Diana Pinheiro, Daniel Pascoal, Pedro Cardoso e Marco Neiva, in SIC
Numa escola em Oeiras, os telemóveis devem permanecer nas mochilas durante as atividades letivas. Só podem ser usados em casos urgentes, como para falar com os pais. O objetivo é combater o isolamento entre as crianças.
Há cada vez mais escolas que estão a proibir o uso de telemóveis porque os alunos estão cada vez mais isolados. É o caso da Escola Básica João Gonçalves Zarco, em Oeiras.
O estabelecimento de ensino decidiu avançar com a regra porque os alunos passavam demasiado tempo na Internet durante os intervalos e não interagiam com os colegas.
Os 15 minutos de intervalo são aproveitados para brincar com os colegas e por a conversa em dia. Poucos telemóveis são vistos.. e quando acontece tanto as funcionárias como os professores tentam explicar a importância da nova regra.
“A escola decidiu dar este passo porque no ano passado todos os professores sentiram que os telemóveis estavam a ter um peso muito grande na vida dos alunos”, conta a coordenadora da Escola Básica João Gonçalves Zarco, Isabel Leal.
E por isso, desde o início da semana, os telemóveis devem permanecer nas mochilas durante as atividades letivas. Só podem ser usados em casos urgentes, por exemplo para falar com os pais.
“Devia chegar a todas as escolas”
“Isto nem devia ser uma recomendação, devia ser uma proibição que devia chegar a todas as escolas, até aos mais velhos, porque, de facto, os telemóveis estão a acabar com a comunicação entre as crianças”, diz Sandra Silva, encarregada de educação.
A maioria recebeu o primeiro telemóvel por volta dos seis anos e desde cedo começaram a lidar com diversas aplicações e, por consequência, a passar largas horas na Internet.
O que dizem as crianças?
Apesar da medida ter entrado em vigor este ano letivo, os alunos já notam diferenças no tempo em que passam na escola.
"Gosto da regra, temos mais tempo para jogar futebol e conversar", diz um aluno. "É uma boa medida, estamos muito agarrados ao telemóvel e já ouvi falar que faz mal", afirma outra.
Um tema complexo, reconhece ministro
Também outros agrupamentos decidiram avançar com a proibição. O ministro da Educação, João Costa, reconhece que se trata de um tema complexo, enquanto o Bloco de Esquerda defende que o Governo deve criar uma regulamentação.
O que dizem os dados?
Em novembro do ano passado, um estudo mostrou que 95% das crianças portuguesas com 10 ou mais anos já têm o seu próprio telemóvel. Entre os ainda mais novos, 34% também já possuem um smartphone.
Os dados foram obtidos pela Boutique Research, empresa de estudos de mercado, para a cadeia de lojas de artigos tecnológicos Hubside Store.
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21.9.23
3.2.21
As linhas telefónicas que ajudam quem mais precisa em Oeiras
Ana Meireles, in DN
Com o aparecimento da covid-19, a Câmara de Oeiras criou duas linhas telefónicas para ajudar os munícipes que mais precisam. E uma outra para receber inscrições de voluntários.O espaço da Câmara de Oeiras onde funcionam desde março as três linhas de apoio e emergência criadas pela autarquia por causa da covid-19 não é uma representação fiel da equipa de pessoas que todos os dias escutam ao telefone desabafos e pedidos de ajuda. Lá estão apenas os funcionários voluntários, todos os outros atendem os telefones das linhas de Emergência Social (915 407 455), de Apoio Psicológico (914 354 326) e de Voluntários (214 420 463/210 977 439) a partir de casa.
"Estas linhas foram criadas pelo município de Oeiras como resposta ao contexto pandémico que vivemos, e que tem fragilizado em termos sociais, económicos e psicológicos muitas famílias, e resultou da necessidade identificada da criação de um meio de contacto direto com os cidadãos mais vulneráveis", explica ao DN Isaltino Morais, o presidente da câmara municipal.
