In "Sic Notícias"
Portugal foi o país da União Europeia (UE) que recebeu mais remessas de transferências pessoais de emigrantes em 2014 (4,8 mil milhões de euros), segundo dados do Eurostat.
No ano passado, dos 4,8 mil milhões de euros recebidos em Portugal, 2,6 mil milhões foram remessas de residentes na UE e 2,2 mil milhões foram transferidos por emigrantes fora do espaço comunitário.
Em segundo lugar nas entradas de dinheiro proveniente de emigrantes, segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, vem a Polónia (2,8 mil milhões de euros), o Reino Unido (2,4 mil milhões), a Itália (2,1 mil milhões) e a Roménia (2,0 mil milhões).
No que respeita a saídas de verbas das transferências pessoais, a França lidera com 9,4 mil milhões, seguida do Reino Unido (6,8 mil milhões), Itália (6,5 mil milhões) e Espanha (5,9 mil milhões, referentes apenas a pagamentos a trabalhadores expatriados).
Na média da UE, entraram 11 mil milhões de remessas e saíram 29,3 mil milhões em 2014.
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9.12.15
22.4.15
Remessas de emigrantes subiram 11%
in Jornal de Notícias
As remessas de emigrantes subiram 11% em fevereiro, para 261,4 milhões de euros, ao passo que as verbas enviadas pelos imigrantes em Portugal para os seus países aumentaram 4,4%, para 39,2 milhões.
De acordo com os dados disponibilizados hoje pelo Banco de Portugal no Boletim Estatístico, os portugueses em França foram os que mais enviaram verbas para Portugal, registando um aumento de praticamente 15%, para 81,7 milhões de euros, seguidos pelos emigrantes portugueses na Suíça, que enviaram 67,3 milhões de euros, o que representa uma subida de 12,3% face ao que tinham enviado em fevereiro do ano passado.
Entre os países lusófonos cujos dados já estão disponíveis, o destaque vai para as verbas enviadas de Angola para Portugal, que registaram um decréscimo de 4,3%, de 21,6 milhões de euros em fevereiro do ano passado, para 20,7 milhões em fevereiro deste ano.
Em sentido inverso, ou seja, de verbas enviadas pelos angolanos a trabalhar em Portugal, registou-se uma subida significativa: em fevereiro do ano passado, os imigrantes angolanos tinham enviado para o seu país 860 mil euros, mas em fevereiro deste ano enviaram 1,4 milhões de euros, o que mostra uma subida de 63,9%.
As remessas de emigrantes subiram 11% em fevereiro, para 261,4 milhões de euros, ao passo que as verbas enviadas pelos imigrantes em Portugal para os seus países aumentaram 4,4%, para 39,2 milhões.
De acordo com os dados disponibilizados hoje pelo Banco de Portugal no Boletim Estatístico, os portugueses em França foram os que mais enviaram verbas para Portugal, registando um aumento de praticamente 15%, para 81,7 milhões de euros, seguidos pelos emigrantes portugueses na Suíça, que enviaram 67,3 milhões de euros, o que representa uma subida de 12,3% face ao que tinham enviado em fevereiro do ano passado.
Entre os países lusófonos cujos dados já estão disponíveis, o destaque vai para as verbas enviadas de Angola para Portugal, que registaram um decréscimo de 4,3%, de 21,6 milhões de euros em fevereiro do ano passado, para 20,7 milhões em fevereiro deste ano.
Em sentido inverso, ou seja, de verbas enviadas pelos angolanos a trabalhar em Portugal, registou-se uma subida significativa: em fevereiro do ano passado, os imigrantes angolanos tinham enviado para o seu país 860 mil euros, mas em fevereiro deste ano enviaram 1,4 milhões de euros, o que mostra uma subida de 63,9%.
19.3.15
Remessas de emigrantes sobem 14,6% em janeiro
in Jornal de Notícias
As remessas dos emigrantes subiram 14,6% para 261,8 milhões de euros em janeiro. As verbas enviadas pelos estrangeiros a trabalhar em Portugal desceram 10,8% para 44 milhões de euros.
De acordo com os dados divulgados, esta quinta-feira, pelo Banco de Portugal (BdP) no Boletim Estatístico, os portugueses em França continuam a ser os maiores emissores de verbas para o território nacional, tendo aumentado os valores em 16,1%, que passaram de 68,6 milhões em janeiro do ano passado para 79,6 milhões de euros em janeiro deste ano.
Os portugueses na Suíça ocupam o segundo lugar desta lista, tendo enviado 63,1 milhões de euros, o que, comparando com os 56,4 milhões enviados em janeiro do ano passado, mostra uma subida de 11,9%.
