in RTP
A taxa de desemprego anual baixou, em novembro último, para os 8,7% na zona euro e os 7,3% na União Europeia, valores que não se registavam desde janeiro de 2009 e outubro de 2008, respetivamente, segundo o Eurostat.
Na zona euro, os 8,7% de novembro comparam-se com os 8,8% de outubro e os 9,8% do mês homólogo de 2016 e na União Europeia (UE), o desemprego recuou para os 7,3%, face aos 7,4% de outubro de 2017 e aos 8,3% homólogos.
Segundo o gabinete de estatísticas da UE, Portugal teve a segunda maior quebra homóloga no desemprego (de 10,5% para 8,2% entre novembro de 2016 e novembro de 2017), depois da Grécia (de 23,2% para 20,5%, segundo dados de setembro) e seguido da Croácia (de 12,5% para 10,4%) e de Chipre (de 13,1% para 11,0%).
As mais baixas taxas de desemprego anuais registaram-se, em novembro, na República Checa (2,5%), em Malta e Alemanha (3,6% cada) e as mais altas na Grécia (20,5%, dados de setembro) e Espanha (16,7%).
O desemprego jovem foi de 18,2% na zona euro, abaixo dos 20,5% homólogos e dos 18,4% de outubro, e de 16,2% na UE, face aos 18,2% de novembro de 2016 e aos 16,4% na comparação em cadeia.
As taxas mais baixas de desemprego entre as pessoas com menos de 25 anos registaram-se na República Checa (5,0%) e Alemanha (6,6%) e as mais elevadas na Grécia (39,5% em setembro último), em Espanha (37,9%) em Itália (32,7%) e Portugal (23,7%).
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1.2.17
Taxa de desemprego provisória de dezembro é positiva, diz Governo
in Jornal de Notícias
O Secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita, disse hoje que a taxa de desemprego provisória de dezembro nos 10,2% é um dado positivo, manifestando-se otimista de que as metas traçadas pelo Governo para este indicador serão alcançadas.
"Estamos otimistas de que poderemos vir a atingir a meta que estava traçada e que até pode vir a baixar", disse o governante, referindo, no entanto, que "mais importante do que as metas é a realidade".
Miguel Cabrita falava depois de o Instituto Nacional de Estatística (INE) mantido a taxa de desemprego de novembro nos 10,5% e ter avançado uma estimativa provisória de 10,2% para dezembro.
Desemprego no valor mais baixo desde 2009
No Orçamento do Estado para 2017, o Governo estimava que a taxa de desemprego se fixasse em 11,2% em 2016 e que baixasse para os 10,4% este ano.
Para Miguel Cabrita, os números hoje divulgados pelo INE confirmam aquela que tem sido a evolução do mercado do emprego ao longo do ano em Portugal, com descidas sucessivas da taxa de desemprego.
"Vamos terminar o ano com cerca de 100 mil empregos em termos líquidos e com menos 100 mil desempregados, segundo os cálculos do INE. Os dados de dezembro são provisórios, mas o novembro é já definitivo e aponta para um 4.º trimestre que está também a ser muito positivo", disse o secretário de Estado.
"É a taxa de desemprego mais baixa desde abril de 2009, o que é um dado consistente com o dado que já temos e que tem a ver com o desemprego registado, o que tem a ver com os centros de emprego, que desceu abaixo dos 500 mil, o que também já não acontecia desde 2009", acrescentou.
Segundo Miguel Cabrita, a evolução da taxa de desemprego é também consistente com outros dados que o Governo vem acompanhando em termos de confiança dos consumidores, confiança das empresas e criação de emprego ao longo do ano.
"A economia portuguesa está a conseguir criar empregos e isso é o motor mais importante para podermos encarar o futuro e o próximo ano com a confiança de que iremos continuar a ter bons resultados neste domínio", disse ainda o governante, não descurando o facto de Portugal ter uma taxa de desemprego superior a 10%.
"Temos problemas sérios ainda a resolver, como o desemprego de longa duração, o desemprego jovem", disse o secretário de Estado referindo que, no caso dos jovens, houve uma diminuição "significativa", dado que passou de ser acima dos 30% para cerca de 26%, mas é ainda uma taxa elevada onde é importante haver progressos.