"Quanto à Linha de Emergência Social, numa fase inicial, demos prioridade aos idosos com mais de 65 anos, que devido ao confinamento não deveriam sair à rua, e a pessoas infetadas com covid-19. Atualmente, esta linha destina-se a todos os munícipes que se encontram em situação de vulnerabilidade social", acrescenta o autarca
A mais procurada é a de Emergência Social, que entre 19 de março e 19 de janeiro recebeu 649 chamadas. O pico foi nos primeiros três meses, com cerca de 400 a 500 telefonemas. A maioria dos telefonemas foram feitos por mulheres e a média de idades ronda os 50 anos. "Esta linha muitas vezes tem também a vertente do apoio psicológico, porque as pessoas também se sentem muito desamparadas. A esta linha chegam-nos famílias que tinham a sua vida organizada e que, de repente, se viram numa situação de lay-off ou numa situação de desemprego e estão um bocadinho perdidas porque não sabem a que entidades podem recorrer", conta Ivone Afonso, chefe da divisão de Coesão Social da Câmara de Oeiras, prevendo que com o atual encerramento das escolas o número de chamadas vá aumentar, depois de um período mais tranquilo.
A linha Voluntariado serve para receber inscrições de moradores do concelho de Oeiras que querem ajudar o próximo nesta altura de pandemia. Receberam até 19 de janeiro 546 inscrições, com uma predominância entre os 18 e os 54 anos, de ambos os sexos. No que diz respeito aos voluntários efetivos (os que passaram da inscrição à ação), a média de idades está entre os 25 e os 40 anos. Estas pessoas ajudam na entrega de refeições, na compra de produtos alimentares ou medicamentos para entregar em casa de quem precisa.
Já a Linha de Apoio Psicológico recebeu 254 telefonemas até ao passado dia 19, embora tenha estado inativa entre 1 de julho e 1 de novembro. Mais de metade dos relatos recebidos dizem respeito a situações de ansiedade, depressão e solidão, vindas da sua maioria de mulheres. "Houve pessoas que ligaram mais do que uma vez. Havia a preocupação de os colegas fazerem algum acompanhamento, para que as pessoas não se sentissem tão sozinhas. Agora as pessoas voltaram ao confinamento e já sabem ao que vão, mas naqueles primeiros tempos, em que ninguém sabia muito bem como é que isto ia ser, provocou algum desnorte nas pessoas, nomeadamente naquelas pessoas sozinhas, sem rede de apoio, que se sentiram completamente desamparadas. Esta linha, no fundo, assume-se como uma linha de conforto", declara Ivone Afonso.
Pedidos que não se esquecem
Esta responsável também já passou pelo atendimento de chamadas nas linhas e há pedidos de ajuda que não vai esquecer. "Houve aqui situações, nomeadamente daqueles agregados monoparentais, de irem para lay-off ou ficarem desempregados sem direito a qualquer prestação e depararem-se com a situação de "e agora como é que eu vou pagar as despesas, como é que eu vou dar de comer ao meu filho?". Eu também sou mãe e este tipo de situações também acabam por nos marcar", conta. "Na parte dos idosos tivemos aqui também algumas situações de nos ligarem a chorar dizendo coisas como "agora não vou poder sair de casa, como é que vai ser a minha vida? Vou ficar sem comida, vou ficar sem poder comer?", e mesmo as colegas que estão na linha da frente no acompanhamento de situações sociais acabaram por se comover muito com várias situações", prossegue Ivone Afonso.
"Eu ia um bocadinho com o coração nas mãos quando ia para casa, porque ia para o conforto do meu lar, para a minha família. Era e é um sentido de dever cumprido, de poder fazer a diferença na vida das pessoas, mas percebe-se que aquilo que nós possibilitamos é uma pequena parte no caos em que às vezes a vida daquelas pessoas está", confessa.
Investimentos de 1,4 milhões
Numa primeira fase, trabalharam dez pessoas no atendimento da Linha de Emergência Social. Agora, esse número baixou para metade, com uma retaguarda de mais três pessoas. Na Linha de Apoio Psicológico estão ao telefone três psicólogos e na Linha Voluntários são cinco pessoas. "Estas linhas não têm custos diretos de funcionamento, uma vez que os atendimentos são feitos por recursos humanos da edilidade. No entanto, resultando dos atendimentos a ativação de recursos - nomeadamente, o Fundo de Emergência Social, disponibilização de refeições confecionadas, entre outros - e o apoio imediato das necessidades, como a entrega de produtos alimentares e de medicamentos, este investimento rondará os 1,4 milhões de euros", adianta ao DN o presidente da Câmara de Oeiras. A maior fatia deste investimento (1,07 milhões) está adjudicada ao Fundo de Emergência Social, especificou. Isaltino Morais garante ainda que "estas três linhas ficarão ativas enquanto o atual contexto de pandemia o justificar."
