in Mensageiro de Bragança
Várias centenas de crianças e adultos participaram no flash mob contra pobreza, em Bragança, que despertou a curiosidade dos brigantinos na passada quinta-feira. A iniciativa foi organizada pelas instituições particulares de solidariedade social de Bragança, na Praça Cavaleiro Ferreira, para lutar contra a pobreza e a exclusão social e assim assinalar o Dia Internacional de Erradicação da Pobreza, comemorado a 17 de Outubro.
“É um evento para marcar o dia. É uma manifestação bastante pacífica mas que marca pela animação que traz às ruas da cidade”, explicou Pedro
Guerra distrital da Rede Europeia Anti-Pobreza.
[leia aqui o artigo na íntegra]
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31.10.13
Cinco centenas caminharam em Santarém pelos Afectos e pela Solidariedade
in Diário de Santarém
A assinalar o Dia Internacional da Erradicação da Pobreza, que se comemorou a 17 de Outubro, foram algumas centenas as pessoas que caminharam pelos Afectos e pela Solidariedade, em Santarém.
Entre os muitos jovens, professores do Agrupamento de Escolas Ginestal Machado, membros da comissão de pais da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado, algumas crianças e seniores de algumas Instituições de Solidariedade Social do Distrito de Santarém, também o presidente da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves, e o director do Centro Distrital de Segurança Social de Santarém, Tiago Leite, se associaram à caminhada com o mote Caminhar pelos Afectos e pela Solidariedade promovida pelo Núcleo Distrital de Santarém da EAPN Portugal em parceria com o Projecto Afectos+.
O Projecto Afectos÷ é um projecto do Núcleo Distrital de Santarém da Rede Europeia Contra a Pobreza financiado pelo POPH, com a duração de 12 meses. Visa estudar e prevenir eficazmente a violência na família, escola, espaço social e média, tendo como destinatários mais directos os jovens até aos 15 anos e famílias, residentes no concelho de Santarém.
Integram a plataforma da parceria, a Câmara Municipal de Santarém, o Instituto Politécnico de Santarém, o Centro Distrital de Santarém do Instituto da Segurança Social, IP, o Centro de Emprego e Formação Profissional de Santarém, o Instituto Português do Desporto e Juventude, Ministério da Educação, PSP, GNR, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Santarém e o Gabinete de Apoio à Vitima de Santarém.
A caminhada teve início na Escola Secundária Dr. Ginestal Machado e terminou no Jardim da República.
A assinalar o Dia Internacional da Erradicação da Pobreza, que se comemorou a 17 de Outubro, foram algumas centenas as pessoas que caminharam pelos Afectos e pela Solidariedade, em Santarém.
Entre os muitos jovens, professores do Agrupamento de Escolas Ginestal Machado, membros da comissão de pais da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado, algumas crianças e seniores de algumas Instituições de Solidariedade Social do Distrito de Santarém, também o presidente da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves, e o director do Centro Distrital de Segurança Social de Santarém, Tiago Leite, se associaram à caminhada com o mote Caminhar pelos Afectos e pela Solidariedade promovida pelo Núcleo Distrital de Santarém da EAPN Portugal em parceria com o Projecto Afectos+.
O Projecto Afectos÷ é um projecto do Núcleo Distrital de Santarém da Rede Europeia Contra a Pobreza financiado pelo POPH, com a duração de 12 meses. Visa estudar e prevenir eficazmente a violência na família, escola, espaço social e média, tendo como destinatários mais directos os jovens até aos 15 anos e famílias, residentes no concelho de Santarém.
Integram a plataforma da parceria, a Câmara Municipal de Santarém, o Instituto Politécnico de Santarém, o Centro Distrital de Santarém do Instituto da Segurança Social, IP, o Centro de Emprego e Formação Profissional de Santarém, o Instituto Português do Desporto e Juventude, Ministério da Educação, PSP, GNR, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Santarém e o Gabinete de Apoio à Vitima de Santarém.
A caminhada teve início na Escola Secundária Dr. Ginestal Machado e terminou no Jardim da República.
