro social e adequação nos sistemas de proteção social";
Concretizar o previsto na Lei de Bases da Segurança Social: "o princípio da diversificação das fontes de rendimento na proteção social";
Flexibilizar a idade de acesso à pensão por velhice;
Introduzir mecanismos de reforma a tempo parcial "que permitam prolongar a vida ativa, continuar a trabalhar e a acumular a perceção de rendimentos do trabalho e de pensões";
Maior celeridade no pagamento das pensões. "Diminuir os tempos médios de processamento e pagamento deve ser prioridade da Segurança Social e do Centro Nacional de Pensões", argumentam os sociais-democratas no seu programa.
Bloco de Esquerda

O programa eleitoral do Bloco de Esquerda está disponível em várias versões (inclusive em braille). Com o mote "Razões fortes, compromissos claro", está dividido em seis grandes temas.

No capítulo "Valorizar as pensões e fazer justiça a quem trabalhou", os bloquistas propõem:
Alterar as regras de atualização das pensões, integrando no cálculo os valores do crescimento e da inflação, "garantindo que nenhuma pensão perde poder de compra de ano para ano";
Aumentar o valor mínimo das pensões, "de modo a garantir que, independentemente dos apoios e dos complementos sociais aplicáveis, o valor das pensões de carreiras contributivas de 20 ou mais anos de descontos fica sempre acima do limiar de pobreza";
Eliminar o “fator de sustentabilidade”. De acordo com o programa dos bloquistas, "depois de todas as alterações aprovadas entre 2017 e 2020 ele já só tem uma aplicação residual (cerca de 10% das pensões requeridas)":
Retirar o corte aplicado a quem se reformou entre 2014 e 2018;
Recalcular as pensões de quem tem mais de 40 anos de descontos, bem como das pensões dos regimes de desgaste rápido, para eliminar do seu valor o corte do fator de sustentabilidade.
Aprofundar o conceito de “idade pessoal da reforma”, para um regime mais justo e progressivamente sem cortes. De acordo com o programa do BE, a idade pessoal deve ser reduzida face à idade geral:
em função de carreiras acima dos 40 anos de descontos, em pelo menos um ano por cada ano a mais de contribuições;
em função do trabalho por turnos em pelo menos seis meses por cada ano de trabalho nesta modalidade;
em função do trabalho realizado com elevados grau de incapacidade;
Diversificar as fontes de financiamento da Segurança Social. Isto é, a contribuição deve ser feita não apenas em função do número de trabalhadores, mas também do seu valor acrescentado líquido. O bloco propõe uma contribuição de 0,75% sobre o Valor Acrescentado Líquido das grandes empresas (excluindo todas as PME).

CDU

No "Compromisso eleitoral" do PCP, os comunistas (que concorrem, mais uma vez, em coligação com os Os Verdes), dividem o seu programa em cinco grandes áreas.

No ponto "Assegurar a dignidade dos idosos, combater a pobreza e as desigualdades, valorizar as reformas e pensões,
combater os baixos salários", os comunistas propõem:
A atualização anual de todas as pensões, incluindo das que estiveram congeladas, com um valor mínimo em 2022 de 10 euros.
Garantir melhores pensões no futuro "valorizando hoje os salários, as carreiras e as profissões e combatendo e erradicando a precariedade";
Reconhecer as longas carreiras contributivas, assegurando o direito à reforma com 40 anos de descontos e acabar com o fator de sustentabilidade;
Repor a idade de reforma aos 65 anos e eliminar penalizações sobre os pensionistas "empurrados" para reformas antecipadas.

CDS-PP

O programa do CDS-PP, intitulado “Direita Certa: Pelas mesmas razões de sempre”, apresenta quinze compromissos.

No ponto "Compromisso vida de dignidade", os centristas propõem:
Complemento de pensão no Inverno: apoio suplementar a idosos carenciados tendo em visto o alívio da despesa do aquecimento das casas.

PAN

"Agir Já" é o lema do Pessoas–Animais–Natureza nestas eleições. O programa, com mais de 170 páginas, está dividido em grandes 10 temas.