18.11.20
“Eu sou do bairro” é a campanha com que Oeiras quer combater estigmas
“Esta ideia nasceu numa altura em que havia uma discussão muito acalorada, a que assisti com perplexidade, para saber se os portugueses eram ou não racistas”, diz Isaltino Morais.
“Eu sou do Bairro” é o nome da nova campanha lançada pelo município de Oeiras e que pretende acabar com os preconceitos relativamente aos bairros sociais, dando a conhecer casos de sucesso de jovens oriundos destes locais.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, diz que a ideia de lançar este projecto surgiu num momento em que o tema do racismo ocupava as manchetes da imprensa e que isso o impeliu a mostrar que “há coisas boas que se fazem neste país”. “Nascer num bairro social não deve ser um estigma, e o que pretendemos com esta iniciativa é puxar para cima e mostrar as coisas boas que se fazem neste país, independentemente da cor dos cidadãos ou da sua religião”, frisa o autarca.
Admitindo-se “orgulhoso” pelo trabalho desenvolvido em Oeiras no plano da habitação, “pioneiro na eliminação das barracas”, Isaltino Morais realça também que pode assistir à ascensão social de pessoas oriundas desses bairros e que a discussão deve ser em torno do combate às desigualdades e não sobre a cor de pele.
“Esta ideia nasceu numa altura em que havia uma discussão muito acalorada, a que assisti com perplexidade, para saber se os portugueses eram ou não racistas, quando julgo que o mais relevante é combater as desigualdades e a pobreza. Por isso, entendemos que era fundamental chamar à atenção para casos de pessoas que, tendo nascido num meio adverso, numa barraca, souberam aproveitar as oportunidades para vingar e conseguiram quebrar o ciclo de pobreza através da educação e do seu desenvolvimento pessoal”, sublinha o autarca.
Um desses casos é o do protagonista do primeiro vídeo do projecto, Marcelino Sambé, bailarino principal do Royal Ballet de Londres, que nasceu e cresceu no bairro do Alto da Loba, em Paço de Arcos.
Nesta campanha, que terá mais vídeos a serem lançados nas próximas semanas, participaram jovens cujas origens são de bairros municipais de Oeiras e que hoje se destacam como bailarinos, modelos, apresentadores e actores, desportistas, políticos ou advogados. Alguns desses jovens assistiram à transformação do concelho, particularmente dos locais onde moravam, antigos bairros de barracas que hoje desapareceram.
“Eu sou do Bairro” é o nome da nova campanha lançada pelo município de Oeiras e que pretende acabar com os preconceitos relativamente aos bairros sociais, dando a conhecer casos de sucesso de jovens oriundos destes locais.
Em declarações à agência Lusa, o presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, diz que a ideia de lançar este projecto surgiu num momento em que o tema do racismo ocupava as manchetes da imprensa e que isso o impeliu a mostrar que “há coisas boas que se fazem neste país”. “Nascer num bairro social não deve ser um estigma, e o que pretendemos com esta iniciativa é puxar para cima e mostrar as coisas boas que se fazem neste país, independentemente da cor dos cidadãos ou da sua religião”, frisa o autarca.
Admitindo-se “orgulhoso” pelo trabalho desenvolvido em Oeiras no plano da habitação, “pioneiro na eliminação das barracas”, Isaltino Morais realça também que pode assistir à ascensão social de pessoas oriundas desses bairros e que a discussão deve ser em torno do combate às desigualdades e não sobre a cor de pele.
“Esta ideia nasceu numa altura em que havia uma discussão muito acalorada, a que assisti com perplexidade, para saber se os portugueses eram ou não racistas, quando julgo que o mais relevante é combater as desigualdades e a pobreza. Por isso, entendemos que era fundamental chamar à atenção para casos de pessoas que, tendo nascido num meio adverso, numa barraca, souberam aproveitar as oportunidades para vingar e conseguiram quebrar o ciclo de pobreza através da educação e do seu desenvolvimento pessoal”, sublinha o autarca.
