Nuno Guedes, in TSF
A Associação de Farmácias de Portugal garante que volta a arrancar no início de dezembro, o programa de troca de seringas para toxicodependentes, suspenso há 2 anos.
Estas trocas estão suspensas, nas farmácias, há perto de 2 anos, e chegaram a ser anunciadas para o verão, depois de um acordo assinado com o Ministério da Saúde.
À TSF, a presidente da Associação, Manuela Pacheco, diz que a última reunião, realizada na semana passada, teve luz verde. Manuela Pacheco garante que a troca de seringas volta a 1 de dezembro.
Manuela Pacheco explica, ainda, que o acordo foi alcançado com a Associação de Farmácias de Portugal mas também com a mais representativa, a Associação Nacional de Farmácias. No entanto, contactada pela TSF, a ANF diz que desconhece que o programa de troca de seringas volte ao ativo no início de dezembro.
Já o diretor do Programa Nacional para a infeção VIH/SIDA, António Diniz, confirma que o objetivo é ter a troca de seringas, de novo, nas farmácias, no início de dezembro, nos distritos de Lisboa e Setúbal.
O diretor do Programa Nacional para a infeção VIH/SIDA aplaude o regresso da troca de seringas às farmácias. Mas sublinha que este programa já não vai ser gerido pelas farmácias, mas sim pelo Ministério da Saúde.
Para além deste serviço para toxicodependentes, o acordo assinado em julho com o Ministério da Saúde também previa um programa nas farmácias de apoio no controlo da diabetes.
A presidente da Associação de Farmácias de Portugal, Manuela Pacheco, diz que neste caso ainda não há acordo pois é uma área que traz muito mais custos às farmácias.
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18.11.14
21.3.13
Troca de seringas em centros de saúde de todo o país
in Diário de Notícias
A troca de seringas que era feita nas farmácias vai estar disponível em centros de saúde de todo o país até ao final do mês, segundo o coordenador do programa de combate à Sida.
António Diniz adiantou igualmente que esta troca já está a ser assegurada no Centro e no Algarve.
Com o fim do programa de troca de seringas que era assegurado pelas farmácias, no final do ano passado, o coordenador do programa de combate à Sida teve de encontrar uma "solução alternativa sustentável no mais curto espaço de tempo", o que acabou por se concretizar através de parcerias com os agrupamentos de centros de saúde (ACES).
"Os cuidados de saúde primários pareceram-me uma boa opção por ser uma estrutura do Serviço Nacional de Saúde [SNS] e que abrange todo o país", afirmou à Lusa, sublinhando que a orientação do programa será assegurada pelos departamentos de saúde pública, em colaboração com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.
O responsável lembra que esta parcela do programa, que era a que estava a cargo das farmácias, corresponde apenas a um terço do total, sendo que os restantes dois terços vão continuar a ser garantidos por associações sem fins lucrativos que apoiam os doentes com VIH.
Assim, o programa já arrancou em cerca de oito dezenas de centros de saúde das regiões Centro e Algarve, vai arrancar em mais unidades de saúde do Norte e Alentejo durante esta semana e, finalmente, em Lisboa e Vale do Tejo até ao final da próxima semana, anunciou.
"Há muitos centros de saúde com condições para receber e distribuir seringas até ao fim do mês, já temos essa indicação, é só colocá-las lá", acrescentou.
Salientando que se trata de uma "mudança completa", uma "nova função dos centros de saúde", António Diniz elogiou em particular os profissionais que se disponibilizaram para participar no programa, considerando que "ter um programa novo implantado no país em três meses é uma vitória".
O primeiro objetivo são as zonas afetadas pelas farmácias que deixaram de distribuir seringas, são as que têm de ficar cobertas mais rapidamente, assinalou.
Por outro lado, é importante disponibilizar a troca de seringas em zonas com maior incidência de toxicodependência e que não tinham boa cobertura das farmácias.
Nesse aspeto, esta mudança trouxe uma "melhoria ao programa", considera António Diniz, exemplificando com o caso da margem sul.
Uma das razões que levaram a que o programa arrancasse primeiro no Centro e no Algarve prende-se com o facto de ter havido vários pedidos de consumidores de droga aos centros de saúde, para saber quando poderiam lá ir trocar as seringas.
O coordenador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo para a Infeção VIH/Sida alerta contudo que a troca de seringas não vai estar disponível em todos os centros de saúde, mas de acordo com as necessidades.
Quanto à distribuição de preservativos, António Diniz afirmou estarem disponíveis seis milhões, não sendo expectável que venha a haver falta até ao final do ano.
O responsável falava a propósito de uma quebra na distribuição de preservativos verificada entre novembro e dezembro do ano passado, o que se ficou a dever a uma necessidade de racionamento.
