Por Helena Margarida, UTAD TV
O workshop “A Discriminação é falta de Educação: apresentação de Guias de Prevenção e Treino de Competências” vai decorrer no dia 30 de junho, no Museu da Vila Velha Velha em Vila Real.
Contribuir para o desenvolvimento de processos participativos e exercício de cidadania ao nível comunitário; sensibilizar e capacitar os agentes chave que estão envolvidos no combate à discriminação das comunidades ciganas; contribuir para a promoção de redes e parcerias com vista a prevenir e combater a discriminação das comunidades ciganas e apoiar as vítimas, são os objetivos traçados.
Profissionais e Dirigentes das Forças de Segurança; IPSS / ONG; Poder Local; Universidades; Segurança Social; Saúde; Educação; Emprego; Cultura; Justiça; Comunicação Social, são os destinatários deste workshop promovido pelo Núcleo Distrital de Vila Real da EAPN Portugal / Rede Europeia Anti – Pobreza em parceria com o Projeto + Social E6G, Município de Vila Real e Museu da Vila Velha.
O workshop é gratuito, mas sujeito a inscrição prévia enviada para vilareal@eapn.pt até ao dia 28 junho.
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12.4.16
Mirando do Douro assinalou o Dia Internacional do Cigano
In "Mundo Português"
O Município de Miranda do Douro associou-se à campanha “Discriminação é Falta de Educação”, para assinalar o Dia Internacional do Cigano, a 8 de abril.
A campanha, promovida pela EAPN Portugal/Rede Europeia Anti Pobreza, pretende desmistificar o universo “ciganos” e combater a discriminação a que estes são sujeitos.
O objetivo do EAPN é a apostar em ações de sensibilização direcionadas para a sociedade em geral no sentido de promover o desenvolvimento de uma cultura de participação e de solidariedade de forma a reconhecer e a compreender estes cidadãos, assim como as suas necessidades e especificidades culturais.
O Município de Miranda do Douro associou-se à campanha “Discriminação é Falta de Educação”, para assinalar o Dia Internacional do Cigano, a 8 de abril.
A campanha, promovida pela EAPN Portugal/Rede Europeia Anti Pobreza, pretende desmistificar o universo “ciganos” e combater a discriminação a que estes são sujeitos.
O objetivo do EAPN é a apostar em ações de sensibilização direcionadas para a sociedade em geral no sentido de promover o desenvolvimento de uma cultura de participação e de solidariedade de forma a reconhecer e a compreender estes cidadãos, assim como as suas necessidades e especificidades culturais.
6.4.16
Portugal: Rede Europeia Anti-Pobreza lança campanha de sensibilização sobre Comunidades Ciganas
In "Agência Ecclesia"
«A Discriminação é Falta de Educação» é o lema da iniciativa
Porto, 06 abr 2016 (Ecclesia) - A Rede Anti Pobreza (EAPN) em Portugal acaba de lançar uma campanha nacional de sensibilização sobre as Comunidades Ciganas, contra a “discriminação”.
“Preconceitos e estereótipos dominam pensamentos e atitudes e, por isso, a evidência de que há ainda muito por fazer relativamente aos ciganos, esse povo cujo Dia Mundial se celebra a 8 de abril”, refere uma nota da organização, enviada à Agência ECCLESIA.
A campanha ‘A Discriminação é Falta de Educação’, lançada esta terça-feira no Porto, visa chamar a atenção para as “iniquidades” de que as comunidades ciganas são alvo.
“Estamos conscientes de que as atitudes, os comportamentos e as próprias representações sociais resultam de um conjunto de mensagens e informações, geralmente distorcidas da realidade, fundadas em experiências de situações negativas vividas por alguns cidadãos e que se converteram em generalizações”, explica Maria José Vicente, socióloga da EAPN Portugal e coautora, com Sérgio Aires, sociólogo e fotógrafo, do livro ‘O Singular do Plural’ que será apresentado no âmbito desta iniciativa.
A campanha assenta em sete mensagens emitidas por sete cidadãos de etnia cigana que trabalham ou estudam, com o intuito de “quebrar mitos e representações negativas”.
A segunda fase da campanha vai ser apresentada entre 16 e 20 de maio, no Porto, e contempla o lançamento do livro e da respetiva exposição fotográfica ‘O Singular do Plural’.
«A Discriminação é Falta de Educação» é o lema da iniciativa
Porto, 06 abr 2016 (Ecclesia) - A Rede Anti Pobreza (EAPN) em Portugal acaba de lançar uma campanha nacional de sensibilização sobre as Comunidades Ciganas, contra a “discriminação”.
“Preconceitos e estereótipos dominam pensamentos e atitudes e, por isso, a evidência de que há ainda muito por fazer relativamente aos ciganos, esse povo cujo Dia Mundial se celebra a 8 de abril”, refere uma nota da organização, enviada à Agência ECCLESIA.
A campanha ‘A Discriminação é Falta de Educação’, lançada esta terça-feira no Porto, visa chamar a atenção para as “iniquidades” de que as comunidades ciganas são alvo.
“Estamos conscientes de que as atitudes, os comportamentos e as próprias representações sociais resultam de um conjunto de mensagens e informações, geralmente distorcidas da realidade, fundadas em experiências de situações negativas vividas por alguns cidadãos e que se converteram em generalizações”, explica Maria José Vicente, socióloga da EAPN Portugal e coautora, com Sérgio Aires, sociólogo e fotógrafo, do livro ‘O Singular do Plural’ que será apresentado no âmbito desta iniciativa.
