in Comissão Europeia
Commission welcomes final adoption of new Fund for European Aid to the Most Deprived
The European Commission welcomes today's adoption of the regulation on the new Fund for European Aid to the Most Deprived (FEAD). The Fund will give Member States valuable support in their efforts to help Europe's most vulnerable people, who have been worst affected by the on-going economic and social crisis.
In real terms, over €3.8 billion will be allocated to the Fund over the 2014-2020 period. Member States will be responsible for paying 15% of the costs of their national programmes, with the remaining 85% coming from the Fund.
The FEAD will support Member States' actions to provide a broad range of non-financial material assistance including food, clothing and other essential goods for personal use such as shoes, soap and shampoo, to the most materially-deprived people.
The FEAD will also require that the distribution of material assistance is combined with social reintegration measures such as guidance and support to help the most deprived to get out of poverty.
Member States may also choose to provide only non-material assistance aimed at furthering the social inclusion of the most deprived persons.
The Fund will offer considerable flexibility to Member States, who will be able to choose, according to their own situation and traditions, the type of assistance they wish to provide (material or non-material assistance), and their preferred model for procuring and distributing the food and goods.
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16.1.14
Almodovar reforça apoio na compra de medicamentos
por Rosário Silva, in RR
A medida está em vigor desde o início deste ano e abrange uma parte significativa das cerca de 1.300 pessoas que já beneficiam do cartão solidário. O investimento é de 30 mil euros.
O ano começou em Almodôvar com maior conforto para os doentes mais carenciados. A Câmara Municipal passou a comparticipar a totalidade dos medicamentos comprados pelos detentores do cartão solidário, que já tinham direito a um desconto de 50%.
“Este executivo achou que devia colocar nos 100% a comparticipação que o utente tem de pagar, uma vez que o Estado já paga a sua parte”, explica à Renascença o presidente da autarquia almodovarense, António Bota.
O instrumento de comparticipação foi criado pelo anterior executivo e beneficia perto de 1.300 pessoas com um conjunto de descontos em diversos bens e serviços. “Ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas que mais precisam”, ou seja, “os idosos, os que vivem em meios rurais, que precisam de se deslocar ao médico e tem um custo elevadíssimo ou aquelas que tem dificuldades de mobilidade” é o objectivo, afirma o autarca.
A aquisição de medicamentos é a questão mais delicada de gerir para quem deles precisa mas tem poucos recursos financeiros.
Abrangidos pela medida estão os pensionistas com 60 e mais anos e os munícipes que, com menos idade, tiveram de se reformar por invalidez. Todos com um rendimento mensal que não ultrapasse o salário mínimo.
Para reforçar o apoio social, o município vai buscar aos “supérfluos” uma verba de 30 mil euros. Vai ser gasta ao longo deste ano numa medida que, em muitos casos, vai fazer toda a diferença na hora de optar entre aviar a receita médica ou ir ao supermercado.
A medida está em vigor desde o início deste ano e abrange uma parte significativa das cerca de 1.300 pessoas que já beneficiam do cartão solidário. O investimento é de 30 mil euros.
O ano começou em Almodôvar com maior conforto para os doentes mais carenciados. A Câmara Municipal passou a comparticipar a totalidade dos medicamentos comprados pelos detentores do cartão solidário, que já tinham direito a um desconto de 50%.
“Este executivo achou que devia colocar nos 100% a comparticipação que o utente tem de pagar, uma vez que o Estado já paga a sua parte”, explica à Renascença o presidente da autarquia almodovarense, António Bota.
O instrumento de comparticipação foi criado pelo anterior executivo e beneficia perto de 1.300 pessoas com um conjunto de descontos em diversos bens e serviços. “Ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas que mais precisam”, ou seja, “os idosos, os que vivem em meios rurais, que precisam de se deslocar ao médico e tem um custo elevadíssimo ou aquelas que tem dificuldades de mobilidade” é o objectivo, afirma o autarca.
A aquisição de medicamentos é a questão mais delicada de gerir para quem deles precisa mas tem poucos recursos financeiros.
Abrangidos pela medida estão os pensionistas com 60 e mais anos e os munícipes que, com menos idade, tiveram de se reformar por invalidez. Todos com um rendimento mensal que não ultrapasse o salário mínimo.
Para reforçar o apoio social, o município vai buscar aos “supérfluos” uma verba de 30 mil euros. Vai ser gasta ao longo deste ano numa medida que, em muitos casos, vai fazer toda a diferença na hora de optar entre aviar a receita médica ou ir ao supermercado.
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