in Sapo Notícias
A taxa de desemprego baixou, em agosto e na comparação homóloga, para os 9,1% na zona euro e para os 7,6% na União Europeia (UE), sendo nesta o valor mais baixo desde novembro de 2008, divulga o Eurostat.
Na zona euro, a taxa de desemprego manteve-se estável face ao mês anterior, mas recuou 0,8 pontos na comparação com agosto de 2016.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da UE, no conjunto dos 28 Estados-membros, a taxa de desemprego recuou 0,1 pontos em cadeia e 0,8 em termos homólogos (era 7,7% em agosto de 2016).
Entre os Estados-membros, as taxas de desemprego mais baixas foram registadas na República Checa (2,9%), na Alemanha (3,6%) e em Malta (4,2%) e as mais altas na Grécia (21,2% em junho) e em Espanha (17,1%).
Em Portugal, a taxa de desemprego manteve-se estável nos 8,9% face a julho, mas recuou na comparação com os 10,9% homólogos.
Em termos homólogos, o desemprego recuou em todos os Estados-membros exceto a Finlândia, onde se manteve estável.
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2.8.17
Taxa de desemprego recua na zona euro em Junho
in Público on-line
Segundo o Eurostat, a Estónia foi o único Estado em que o desemprego não caiu.
A taxa de desemprego voltou a baixar, em Junho, nas médias da zona euro e da União Europeia (UE) e, em termos homólogos, em todos os Estados-membros à excepção da Estónia, divulgou hoje o Eurostat.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da UE, a taxa de desemprego foi, em Junho, de 9,1% na zona euro, face aos 9,2% de maio e aos 10,1% de Junho de 2016.
Já no conjunto da UE, o desemprego recuou para os 7,7%, abaixo dos 8,6% do mês homólogo e estável face a maio.
As taxas de desemprego mais baixas foram registadas na República Checa (2,9%), na Alemanha (3,8%) e Malta (4,1%) e as mais elevadas na Grécia (21,7% em Abril) e em Espanha (17,1%).
Na comparação homóloga, o desemprego baixou em todos os Estados-membros excepto na Estónia, onde subiu de 6,5% para 6,9%, tendo as quebras mais representativas sido observadas em Espanha (de 19,9% para 17,1%) e na Croácia (de 13,3% para 10,6%).
Em Portugal, o desemprego diminuiu em Junho para os 9,0%, face aos 11,1% homólogos e aos 9,2% de Maio.
O desemprego jovem foi de 18,7% nos 19 países da moeda única e de 16,7% na UE, contra 21,0% e 18,8% homólogos e 19,05 e 16,9% de maio, respectivamente.
A Alemanha registou a menor taxa de desemprego entre as pessoas com menos de 25 anos e a Grécia (45,5% em Abril), a Espanha (39,2%) e a Itália (35,4%) as mais altas.
O desemprego jovem foi, em Junho, de 23,4%, que se compara com os 26,7% homólogos e os 23,9% de maio.
Segundo o Eurostat, a Estónia foi o único Estado em que o desemprego não caiu.
A taxa de desemprego voltou a baixar, em Junho, nas médias da zona euro e da União Europeia (UE) e, em termos homólogos, em todos os Estados-membros à excepção da Estónia, divulgou hoje o Eurostat.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da UE, a taxa de desemprego foi, em Junho, de 9,1% na zona euro, face aos 9,2% de maio e aos 10,1% de Junho de 2016.
Já no conjunto da UE, o desemprego recuou para os 7,7%, abaixo dos 8,6% do mês homólogo e estável face a maio.
As taxas de desemprego mais baixas foram registadas na República Checa (2,9%), na Alemanha (3,8%) e Malta (4,1%) e as mais elevadas na Grécia (21,7% em Abril) e em Espanha (17,1%).
Na comparação homóloga, o desemprego baixou em todos os Estados-membros excepto na Estónia, onde subiu de 6,5% para 6,9%, tendo as quebras mais representativas sido observadas em Espanha (de 19,9% para 17,1%) e na Croácia (de 13,3% para 10,6%).
Em Portugal, o desemprego diminuiu em Junho para os 9,0%, face aos 11,1% homólogos e aos 9,2% de Maio.
O desemprego jovem foi de 18,7% nos 19 países da moeda única e de 16,7% na UE, contra 21,0% e 18,8% homólogos e 19,05 e 16,9% de maio, respectivamente.
