in A@tual
No âmbito da campanha “Se és bom cidadão, espalha a frase contra a pobreza e exclusão!”, coordenada pelo Núcleo Distrital de Vila Real da EAPN Portugal – Rede Europeia Anti-Pobreza, teve a sua aplicação, no caso especifico de Boticas, que foi pensada com originalidade de forma a passar a mensagem desejada, no dia Internacional da Erradicação da Pobreza. A arte secular japonesa de dobrar papel, denominada por Origami, foi a forma selecionada de transmitir as frases da campanha, selecionadas no concelho de Boticas, e que foram inseridas nesse mesmo origami com o formato de casa.
img_8950Desta forma, os utentes do CADAT, pré-escolar da Santa Casa da Misericórdia de Boticas e pré-escolar/ I ciclo do Agrupamento de Escolas Gomes Monteiro, tiveram a oportunidade de aprender como se faz a dobragem do papel, de forma a obter um Origami com a forma de casa. Quanto à população botiquense em geral, os Origamis foram colocados estrategicamente nos cafés e estabelecimentos de restauração locais, de forma a chamar à atenção para a causa, sensibilizando para a mudança de comportamentos cívicos, enquanto elementos inseridos numa sociedade.
Quanto às frases selecionadas no Concelho de Boticas, elaboradas pelos alunos do agrupamento de escolas Gomes Monteiro, foram as seguintes: “ A pobreza é um fenómeno social. A exclusão acontece devido às diferenças sociais”; “Há muita pobreza no Mundo e o nosso trabalho é eliminá-la”; e “Às vezes, pobreza não significa exclusão.”
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5.11.13
31.10.13
Flash Mob para lembrar que a pobreza está a aumentar
in Mensageiro de Bragança
Várias centenas de crianças e adultos participaram no flash mob contra pobreza, em Bragança, que despertou a curiosidade dos brigantinos na passada quinta-feira. A iniciativa foi organizada pelas instituições particulares de solidariedade social de Bragança, na Praça Cavaleiro Ferreira, para lutar contra a pobreza e a exclusão social e assim assinalar o Dia Internacional de Erradicação da Pobreza, comemorado a 17 de Outubro.
“É um evento para marcar o dia. É uma manifestação bastante pacífica mas que marca pela animação que traz às ruas da cidade”, explicou Pedro
Guerra distrital da Rede Europeia Anti-Pobreza.
[leia aqui o artigo na íntegra]
Várias centenas de crianças e adultos participaram no flash mob contra pobreza, em Bragança, que despertou a curiosidade dos brigantinos na passada quinta-feira. A iniciativa foi organizada pelas instituições particulares de solidariedade social de Bragança, na Praça Cavaleiro Ferreira, para lutar contra a pobreza e a exclusão social e assim assinalar o Dia Internacional de Erradicação da Pobreza, comemorado a 17 de Outubro.
“É um evento para marcar o dia. É uma manifestação bastante pacífica mas que marca pela animação que traz às ruas da cidade”, explicou Pedro
Guerra distrital da Rede Europeia Anti-Pobreza.
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Cinco centenas caminharam em Santarém pelos Afectos e pela Solidariedade
in Diário de Santarém
A assinalar o Dia Internacional da Erradicação da Pobreza, que se comemorou a 17 de Outubro, foram algumas centenas as pessoas que caminharam pelos Afectos e pela Solidariedade, em Santarém.
Entre os muitos jovens, professores do Agrupamento de Escolas Ginestal Machado, membros da comissão de pais da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado, algumas crianças e seniores de algumas Instituições de Solidariedade Social do Distrito de Santarém, também o presidente da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves, e o director do Centro Distrital de Segurança Social de Santarém, Tiago Leite, se associaram à caminhada com o mote Caminhar pelos Afectos e pela Solidariedade promovida pelo Núcleo Distrital de Santarém da EAPN Portugal em parceria com o Projecto Afectos+.
O Projecto Afectos÷ é um projecto do Núcleo Distrital de Santarém da Rede Europeia Contra a Pobreza financiado pelo POPH, com a duração de 12 meses. Visa estudar e prevenir eficazmente a violência na família, escola, espaço social e média, tendo como destinatários mais directos os jovens até aos 15 anos e famílias, residentes no concelho de Santarém.
