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4.7.23

Vice-presidente Pedro Cardoso em seminário sobre pobreza energética

in MundialFm


O vice-presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, Pedro Cardoso, participou no seminário “Das futuras casas e comunidades energeticamente autónomas à pobreza energética: os fundos do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência] como estratégia de combate à pobreza energética”, organizado pela EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza, em parceria com a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

O autarca integrou o painel “O PRR e a aposta no combate à pobreza energética: o estado da arte?”, juntamente com a vereadora da Câmara Municipal de Foz Côa, Ana Filipe, e Filipe Araújo, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto.

“A pobreza energética é uma matéria que deve preocupar os decisores políticos, porquanto afeta a qualidade de vida das pessoas. Diminuir as diferenças de acesso à energia deveria ser uma prioridade”, entende o vice-presidente do Município de Cantanhede, Pedro Cardoso, que elogia iniciativas que debatem aquele que “é dos problemas mais prementes das sociedades atuais”.

O objetivo do encontro foi debater a implementação do PRR em diferentes territórios, destacando as potencialidades e as dificuldades sentidas até ao momento com este instrumento financeiro, mas também debater soluções alternativas para promover a sua boa execução até 2026, tendo como pano de fundo a relevância desta temática no combate aos fenómenos de pobreza e exclusão social.

Do programa constaram ainda intervenções sobre “A primeira casa modular em madeira energeticamente autónoma em Portugal”, “O futuro das comunidades autónomas de energia”, “Energias sustentáveis: o poder das pessoas” e “O PRR e a aposta no combate à pobreza energética”.

10.2.16

Jornada de reflexão partilhou vivências do voluntariado

In "Diário de Coimbra"

O auditório da Biblioteca Municipal de Cantanhede recebeu um encontro de voluntários, subordinado à temática “Voluntariado faz bem à saúde!”.
A iniciativa, promovida pela Fisio André Viegas – Gabinete de Fisioterapia, em parceria com a Câmara Municipal de Cantanhede, visava a partilha de experiências de voluntariado de uma forma informal.

Da valorização e promoção do voluntariado, à caracterização dessa realidade no concelho, passando pelo papel do Banco de Voluntariado de Cantanhede, e à partilha de experiências em voluntariado nacional e internacional, foram estes alguns dos temas abordados.
Como palestrantes estiveram presentes, Pedro Cardoso, vereador da Câmara Municipal de Cantanhede; Ana Gonçalves, enfermeira, Célia Oliveira, designer, Cláudia Veríssimo, fisioterapeuta, João Pedro Lopes, advogado, e Margarida Vieira, bióloga, que partilharam muitas das experiências vivenciadas.

No entanto, a interacção com o público presente foi notória, permitindo testemunhos emocionados de quem participa em acções de voluntariado de interesse social e comunitário, realçando a entrega gratuita e desinteressada ao outro, o compromisso e a responsabilidade na redução das disparidades sociais.

Na abertura, o vereador Pedro Cardoso enalteceu o êxito da iniciativa e felicitou «a Fisio André Viegas por esta dinâmica, bem demonstrativa da responsabilidade social desta empresa, centrando-se numa área tão importante como a do voluntariado».

«O voluntariado é, antes de mais, uma forma de estar na vida. E, por isso, faz bem à saúde, recomenda-se e é claramente, como veremos pelos testemunhos, uma forma de participação cívica, de “fazer parte da solução” na construção de uma sociedade mais humana, mais justa e mais desenvolvida», reforçou o autarca.

O voluntariado demonstra, sem dúvida alguma, um acto de cidadania que permite, a quem o pratica, encontrar felicidade para a sua vida, no bem-estar do outro. Com a colaboração do “Projecto ArcoÍris” e do “Chá às 5” seguiu-se um lanche, que proporcionou mais um momento de convívio entre os presentes.

| Jornada de reflexão partilhou vivências do voluntariado Valorização “Voluntariado faz bem à saúde!” foi a temática do encontro, que transmitiu testemunhos emocionados D.R.

O auditório da Biblioteca de Cantanhede recebeu palestrantes com diferentes experiências A Câmara Municipal avançou com a criação do Banco de Voluntariado de Cantanhede, no ano de 2005, com o objectivo de fomentar o desenvolvimento de acções de voluntariado em diversos domínios, facultando às instituições que necessitam de trabalho voluntário a possibilidade de tirarem partido da disponibilidade de muitos munícipes interessados em exercerem essa actividade.

Actualmente, no Banco de Voluntariado de Cantanhede encontram-se inscritos mais de 500 voluntários e 25 instituições receptoras de voluntariado, existindo sempre abertura para o apoio a ideias ou projectos relativos a várias áreas (educação, acção social, saúde, cultura, desporto, ambiente, protecção civil, justiça e desenvolvimento económico e social).

25.1.16

Banco de Recursos apoia 750 famílias

In "Diário As Beiras"

Solidariedade elogiada no dia de aniversário do Banco de Recursos

O Banco de Recursos Colmeia assinalou, recentemente, o 9.º aniversário com um balanço positivo sobre a sua atuação na vida das famílias mais desfavorecidas do concelho de Cantanhede. Potenciar o envolvimento de instituições e cidadãos na recolha de bens continua a ser a linha estratégica deste projeto. Durante o ano de 2015, foram registadas 86.697 dávidas e 68.697 saídas. Por mês, em média, são apoiadas 150 família, segundo Pedro Cardoso, vereador da Solidariedade e Ação Social. O município de Cantanhede está muito grato às empresas, escolas, instituições e comunidade em geral pela colaboração e empenho demonstrados, relativamente a esta iniciativa, que beneficia, sem dúvida, toda a comunidade concelhia, disse Pedro Cardoso, em comunicado. Para o autarca, o nível de atividade atingido pelo Banco de Recursos é motivo de orgulho para o município.

