Marta Moitinho Oliveira, in "Jornal Económico"
Redução do desemprego e cortes no regime de subsídio explicam diminuição dos gastos.
A Segurança Social gastou 1.487 milhões de euros com subsídio de desemprego nos primeiros dez meses do ano, menos 21,7% do que período homólogo. Em Outubro, esta despesa foi de 131 milhões de euros, o valor mais baixo desde Novembro de 2008.
Os dados constam da nota da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) sobre a execução orçamental da Direcção-Geral do Orçamento (DGO), enviada hoje aos deputados e a que o Económico teve acesso.
A queda nos gastos do subsídio de desemprego - uma despesa do ministério então tutelado por Pedro Mota Soares - supera os objectivos anuais, fixados no Orçamento do Estado para 2015. Neste documento, o Governo previu uma redução nesta despesa de 7,8% para o conjunto do ano.
Os técnicos da UTAO justificam esta descida nos gastos com dois motivos: “a redução da população desempregada e as alterações efectuadas ainda em 2012, nomeadamente a redução do prazo máximo de concessão do subsídio de desemprego para 18 meses e a limitação do valor máximo do subsídio de desemprego em 2,5 Indexantes de Apoio Social”.
No terceiro trimestre deste ano, a população desempregada era de 618,8 mil pessoas, menos 70,1 mil pessoas do que um ano antes.
UTAO não acredita que PIB cresça 1,6% este ano
Os técnicos do Parlamento não acreditam que a meta de crescimento económico prevista pelo anterior Governo para este ano se concretize.
A UTAO diz que para que a economia cresça 1,6% este ano é preciso que se verifique um crescimento económico de 0,6% em cadeia. Ou seja, que o PIB aumente 0,6% em relação aos três meses imediatamente anteriores.
Os economistas que prestam apoio aos deputados da comissão parlamentar de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa lembram que no terceiro trimestre o PIB registou uma taxa de variação nula, “substancialmente abaixo do esperado”, acrescentam.
No entanto, admitem como “plausível” prever que o PIB cresça 1,5%, se se verificar o comportamento intra-anual previsto no Programa de Estabilidade 2015-2019. No entanto, se a actividade económica tiver no último trimestre do ano um desempenho semelhante ao que teve no terceiro trimestre, o PIB anual deverá situar-se em 1,4%, calculam os economistas.
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11.12.15
9.12.15
Subsídio de 800 euros para empregados e desempregados
Daniela Rosária, in "BlastingNews"
Finlândia substitui todos os subsídios por um único, no valor de 800 euros.Finlândia dá 800 euros aos cidadãos. Finlândia dá 800 euros aos cidadãos.
Na Finlândia, empregados e desempregados receberão cerca de 800 euros, valor que substituirá todos os outros subsídios. O subsídio destina-se a todos os cidadãos adultos e, apesar da medida ainda estar a ser analisada, tudo aponta para que a Segurança Social local passe a entregar a cada pessoa um cheque no valor de 800 euros, independentemente de estar empregado ou não, bem como das suas posses.
Com esta medida pretende-se levar à procura ativa de emprego, já que não perderão o subsídio, assim como simplificar mais o sistema de Segurança Social, pois o país apresenta uma taxa de desemprego na ordem dos 10%. Desta forma, os trabalhos temporários serão encarados de uma outra forma e a população não se refugiará nos subsídios.
Segundo o site Dinheiro Vivo, a medida deve chegar apenas em novembro de 2016 e conta com o apoio do Primeiro-ministro Juha Sipila, sendo que numa primeira fase, em jeito de projeto piloto, cada pessoa começará por receber 550 euros mensalmente, mantendo-se algumas das prestações sociais, custando a medida ao Estado finlandês 46,7 mil milhões de euros anuais.
A Kela (Segurança Social da Finlândia) já realizou uma sondagem que afirma que 70% da população do país está de acordo com esta medida. Diversos são os estudos que apontam que a Finlândia detém uma das mais frágeis economias da União Europeia, sendo que se encontra em recessão desde o ano de 2012, não apresentando aspectos que levem a crer numa melhoria da situação, nomeadamente do crescimento económico. Para já, os finlandeses terão de aguardar por mais novidades.