A campanha assenta em sete mensagens emitidas por sete cidadãos de etnia cigana que trabalham ou estudam, com o intuito de “quebrar mitos e representações negativas”.
A segunda fase da campanha vai ser apresentada entre 16 e 20 de maio, no Porto, e contempla o lançamento do livro e da respetiva exposição fotográfica ‘O Singular do Plural’.
Rede Anti-Pobreza lança campanha nacional contra discriminação de ciganos
in Público on-line
Sete pessoas dão a cara em cartazes e num vídeo para mostrar que "a discriminação é falta de educação".
Combater a discriminação de que as comunidades ciganas são alvo é o objectivo da campanha nacional lançada nesta terça-feira pela Rede Europeia Anti-Pobreza, em que sete pessoas dão a cara para mostrar que "a discriminação é falta de educação".
"Terem nascido ciganos não significa uma condenação à pobreza. O facto de pertencerem a este grupo étnico não lhes impediu o acesso à educação", explica Sandra Faria Araújo, directora executiva da EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza.
A associação de solidariedade sociedade social preparou um vídeo e cartazes com sete ciganos que decidiram dar o rosto pela campanha e mostrar que, tal como defende o tema da campanha, "a discriminação é falta de educação".
Em pouco mais de um minuto, o vídeo de Miguel Januário, com as fotografias de Sérgio Aires, mostra, entre outros, que o cigano Bruno Oliveira é assistente operacional hospitalar, a cigana Maria Gil é actriz, o cigano Carlos Miguel é secretário de Estado e a cigana Damaris Maia é estudante de bioquímica.
"A campanha assenta em sete mensagens emitidas por sete cidadãos de etnia cigana que trabalham ou estudam também com o intuito de quebrar mitos e representações negativas", explica a associação em comunicado.
São sete rostos e sete vidas para "desconstruir uma reputação negativa", acrescentou a responsável, lembrando que, "nos dias de hoje, ainda subsistem muitos comportamentos negativos" em relação à comunidade cigana.
"É conhecido que as comunidades ciganas têm sido alvo de discriminação e preconceito. São comunidades atingidas pela pobreza e a exclusão social", destacou a dirigente, assinalando como "ainda existe grande marginalização".
A comemorar os seus 25 anos de existência, a EAPN/Portugal mantém "uma preocupação na inclusão de comunidades ciganas na sociedade portuguesa" e, este ano, decidiu lançar uma campanha contra a discriminação.
Além do vídeo, disponível na página de internet da EAPN, a organização não-governamental quer que, a partir de dia 8, Dia Internacional do Cigano, os cartazes preparados estejam disponíveis na sua rede de parceiros nacionais, autarquias e escolas "para uma ampla difusão da campanha".
A segunda fase da campanha será apresentada entre 16 e 20 de Maio, no Porto, e contempla o lançamento do livro e da respectiva exposição fotográfica, denominados O Singular do Plural, com o testemunho de 20 pessoas de etnia cigana.
Sete pessoas dão a cara em cartazes e num vídeo para mostrar que "a discriminação é falta de educação".
Combater a discriminação de que as comunidades ciganas são alvo é o objectivo da campanha nacional lançada nesta terça-feira pela Rede Europeia Anti-Pobreza, em que sete pessoas dão a cara para mostrar que "a discriminação é falta de educação".
"Terem nascido ciganos não significa uma condenação à pobreza. O facto de pertencerem a este grupo étnico não lhes impediu o acesso à educação", explica Sandra Faria Araújo, directora executiva da EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza.
A associação de solidariedade sociedade social preparou um vídeo e cartazes com sete ciganos que decidiram dar o rosto pela campanha e mostrar que, tal como defende o tema da campanha, "a discriminação é falta de educação".
Em pouco mais de um minuto, o vídeo de Miguel Januário, com as fotografias de Sérgio Aires, mostra, entre outros, que o cigano Bruno Oliveira é assistente operacional hospitalar, a cigana Maria Gil é actriz, o cigano Carlos Miguel é secretário de Estado e a cigana Damaris Maia é estudante de bioquímica.
"A campanha assenta em sete mensagens emitidas por sete cidadãos de etnia cigana que trabalham ou estudam também com o intuito de quebrar mitos e representações negativas", explica a associação em comunicado.
São sete rostos e sete vidas para "desconstruir uma reputação negativa", acrescentou a responsável, lembrando que, "nos dias de hoje, ainda subsistem muitos comportamentos negativos" em relação à comunidade cigana.
"É conhecido que as comunidades ciganas têm sido alvo de discriminação e preconceito. São comunidades atingidas pela pobreza e a exclusão social", destacou a dirigente, assinalando como "ainda existe grande marginalização".
A comemorar os seus 25 anos de existência, a EAPN/Portugal mantém "uma preocupação na inclusão de comunidades ciganas na sociedade portuguesa" e, este ano, decidiu lançar uma campanha contra a discriminação.
Além do vídeo, disponível na página de internet da EAPN, a organização não-governamental quer que, a partir de dia 8, Dia Internacional do Cigano, os cartazes preparados estejam disponíveis na sua rede de parceiros nacionais, autarquias e escolas "para uma ampla difusão da campanha".
A segunda fase da campanha será apresentada entre 16 e 20 de Maio, no Porto, e contempla o lançamento do livro e da respectiva exposição fotográfica, denominados O Singular do Plural, com o testemunho de 20 pessoas de etnia cigana.
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