Em sentido inverso, ou seja, dos estrangeiros a trabalhar em Portugal, o destaque vai para a forte subida dos angolanos, que enviaram 2,3 milhões de euros, o que representa uma subida de quase 150% face aos 930 mil euros que tinham enviado em janeiro do ano passado.
Os brasileiros, por seu turno, enviaram 20,2 milhões de euros, o que revela uma descida de quase 28% comparativamente 28,1 milhões que tinham remetido para o seu país no primeiro mês do ano passado.
As remessas dos emigrantes subiram 14,6% para 261,8 milhões de euros em janeiro. As verbas enviadas pelos estrangeiros a trabalhar em Portugal desceram 10,8% para 44 milhões de euros.
De acordo com os dados divulgados, esta quinta-feira, pelo Banco de Portugal (BdP) no Boletim Estatístico, os portugueses em França continuam a ser os maiores emissores de verbas para o território nacional, tendo aumentado os valores em 16,1%, que passaram de 68,6 milhões em janeiro do ano passado para 79,6 milhões de euros em janeiro deste ano.
Os portugueses na Suíça ocupam o segundo lugar desta lista, tendo enviado 63,1 milhões de euros, o que, comparando com os 56,4 milhões enviados em janeiro do ano passado, mostra uma subida de 11,9%.
Em sentido inverso, ou seja, dos estrangeiros a trabalhar em Portugal, o destaque vai para a forte subida dos angolanos, que enviaram 2,3 milhões de euros, o que representa uma subida de quase 150% face aos 930 mil euros que tinham enviado em janeiro do ano passado.
Os brasileiros, por seu turno, enviaram 20,2 milhões de euros, o que revela uma descida de quase 28% comparativamente 28,1 milhões que tinham remetido para o seu país no primeiro mês do ano passado.
21.1.15
Remessas aumentam graças à valorização do franco suíço
por Rafaela Burd Relvas, in Dinheiro Vivo
Depois da abolição da taxa de câmbio mínima do franco suíço face ao euro, a moeda única já está na paridade quase absoluta. Os portugueses aproveitam para enviar remessas.
"É uma verdadeira loucura. Por todo o lado, os portugueses estão a aproveitar o acontecimento para enviar remessas para Portugal. São milhares de euros". Quem o diz é Manuel Beja, membro do Conselho das Comunidades Portuguesas e do Conselho Permanente da Comunidade Portuguesa na Suíça. "Acho que não houve um português que não tenha aproveitado esta situação", afirma ao DN, questionado sobre a corrida aos bancos por parte dos portugueses emigrados na Suíça.
A valorização do franco suíço face ao euro foi uma má notícia para os funcionários que recebem o salário em euros, como diplomatas ou professores. Mas quem recebe na moeda local sai a ganhar. Se, na semana passada, 1000 francos suíços valiam cerca de 800 euros, depois de, na quinta-feira, o Banco Nacional Suíço ter abolido a taxa de câmbio mínima do franco suíço face ao euro, mil francos valem, esta semana, mais de 990 euros. Mais precisamente, um euro já só valia, na terça-feira, 1,00547 francos, isto é, estava na paridade quase absoluta. Porque já compensa, e porque "muitos ainda temem" que o câmbio venha a inverter a tendência, os portugueses estão a enviar mais remessas para Portugal, embora não se possa ainda contabilizar o montante, já que o Banco de Portugal só tem dados disponíveis até outubro de 2014. Nesse mês, as remessas enviadas pelos emigrantes na Suíça ascendiam a 65,83 milhões de euros, acima dos 62 milhões registados em outubro de 2013.
Os bancos confirmam. Isaura Rovisco, responsável de representação da Caixa Geral de Depósitos em Genebra, adiantou à Lusa que "houve um aumento de telefonemas para pedir informações sobre o câmbio e um aumento de pedidos de talões para enviar dinheiro para Portugal". O mesmo aconteceu nas representações comerciais do Millenium BCP e do BPI, que confirmam ter havido uma grande subida de pedidos de talões de envio de dinheiro, não adiantando, porém, uma estimativa do montante já enviado para Portugal.
Para já, "no que diz respeito ao mercado livre cambial, a situação favorece-nos", admite Manuel Beja. "Mas as consequências que poderão advir disto ainda não são conhecidas. Prevê-se uma guerra cambial que vai definir o futuro das pessoas", alerta.
Para as empresas, pelo menos as importadoras, a valorização do franco suíço é favorável. Já as exportadoras, diz Manuel Beja, "estão em pânico" com os negócios que poderão vir a perder, por verem os seus produtos ficarem mais caros para os clientes estrangeiros. A situação será particularmente dramática para a indústria de alta tecnologia, grande exportadora do país, e para o turismo, com os custos para visitar a Suíça a ficarem mais elevados.