Um desses casos é o do protagonista do primeiro vídeo do projecto, Marcelino Sambé, bailarino principal do Royal Ballet de Londres, que nasceu e cresceu no bairro do Alto da Loba, em Paço de Arcos.
Nesta campanha, que terá mais vídeos a serem lançados nas próximas semanas, participaram jovens cujas origens são de bairros municipais de Oeiras e que hoje se destacam como bailarinos, modelos, apresentadores e actores, desportistas, políticos ou advogados. Alguns desses jovens assistiram à transformação do concelho, particularmente dos locais onde moravam, antigos bairros de barracas que hoje desapareceram.
30.7.20
Oeiras tem os maiores rendimentos do país
Ana Sofia Santos, in Expresso
Em 2018, o rendimento bruto declarado mediano, depois de descontado o IRS suportado por cada sujeito passivo, foi de 9 067 euros em Portugal, num aumento de 4,4% face ao ano anterior, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).
A Área Metropolitana de Lisboa (10 750 euros), Leiria (9 285 euros), Coimbra (9 231 euros), Alentejo Central (9 194 euros) e Aveiro (9 159 €) foram as sub-regiões “com rendimentos medianos mais elevados, superiores à referência nacional”, destaca o INE.
Por oposição, as populações que ganham menos vivem nas sub-regiões do Alto Tâmega (7 065 euros), do Tâmega e Sousa (7 410 euros) e do Douro (7 644 euros), que registaram os rendimentos medianos mais baixos, inferiores a 8 mil euros por sujeito passivo.
“O retrato municipal do rendimento bruto declarado mediano deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo evidenciava, em 2018, 63 municípios com valores acima da referência nacional e, com valores mais baixos (inferiores a 7 500 euros), um conjunto de municípios sobretudo da região Norte”, acrescenta o INE.
Ou seja, cerca de um quinto dos municípios registaram rendimentos médios líquidos de IRS por contribuinte acima da média nacional de 9 067 euros. Por outro lado, em 55 municípios, sobretudo localizados na região Norte, “o valor mediano do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo não atingia 7 500 euros”.
Resende, no distrito de Viseu, voltou a ser a localidade com menor rendimento por contribuinte, com 5 730 euros, em 2018, e 5 481, em 2017.
No total, 31 municípios tinham valores acima de 10 mil euros, mais 16 do que em 2017. E com valores acima de 11 mil euros destacavam-se, em 2018, os municípios de Oeiras (13 527 euros), Lisboa (11 499 euros), Cascais (11 488 euros), Alcochete (11 147 euros) e Entroncamento (11 061 euros).
“Neste contexto, salienta-se que os 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa apresentavam valores medianos do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo superiores à referência nacional, sendo que 15 apresentavam também valores acima de 10 mil euros (as exceções foram os municípios do Montijo, Loures e Moita”, refere o gabinete de estatística.
Além da Área Metropolitana de Lisboa, sobressaem no Norte do país os quatro municípios contíguos da Área Metropolitana do Porto – Porto (10 757 euros), Maia (10 190 euros), Matosinhos (9 921 euros) e Vila Nova de Gaia (9 153 euros) e, ainda os municípios de Bragança (9 458 euros) e Braga (9 295 euros).
O INE explica ao Expresso que “privilegia a análise do ‘valor mediano’ (do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo) e não o valor médio” porque a mediana é um parâmetro “mais robusto do que a média ao efeito de valores extremos na leitura do comportamento tendencial do rendimento à escala local, nomeadamente, em distribuições fortemente assimétricas, como é o caso”.
Chamusca é onde existe menor disparidade de rendimentos
A Lezíria do Tejo foi a sub-região onde se verificou a menor disparidade no rendimento bruto declarado mediano deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo entre municípios (1 442 euros): o menor valor registou-se na Chamusca (8 012 euros) e o maior em Santarém (9 453 euros). Por outro lado, a Área Metropolitana de Lisboa registou a maior amplitude (diferença) de rendimentos entre municípios: 3 849 euros.
Em 2017, o valor mediano do rendimento bruto declarado, deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo, foi de 8 687 euros em Portugal. Nesse ano, em 64 municípios, os valores medianos do rendimento bruto declarado, deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo, foram superiores à referência nacional. O coeficiente de Gini, indicador habitualmente utilizado para sintetizar o grau de desigualdade de uma distribuição de rendimentos, apresentou valores superiores à referência nacional em 34 municípios.