Pedro Cardoso destaca ainda a criação de uma verdadeira cadeia de solidariedade criada entre a população, que tem permitido resolver muitas situações de carência e a cooperação entre entidades. Inaugurado em janeiro de 2007, o Banco de Recursos Colmeia foi pensado para promover a cooperação entre entidades pertencentes à Rede Social de Cantanhede. É um serviço de apoio imediato e direto, que dá resposta às necessidades básicas e secundárias das famílias e indivíduos, identificadas pela Rede Social do Concelho. No funcionamento do projeto, refira-se, está também patente a preocupação com a questão da sustentabilidade e preservação ambiental, através do combate ao desperdício, da reciclagem de produtos que já não estejam em condições, procedendo ao reaproveitamento de bens e equipamentos.

Desde o seu início que a dinamização do Banco de Recursos está a cargo de uma equipa de voluntários. Pedro Cardoso elogia os voluntários, dizendo que a equipa tem desenvolvido um trabalho que contribui para o bem-estar da população mais fragilizada de Cantanhede. Cerca de duas dezenas de voluntários asseguram o trabalho no Colmeia. “É prova evidente de que os voluntários são parte da solução na construção de uma comunidade mais justa, mais humana, mais fraterna e mais solidária”, sublinha o autarca, ao mesmo tempo que reflete que numa sociedade tão marcada pelo individualismo, pela competição, por interesses, o voluntariado continua a ser um sinal anunciador de um futuro de esperança. Quem quiser ajudar pode fazê-lo durante todo o ano, nas instalações do Banco de Recursos Colmeia, na rua Carlos Oliveira de preferência no horário de abertura (09H00-13H00 e 14H30-19H00).

23.11.15

Município de Cantanhede distinguido mais uma vez Como “Autarquia + Familiarmente Responsável”

in Mira Online

As políticas sociais orientadas para a família que o Município de Cantanhede tem vindo a desenvolver foram mais uma vez reconhecidas pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis (OAFR). Este é o sétimo ano consecutivo que a autarquia cantanhedense obtém o estatuto de Autarquia + Familiarmente Responsável, ou seja, desde que foi criado, tendo recebido por isso a Bandeira Verde com Palma que identifica, precisamente, os municípios distinguidos em várias edições seguidas.

A insígnia de mérito foi entregue ontem, 18 de novembro, na sede Associação Nacional de Municípios Portugueses, em Coimbra, no decurso de uma cerimónia que contou com a presença o secretário de Estado da Administração Local, João Taborda da Gama. Este membro do governo esteve acompanhado na mesa de honra pela representante do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, Maria Teresa Ribeiro, pela presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, Rita Mendes Correia, e pelo presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, João Moura, em representação do Conselho Diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses. O líder do executivo camarário cantanhedense recebeu a bandeira atribuída ao município acompanhado pelo vereador da Educação e Ação Social, Pedro Cardoso.

Entre os vários fatores que favoreceram o reconhecimento de Cantanhede como autarquia familiarmente responsável estão a tarifa familiar de água que tem vindo a ser praticada pela INOVA-EM, segundo um modelo que tem em consideração o número de pessoas por agregado familiar, bem como a isenção de taxas municipais de licenciamento em situações de comprovada carência económica.

Dos 24 itens elencados na candidatura do Município de Cantanhede constam ainda ações e medicas tão diversificadas como os apoios no âmbito do RMAS (Regulamento Municipal de Atribuição de Subsídios a Agregados Familiares em Situação de Extrema Carência Económica do Concelho de Cantanhede (integração social, saúde e habitação), o Banco de Recursos Colmeia, a existência de uma rede de equipamentos sociais de proximidade, o Banco do Livro Escolar, que disponibiliza manuais usados, e projetos como as Tardes Comunitárias e a Universidade dos Tempos Livres, entre outros.

O presidente da autarquia, João Moura, congratula-se “por ver distinguida a atuação da autarquia no apoio à família, com enfoque nas ações dirigidas aos agregados familiares que mais precisam”. O autarca lembra que “a conjuntura de crise que o País tem vivido aumenta os riscos de exclusão, sobretudo nos agregados familiares mais vulneráveis e são vulnerabilidades que a Câmara Municipal está empenhada em eliminar, intensificando, até ao limite das suas possibilidades, os meios e mecanismos indispensáveis para esse efeito”.

Referindo-se à atividade do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, o autarca considera que se trata de “um trabalho absolutamente meritório e francamente útil para as autarquias, a dois níveis: por um lado, constitui um incentivo para que invistam mais nos benefícios às famílias em várias vertentes e, por outro, permite-lhes de algum modo aferir o alcance e o impacto efetivo dessas medidas”.

Segundo João Moura, “os parâmetros de avaliação favorecem uma maior consciencialização dos autarcas, relativamente a questões muito importantes para o reforço da unidade familiar e para a elevação dos seus padrões de qualidade de vida. Creio que isso tem sido visível nas várias edições desta iniciativa do Observatório, o que de resto merece um amplo reconhecimento das entidades intervenientes”.

Em 2015, participaram no inquérito do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis 104 municípios, sendo que apenas 41 foram contemplados com a Bandeira Verde. As políticas de família foram sujeitas a avaliação em dez parâmetros: apoio à maternidade e paternidade, apoio às famílias com necessidades especiais, serviços básicos, educação e formação, habitação e urbanismo, transportes, saúde, cultura, desporto, lazer e tempo livre, cooperação e participação social, sendo também, consideradas as boas práticas para com os funcionários autárquicos em matéria de conciliação entre trabalho e família.