No capítulo "Direitos Humanos. Dignidade e Pertença" pode ler-se:

Valorizar as reformas e pensões como condição necessária ao combate à pobreza, através da criação de um novo escalão (entre 2 e 2,5 IAS) onde seja garantido que, em conjunturas de menor crescimento económico, o valor real da pensão não diminui;
Rever as condições de acesso à reforma para pessoas com deficiência.

Chega

O programa eleitoral do Chega para as legislativas é um "complemento" do Programa Político 2021 aprovado no VII Conselho Nacional (a 2 e 3 de julho de 2021, em Sagres), como explica o partido no seu site, e tem 14 pontos.

No capítulo "Contra os socialismos, melhorar pensões e reformas sem matar o futuro a crianças e jovens", o Chega propõe:
Implementar uma reforma mínima garantida, equivalente ao salário mínimo nacional;
Promover o papel da iniciativa privada "encorajando a poupança pessoal, planos de poupança-reforma, caixas de pensões ou associações de assistência mútua";
Defender a transição progressiva para um sistema contributivo "que, para ser sustentável, deve assentar, sobretudo, na capitalização e administração individual das poupanças";
Defender a liberdade de escolha dos cidadãos entre os sistemas público, mutualista ou privado, "que incentive o aumento dos rendimentos de pensionistas e reformados".
Iniciativa Liberal

Sob o lema "Portugal a Crescer", o programa da Iniciativa Liberal é o mais extenso de todos: tem mais de 600 páginas. No entanto, os liberais disponibilizam também um "sumário", bem mais curto com cerca de 10 páginas. Em ambas as versões, o partido apresenta 98 medidas.

Nos capítulos "Reformar o sistema de pensões em Portugal" e "Promover o envelhecimento ativo", os liberais propõe:
Eliminar a componente de TSU que recai sobre a entidade empregadora, "sendo esse montante total e obrigatoriamente integrado no salário bruto do trabalhador (o custo laboral total para as empresas manter-se-á inalterado por via da introdução desta medida), de forma faseada durante um período de tempo adequado";
Criar um novo pilar no sistema nacional de pensões de reforma alicerçado num mecanismo de capitalização de poupanças;
Aumentar os limites da taxa global de bonificação e ajustar a forma de cálculo das pensões;
Criar incentivos para empresas que empreguem pessoas em idade reforma de uma forma flexível;
Flexibilizar o mercado de trabalho para pessoas com direito a reforma, "procurando incentivar uma passagem mais gradual do mercado de trabalho para a reforma";
Dar liberdade aos empregadores e trabalhadores para, de forma unilateral, poderem reduzir o horário ou cessarem o contrato de trabalho de uma forma mais flexível do que está previsto atualmente no Código de Trabalho para o regime geral.

Livre

"Concretizar o futuro" é o mote do programa do Livre para as eleições de dia 30. Dividido em 21 capítulos, o manifesto pode ser descarregado em versão pdf (com mais 100 páginas) ou consultado numa versão online.

No capítulo "Trabalho, Rendimento, Tempo e Proteção Social", o Livre propõe:
Assegurar a sustentabilidade de uma Segurança Social pública inclusiva, reforçando e diversificando o financiamento do sistema de segurança social, através do combate à evasão contributiva ou da consideração da real remuneração (e não apenas do salário base) no cálculo da contribuição;
Não aumentar a idade mínima de reforma, "com planeamento para a sua redução (diminuindo o tempo de resposta ao pedido de reforma);
Permitir a redução do horário de trabalho em função da idade do trabalhador sem perda de rendimento em vez da reforma total.

_________

É professor ou enfermeiro? É pensionista ou empresário? Tem filhos na escola ou habitação própria? O SAPO24 publicará, ao longo da campanha eleitoral, vários artigos com as propostas que mais lhe podem interessar ou afetar. 