A Alemanha registou a menor taxa de desemprego entre as pessoas com menos de 25 anos e a Grécia (45,5% em Abril), a Espanha (39,2%) e a Itália (35,4%) as mais altas.
O desemprego jovem foi, em Junho, de 23,4%, que se compara com os 26,7% homólogos e os 23,9% de maio.
3.11.16
Desemprego na zona euro bate mínimos de junho de 2011
in Notícias ao Minuto
As taxas de desemprego na zona euro e na União Europeia (UE) registaram em setembro novos mínimos desde, respetivamente, junho de 2011 e fevereiro de 2009, divulgou hoje o Eurostat.
Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, na zona euro, a taxa de desemprego foi de 10,0%, estável face a agosto, mas abaixo dos 10,6% registados em setembro de 2015 e que se trata da menor taxa desde junho de 2011.
Já na UE, a taxa de desemprego foi, em setembro, de 8,5%, estável face a agosto mas abaixo dos 9,2% homólogos, o que representa um novo mínimo desde fevereiro de 2009.
As taxas de desemprego mais baixas foram registadas na República Checa (4,0%) e na Alemanha (4,1%), enquanto as mais altas se observaram na Grécia (23,2% em julho) e em Espanha (19,3%).
Em Portugal, o desemprego baixou para os 10,8%, face aos 10,9% de agosto e aos 12,4% homólogos.
Já a taxa do desemprego entre os jovens com menos de 25 anos foi de 20,3% na zona euro e de 18,2% na UE, contra, respetivamente, 22,2% e 20,0% em setembro de 2015.
A menor taxa de desemprego juvenil foi registada na Alemanha (6,8%) e as mais elevadas na Grécia (42,7% em julho), em Espanha (42,65) e Itália (37,1%).
Em Portugal, 26,5% dos jovens com menos de 25 anos estavam desempregados em setembro, abaixo dos 26,7% de agosto e dos 31,9% de setembro de 2015.
As taxas de desemprego na zona euro e na União Europeia (UE) registaram em setembro novos mínimos desde, respetivamente, junho de 2011 e fevereiro de 2009, divulgou hoje o Eurostat.
Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, na zona euro, a taxa de desemprego foi de 10,0%, estável face a agosto, mas abaixo dos 10,6% registados em setembro de 2015 e que se trata da menor taxa desde junho de 2011.
Já na UE, a taxa de desemprego foi, em setembro, de 8,5%, estável face a agosto mas abaixo dos 9,2% homólogos, o que representa um novo mínimo desde fevereiro de 2009.
As taxas de desemprego mais baixas foram registadas na República Checa (4,0%) e na Alemanha (4,1%), enquanto as mais altas se observaram na Grécia (23,2% em julho) e em Espanha (19,3%).
Em Portugal, o desemprego baixou para os 10,8%, face aos 10,9% de agosto e aos 12,4% homólogos.
Já a taxa do desemprego entre os jovens com menos de 25 anos foi de 20,3% na zona euro e de 18,2% na UE, contra, respetivamente, 22,2% e 20,0% em setembro de 2015.
A menor taxa de desemprego juvenil foi registada na Alemanha (6,8%) e as mais elevadas na Grécia (42,7% em julho), em Espanha (42,65) e Itália (37,1%).
Em Portugal, 26,5% dos jovens com menos de 25 anos estavam desempregados em setembro, abaixo dos 26,7% de agosto e dos 31,9% de setembro de 2015.
3.5.16
Economia cresce acima do esperado. Desemprego em mínimos de 2011
In "Económico"
A economia da zona euro cresceu 1,6%. Já a taxa de desemprego desceu para 10,2% em Março, a mais baixa desde 2011.
A economia da zona euro cresceu 1,6% e a da União Europeia (UE) 1,7% no primeiro trimestre do ano, face ao período homólogo de 2015, segundo uma estimativa do Eurostat.
Já na comparação com o trimestre anterior, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro aumentou, entre Janeiro e Março 0,6% na zona euro e 0,5% na UE.
O crescimento da economia europeia no primeiro trimestre acompanha a tendência já verificada entre Janeiro e Março de 2015, quando o PIB cresceu, em termos homólogos, 1,6% na zona euro e 1,8% no conjunto dos 28 Estados-membros, e, em cadeia [face ao trimestre anterior], respectivamente, 0,3% e 0,4%.
Um novo boletim sobre o indicador será divulgado no dia 13 de maio, indica o gabinete oficial de estatísticas da UE.