O responsável lembra ainda "outra face" desta situação. "Neste momento, o movimento é favorável para a maioria dos emigrantes. Mas as discussões entre sindicatos e organizações patronais já indicam que haverá uma diminuição dos salários e um corte de postos de trabalho. Isso afetará, certamente, muitos portugueses".
O PSD já pediu que se defina uma estratégia a breve prazo e o Governo está, neste momento, a avaliar as opções legais para minimizar os impactos nas remunerações e abonos dos funcionários consulares a trabalharem na Suíça, anunciou ontem o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Depois da abolição da taxa de câmbio mínima do franco suíço face ao euro, a moeda única já está na paridade quase absoluta. Os portugueses aproveitam para enviar remessas.
"É uma verdadeira loucura. Por todo o lado, os portugueses estão a aproveitar o acontecimento para enviar remessas para Portugal. São milhares de euros". Quem o diz é Manuel Beja, membro do Conselho das Comunidades Portuguesas e do Conselho Permanente da Comunidade Portuguesa na Suíça. "Acho que não houve um português que não tenha aproveitado esta situação", afirma ao DN, questionado sobre a corrida aos bancos por parte dos portugueses emigrados na Suíça.
A valorização do franco suíço face ao euro foi uma má notícia para os funcionários que recebem o salário em euros, como diplomatas ou professores. Mas quem recebe na moeda local sai a ganhar. Se, na semana passada, 1000 francos suíços valiam cerca de 800 euros, depois de, na quinta-feira, o Banco Nacional Suíço ter abolido a taxa de câmbio mínima do franco suíço face ao euro, mil francos valem, esta semana, mais de 990 euros. Mais precisamente, um euro já só valia, na terça-feira, 1,00547 francos, isto é, estava na paridade quase absoluta. Porque já compensa, e porque "muitos ainda temem" que o câmbio venha a inverter a tendência, os portugueses estão a enviar mais remessas para Portugal, embora não se possa ainda contabilizar o montante, já que o Banco de Portugal só tem dados disponíveis até outubro de 2014. Nesse mês, as remessas enviadas pelos emigrantes na Suíça ascendiam a 65,83 milhões de euros, acima dos 62 milhões registados em outubro de 2013.
Os bancos confirmam. Isaura Rovisco, responsável de representação da Caixa Geral de Depósitos em Genebra, adiantou à Lusa que "houve um aumento de telefonemas para pedir informações sobre o câmbio e um aumento de pedidos de talões para enviar dinheiro para Portugal". O mesmo aconteceu nas representações comerciais do Millenium BCP e do BPI, que confirmam ter havido uma grande subida de pedidos de talões de envio de dinheiro, não adiantando, porém, uma estimativa do montante já enviado para Portugal.
Para já, "no que diz respeito ao mercado livre cambial, a situação favorece-nos", admite Manuel Beja. "Mas as consequências que poderão advir disto ainda não são conhecidas. Prevê-se uma guerra cambial que vai definir o futuro das pessoas", alerta.
Para as empresas, pelo menos as importadoras, a valorização do franco suíço é favorável. Já as exportadoras, diz Manuel Beja, "estão em pânico" com os negócios que poderão vir a perder, por verem os seus produtos ficarem mais caros para os clientes estrangeiros. A situação será particularmente dramática para a indústria de alta tecnologia, grande exportadora do país, e para o turismo, com os custos para visitar a Suíça a ficarem mais elevados.
O responsável lembra ainda "outra face" desta situação. "Neste momento, o movimento é favorável para a maioria dos emigrantes. Mas as discussões entre sindicatos e organizações patronais já indicam que haverá uma diminuição dos salários e um corte de postos de trabalho. Isso afetará, certamente, muitos portugueses".
O PSD já pediu que se defina uma estratégia a breve prazo e o Governo está, neste momento, a avaliar as opções legais para minimizar os impactos nas remunerações e abonos dos funcionários consulares a trabalharem na Suíça, anunciou ontem o Ministério dos Negócios Estrangeiros.
25.3.14
Remessas de emigrantes subiram 9,6% em 2013
in Sol
As remessas dos emigrantes subiram 9,6% no ano passado, superando pela primeira vez os 3 mil milhões de euros, ao passo que o dinheiro enviado pelos imigrantes em Portugal aumentou 5%, para 556 milhões de euros.
De acordo com os dados do Boletim Estatístico, hoje divulgado pelo Banco de Portugal, os trabalhadores portugueses em França continuam a ser os que mais dinheiro enviam, tendo remetido mais de 894 milhões de euros para Portugal no ano passado, o que representa uma subida de 5,7% face ao dinheiro enviado em 2012.
Em segundo lugar na lista dos emigrantes que mais dinheiro enviam está a Suíça, país de onde foram enviados 738 milhões de euros em 2013, mais 5,8% do que ano anterior.