Trabalha no setor da Cultura? É isto que precisa de saber sobre os programas dos partidos
Pertence às forças de segurança? É isto que precisa de saber sobre os programas dos partidos
É professor? Saiba quais as propostas dos partidos nestas legislativas
É enfermeiro? Estas são propostas que lhe dizem respeito
Posted by EAPN - Observatório de Imprensa at 2:29 p.m.
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Labels: Legislativas 2022, Pensões, Propostas partidos

20.1.22

Todos os partidos querem combater a pobreza. Mas como o farão?

André Rodrigues , Hugo Monteiro , Filipa Ribeiro, in RR

PSD defende alteração do modelo económico, PCP prefere a subida dos salários, o reforço da escola pública e a baixa de impostos e o CDS defende vários estímulos diretos aos mais desfavorecidos. Saiba o que defendem três dos partidos candidatos às legislativas a nível de combate à pobreza.

Ainda não foi tema de debate na campanha eleitoral, mas o combate à pobreza tem de ser, para o investigador Carlos Farinha Rodrigues, prioridade para o próximo Governo.

“Tenho alguma pena que o debate que já existiu até agora em termos de campanha eleitoral tenha dado muito pouca atenção às questões da pobreza e da exclusão social”, diz o especialista em pobreza e desigualdade, à Renascença.

“Tivemos em dezembro esta informação sobre o forte agravamento dos principais indicadores de pobreza e isso deveria constituir pelo menos um incentivo para que estas questões fossem discutidas. Aqui o importante é a motivação política de fazer do combate à pobreza um desígnio nacional. Isto é claramente uma bandeira que possa agregar e a intervenção de vários setores da sociedade para terminar com este estigma social que é a pobreza”, diz o economista.

Numa entrevista à Renascença, o professor do ISEG, especialista em pobreza e desigualdade, lembra que mais de duzentas mil pessoas caíram na pobreza em 2020. Há agora cerca de dois milhões de pobres em Portugal, um quarto dos quais são trabalhadores.

Farinha Rodrigues considera que este não é apenas um problema de injustiça social mas também um travão ao crescimento económico e um fator que pode pôr em causa a coesão social e a democracia.

O que propõem os partidos sobre o combate à pobreza?

Questionado pela Renascença, o PSD, pela voz do seu líder, Rui Rio, diz ser necessário alterar o modelo económico para responder às dificuldades de quem trabalha mas não consegue escapar à situação de pobreza.

“Temos a pobreza-pobreza e temos a pobreza que é ainda mais incompreensível, daquelas pessoas que trabalham, têm um salário e apesar disso são pobres. É por onde temos de começar, pelo aumento dos salários. Para isso temos de mudar o modelo económico”, diz Rio.

O líder do PSD considera que a continuação do modelo de desenvolvimento do PS irá obter “resultados idênticos àqueles que o PS tem obtido e não conseguiremos tirar da pobreza aqueles que, trabalhando, estão na pobreza e aqueles que, não tendo condições para ter os seus próprios rendimentos, possam não ter os apoios sociais suficientes porque o país não tem a riqueza suficiente”.

“Se não produzir mais, não consigo ter para distribuir. Faço-o de uma forma fictícia, durante algum tempo, mas à custa da dívida pública e portanto vem o ricochete depois contra o país e principalmente contra os mais desfavorecidos”, afirma o líder do PSD.

Mais à esquerda, o PCP, pela voz de Diana Ferreira, tem como receita a subida dos salários, o reforço da escola pública e a baixa de impostos em setores específicos como o da energia.

“Independentemente daqueles que sejam os resultados eleitorais no próximo dia 30 da parte da CDU, nós continuaremos ligando a erradicação da pobreza e o combate à pobreza a medidas absolutamente estruturais”, afirma a dirigente comunista.

“O combate à pobreza exige a valorização geral dos salários, exige o cumprimento de direitos sociais desde logo o acesso a uma escola pública gratuita e de qualidade, também o acesso de forma gratuita ao próprio Serviço Nacional de Saúde, exige medidas claras de combate à especulação imobiliária, em que os preços das rendas não sejam absolutamente incomportáveis, como os que se verificam também neste momento”, diz a deputada comunista.