Taxa de desemprego em mínimos de Agosto de 2011
A taxa de desemprego desceu em Março quer na zona euro, onde atingiu os 10,2%, a mais baixa desde Agosto de 2011, quer nos 28 Estados-membros (8,8%), o menor valor desde Abril de 2009, divulga o Eurostat.
Segundo o gabinete de estatísticas da União Europeia (UE), a taxa de desemprego baixou, em Março, para 10,2% na zona euro, valor que compara com os 10,4% de Fevereiro e com os 11,2% de Março de 2015. O valor de Março é o mais baixo desde Agosto de 2011, na média dos 19 países da moeda única.
Já no que respeita à UE, a taxa de desemprego baixou, em Março, para os 8,8%, face aos 8,9% de Fevereiro e aos 9,7% do mês homólogo de 2015. Na média dos 28 Estados-membros, o indicador atinge o valor mais baixo em sete anos, desde Abril de 2009.
A República Checa (4,1%) e a Alemanha (4,2%) registaram as menores taxas de desemprego em Março, enquanto na Grécia (24,5% em Janeiro) e em Espanha (20,4%) se observaram as mais altas.
No que respeita ao desemprego juvenil, este baixou em Março de 22,7% para 21,2% na zona euro e de 20,9% para 19,1%, na comparação homóloga.
As taxas de desemprego jovem mais baixas observaram-se na Alemanha (6,9%), na República Checa e em Malta (9,8% cada) e as mais altas na Grécia (51,9% em Janeiro), em Espanha (45,5%), na Croácia (39,0% no primeiro trimestre do ano) e na Itália (36,7%).
Em Portugal, a taxa de desemprego baixou para 11,8% em Março, quer face aos 12,2% de Fevereiro, quer aos 13% do mês homólogo de 2015.
O desemprego juvenil subiu em cadeia de 30,2% para 30,7%, valor que fica abaixo dos 32,4% homólogos.
A economia da zona euro cresceu 1,6%. Já a taxa de desemprego desceu para 10,2% em Março, a mais baixa desde 2011.
A economia da zona euro cresceu 1,6% e a da União Europeia (UE) 1,7% no primeiro trimestre do ano, face ao período homólogo de 2015, segundo uma estimativa do Eurostat.
Já na comparação com o trimestre anterior, o Produto Interno Bruto (PIB) da zona euro aumentou, entre Janeiro e Março 0,6% na zona euro e 0,5% na UE.
O crescimento da economia europeia no primeiro trimestre acompanha a tendência já verificada entre Janeiro e Março de 2015, quando o PIB cresceu, em termos homólogos, 1,6% na zona euro e 1,8% no conjunto dos 28 Estados-membros, e, em cadeia [face ao trimestre anterior], respectivamente, 0,3% e 0,4%.
Um novo boletim sobre o indicador será divulgado no dia 13 de maio, indica o gabinete oficial de estatísticas da UE.
Taxa de desemprego em mínimos de Agosto de 2011
A taxa de desemprego desceu em Março quer na zona euro, onde atingiu os 10,2%, a mais baixa desde Agosto de 2011, quer nos 28 Estados-membros (8,8%), o menor valor desde Abril de 2009, divulga o Eurostat.
Segundo o gabinete de estatísticas da União Europeia (UE), a taxa de desemprego baixou, em Março, para 10,2% na zona euro, valor que compara com os 10,4% de Fevereiro e com os 11,2% de Março de 2015. O valor de Março é o mais baixo desde Agosto de 2011, na média dos 19 países da moeda única.
Já no que respeita à UE, a taxa de desemprego baixou, em Março, para os 8,8%, face aos 8,9% de Fevereiro e aos 9,7% do mês homólogo de 2015. Na média dos 28 Estados-membros, o indicador atinge o valor mais baixo em sete anos, desde Abril de 2009.
A República Checa (4,1%) e a Alemanha (4,2%) registaram as menores taxas de desemprego em Março, enquanto na Grécia (24,5% em Janeiro) e em Espanha (20,4%) se observaram as mais altas.
No que respeita ao desemprego juvenil, este baixou em Março de 22,7% para 21,2% na zona euro e de 20,9% para 19,1%, na comparação homóloga.
As taxas de desemprego jovem mais baixas observaram-se na Alemanha (6,9%), na República Checa e em Malta (9,8% cada) e as mais altas na Grécia (51,9% em Janeiro), em Espanha (45,5%), na Croácia (39,0% no primeiro trimestre do ano) e na Itália (36,7%).
Em Portugal, a taxa de desemprego baixou para 11,8% em Março, quer face aos 12,2% de Fevereiro, quer aos 13% do mês homólogo de 2015.