24.10.13
Objetivo de reduzir a pobreza "não está a ser levado a sério"
in Jornal de Notícias
A Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal considera que o objetivo de reduzir a pobreza "não está a ser levado a sério" e apela à criação urgente de uma estratégia nacional de luta contra a pobreza e a exclusão social.
O apelo da rede surge numa mensagem intitulada "A pobreza e a democracia são incompatíveis" divulgada pela Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal para assinalar o Dia Internacional Para a Erradicação da Pobreza, na quinta-feira.
Na mensagem, a organização faz a análise dos impactos das políticas macroeconómicas, de emprego, educação e políticas de formação, de combate à pobreza, participação e governação, e divulga seis apelos que considera de "absoluta urgência" para combater a pobreza e a exclusão social.
"A profunda crise financeira e económica, de alcance mundial, e os efeitos que dela derivaram e que se começaram a fazer sentir no ano 2008 estão a afetar de forma muito significativa o modelo social europeu, em particular nos países do sul da União Europeia", afirma.
Esta situação afeta especialmente os países sob intervenção da troika, como é o caso de Portugal, refere a EAPN, adiantando que os "efeitos perversos" das prioridades macroeconómicas focadas na austeridade "são já claramente identificáveis".
Esses efeitos são a queda do limiar de pobreza, o empobrecimento generalizado da população, o aumento dos trabalhadores pobres associados ao aumento do desemprego, o crescimento da pobreza infantil, o progressivo desmantelamento do Estado social e o aumento das desigualdades sociais.
"Se por um lado, o esforço financeiro gerado pelas medidas negociadas com a troika está a afetar drasticamente aqueles que possuem menos recursos e que mais dependem de ajudas do Estado, quer seja pela situação de desemprego, doença, incapacidade ou outra, não é menos verdade que estes efeitos são transversais à sociedade portuguesa", salienta a EAPN Portugal.
Sublinha ainda que "muitos dos direitos económicos e sociais básicos estão atualmente a serem postos em causa ou, em parte significativa, a serem negligenciados".
Para a organização, as políticas macroeconómicas têm "prejudicado o consumo, a recuperação económica e têm gerado um aumento da pobreza, minando as bases do Estado social".
"O fosso das desigualdades está a aumentar por via do ataque aos níveis de rendimento (salários e apoios ao rendimento) e do falhanço ao nível de uma distribuição mais justa, por meio de uma tributação progressiva. Isto põe em causa a coesão social e a estabilidade", alerta.
Para a EAPN, é fundamental implementar uma estratégia europeia e estratégias nacionais integradas para combater a pobreza.
"O investimento social pode ter um papel chave e deve desafiar a austeridade no sentido de fazer um maior investimento na proteção social universal", defende.
A mensagem é de "uma profunda preocupação com a chocante falta de progresso na meta da pobreza, a fraca visibilidade da Estratégia Europa 2020 nos programas nacionais de reforma e o inaceitável défice democrático e participativo".
A Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal considera que o objetivo de reduzir a pobreza "não está a ser levado a sério" e apela à criação urgente de uma estratégia nacional de luta contra a pobreza e a exclusão social.
O apelo da rede surge numa mensagem intitulada "A pobreza e a democracia são incompatíveis" divulgada pela Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal para assinalar o Dia Internacional Para a Erradicação da Pobreza, na quinta-feira.
Na mensagem, a organização faz a análise dos impactos das políticas macroeconómicas, de emprego, educação e políticas de formação, de combate à pobreza, participação e governação, e divulga seis apelos que considera de "absoluta urgência" para combater a pobreza e a exclusão social.
"A profunda crise financeira e económica, de alcance mundial, e os efeitos que dela derivaram e que se começaram a fazer sentir no ano 2008 estão a afetar de forma muito significativa o modelo social europeu, em particular nos países do sul da União Europeia", afirma.
Esta situação afeta especialmente os países sob intervenção da troika, como é o caso de Portugal, refere a EAPN, adiantando que os "efeitos perversos" das prioridades macroeconómicas focadas na austeridade "são já claramente identificáveis".