“Exige também, por exemplo, coragem política para se colocar preços máximos nos combustíveis, naturalmente descer o IVA da eletricidade para os 6% e também criar preços máximos para o fornecimento do gás”, remata.

Já o CDS defende vários estímulos diretos aos mais desfavorecidos.

“É preciso dar estímulos sobretudo aos mais carenciados para poder recuperar económica e socialmente”, diz Francisco Rodrigues dos Santos.

“Vou-lhe dar vários exemplos: o Vale farmácia, que paga todas as despesas com medicamentos na farmácia aos idosos 65 anos de baixos rendimentos. Um complemento da pensão de inverno para as famílias mais carenciadas poderem aquecer as suas casas. Defendemos soluções como a Via Verde saúde, para que as mulheres mais pobres possam ter a tempo e horas um exame, uma consulta e uma cirurgia num Hospital Particular ou social pago pelo Estado quando os tempos de espera são ultrapassados dentro do SNS.”Além destes três, todos os restantes partidos têm também, nos seus programas, planos para combater a pobreza. Não foi possível falar com todos eles, até à hora de publicação deste artigo.

Saiba mais:
Rio e o combate à pobreza. "Temos de mudar o modelo económico”
"Combate à pobreza deve ser das principais prioridades do próximo Governo"
“A pobreza é uma questão de decisão política. Porque dinheiro há”, diz padre Moreira Jardim
Aprovada estratégia para tirar 660 mil pessoas da pobreza
“Portugal tem pobreza energética? Sim, mas sempre teve. Importante é o futuro”
Pandemia destruiu os poucos progressos nas condições de vida dos cidadãos mais frágeis

Posted by EAPN - Observatório de Imprensa at 10:39 a.m.
Enviar a mensagem por emailDê a sua opinião!Partilhar no XPartilhar no FacebookPartilhar no Pinterest
Labels: Combate à pobreza, Legislativas 2022, Partidos, Pobreza
Mensagens antigas Página inicial
Subscrever: Mensagens (Atom)

..

..

Acerca de mim

EAPN - Observatório de Imprensa
Ver o meu perfil completo

Fontes

  • A Página da Educação
  • Agência Ecclesia
  • Agência Lusa
  • Barlavento
  • Correio da Manhã
  • Correio do Minho
  • Destak
  • Diário Digital
  • Diário Económico
  • Diário das Beiras
  • Diário de Coimbra
  • Diário de Notícias
  • Diário do Minho
  • EAPN
  • EAPN Portugal
  • Expresso On-line
  • FOCUSSOCIAL
  • Fátima Missionária
  • Jornal Público
  • Jornal da Madeira
  • Jornal de Leiria
  • Jornal de Negócios Online
  • Jornal de Notícias
  • Jornalismo Porto Net
  • O Mirante
  • O Primeiro de Janeiro
  • Portugal Diário
  • RTP
  • Radio Voz da Planície
  • Região de Leiria
  • Ricot Journal
  • Rostos Online
  • Rádio Clube Português
  • Rádio PAX
  • Rádio Portalegre
  • Rádio Renascença
  • SIC Notícias
  • Semanário Económico
  • Semanário Transmontano
  • Sol
  • TVI24
  • Terras da Beira
  • Unicef
  • Visão
  • i Online