Integram a plataforma da parceria, a Câmara Municipal de Santarém, o Instituto Politécnico de Santarém, o Centro Distrital de Santarém do Instituto da Segurança Social, IP, o Centro de Emprego e Formação Profissional de Santarém, o Instituto Português do Desporto e Juventude, Ministério da Educação, PSP, GNR, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Santarém e o Gabinete de Apoio à Vitima de Santarém.
A caminhada teve início na Escola Secundária Dr. Ginestal Machado e terminou no Jardim da República.
A assinalar o Dia Internacional da Erradicação da Pobreza, que se comemorou a 17 de Outubro, foram algumas centenas as pessoas que caminharam pelos Afectos e pela Solidariedade, em Santarém.
Entre os muitos jovens, professores do Agrupamento de Escolas Ginestal Machado, membros da comissão de pais da Escola Secundária Dr. Ginestal Machado, algumas crianças e seniores de algumas Instituições de Solidariedade Social do Distrito de Santarém, também o presidente da Câmara Municipal de Santarém, Ricardo Gonçalves, e o director do Centro Distrital de Segurança Social de Santarém, Tiago Leite, se associaram à caminhada com o mote Caminhar pelos Afectos e pela Solidariedade promovida pelo Núcleo Distrital de Santarém da EAPN Portugal em parceria com o Projecto Afectos+.
O Projecto Afectos÷ é um projecto do Núcleo Distrital de Santarém da Rede Europeia Contra a Pobreza financiado pelo POPH, com a duração de 12 meses. Visa estudar e prevenir eficazmente a violência na família, escola, espaço social e média, tendo como destinatários mais directos os jovens até aos 15 anos e famílias, residentes no concelho de Santarém.
Integram a plataforma da parceria, a Câmara Municipal de Santarém, o Instituto Politécnico de Santarém, o Centro Distrital de Santarém do Instituto da Segurança Social, IP, o Centro de Emprego e Formação Profissional de Santarém, o Instituto Português do Desporto e Juventude, Ministério da Educação, PSP, GNR, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens de Santarém e o Gabinete de Apoio à Vitima de Santarém.
A caminhada teve início na Escola Secundária Dr. Ginestal Machado e terminou no Jardim da República.
28.10.13
Rede Anti Pobreza organiza convívio
Jornal Reconquista
Bairro do Valongo Rede Anti Pobreza organiza convívio A Associação do Bairro do Valongo, em Castelo Branco, recebe no dia 19 o oitavo encontro de associados da Rede Europeia Anti Pobreza. As atividades começam às 9H00 com a receção dos convidados, seguindo-se uma missa celebrada pelo padre José Sanches, com uma mensagem sobre a pobreza e a exclusão.
Durante a manhã começam as competições de jogo tradicionais e depois do almoço serão partilhados os testemunhos de pessoas que viveram em situações de pobreza.
Pelo bairro do Valongo vão ainda passar as concertinas dos Lentiscais, o Rancho Folclórico da Universidade Sénior Albicastrense, o grupo Gaio dos Amigos do Orvalho e os bombos da Lardosa.
Bairro do Valongo Rede Anti Pobreza organiza convívio A Associação do Bairro do Valongo, em Castelo Branco, recebe no dia 19 o oitavo encontro de associados da Rede Europeia Anti Pobreza. As atividades começam às 9H00 com a receção dos convidados, seguindo-se uma missa celebrada pelo padre José Sanches, com uma mensagem sobre a pobreza e a exclusão.
Durante a manhã começam as competições de jogo tradicionais e depois do almoço serão partilhados os testemunhos de pessoas que viveram em situações de pobreza.
Pelo bairro do Valongo vão ainda passar as concertinas dos Lentiscais, o Rancho Folclórico da Universidade Sénior Albicastrense, o grupo Gaio dos Amigos do Orvalho e os bombos da Lardosa.