Contudo, no final de dezembro foi reposto o stock, estando atualmente disponíveis os preservativos que não se gastaram no ano passado mais os que foram adquiridos este ano.
António Diniz lembrou que estes preservativos destinam-se às estruturas que não são de saúde, tais como escolas, universidades, organizações festivas ou Organizações Não Governamentais.
A responsabilidade da distribuição de preservativos nas estruturas de saúde cabe às respetivas administrações Regionais.
A troca de seringas que era feita nas farmácias vai estar disponível em centros de saúde de todo o país até ao final do mês, segundo o coordenador do programa de combate à Sida.
António Diniz adiantou igualmente que esta troca já está a ser assegurada no Centro e no Algarve.
Com o fim do programa de troca de seringas que era assegurado pelas farmácias, no final do ano passado, o coordenador do programa de combate à Sida teve de encontrar uma "solução alternativa sustentável no mais curto espaço de tempo", o que acabou por se concretizar através de parcerias com os agrupamentos de centros de saúde (ACES).
"Os cuidados de saúde primários pareceram-me uma boa opção por ser uma estrutura do Serviço Nacional de Saúde [SNS] e que abrange todo o país", afirmou à Lusa, sublinhando que a orientação do programa será assegurada pelos departamentos de saúde pública, em colaboração com os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.
O responsável lembra que esta parcela do programa, que era a que estava a cargo das farmácias, corresponde apenas a um terço do total, sendo que os restantes dois terços vão continuar a ser garantidos por associações sem fins lucrativos que apoiam os doentes com VIH.
Assim, o programa já arrancou em cerca de oito dezenas de centros de saúde das regiões Centro e Algarve, vai arrancar em mais unidades de saúde do Norte e Alentejo durante esta semana e, finalmente, em Lisboa e Vale do Tejo até ao final da próxima semana, anunciou.
"Há muitos centros de saúde com condições para receber e distribuir seringas até ao fim do mês, já temos essa indicação, é só colocá-las lá", acrescentou.
Salientando que se trata de uma "mudança completa", uma "nova função dos centros de saúde", António Diniz elogiou em particular os profissionais que se disponibilizaram para participar no programa, considerando que "ter um programa novo implantado no país em três meses é uma vitória".
O primeiro objetivo são as zonas afetadas pelas farmácias que deixaram de distribuir seringas, são as que têm de ficar cobertas mais rapidamente, assinalou.
Por outro lado, é importante disponibilizar a troca de seringas em zonas com maior incidência de toxicodependência e que não tinham boa cobertura das farmácias.
Nesse aspeto, esta mudança trouxe uma "melhoria ao programa", considera António Diniz, exemplificando com o caso da margem sul.
Uma das razões que levaram a que o programa arrancasse primeiro no Centro e no Algarve prende-se com o facto de ter havido vários pedidos de consumidores de droga aos centros de saúde, para saber quando poderiam lá ir trocar as seringas.
O coordenador do Programa Nacional de Prevenção e Controlo para a Infeção VIH/Sida alerta contudo que a troca de seringas não vai estar disponível em todos os centros de saúde, mas de acordo com as necessidades.
Quanto à distribuição de preservativos, António Diniz afirmou estarem disponíveis seis milhões, não sendo expectável que venha a haver falta até ao final do ano.
O responsável falava a propósito de uma quebra na distribuição de preservativos verificada entre novembro e dezembro do ano passado, o que se ficou a dever a uma necessidade de racionamento.
Contudo, no final de dezembro foi reposto o stock, estando atualmente disponíveis os preservativos que não se gastaram no ano passado mais os que foram adquiridos este ano.
António Diniz lembrou que estes preservativos destinam-se às estruturas que não são de saúde, tais como escolas, universidades, organizações festivas ou Organizações Não Governamentais.
A responsabilidade da distribuição de preservativos nas estruturas de saúde cabe às respetivas administrações Regionais.
10.1.13
Troca de seringas passa das farmácias para os centros de saúde
in iOnline
Os centros de saúde vão passar a assegurar o programa de troca de seringas, até aqui feito pelas farmácias, sob orientação dos departamentos de saúde pública e em colaboração com os serviços partilhados do Serviço Nacional de Saúde.
A revelação foi feita hoje pelo diretor do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infeção VIH/Sida (PNVIH), António Diniz, na Comissão Parlamentar de Saúde.
Segundo o responsável, com esta medida, um terço do programa de troca de seringas (o que era feito nas farmácias) fica integralmente assegurado pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Os restantes dois terços continuam a cargo de organizações governamentais e não governamentais, e pelos postos móveis (que asseguram atualmente 64% das trocas).