Arquivo do blogue

  • ▼  2023 (2104)
    • ▼  setembro 2023 (294)
      • Seca sem fim: 46% do país em seca severa ou extrema
      • Sul Informação ganha 1º lugar no Prémio de Jornali...
      • Parlamento discute nova lei de base da saúde propo...
      • O peso dos telemóveis
      • Vacinação contra a covid-19 e gripe arranca esta s...
      • Inflação abranda ligeiramente para 3,6% em setembro
      • "Tratam-nos como lixo". A droga às claras na montr...
      • Operação da GNR "Censos Sénior 2023" arranca no do...
      • O que vem primeiro – os lucros da indústria tóxica...
      • Centenas de idosos despedem-se do verão com Festa ...
      • Joaquim é cego e está há mais de um ano sem recebe...
      • Falta de quartos e preços especulativos empurram e...
      • Rendas batem novo recorde, com cada vez menos cont...
      • Governo vai rever contribuições do trabalho doméstico
      • GOVERNO ANUNCIA REDUÇÃO DE 30% EM ALGUMAS PORTAGENS
      • “O que e como fazer para que Coimbra possa dar aos...
      • Esperança de vida à nascença aumentou para homens,...
      • Rendas exorbitantes empurram inquilinos para viver...
      • "Problema gravíssimo": cada português desperdiça 1...
      • Brisa fixa meta de ter 33% dos cargos de chefia oc...
      • Talibãs consideram direitos das mulheres "pequenas...
      • Parlamento discute novas restrições ao consumo do ...
      • Serviço de urgência de Leiria vai ter noites em ou...
      • Um terço das crianças sem acesso gratuito a fruta ...
      • A luta contra a inacção climática: palavras ou ovos?
      • Quando as ovelhas substituem herbicidas e tratores...
      • Um terço dos jovens não tem habitação estável
      • Novo recorde: casas avaliadas em 1538 euros por me...
      • Sistema de Segurança Interna terá papel "mais ativ...
      • Agentes turísticos destacam papel do setor na econ...
      • Jovens de 18 anos estão a beber mais álcool. Pela ...
      • Calamidades causam mais de 150 milhões de euros de...
      • Ponte de Lima vai construir três creches com capac...
      • Internamentos sociais. Há cerca de 1.600 doentes à...
      • Verbas comunitárias em atraso deixam associações d...
      • Maria João Ramos, cientista: “As pessoas não recic...
      • Governo vai avançar com agenda ambiciosa para quem...
      • Portugal com maior subida dos preços de produtos a...
      • Número de adoções volta a descer, aumentam as devo...
      • Despesa do Estado e das famílias com medicamentos ...
      • SNS vai pagar 2,5 euros por vacina dada na farmácia
      • Transição energética: "Parte do que vem aí é muito...
      • Desemprego pode já estar perto do seu limite mais ...
      • VIH e estima: quando os profissionais de saúde dis...
      • Diretores dizem que falta de professores está a se...
      • Banco de Portugal quer que empresas aceitem um mei...
      • “Cultura do descartável e de facilitismo provocou ...
      • Incêndios: Governo apoia apicultores de Aljezur, M...
      • “A fronteira sul da Europa está no norte de África...
      • Chegaram as clementinas
      • Alunos mais emocionais e com menos conhecimento. C...
      • Quatro possíveis casos de tráfico de pessoas na JM...
      • Portugueses pedem menos comida, restaurantes começ...
      • Aumentos salariais: propostas da Confederação dos ...
      • Chef David Jesus: “Se se olhasse para as verduras ...