Outros países e cidades estão a apostar no mesmo sistema, como é o caso de Utrecht, que pretende introduzir uma salário mínimo a partir de janeiro do próximo ano para cerca de 250 moradores da cidade holandesa. Medida esta que estará em estudo, avaliando-se desta forma o impacto no desemprego.
A Suíça considera igualmente pôr em cima da mesa esta opção de incentivo à procura de emprego, apesar de o assunto ir ser submetido a um referendo nacional no próximo ano de 2016.
Finlândia substitui todos os subsídios por um único, no valor de 800 euros.Finlândia dá 800 euros aos cidadãos. Finlândia dá 800 euros aos cidadãos.
Na Finlândia, empregados e desempregados receberão cerca de 800 euros, valor que substituirá todos os outros subsídios. O subsídio destina-se a todos os cidadãos adultos e, apesar da medida ainda estar a ser analisada, tudo aponta para que a Segurança Social local passe a entregar a cada pessoa um cheque no valor de 800 euros, independentemente de estar empregado ou não, bem como das suas posses.
Com esta medida pretende-se levar à procura ativa de emprego, já que não perderão o subsídio, assim como simplificar mais o sistema de Segurança Social, pois o país apresenta uma taxa de desemprego na ordem dos 10%. Desta forma, os trabalhos temporários serão encarados de uma outra forma e a população não se refugiará nos subsídios.
Segundo o site Dinheiro Vivo, a medida deve chegar apenas em novembro de 2016 e conta com o apoio do Primeiro-ministro Juha Sipila, sendo que numa primeira fase, em jeito de projeto piloto, cada pessoa começará por receber 550 euros mensalmente, mantendo-se algumas das prestações sociais, custando a medida ao Estado finlandês 46,7 mil milhões de euros anuais.
A Kela (Segurança Social da Finlândia) já realizou uma sondagem que afirma que 70% da população do país está de acordo com esta medida. Diversos são os estudos que apontam que a Finlândia detém uma das mais frágeis economias da União Europeia, sendo que se encontra em recessão desde o ano de 2012, não apresentando aspectos que levem a crer numa melhoria da situação, nomeadamente do crescimento económico. Para já, os finlandeses terão de aguardar por mais novidades.
Outros países e cidades estão a apostar no mesmo sistema, como é o caso de Utrecht, que pretende introduzir uma salário mínimo a partir de janeiro do próximo ano para cerca de 250 moradores da cidade holandesa. Medida esta que estará em estudo, avaliando-se desta forma o impacto no desemprego.
A Suíça considera igualmente pôr em cima da mesa esta opção de incentivo à procura de emprego, apesar de o assunto ir ser submetido a um referendo nacional no próximo ano de 2016.
23.2.15
Segurança Social gasta menos 500M€ em subsídios de desemprego
in TVI24
Há menos 71 mil beneficiários a receber as prestações. Existem 770 mil desempregados sem qualquer apoio
A Segurança Social gastou menos 499,7 milhões de euros em subsídios de desemprego no ano passado, com 304.393 beneficiários a receber a prestação, menos 71 mil que em 2013, escreve o Correio da Manhã.
Em 2013 o Estado pagou 2.737,7 milhões de euros em subsídios de desemprego. Em 2014, foram pagos 2.238 milhões, ou seja, menos 18,3%.
O Ministério explica a descida pelo facto de a população desempregada ter diminuído em 2014, cerca de 15,1% face a 2013.
Também as prestações sociais foram reduzidas: num ano, baixou uma média de 51 euros.
Há menos 71 mil beneficiários a receber as prestações. Existem 770 mil desempregados sem qualquer apoio
A Segurança Social gastou menos 499,7 milhões de euros em subsídios de desemprego no ano passado, com 304.393 beneficiários a receber a prestação, menos 71 mil que em 2013, escreve o Correio da Manhã.
Em 2013 o Estado pagou 2.737,7 milhões de euros em subsídios de desemprego. Em 2014, foram pagos 2.238 milhões, ou seja, menos 18,3%.
O Ministério explica a descida pelo facto de a população desempregada ter diminuído em 2014, cerca de 15,1% face a 2013.
Também as prestações sociais foram reduzidas: num ano, baixou uma média de 51 euros.
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