O INE divulgará as estatísticas do Emprego relativas ao quarto trimestre no dia 08 de fevereiro.
O Secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita, disse hoje que a taxa de desemprego provisória de dezembro nos 10,2% é um dado positivo, manifestando-se otimista de que as metas traçadas pelo Governo para este indicador serão alcançadas.
"Estamos otimistas de que poderemos vir a atingir a meta que estava traçada e que até pode vir a baixar", disse o governante, referindo, no entanto, que "mais importante do que as metas é a realidade".
Miguel Cabrita falava depois de o Instituto Nacional de Estatística (INE) mantido a taxa de desemprego de novembro nos 10,5% e ter avançado uma estimativa provisória de 10,2% para dezembro.
Desemprego no valor mais baixo desde 2009
No Orçamento do Estado para 2017, o Governo estimava que a taxa de desemprego se fixasse em 11,2% em 2016 e que baixasse para os 10,4% este ano.
Para Miguel Cabrita, os números hoje divulgados pelo INE confirmam aquela que tem sido a evolução do mercado do emprego ao longo do ano em Portugal, com descidas sucessivas da taxa de desemprego.
"Vamos terminar o ano com cerca de 100 mil empregos em termos líquidos e com menos 100 mil desempregados, segundo os cálculos do INE. Os dados de dezembro são provisórios, mas o novembro é já definitivo e aponta para um 4.º trimestre que está também a ser muito positivo", disse o secretário de Estado.
"É a taxa de desemprego mais baixa desde abril de 2009, o que é um dado consistente com o dado que já temos e que tem a ver com o desemprego registado, o que tem a ver com os centros de emprego, que desceu abaixo dos 500 mil, o que também já não acontecia desde 2009", acrescentou.
Segundo Miguel Cabrita, a evolução da taxa de desemprego é também consistente com outros dados que o Governo vem acompanhando em termos de confiança dos consumidores, confiança das empresas e criação de emprego ao longo do ano.
"A economia portuguesa está a conseguir criar empregos e isso é o motor mais importante para podermos encarar o futuro e o próximo ano com a confiança de que iremos continuar a ter bons resultados neste domínio", disse ainda o governante, não descurando o facto de Portugal ter uma taxa de desemprego superior a 10%.
"Temos problemas sérios ainda a resolver, como o desemprego de longa duração, o desemprego jovem", disse o secretário de Estado referindo que, no caso dos jovens, houve uma diminuição "significativa", dado que passou de ser acima dos 30% para cerca de 26%, mas é ainda uma taxa elevada onde é importante haver progressos.
O INE divulgará as estatísticas do Emprego relativas ao quarto trimestre no dia 08 de fevereiro.
1.7.15
Desemprego volta a subir em maio
in Expresso
A taxa de desemprego em Portugal recuou para 13,2% em maio, em termos homólogos, mas subiu 0,4 pontos percentuais face à estimativa definitiva para abril, fixando-se em 12,8%, segundo a estimativa mensal hoje divulgada pelo INE.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a estimativa provisória da população desempregada para maio é de 676,8 mil pessoas, um aumento de 2,9% face ao valor definitivo obtido para abril (mais 19,1 mil pessoas).
Já a estimativa provisória da população empregada é 4.444,0 mil pessoas, menos 0,5% do que no mês anterior (menos 22,7 mil pessoas).
Nestas estimativas foi considerada a população dos 15 aos 74 anos e os valores foram previamente ajustados de sazonalidade.
A taxa de desemprego em Portugal recuou para 13,2% em maio, em termos homólogos, mas subiu 0,4 pontos percentuais face à estimativa definitiva para abril, fixando-se em 12,8%, segundo a estimativa mensal hoje divulgada pelo INE.
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), a estimativa provisória da população desempregada para maio é de 676,8 mil pessoas, um aumento de 2,9% face ao valor definitivo obtido para abril (mais 19,1 mil pessoas).
Já a estimativa provisória da população empregada é 4.444,0 mil pessoas, menos 0,5% do que no mês anterior (menos 22,7 mil pessoas).