O desemprego juvenil subiu em cadeia de 30,2% para 30,7%, valor que fica abaixo dos 32,4% homólogos.
30.7.13
Desemprego em crescimento na zona euro, apesar da saída da recessão
in Dinheiro Vivo
Dívida pública da zona euro equivale a 90% do seu PIB
O desemprego na zona euro talvez tenha atingido um valor máximo em junho, ainda que a economia esteja a emergir da recessão mais longa desde a criação da moeda única, de acordo com a Bloomberg.
A economia da zona euro mostra sinais de estar a sair da recessão e a retomar o crescimento, depois da produção do setor industrial ter expandido de forma não expectável em julho, pela primeira vez em dois anos. Soma-se a isto a confiança dos mercados alemães ter melhorado pelo terceiro mês consecutivo. Ainda assim, o desemprego continuará a crescer nos próximos trimestres.
“Há espaço para um aumento moderado da taxa de desemprego, porque o desemprego está desfasado do crescimento, entre um a dois trimestres”, disse Marco Valli, economista chefe da UniCredit Global Research em Milão, como cita a Bloomberg. “Sendo que a economia se encontra já a estabilizar e a retomar um crescimento modesto no terceiro trimestre, podemos ver alguma estabilização no desemprego, no final do ano”.
Na zona euro, o desemprego vai continuar a crescer para os 12,4% no quarto trimestre e em média 12,3% no próximo ano, de acordo com os inquéritos mensais da Bloomberg a economistas. A economia, que contraiu pelo sexto trimestre, provavelmente estagnou no segundo trimestre de 2013 e irá regressar ao crescimento este trimestre.
O Banco Central Europeu prevê que a economia vá contrair 0,6% este ano, e crescer 1,1% em 2014. O Conselho de Governadores vai-se reunir em Frankfurt, no dia 1 de Agosto, para o encontro mensal para definir a política do banco central.
Anatoli Annenkov, economista sénior da Société Générale SA em Londres, disse à Bloomberg que ainda tem uma visão “bastante pessimista”. “O desemprego levará algum tempo a recuperar. A Alemanha está muito bem, mas ainda temos números grandes no sul da Europa”, disse.
Dívida pública da zona euro equivale a 90% do seu PIB
O desemprego na zona euro talvez tenha atingido um valor máximo em junho, ainda que a economia esteja a emergir da recessão mais longa desde a criação da moeda única, de acordo com a Bloomberg.
A economia da zona euro mostra sinais de estar a sair da recessão e a retomar o crescimento, depois da produção do setor industrial ter expandido de forma não expectável em julho, pela primeira vez em dois anos. Soma-se a isto a confiança dos mercados alemães ter melhorado pelo terceiro mês consecutivo. Ainda assim, o desemprego continuará a crescer nos próximos trimestres.
“Há espaço para um aumento moderado da taxa de desemprego, porque o desemprego está desfasado do crescimento, entre um a dois trimestres”, disse Marco Valli, economista chefe da UniCredit Global Research em Milão, como cita a Bloomberg. “Sendo que a economia se encontra já a estabilizar e a retomar um crescimento modesto no terceiro trimestre, podemos ver alguma estabilização no desemprego, no final do ano”.
Na zona euro, o desemprego vai continuar a crescer para os 12,4% no quarto trimestre e em média 12,3% no próximo ano, de acordo com os inquéritos mensais da Bloomberg a economistas. A economia, que contraiu pelo sexto trimestre, provavelmente estagnou no segundo trimestre de 2013 e irá regressar ao crescimento este trimestre.
O Banco Central Europeu prevê que a economia vá contrair 0,6% este ano, e crescer 1,1% em 2014. O Conselho de Governadores vai-se reunir em Frankfurt, no dia 1 de Agosto, para o encontro mensal para definir a política do banco central.
Anatoli Annenkov, economista sénior da Société Générale SA em Londres, disse à Bloomberg que ainda tem uma visão “bastante pessimista”. “O desemprego levará algum tempo a recuperar. A Alemanha está muito bem, mas ainda temos números grandes no sul da Europa”, disse.
9.7.13
Desemprego na zona euro subiu em Maio para novo máximo, diz OCDE
in Dinheiro Digital
A taxa de desemprego atingiu 12,2% na zona euro em maio, mais 0,1 pontos percentuais que em abril e um máximo desde o início dos anos 1990, anunciou hoje a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).