“O programa ‘diga não a uma seringa em segunda mão’ fica, assim, ancorado no SNS e a ele podem juntar-se todos os interessados em participar no programa”, afirmou.
As unidades locais de saúde pública ficam responsáveis pela orientação deste programa nos cuidados de saúde primários, porque a elas “compete a participação em programas de saúde prioritários”, explicou.
Segundo o responsável, o programa vai também ser aplicado nos centros de resposta integrada, na dependência das Adminsitrações Regionais de Saúde (ARS) e serão reforçadas as parcerias em algumas zonas mais problemáticas, como é o caso do distrito de Setúbal.
Quem fica encarregado de gerir a aquisição e distribuição das seringas serão os serviços partilhados do Ministério da Saúde, mais concretamente a responsável pelo programa, Carla Caldeira.
Segundo António Diniz, a proposta foi já apresentada ao SICAD, Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, que “a subscreveu”.
O diretor do PNVIH adiantou ainda que o programa de troca de seringas vai ser alargado às autarquias e às Juntas de Freguesia, que já começaram a ser contactadas e mostraram interesse.
Segundo o responsável, o orçamento disponível para este ano para o programa da troca de seringas é de 1,6 milhões de euros.
António Diniz explicou ainda aos deputados de Saúde que a quebra acentuada verificada em 2011, face a 2010, no programa troca de seringas nas farmácias “tem mais de logística do que de epidemiologia”.
Segundo as explicações dadas pela Associação Nacional de Farmácias ao PNVIH, foi contabilizado o que saiu das entidades para os vários pontos de distribuição, e não o que foi efetivamente distribuído pelas pessoas.
“O que estava em 'stock' foi gasto em 2011 e não foi reposto, por isso não saiu do fornecedor”, acrescentou.
Assim, em 2010, foram contabilizadas 2,66 milhões seringas entregues, enquanto em 2011, foram 1,21 milhões.
Entre janeiro e outubro de 2012, foram entregues nas cooperativas, farmácias e parceiros, 1,103 milhões de seringas.
Relativamente à “quebra acentuada”, verificada entre novembro e dezembro de 2011 na distribuição de preservativos, António Diniz confirmou ter-se tratado de um racionamento que teve de ser feito, numa altura em que havia poucos.
“Houve um défice de distribuição. Quando pediam 100, só dávamos 30”, afirmou.
No entanto, ainda em dezembro foram adquiridos 1,5 milhões de preservativos, e a verba para este ano “será suficiente para adquirir 3,5 milhões de preservativos”, garantiu.
Segundo o diretor do programa, “é previsível que, durante o ano, estejam disponíveis cerca de seis milhões [de preservativos] para serem distribuídos”.
Os centros de saúde vão passar a assegurar o programa de troca de seringas, até aqui feito pelas farmácias, sob orientação dos departamentos de saúde pública e em colaboração com os serviços partilhados do Serviço Nacional de Saúde.
A revelação foi feita hoje pelo diretor do Programa Nacional de Prevenção e Controlo da Infeção VIH/Sida (PNVIH), António Diniz, na Comissão Parlamentar de Saúde.
Segundo o responsável, com esta medida, um terço do programa de troca de seringas (o que era feito nas farmácias) fica integralmente assegurado pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Os restantes dois terços continuam a cargo de organizações governamentais e não governamentais, e pelos postos móveis (que asseguram atualmente 64% das trocas).
“O programa ‘diga não a uma seringa em segunda mão’ fica, assim, ancorado no SNS e a ele podem juntar-se todos os interessados em participar no programa”, afirmou.
As unidades locais de saúde pública ficam responsáveis pela orientação deste programa nos cuidados de saúde primários, porque a elas “compete a participação em programas de saúde prioritários”, explicou.
Segundo o responsável, o programa vai também ser aplicado nos centros de resposta integrada, na dependência das Adminsitrações Regionais de Saúde (ARS) e serão reforçadas as parcerias em algumas zonas mais problemáticas, como é o caso do distrito de Setúbal.
Quem fica encarregado de gerir a aquisição e distribuição das seringas serão os serviços partilhados do Ministério da Saúde, mais concretamente a responsável pelo programa, Carla Caldeira.
Segundo António Diniz, a proposta foi já apresentada ao SICAD, Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, que “a subscreveu”.
O diretor do PNVIH adiantou ainda que o programa de troca de seringas vai ser alargado às autarquias e às Juntas de Freguesia, que já começaram a ser contactadas e mostraram interesse.
Segundo o responsável, o orçamento disponível para este ano para o programa da troca de seringas é de 1,6 milhões de euros.
