Por Rui Cid com Carolina Quaresma, in TSF
À TSF, a presidente da Associação Portuguesa de Nutrição refere que "as alterações climáticas, os efeitos da pandemia e a guerra numa proximidade geográfica" influenciam a forma como comemos, causando "um potencial de insegurança alimentar".
desafios que "um mundo em mudança" coloca à forma como comemos, numa iniciativa da Associação Portuguesa de Nutrição.
Em declarações à TSF, a presidente da associação, Célia Craveiro, diz que, perante fenómenos como as alterações climáticas, a pandemia, ou a guerra na Ucrânia, é obrigatória uma reestruturação no modo como se pensa a alimentação e nutrição das populações.
"As alterações climáticas, os efeitos da pandemia e a guerra numa proximidade geográfica causam um potencial de insegurança alimentar devido a várias situações: situações inflacionárias, pobreza, aumento das doenças crónicas não transmissíveis e isso acaba por influenciar a forma como nos alimentamos e também como nós, profissionais da área da nutrição, principalmente, temos que abordar estas questões na atualidade", explica Célia Craveiro.
"Para isso, elaborámos um programa que vai debater os desafios e oportunidades que aparecem na investigação na área da nutrição, o impacto dos alimentos ultra processados e ainda vamos ter vários temas sobre a sustentabilidade alimentar", sublinha a presidente da Associação Portuguesa de Nutrição.
O congresso de nutrição e alimentação estende-se até sexta-feira, na Alfândega do Porto, com o objetivo de debater "a urgência da sustentabilidade, o papel da nutrição no doente e o impacto das escolhas alimentares".
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3.3.22
8,6% das pessoas na UE sem condições para pagar uma refeição adequada
in Postal
No início do ano, os dados provisórios do INE revelavam que o risco de pobreza em Portugal tinha aumentado entre 2019 e 2020, atingindo quase dois milhões de pessoas, com subidas maiores entre mulheres e idosos, mas igualmente nas famílias.
Segundo os dados do Eurostat divulgados no passado dia 25 de fevereiro, 8,6% da população da UE encontrava-se em risco de pobreza em 2020 e mais de uma em cada cinco pessoas (21,7%) não puderam pagar uma refeição com carne, peixe ou o equivalente vegetariano a cada dois dias.
Além disso, 3,3% da população da UE e uma em cada dez pessoas em risco de pobreza (9,7%) não conseguiram pagar o acesso à internet. Estes são dois dos treze itens utilizados para determinar a taxa de privação material e social severa.
Já no início do ano, os dados provisórios do INE revelavam que o risco de pobreza em Portugal tinha aumentado entre 2019 e 2020, atingindo quase dois milhões de pessoas, com subidas maiores entre mulheres e idosos, mas igualmente nas famílias.
O Europe Direct Algarve faz parte da Rede de Centros Europe Direct da Comissão Europeia. No Algarve está hospedado na CCDR Algarve – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve. CONSULTE! INFORME-SE! PARTICIPE! Somos a A Europa na sua região!
No início do ano, os dados provisórios do INE revelavam que o risco de pobreza em Portugal tinha aumentado entre 2019 e 2020, atingindo quase dois milhões de pessoas, com subidas maiores entre mulheres e idosos, mas igualmente nas famílias.
Segundo os dados do Eurostat divulgados no passado dia 25 de fevereiro, 8,6% da população da UE encontrava-se em risco de pobreza em 2020 e mais de uma em cada cinco pessoas (21,7%) não puderam pagar uma refeição com carne, peixe ou o equivalente vegetariano a cada dois dias.
Além disso, 3,3% da população da UE e uma em cada dez pessoas em risco de pobreza (9,7%) não conseguiram pagar o acesso à internet. Estes são dois dos treze itens utilizados para determinar a taxa de privação material e social severa.
Já no início do ano, os dados provisórios do INE revelavam que o risco de pobreza em Portugal tinha aumentado entre 2019 e 2020, atingindo quase dois milhões de pessoas, com subidas maiores entre mulheres e idosos, mas igualmente nas famílias.
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