      • Docentes a dormir no carro? Não é "colocação de pr...
      • Leste/Oeste: Portugal e a Europa, exportações e de...
      • Beneficiários do complemento de idoso com 50% de d...
      • Idade média dos educadores de infância subiu para ...
      • Casas de madeira são alternativa aos elevados preç...
      • SEF deixa à nova Agência para as Migrações mais de...
      • A raspadinha "é um jogo terrivelmente perverso" qu...
      • Portugal tem de se preocupar com estado da sardinh...
      • Projeto experimental encaminhou mais de 8.500 uten...
      • Governo anuncia redução da carga fiscal no preço d...
      • Parlamento autoriza Governo a criar “cadastro” par...
      • Viasil, em Baião, é uma das empresas disponíveis p...
      • Medina garante que quem ganha salário mínimo não p...
      • População nas montanhas de Marrocos recebe ajuda h...
      • O problema “mais sério” das famílias portuguesas
      • Medina admite novos apoios a famílias e empresas s...
      • Um em cada quatro madeirenses vive em risco de pob...
      • Bruxelas aprova revisão do PRR de Portugal. Plano ...
      • Estado deverá ter o maior excedente orçamental de ...
      • O Governo garantiu aumentos, mas apenas 51 médicos...
      • Parque de campismo é solução para falta de habitaç...
      • Estes professores entraram nos quadros, mas sentem...
      • Remessas dos emigrantes caem 1,6% em julho para 37...
      • Dia Europeu sem Carros com ruas cortadas e qualida...
      • Falta de vacinas no início da campanha sazonal obr...
      • Pedidos devem arrancar em novembro: os prazos e as...
      • Escolas públicas perderam quase 10 mil docentes nu...
      • Desemprego aumentou no Alentejo em agosto
      • Habitação: Governo reúne-se com sindicatos e setor...
      • "Prestação constante": famílias podem pedir aos ba...
      • Marcelo diz que Portugal terá 80% de electricidade...
      • As pessoas e a longevidade: Portugal precisa de in...
      • Quando devem as crianças receber o primeiro smartp...
      • Governo aprova redução de 30% na Euribor e reforça...
      • “As mulheres fazem mais de 75% das tarefas domésti...
      • Américo Aguiar quer "tolerância zero" para abusos ...
      • Vacinas contra gripe e covid-19 sem receita e grat...
      • Sair de casa dos pais, ir viver com desconhecidos
      • Regresso a casa dos pais é solução para quem não c...
      • Há cada vez mais sem-abrigo estrangeiros em Portugal
      • Professores que entraram no quadro vão ganhar meno...
      • Pode a fraude nos fundos europeus ser de apenas 20...
      • Estudo indica que classe média chinesa está a redu...
      • "Estamos a deixar uma herança incomportável para a...
      • Habitação. Proprietários e inquilinos com proposta...
      • Telemóvel nas escolas? Proibição é aposta cada vez...
      • Governo vai aliviar o peso das taxas de juro nos c...
      • Câmara Municipal de Portalegre investe na criação ...
      • Contas de serviços mínimos bancários superam as 20...
      • Sete em dez empresas já usam Inteligência Artifici...
      • ASAE instaurou 58 processos-crime por incumpriment...
      • Covid-19: Portugal está com uma média diária de 10...
      • Seguros de vida e multirriscos são "renda escondid...
      • Número de casais com ambos os elementos desemprega...
      • Despesas com teletrabalho até 22 euros isentas de ...
      • Número de desempregados inscritos nos centros de e...