Nestas estimativas foi considerada a população dos 15 aos 74 anos e os valores foram previamente ajustados de sazonalidade.
2.7.12
Desemprego em Portugal permanece nos 15,2% em maio
in Diário de Notícias
A taxa de desemprego em Portugal permaneceu nos 15,2 por cento em maio, valor idêntico ao de abril, subindo uma décima tanto na zona euro (11,1 por cento), como na União Europeia (10,3), revelou hoje o Eurostat.
Os dados mais recentes do gabinete oficial de estatísticas da UE revelam que Portugal continua a ter das mais elevadas taxas de desemprego da Europa, apenas superada por Espanha (24,6) e Grécia (21,9, valor referente a março) -- registando-se ainda uma taxa na Letónia de 15,3, mas também relativa a março -, sendo, no entanto, a primeira vez que nos últimos oito meses o desemprego não regista uma subida em Portugal, mantendo-se estável.
Comparativamente a um ano antes, a taxa de desemprego em Portugal subiu 2,5 pontos percentuais, de 12,7 por cento em maio de 2011 para 15,2 em maio passado.
Já a taxa de desemprego entre os jovens com menos de 25 anos conheceu um ligeiro recuo em Portugal em maio, face ao mês anterior, de 36,5 para 36,4 por cento, permanecendo, no entanto, das mais elevadas da União, e sete pontos percentuais acima do valor registado um ano antes (29,4 por cento).
Em termos gerais, a taxa de desemprego subiu uma décima na zona euro, de 11 para 11,1 por cento, o mesmo sucedendo no conjunto dos 27 Estados-membros (para os 10,3 por cento), o que significa que atualmente existem 24,8 milhões de desempregados na União Europeia, 17,5 milhões dos quais na zona euro.
Comparando com os dados de há um ano, de maio de 2011, há mais 1,9 milhões de desempregados na UE e mais 1,8 milhões na zona euro.
O Eurostat calcula mensalmente uma taxa harmonizada de desemprego para todos os países da UE. Esta taxa utiliza uma metodologia comum a todos os 27 para permitir comparações. Os resultados do Eurostat não são necessariamente iguais aos obtidos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
A taxa de desemprego em Portugal permaneceu nos 15,2 por cento em maio, valor idêntico ao de abril, subindo uma décima tanto na zona euro (11,1 por cento), como na União Europeia (10,3), revelou hoje o Eurostat.
Os dados mais recentes do gabinete oficial de estatísticas da UE revelam que Portugal continua a ter das mais elevadas taxas de desemprego da Europa, apenas superada por Espanha (24,6) e Grécia (21,9, valor referente a março) -- registando-se ainda uma taxa na Letónia de 15,3, mas também relativa a março -, sendo, no entanto, a primeira vez que nos últimos oito meses o desemprego não regista uma subida em Portugal, mantendo-se estável.
Comparativamente a um ano antes, a taxa de desemprego em Portugal subiu 2,5 pontos percentuais, de 12,7 por cento em maio de 2011 para 15,2 em maio passado.
Já a taxa de desemprego entre os jovens com menos de 25 anos conheceu um ligeiro recuo em Portugal em maio, face ao mês anterior, de 36,5 para 36,4 por cento, permanecendo, no entanto, das mais elevadas da União, e sete pontos percentuais acima do valor registado um ano antes (29,4 por cento).
Em termos gerais, a taxa de desemprego subiu uma décima na zona euro, de 11 para 11,1 por cento, o mesmo sucedendo no conjunto dos 27 Estados-membros (para os 10,3 por cento), o que significa que atualmente existem 24,8 milhões de desempregados na União Europeia, 17,5 milhões dos quais na zona euro.
Comparando com os dados de há um ano, de maio de 2011, há mais 1,9 milhões de desempregados na UE e mais 1,8 milhões na zona euro.
O Eurostat calcula mensalmente uma taxa harmonizada de desemprego para todos os países da UE. Esta taxa utiliza uma metodologia comum a todos os 27 para permitir comparações. Os resultados do Eurostat não são necessariamente iguais aos obtidos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
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