Combate à Pobreza e Exclusão Social
in Correio dos Açores
No dia 17 de Outubro de 1987, respondendo ao apelo do Padre Joseph Wresinski, 100.000 pessoas reuniram-se no Adro das Liberdades e dos Direitos Humanos no Trocadéro, em Paris, para prestar homenagem às vítimas da fome, da violência e da ignorância, para afirmarem a sua recusa da miséria apelando à humanidade para se unir e fazer respeitar os Direitos Humanos.
[leia aqui o artigo na íntegra]
No dia 17 de Outubro de 1987, respondendo ao apelo do Padre Joseph Wresinski, 100.000 pessoas reuniram-se no Adro das Liberdades e dos Direitos Humanos no Trocadéro, em Paris, para prestar homenagem às vítimas da fome, da violência e da ignorância, para afirmarem a sua recusa da miséria apelando à humanidade para se unir e fazer respeitar os Direitos Humanos.
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Aposta no lucro em detrimento do bem-estar social
in Diário Regional de Viseu
Presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza condena domínio cego da economia nos países da União Europeia
O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza, padre Jardim Moreira, considerou que na origem da redução da ajuda dos países da União Europeia (UE)para a erradicação da pobreza está a “aposta” no lucro em detrimento do bem-estar social.
[leia aqui o artigo na íntegra]
Presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza condena domínio cego da economia nos países da União Europeia
O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza, padre Jardim Moreira, considerou que na origem da redução da ajuda dos países da União Europeia (UE)para a erradicação da pobreza está a “aposta” no lucro em detrimento do bem-estar social.
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17.10.13
Hoje é Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
Ana Elias de Freitas, in Rádio Voz da Planície
Nesta quinta-feira assinala-se o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, efeméride instituída pela ONU, em 1992, com o objectivo de alertar consciências para defender um direito básico do ser humano.
Nesta data, a EAPN Portugal – Rede Europeia Anti-Pobreza deixa a mensagem de que pobreza e democracia são incompatíveis.
Recordando que a pobreza não é um acidente, mas sim uma escolha política e económica, aquela entidade diz ainda, que é preciso apelar aos políticos, no sentido de implementarem políticas de erradicação deste flagelo.
Nesta quinta-feira assinala-se o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, efeméride instituída pela ONU, em 1992, com o objectivo de alertar consciências para defender um direito básico do ser humano.
Nesta data, a EAPN Portugal – Rede Europeia Anti-Pobreza deixa a mensagem de que pobreza e democracia são incompatíveis.
Recordando que a pobreza não é um acidente, mas sim uma escolha política e económica, aquela entidade diz ainda, que é preciso apelar aos políticos, no sentido de implementarem políticas de erradicação deste flagelo.
16.10.13
Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal diz que o objetivo de reduzir a pobreza "não está a ser levado a sério"
in RTP
A Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal considera que o objetivo de reduzir a pobreza "não está a ser levado a sério" e apela à criação urgente de uma estratégia nacional de luta contra a pobreza e a exclusão social.
O apelo da rede surge numa mensagem intitulada "A pobreza e a democracia são incompatíveis" divulgada hoje pela EAPN Portugal para assinalar o Dia Internacional Para a Erradicação da Pobreza, na quinta-feira.
Na mensagem, a organização faz a análise dos impactos das políticas macroeconómicas, de emprego, educação e políticas de formação, de combate à pobreza, participação e governança, e divulga seis apelos que considera de "absoluta urgência" para combater a pobreza e a exclusão social.
"A profunda crise financeira e económica, de alcance mundial, e os efeitos que dela derivaram e que se começaram a fazer sentir no ano 2008 estão a afetar de forma muito significativa o modelo social europeu, em particular nos países do sul da União Europeia", afirma.
Esta situação afeta especialmente os países sob intervenção da troika, como é o caso de Portugal, refere a EAPN, adiantando que os "efeitos perversos" das prioridades macroeconómicas focadas na austeridade "são já claramente identificáveis".
Esses efeitos são a queda do limiar de pobreza, o empobrecimento generalizado da população, o aumento dos trabalhadores pobres associados ao aumento do desemprego, o crescimento da pobreza infantil, o progressivo desmantelamento do Estado social e o aumento das desigualdades sociais.