Mais uma vez, 18 municípios da Área Metropolitana de Lisboa apresentavam valores medianos do rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado por sujeito passivo superiores à referência nacional, sendo que nove apresentavam também valores acima de 10 000 euros, destacando-se Oeiras, com 12 935 euros, com o valor mais elevado do país.
Esta análise do INE insere-se no âmbito das novas publicações que estão a ser desenvolvidas, sendo estatísticas que se distinguem “por duas características: inserem-se em projetos de novos produtos estatísticos que ainda não foram inteiramente completados e, contudo, expressam já informação que se pode revelar útil para a análise económica e social”, explica o organismo.
Esta é a segunda edição das ‘Estatísticas de Rendimento ao nível local’ que, segundo o INE, resultam do aproveitamento de fontes administrativas, nomeadamente a informação da nota de liquidação do IRS (modelo 3), obtida da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) ao abrigo de um protocolo celebrado com o gabinete de estatística.
Os resultados apresentados nesta publicação baseiam-se nos valores do ‘Rendimento bruto declarado’, do ‘IRS Liquidado’ e da variável derivada ‘Rendimento bruto declarado deduzido do IRS liquidado’ por agregado fiscal e por sujeito passivo. O ano em que se centra a análise é 2018, embora seja apresentada informação para o período de 2016 a 2018.
O INE salienta que na nota de liquidação do IRS não é possível distinguir nem a origem e natureza dos rendimentos abrangidos nem, no caso dos agregados familiares com dois sujeitos passivos, os respetivos contributos para esses rendimentos.
25.2.15
Oeiras sorteia dez casas para jovens. Só tem umas horas para concorrer
por Inês Banha, in Diário de Notícias
Autarquia quer atrair população ativa. Candidatos têm de ter entre 18 e 35 anos e trabalhar ou morar há três no concelho.
É uma corrida contra o tempo se residir ou trabalhar há pelo menos três anos no concelho de Oeiras, tiver entre 18 e 35 anos e quiser arrendar uma habitação a preços acessíveis no centro histórico de Oeiras ou de Paços de Arcos: até às 16.00 de hoje, pode candidatar-se a habitar, a partir de 28 de março, uma casa reabilitada por um preço mensal abaixo do valor de mercado mas acima do dos bairros municipais. A atribuição, por sorteio, decorre amanhã, às 15.00.
A primeira paragem é na Rua Costa Pinto. Em dois edifícios que, descreve por e-mail o município, têm características típicas das habitações do sul do país e uma "linguagem mais rural", estão disponíveis um T1 com cerca de 40 metros quadrados e constituído por um quarto, uma área comum com kitchenette, uma casa de banho e um espaço para arrumos e um T0 com 22 metros quadrados, composto também por uma sala comum com kitchenette e uma casa de banho. Os preços não estão disponíveis, mas em dezembro de 2012, por exemplo, um apartamento T1 no centro histórico da vila foi arrendado no âmbito do mesmo programa por 340 euros mensais.
Autarquia quer atrair população ativa. Candidatos têm de ter entre 18 e 35 anos e trabalhar ou morar há três no concelho.
É uma corrida contra o tempo se residir ou trabalhar há pelo menos três anos no concelho de Oeiras, tiver entre 18 e 35 anos e quiser arrendar uma habitação a preços acessíveis no centro histórico de Oeiras ou de Paços de Arcos: até às 16.00 de hoje, pode candidatar-se a habitar, a partir de 28 de março, uma casa reabilitada por um preço mensal abaixo do valor de mercado mas acima do dos bairros municipais. A atribuição, por sorteio, decorre amanhã, às 15.00.
A primeira paragem é na Rua Costa Pinto. Em dois edifícios que, descreve por e-mail o município, têm características típicas das habitações do sul do país e uma "linguagem mais rural", estão disponíveis um T1 com cerca de 40 metros quadrados e constituído por um quarto, uma área comum com kitchenette, uma casa de banho e um espaço para arrumos e um T0 com 22 metros quadrados, composto também por uma sala comum com kitchenette e uma casa de banho. Os preços não estão disponíveis, mas em dezembro de 2012, por exemplo, um apartamento T1 no centro histórico da vila foi arrendado no âmbito do mesmo programa por 340 euros mensais.
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