      • "É mais importante saber se estão a ser tomadas me...
      • Cerca de 90.000 utentes do SNS vão ser convidados ...
      • Eu podia ser aquele pai que esqueceu a filha no carro
      • Ilha da Madeira produz mais de 23 toneladas de banana
      • Actividade humana no planeta está a eliminar “ramo...
      • A perspetiva futura dos jovens tem vindo a melhora...
      • Nagorno-Karabakh: Guterres apela ao fim imediato d...
      • OCDE. Novo choque nos combustíveis pode prolongar ...
      • Governo aprova esta semana diploma que estabiliza ...
      • Juros no crédito à habitação passam os 4% em agost...
      • Porque é que o salário mínimo arrisca pagar pela p...
      • "Todos os dias chega mais gente": crise na habitaç...
      • Não houve acordo na reforma do SNS, e agora?
      • Cartão de jogador? “Seria um controlo sobre a libe...
      • Teletrabalho pode reduzir para metade pegada de ca...
      • Cerca de 100 mil pessoas em Portugal têm problemas...
      • Habitação. Lisboa com apoio à renda para profissio...
    • ►  agosto 2023 (264)
    • ►  julho 2023 (280)
    • ►  junho 2023 (201)
    • ►  maio 2023 (349)
    • ►  abril 2023 (180)
    • ►  março 2023 (267)
    • ►  fevereiro 2023 (173)
    • ►  janeiro 2023 (96)
  • ►  2022 (1327)
    • ►  dezembro 2022 (94)
    • ►  novembro 2022 (96)
    • ►  outubro 2022 (101)
    • ►  setembro 2022 (63)
    • ►  agosto 2022 (91)
    • ►  julho 2022 (170)
    • ►  junho 2022 (76)
    • ►  maio 2022 (209)
    • ►  abril 2022 (112)
    • ►  março 2022 (85)
    • ►  fevereiro 2022 (110)
    • ►  janeiro 2022 (120)
  • ►  2021 (1521)
    • ►  dezembro 2021 (11)
    • ►  novembro 2021 (94)
    • ►  outubro 2021 (169)
    • ►  setembro 2021 (59)
    • ►  agosto 2021 (127)
    • ►  julho 2021 (137)
    • ►  junho 2021 (95)
    • ►  maio 2021 (80)
    • ►  abril 2021 (178)
    • ►  março 2021 (159)
    • ►  fevereiro 2021 (230)
    • ►  janeiro 2021 (182)
  • ►  2020 (2124)
    • ►  dezembro 2020 (194)
    • ►  novembro 2020 (256)
    • ►  outubro 2020 (243)
    • ►  setembro 2020 (128)
    • ►  agosto 2020 (132)
    • ►  julho 2020 (239)
    • ►  junho 2020 (174)
    • ►  maio 2020 (272)
    • ►  abril 2020 (255)
    • ►  março 2020 (96)
    • ►  fevereiro 2020 (45)
    • ►  janeiro 2020 (90)
  • ►  2019 (503)
    • ►  dezembro 2019 (38)
    • ►  novembro 2019 (85)
    • ►  outubro 2019 (7)
    • ►  setembro 2019 (39)
    • ►  agosto 2019 (51)
    • ►  julho 2019 (94)
    • ►  junho 2019 (10)
    • ►  maio 2019 (10)
    • ►  abril 2019 (3)
    • ►  março 2019 (61)
    • ►  fevereiro 2019 (21)
    • ►  janeiro 2019 (84)
  • ►  2018 (901)
    • ►  dezembro 2018 (14)
    • ►  novembro 2018 (97)
    • ►  outubro 2018 (114)
    • ►  setembro 2018 (84)
    • ►  agosto 2018 (73)
    • ►  julho 2018 (76)
    • ►  junho 2018 (92)
    • ►  maio 2018 (3)
    • ►  março 2018 (88)
    • ►  fevereiro 2018 (149)
    • ►  janeiro 2018 (111)
  • ►  2017 (917)
    • ►  dezembro 2017 (16)
    • ►  novembro 2017 (38)
    • ►  outubro 2017 (113)
    • ►  setembro 2017 (111)
    • ►  agosto 2017 (105)
    • ►  julho 2017 (121)
    • ►  junho 2017 (29)
    • ►  maio 2017 (11)
    • ►  abril 2017 (30)
    • ►  março 2017 (100)
    • ►  fevereiro 2017 (158)
    • ►  janeiro 2017 (85)
  • ►  2016 (1471)
    • ►  dezembro 2016 (1)
    • ►  novembro 2016 (32)
    • ►  outubro 2016 (59)