"Se por um lado, o esforço financeiro gerado pelas medidas negociadas com a Troika está a afetar drasticamente aqueles que possuem menos recursos e que mais dependem de ajudas do Estado, quer seja pela situação de desemprego, doença, incapacidade ou outra, não é menos verdade que estes efeitos são transversais à sociedade portuguesa", salienta a EAPN Portugal.
Sublinha ainda que "muitos dos direitos económicos e sociais básicos estão atualmente a serem postos em causa ou, em parte significativa, a serem negligenciados".
Para a organização, as políticas macroeconómicas têm "prejudicado o consumo, a recuperação económica e têm gerado um aumento da pobreza, minando as bases do Estado social".
"O fosso das desigualdades está a aumentar por via do ataque aos níveis de rendimento (salários e apoios ao rendimento) e do falhanço ao nível de uma distribuição mais justa, por meio de uma tributação progressiva. Isto põe em causa a coesão social e a estabilidade", alerta.
Para a EAPN, é fundamental implementar uma estratégia europeia e estratégias nacionais integradas para combater a pobreza.
"O investimento social pode ter um papel chave e deve desafiar a austeridade no sentido de fazer um maior investimento na proteção social universal", defende.
A mensagem é de "uma profunda preocupação com a chocante falta de progresso na meta da pobreza, a fraca visibilidade da Estratégia Europa 2020 nos programas nacionais de reforma e o inaceitável défice democrático e participativo".
A Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal considera que o objetivo de reduzir a pobreza "não está a ser levado a sério" e apela à criação urgente de uma estratégia nacional de luta contra a pobreza e a exclusão social.
O apelo da rede surge numa mensagem intitulada "A pobreza e a democracia são incompatíveis" divulgada hoje pela EAPN Portugal para assinalar o Dia Internacional Para a Erradicação da Pobreza, na quinta-feira.
Na mensagem, a organização faz a análise dos impactos das políticas macroeconómicas, de emprego, educação e políticas de formação, de combate à pobreza, participação e governança, e divulga seis apelos que considera de "absoluta urgência" para combater a pobreza e a exclusão social.
"A profunda crise financeira e económica, de alcance mundial, e os efeitos que dela derivaram e que se começaram a fazer sentir no ano 2008 estão a afetar de forma muito significativa o modelo social europeu, em particular nos países do sul da União Europeia", afirma.
Esta situação afeta especialmente os países sob intervenção da troika, como é o caso de Portugal, refere a EAPN, adiantando que os "efeitos perversos" das prioridades macroeconómicas focadas na austeridade "são já claramente identificáveis".
Esses efeitos são a queda do limiar de pobreza, o empobrecimento generalizado da população, o aumento dos trabalhadores pobres associados ao aumento do desemprego, o crescimento da pobreza infantil, o progressivo desmantelamento do Estado social e o aumento das desigualdades sociais.
"Se por um lado, o esforço financeiro gerado pelas medidas negociadas com a Troika está a afetar drasticamente aqueles que possuem menos recursos e que mais dependem de ajudas do Estado, quer seja pela situação de desemprego, doença, incapacidade ou outra, não é menos verdade que estes efeitos são transversais à sociedade portuguesa", salienta a EAPN Portugal.
Sublinha ainda que "muitos dos direitos económicos e sociais básicos estão atualmente a serem postos em causa ou, em parte significativa, a serem negligenciados".
Para a organização, as políticas macroeconómicas têm "prejudicado o consumo, a recuperação económica e têm gerado um aumento da pobreza, minando as bases do Estado social".
"O fosso das desigualdades está a aumentar por via do ataque aos níveis de rendimento (salários e apoios ao rendimento) e do falhanço ao nível de uma distribuição mais justa, por meio de uma tributação progressiva. Isto põe em causa a coesão social e a estabilidade", alerta.
Para a EAPN, é fundamental implementar uma estratégia europeia e estratégias nacionais integradas para combater a pobreza.
"O investimento social pode ter um papel chave e deve desafiar a austeridade no sentido de fazer um maior investimento na proteção social universal", defende.
A mensagem é de "uma profunda preocupação com a chocante falta de progresso na meta da pobreza, a fraca visibilidade da Estratégia Europa 2020 nos programas nacionais de reforma e o inaceitável défice democrático e participativo".
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