Esses efeitos são a queda do limiar de pobreza, o empobrecimento generalizado da população, o aumento dos trabalhadores pobres associados ao aumento do desemprego, o crescimento da pobreza infantil, o progressivo desmantelamento do Estado social e o aumento das desigualdades sociais.
"Se por um lado, o esforço financeiro gerado pelas medidas negociadas com a troika está a afetar drasticamente aqueles que possuem menos recursos e que mais dependem de ajudas do Estado, quer seja pela situação de desemprego, doença, incapacidade ou outra, não é menos verdade que estes efeitos são transversais à sociedade portuguesa", salienta a EAPN Portugal.
Sublinha ainda que "muitos dos direitos económicos e sociais básicos estão atualmente a serem postos em causa ou, em parte significativa, a serem negligenciados".
Para a organização, as políticas macroeconómicas têm "prejudicado o consumo, a recuperação económica e têm gerado um aumento da pobreza, minando as bases do Estado social".
"O fosso das desigualdades está a aumentar por via do ataque aos níveis de rendimento (salários e apoios ao rendimento) e do falhanço ao nível de uma distribuição mais justa, por meio de uma tributação progressiva. Isto põe em causa a coesão social e a estabilidade", alerta.
Para a EAPN, é fundamental implementar uma estratégia europeia e estratégias nacionais integradas para combater a pobreza.
"O investimento social pode ter um papel chave e deve desafiar a austeridade no sentido de fazer um maior investimento na proteção social universal", defende.
A mensagem é de "uma profunda preocupação com a chocante falta de progresso na meta da pobreza, a fraca visibilidade da Estratégia Europa 2020 nos programas nacionais de reforma e o inaceitável défice democrático e participativo".
10.10.13
Albufeira dá as mãos pelo combate à pobreza e exclusão social
in Diário on-line
No próximo dia 18 de outubro, a Praia do Inatel será palco do evento solidário «Albufeira de Mãos Dadas», que pretende alertar a população para as problemáticas relacionadas com a pobreza e exclusão social.
Esta é uma iniciativa da Santa Casa da Misericórdia de Albufeira, em parceria com o município e outras entidades locais, a qual está inserida na campanha nacional «Pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social», que visa sensibilizar a comunidade para a erradicação da pobreza e da exclusão social através do contributo de todos.
A partir das 10:00 horas, vão decorrer rastreios de saúde gratuitos, uma mostra de artesanato e informação sobre os diversos tipos de apoio social existentes no concelho, para além de muita animação.
Às 15h00, todos os presentes serão convidados a integrar um cordão humano gigante como forma de expressar a união da comunidade albufeirense na luta a favor da causa.
Recorde-se que, em 2012, aderiram ao evento 209 entidades públicas e privadas, que dinamizaram 138 iniciativas por todo o país, com a participação direta de cerca de 25.000 pessoas.
No próximo dia 18 de outubro, a Praia do Inatel será palco do evento solidário «Albufeira de Mãos Dadas», que pretende alertar a população para as problemáticas relacionadas com a pobreza e exclusão social.
Esta é uma iniciativa da Santa Casa da Misericórdia de Albufeira, em parceria com o município e outras entidades locais, a qual está inserida na campanha nacional «Pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social», que visa sensibilizar a comunidade para a erradicação da pobreza e da exclusão social através do contributo de todos.
A partir das 10:00 horas, vão decorrer rastreios de saúde gratuitos, uma mostra de artesanato e informação sobre os diversos tipos de apoio social existentes no concelho, para além de muita animação.
Às 15h00, todos os presentes serão convidados a integrar um cordão humano gigante como forma de expressar a união da comunidade albufeirense na luta a favor da causa.
Recorde-se que, em 2012, aderiram ao evento 209 entidades públicas e privadas, que dinamizaram 138 iniciativas por todo o país, com a participação direta de cerca de 25.000 pessoas.