    • ►  setembro 2016 (31)
    • ►  agosto 2016 (50)
    • ►  julho 2016 (113)
    • ►  junho 2016 (239)
    • ►  maio 2016 (176)
    • ►  abril 2016 (195)
    • ►  março 2016 (168)
    • ►  fevereiro 2016 (207)
    • ►  janeiro 2016 (200)
  • ►  2015 (2185)
    • ►  dezembro 2015 (291)
    • ►  novembro 2015 (310)
    • ►  outubro 2015 (268)
    • ►  setembro 2015 (87)
    • ►  agosto 2015 (62)
    • ►  julho 2015 (191)
    • ►  junho 2015 (101)
    • ►  maio 2015 (143)
    • ►  abril 2015 (190)
    • ►  março 2015 (187)
    • ►  fevereiro 2015 (147)
    • ►  janeiro 2015 (208)
  • ►  2014 (2328)
    • ►  dezembro 2014 (199)
    • ►  novembro 2014 (180)
    • ►  outubro 2014 (176)
    • ►  setembro 2014 (182)
    • ►  agosto 2014 (37)
    • ►  julho 2014 (136)
    • ►  junho 2014 (96)
    • ►  maio 2014 (213)
    • ►  abril 2014 (280)
    • ►  março 2014 (290)
    • ►  fevereiro 2014 (276)
    • ►  janeiro 2014 (263)
  • ►  2013 (2794)
    • ►  dezembro 2013 (147)
    • ►  novembro 2013 (164)
    • ►  outubro 2013 (204)
    • ►  setembro 2013 (187)
    • ►  agosto 2013 (92)
    • ►  julho 2013 (282)
    • ►  junho 2013 (249)
    • ►  maio 2013 (375)
    • ►  abril 2013 (251)
    • ►  março 2013 (285)
    • ►  fevereiro 2013 (257)
    • ►  janeiro 2013 (301)
  • ►  2012 (3372)
    • ►  dezembro 2012 (227)
    • ►  novembro 2012 (287)
    • ►  outubro 2012 (331)
    • ►  setembro 2012 (234)
    • ►  agosto 2012 (90)
    • ►  julho 2012 (355)
    • ►  junho 2012 (260)
    • ►  maio 2012 (323)
    • ►  abril 2012 (307)
    • ►  março 2012 (306)
    • ►  fevereiro 2012 (347)
    • ►  janeiro 2012 (305)
  • ►  2011 (3769)
    • ►  dezembro 2011 (259)
    • ►  novembro 2011 (437)
    • ►  outubro 2011 (364)
    • ►  setembro 2011 (298)
    • ►  agosto 2011 (218)
    • ►  julho 2011 (358)
    • ►  junho 2011 (118)
    • ►  maio 2011 (395)
    • ►  abril 2011 (331)
    • ►  março 2011 (381)
    • ►  fevereiro 2011 (267)
    • ►  janeiro 2011 (343)
  • ►  2010 (3485)
    • ►  dezembro 2010 (378)
    • ►  novembro 2010 (381)
    • ►  outubro 2010 (378)
    • ►  setembro 2010 (216)
    • ►  agosto 2010 (87)
    • ►  julho 2010 (217)
    • ►  junho 2010 (262)
    • ►  maio 2010 (287)
    • ►  abril 2010 (285)
    • ►  março 2010 (375)
    • ►  fevereiro 2010 (298)
    • ►  janeiro 2010 (321)
  • ►  2009 (2398)
    • ►  dezembro 2009 (317)
    • ►  novembro 2009 (204)
    • ►  outubro 2009 (167)
    • ►  setembro 2009 (139)
    • ►  agosto 2009 (38)
    • ►  julho 2009 (246)
    • ►  junho 2009 (157)
    • ►  maio 2009 (242)
    • ►  abril 2009 (210)
    • ►  março 2009 (211)
    • ►  fevereiro 2009 (275)
    • ►  janeiro 2009 (192)
  • ►  2008 (2228)
    • ►  dezembro 2008 (196)
    • ►  novembro 2008 (249)
    • ►  outubro 2008 (313)
    • ►  setembro 2008 (162)
    • ►  agosto 2008 (65)
    • ►  julho 2008 (211)
    • ►  junho 2008 (138)
    • ►  maio 2008 (276)
    • ►  abril 2008 (191)
    • ►  março 2008 (132)
    • ►  fevereiro 2008 (174)
    • ►  janeiro 2008 (121)
  • ►  2007 (1712)
    • ►  dezembro 2007 (162)
    • ►  novembro 2007 (174)
    • ►  outubro 2007 (280)
    • ►  setembro 2007 (155)
    • ►  agosto 2007 (15)
    • ►  julho 2007 (179)
    • ►  junho 2007 (161)
    • ►  maio 2007 (162)
    • ►  abril 2007 (152)
    • ►  março 2007 (227)
    • ►  fevereiro 2007 (45)

Visitas

2020

free counter

2019

free web counter

Seguidores

Powered By Blogger