Segundo a organização, a diferença das taxas de desemprego na zona euro e no conjunto dos países da OCDE tem vindo a aumentar desde o início da crise financeira, já que passou de 1,7 pontos percentuais em julho de 2008 para um máximo de quatro pontos percentuais em maio.
A taxa de desemprego em maio manteve-se inalterada em 8% pelo terceiro mês consecutivo no conjunto dos países da OCDE e em 11% pelo segundo mês consecutivo na União Europeia (UE).
No conjunto dos 17 países da zona euro, Portugal manteve a terceira maior taxa de desemprego, a seguir à Grécia e a Espanha.
De acordo com a OCDE, as tendências do desemprego desde o início da crise financeira têm sido diversas conforme os grupos da população.
Enquanto a taxa de desemprego masculino na OCDE, que se manteve inalterada em 8% em maio, estava 0,9 pontos percentuais abaixo do pico de 8,9% registado em outubro de 2009, a taxa de desemprego das mulheres estava em maio apenas 0,2 pontos percentuais abaixo do máximo de 8,2% atingido em dezembro de 2012.
A taxa de desemprego feminino também foi de 8% em maio.
Por grupos etários, a taxa de desemprego na OCDE de jovens com idades entre os 15 e os 24 anos atingiu 16,3% maio, contra 16,4% em abril e um ponto percentual abaixo do máximo atingido outubro de 2009.
Contudo, a taxa de desemprego dos jovens mantém-se 3,3 pontos percentuais acima do nível observado antes da crise financeira, sublinha a OCDE.
Em maio, mais de um em cada três jovens estava desempregado em Itália, Portugal e República Eslovaca.
Nos EUA, a taxa de desemprego em maio subiu de 7,5% em abril para 7,6% em maio.
Segundo a OCDE, no final de maio havia 48,5 milhões de desempregados no conjunto dos países que compõem a organização (mais 100 mil do que em abril e mais 13,8 milhões do que em julho de 2008, antes da crise).
A taxa de desemprego atingiu 12,2% na zona euro em maio, mais 0,1 pontos percentuais que em abril e um máximo desde o início dos anos 1990, anunciou hoje a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico).
Segundo a organização, a diferença das taxas de desemprego na zona euro e no conjunto dos países da OCDE tem vindo a aumentar desde o início da crise financeira, já que passou de 1,7 pontos percentuais em julho de 2008 para um máximo de quatro pontos percentuais em maio.
A taxa de desemprego em maio manteve-se inalterada em 8% pelo terceiro mês consecutivo no conjunto dos países da OCDE e em 11% pelo segundo mês consecutivo na União Europeia (UE).
No conjunto dos 17 países da zona euro, Portugal manteve a terceira maior taxa de desemprego, a seguir à Grécia e a Espanha.
De acordo com a OCDE, as tendências do desemprego desde o início da crise financeira têm sido diversas conforme os grupos da população.
Enquanto a taxa de desemprego masculino na OCDE, que se manteve inalterada em 8% em maio, estava 0,9 pontos percentuais abaixo do pico de 8,9% registado em outubro de 2009, a taxa de desemprego das mulheres estava em maio apenas 0,2 pontos percentuais abaixo do máximo de 8,2% atingido em dezembro de 2012.
A taxa de desemprego feminino também foi de 8% em maio.
Por grupos etários, a taxa de desemprego na OCDE de jovens com idades entre os 15 e os 24 anos atingiu 16,3% maio, contra 16,4% em abril e um ponto percentual abaixo do máximo atingido outubro de 2009.
Contudo, a taxa de desemprego dos jovens mantém-se 3,3 pontos percentuais acima do nível observado antes da crise financeira, sublinha a OCDE.
Em maio, mais de um em cada três jovens estava desempregado em Itália, Portugal e República Eslovaca.
Nos EUA, a taxa de desemprego em maio subiu de 7,5% em abril para 7,6% em maio.
Segundo a OCDE, no final de maio havia 48,5 milhões de desempregados no conjunto dos países que compõem a organização (mais 100 mil do que em abril e mais 13,8 milhões do que em julho de 2008, antes da crise).
2.7.12
Taxa portuguesa manteve-se em 15,2%
Por Paulo Miguel Madeira, in Público on-line
Taxa portuguesa manteve-se em 15,2%
A taxa de desemprego na zona euro atingiu em Maio um novo recorde de 11,1% da população activa, num mês em que o valor relativo a Portugal se manteve no seu máximo de 15,2%.