7.10.13
Portugueses realizam «Jornada pela Cidadania»
Texto Juliana Batista, in Fátima Missionária
Ao longo de um dia, várias entidades não governamentais e públicas de todo o país vão promover atividades de «lazer, mas também de reflexão e de consciencialização para a importância de se ser cidadão pleno de direitos e deveres»
Um grupo de entidades não governamentais e públicas vão realizar uma «Jornada pela Cidadania» para comemorar o Ano Europeu dos Cidadãos, assinalado este ano, e também para sensibilizar a população para a importância da construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
A iniciativa vai decorrer a 17 de outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. Por isso, esta jornada «é também um apelo a todos os cidadãos para que participem nesta luta e promovam uma sociedade mais inclusiva», explica em comunicado a Rede Europeia Anti-Pobreza.
A jornada irá decorrer em «todo o país e pretende-se que seja um dia não só de lazer, mas também de reflexão e de consciencialização para a importância de se ser cidadão pleno de direitos e deveres». A iniciativa insere-se ainda na semana Pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social, que decorrerá entre 14 a 18 de outubro de 2013 e onde participam inúmeras entidades a nível nacional.
Ao longo de um dia, várias entidades não governamentais e públicas de todo o país vão promover atividades de «lazer, mas também de reflexão e de consciencialização para a importância de se ser cidadão pleno de direitos e deveres»
Um grupo de entidades não governamentais e públicas vão realizar uma «Jornada pela Cidadania» para comemorar o Ano Europeu dos Cidadãos, assinalado este ano, e também para sensibilizar a população para a importância da construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
A iniciativa vai decorrer a 17 de outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. Por isso, esta jornada «é também um apelo a todos os cidadãos para que participem nesta luta e promovam uma sociedade mais inclusiva», explica em comunicado a Rede Europeia Anti-Pobreza.
A jornada irá decorrer em «todo o país e pretende-se que seja um dia não só de lazer, mas também de reflexão e de consciencialização para a importância de se ser cidadão pleno de direitos e deveres». A iniciativa insere-se ainda na semana Pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social, que decorrerá entre 14 a 18 de outubro de 2013 e onde participam inúmeras entidades a nível nacional.
Dia internacional para a erradicação da pobreza em Potalegre
in Barlavento
Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
Dia 17 de outubro assinala-se o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, no Jardim da Avenida da Liberdade, em Portalegre. A EAPN/Portugal, juntamente com os parceiros locais, promove anualmente esta iniciativa, desenvolvida a nível nacional, envolvendo um conjunto alargado de entidades que trabalham segundo uma metodologia de trabalho em rede.
Nesta iniciativa, os parceiros locais (Núcleo Distrital de Portalegre da EAPN/ Portugal/Rede Europeia Anti Pobreza e a Rede Social do Concelho de Portalegre), pretendem realizar, durante a tarde, um conjunto de atividades de caráter social e lúdico, entre as quais um “Flash Mob” com coreografia (coração a palpitar), e ainda elaboração de murais, frases e pinturas, que envolvam os diferentes públicos: idosos, jovens, pessoas com deficiência, promovendo a reflexão na sociedade que queremos construir para o futuro. Neste sentido, convidamos a população a contribuir com a doação de géneros alimentares que, posteriormente serão doados a Loja Social de Portalegre.
Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
Dia 17 de outubro assinala-se o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, no Jardim da Avenida da Liberdade, em Portalegre. A EAPN/Portugal, juntamente com os parceiros locais, promove anualmente esta iniciativa, desenvolvida a nível nacional, envolvendo um conjunto alargado de entidades que trabalham segundo uma metodologia de trabalho em rede.
Nesta iniciativa, os parceiros locais (Núcleo Distrital de Portalegre da EAPN/ Portugal/Rede Europeia Anti Pobreza e a Rede Social do Concelho de Portalegre), pretendem realizar, durante a tarde, um conjunto de atividades de caráter social e lúdico, entre as quais um “Flash Mob” com coreografia (coração a palpitar), e ainda elaboração de murais, frases e pinturas, que envolvam os diferentes públicos: idosos, jovens, pessoas com deficiência, promovendo a reflexão na sociedade que queremos construir para o futuro. Neste sentido, convidamos a população a contribuir com a doação de géneros alimentares que, posteriormente serão doados a Loja Social de Portalegre.
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