António Diniz explicou ainda aos deputados de Saúde que a quebra acentuada verificada em 2011, face a 2010, no programa troca de seringas nas farmácias “tem mais de logística do que de epidemiologia”.
Segundo as explicações dadas pela Associação Nacional de Farmácias ao PNVIH, foi contabilizado o que saiu das entidades para os vários pontos de distribuição, e não o que foi efetivamente distribuído pelas pessoas.
“O que estava em 'stock' foi gasto em 2011 e não foi reposto, por isso não saiu do fornecedor”, acrescentou.
Assim, em 2010, foram contabilizadas 2,66 milhões seringas entregues, enquanto em 2011, foram 1,21 milhões.
Entre janeiro e outubro de 2012, foram entregues nas cooperativas, farmácias e parceiros, 1,103 milhões de seringas.
Relativamente à “quebra acentuada”, verificada entre novembro e dezembro de 2011 na distribuição de preservativos, António Diniz confirmou ter-se tratado de um racionamento que teve de ser feito, numa altura em que havia poucos.
“Houve um défice de distribuição. Quando pediam 100, só dávamos 30”, afirmou.
No entanto, ainda em dezembro foram adquiridos 1,5 milhões de preservativos, e a verba para este ano “será suficiente para adquirir 3,5 milhões de preservativos”, garantiu.
Segundo o diretor do programa, “é previsível que, durante o ano, estejam disponíveis cerca de seis milhões [de preservativos] para serem distribuídos”.
29.11.12
Troca de seringas só está assegurada até final do ano
in Diário de Notícias
A Associação Nacional de Farmácias vai assegurar o programa de troca de seringas a toxicodependentes até dezembro, enquanto tiver material em "stock", mas, a partir daí, o Governo terá de arranjar outro parceiro para o projeto.
Em declarações aos jornalistas, no final da audição na comissão parlamentar de Saúde, o vice-presidente da Associação Nacional de Farmácias (ANF), Paulo Duarte, disse que o contrato com o Ministério da Saúde terminou na terça-feira, e que a associação não está disponível para continuar a geri-lo.
"Em agosto comunicámos ao Ministério que o contrato terminava a 27 de novembro e que não estávamos disponíveis para continuar a assegurar a sua gestão", afirmou.
O responsável adiantou que as farmácias têm em "stock" "kits" que darão até finais de dezembro, altura a partir da qual deixam de gerir este programa.
"Cabe ao Ministério da Saúde definir agora o que quer para o programa. Nós não queremos continuar com a gestão diária deste programa", disse Paulo Duarte.
As farmácias, no entanto, poderão continuar a ser o local onde é feita a troca de uma seringa usada por uma outra nova, como forma de evitar a infeção pelo VIH/sida, o grande objetivo deste projeto, lançado em 1993.
Até aqui, cabia à ANF assegurar a gestão dos "kits", incluindo fazê-los chegar às organizações não governamentais de apoio à toxicodependência e disponibilizá-los nas farmácias.
"Não lucrávamos um cêntimo com isto", adiantou Paulo Duarte, revelando que o Ministério da Saúde deve às farmácias 600 mil euros referentes a 2012, pela sua participação no projeto.
A Associação Nacional de Farmácias vai assegurar o programa de troca de seringas a toxicodependentes até dezembro, enquanto tiver material em "stock", mas, a partir daí, o Governo terá de arranjar outro parceiro para o projeto.
Em declarações aos jornalistas, no final da audição na comissão parlamentar de Saúde, o vice-presidente da Associação Nacional de Farmácias (ANF), Paulo Duarte, disse que o contrato com o Ministério da Saúde terminou na terça-feira, e que a associação não está disponível para continuar a geri-lo.
"Em agosto comunicámos ao Ministério que o contrato terminava a 27 de novembro e que não estávamos disponíveis para continuar a assegurar a sua gestão", afirmou.
O responsável adiantou que as farmácias têm em "stock" "kits" que darão até finais de dezembro, altura a partir da qual deixam de gerir este programa.
"Cabe ao Ministério da Saúde definir agora o que quer para o programa. Nós não queremos continuar com a gestão diária deste programa", disse Paulo Duarte.
As farmácias, no entanto, poderão continuar a ser o local onde é feita a troca de uma seringa usada por uma outra nova, como forma de evitar a infeção pelo VIH/sida, o grande objetivo deste projeto, lançado em 1993.
Até aqui, cabia à ANF assegurar a gestão dos "kits", incluindo fazê-los chegar às organizações não governamentais de apoio à toxicodependência e disponibilizá-los nas farmácias.
"Não lucrávamos um cêntimo com isto", adiantou Paulo Duarte, revelando que o Ministério da Saúde deve às farmácias 600 mil euros referentes a 2012, pela sua participação no projeto.
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