Isto significa que haverá agora mais 88 mil pessoas desempregadas na zona euro do que em Abril, quando a taxa era de 11,0%, num total de 17,561 milhões, de acordo com os apertados critérios em vigor para que alguém que não trabalhe seja considerado desempregado.
No conjunto da UE, o número de desempregados atinge quase 25 milhões, o que representa uma taxa de 10,3% em Maio, face a 10,2% em Abril. O desemprego europeu tem subido fortemente no último ano, havendo em Maio mais 1,82 milhões de pessoas desempregadas na zona euro do que um ano antes, e mais 1,95 milhões na UE.
Portugal deverá ter tido em Maio a quarta maior taxa de desemprego da zona euro, atrás dos 24,6% da Espanha, 21,9% da Grécia (valor de Março) e 15,3% da Lituânia (valor do primeiro trimestre). No mês passado estava na terceira posição, a par da Lituânia.
As taxas mais baixas registam-se na Áustria, Países Baixos, Luxemburgo e Alemanha, sendo de respectivamente 4,1%, 5,1%, 5,4% e 5,6%.
O valor divulgado pelo Eurostat para Portugal, nesta segunda-feira, fica acima dos 14,9% divulgados pelo INE, relativos ao primeiro trimestre do ano. O país vive uma forte subida do desemprego há mais de um ano, na sequência das fortes medidas de austeridade que acompanharam o empréstimo da troika. Tal como em Abril, os 15,2% de Maio são o valor mais elevado alguma vez divulgado para a taxa de desemprego em Portugal.
A subida do desemprego em Portugal está prevista pelo Governo e pelas instituições que fazem previsões e é de esperar que vá batendo sucessivos recordes. No entanto, é natural que esta tendência se atenue no período das contratações do sector turístico para assegurar a época de Verão.
Os dados do Eurostat diferem dos do INE, que é quem fornece a informação de base, porque são calibrados também com informação do IEFP. Além disso, enquanto o INE calcula apenas taxas trimestrais, o Eurostat avança com valores mês a mês – que são por isso frequentemente sujeitos a revisão em função dos dados que o INE depois divulga, pois é este quem faz a recolha directa da informação
Taxa portuguesa manteve-se em 15,2%
A taxa de desemprego na zona euro atingiu em Maio um novo recorde de 11,1% da população activa, num mês em que o valor relativo a Portugal se manteve no seu máximo de 15,2%.
Isto significa que haverá agora mais 88 mil pessoas desempregadas na zona euro do que em Abril, quando a taxa era de 11,0%, num total de 17,561 milhões, de acordo com os apertados critérios em vigor para que alguém que não trabalhe seja considerado desempregado.
No conjunto da UE, o número de desempregados atinge quase 25 milhões, o que representa uma taxa de 10,3% em Maio, face a 10,2% em Abril. O desemprego europeu tem subido fortemente no último ano, havendo em Maio mais 1,82 milhões de pessoas desempregadas na zona euro do que um ano antes, e mais 1,95 milhões na UE.
Portugal deverá ter tido em Maio a quarta maior taxa de desemprego da zona euro, atrás dos 24,6% da Espanha, 21,9% da Grécia (valor de Março) e 15,3% da Lituânia (valor do primeiro trimestre). No mês passado estava na terceira posição, a par da Lituânia.
As taxas mais baixas registam-se na Áustria, Países Baixos, Luxemburgo e Alemanha, sendo de respectivamente 4,1%, 5,1%, 5,4% e 5,6%.
O valor divulgado pelo Eurostat para Portugal, nesta segunda-feira, fica acima dos 14,9% divulgados pelo INE, relativos ao primeiro trimestre do ano. O país vive uma forte subida do desemprego há mais de um ano, na sequência das fortes medidas de austeridade que acompanharam o empréstimo da troika. Tal como em Abril, os 15,2% de Maio são o valor mais elevado alguma vez divulgado para a taxa de desemprego em Portugal.
A subida do desemprego em Portugal está prevista pelo Governo e pelas instituições que fazem previsões e é de esperar que vá batendo sucessivos recordes. No entanto, é natural que esta tendência se atenue no período das contratações do sector turístico para assegurar a época de Verão.
Os dados do Eurostat diferem dos do INE, que é quem fornece a informação de base, porque são calibrados também com informação do IEFP. Além disso, enquanto o INE calcula apenas taxas trimestrais, o Eurostat avança com valores mês a mês – que são por isso frequentemente sujeitos a revisão em função dos dados que o INE depois divulga, pois é este quem faz a recolha directa da informação
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