Em sentido inverso, a tendência também é de subida, mas os valores são significativamente menores: os estrangeiros a trabalhar em Portugal enviaram para os seus países mais de 556 milhões de euros no ano passado, o que representa uma subida de 5,8% face aos 525 milhões enviados em 2012.
Sem surpresa, os emigrantes brasileiros em Portugal foram responsáveis por cerca de metade do dinheiro enviado para os países de origem, representando 253 milhões de euros, o que revela uma subida de 12,2% face aos 225 milhões enviados no ano anterior.
Lusa/SOL
As remessas dos emigrantes subiram 9,6% no ano passado, superando pela primeira vez os 3 mil milhões de euros, ao passo que o dinheiro enviado pelos imigrantes em Portugal aumentou 5%, para 556 milhões de euros.
De acordo com os dados do Boletim Estatístico, hoje divulgado pelo Banco de Portugal, os trabalhadores portugueses em França continuam a ser os que mais dinheiro enviam, tendo remetido mais de 894 milhões de euros para Portugal no ano passado, o que representa uma subida de 5,7% face ao dinheiro enviado em 2012.
Em segundo lugar na lista dos emigrantes que mais dinheiro enviam está a Suíça, país de onde foram enviados 738 milhões de euros em 2013, mais 5,8% do que ano anterior.
Em sentido inverso, a tendência também é de subida, mas os valores são significativamente menores: os estrangeiros a trabalhar em Portugal enviaram para os seus países mais de 556 milhões de euros no ano passado, o que representa uma subida de 5,8% face aos 525 milhões enviados em 2012.
Sem surpresa, os emigrantes brasileiros em Portugal foram responsáveis por cerca de metade do dinheiro enviado para os países de origem, representando 253 milhões de euros, o que revela uma subida de 12,2% face aos 225 milhões enviados no ano anterior.
Lusa/SOL
21.11.13
Remessas de emigrantes subiram 10,8%
in Jornal de Notícias
As remessas de trabalhadores portugueses no estrangeiro subiram 10,8% em setembro, acelerando para os 212 milhões de euros, ao passo que o envio de dinheiro por estrangeiros em Portugal subiu 5,4%, para 46,3 milhões de euros.
De acordo com o boletim estatístico do Banco de Portugal, divulgado esta quinta-feira, os emigrantes nacionais tinham enviado para Portugal, de janeiro a setembro, 2,19 mil milhões de euros, ao passo que os imigrantes em território nacional tinham enviado para os seus países de origem um total de 410 milhões de euros.
Em setembro, a França liderou a lista dos países emissores de divisa por parte dos trabalhadores, com 57,6 milhões de euros, o que representa uma subida de 4,2% face a setembro do ano passado, superando a Suíça, país de onde os emigrantes portugueses enviaram 50,3 milhões, subindo 11,8% face ao mês homólogo de 2012.
Olhando em sentido inverso, constata-se que os imigrantes brasileiros são, de longe, os que mais dinheiro enviam para o seu país: os dados mostram que os brasileiros enviaram 23,4 milhões de euros em setembro, representando uma subida de 29,8% face a setembro do ano passado.
Nos primeiros nove meses deste ano, aliás, o montante de dinheiro enviado para o Brasil (176 milhões) pelos seus trabalhadores supera a soma dos envios de todos os outros imigrantes em território nacional.
As remessas de trabalhadores portugueses no estrangeiro subiram 10,8% em setembro, acelerando para os 212 milhões de euros, ao passo que o envio de dinheiro por estrangeiros em Portugal subiu 5,4%, para 46,3 milhões de euros.
De acordo com o boletim estatístico do Banco de Portugal, divulgado esta quinta-feira, os emigrantes nacionais tinham enviado para Portugal, de janeiro a setembro, 2,19 mil milhões de euros, ao passo que os imigrantes em território nacional tinham enviado para os seus países de origem um total de 410 milhões de euros.
Em setembro, a França liderou a lista dos países emissores de divisa por parte dos trabalhadores, com 57,6 milhões de euros, o que representa uma subida de 4,2% face a setembro do ano passado, superando a Suíça, país de onde os emigrantes portugueses enviaram 50,3 milhões, subindo 11,8% face ao mês homólogo de 2012.
Olhando em sentido inverso, constata-se que os imigrantes brasileiros são, de longe, os que mais dinheiro enviam para o seu país: os dados mostram que os brasileiros enviaram 23,4 milhões de euros em setembro, representando uma subida de 29,8% face a setembro do ano passado.
Nos primeiros nove meses deste ano, aliás, o montante de dinheiro enviado para o Brasil (176 milhões) pelos seus trabalhadores supera a soma dos envios de todos os outros imigrantes em território nacional.
13.11.13
Remessas de emigrantes sobem 0,4% em agosto
in Jornal de Notícias
As remessas enviadas para Portugal pelos emigrantes portugueses subiram em agosto 0,4%, totalizando, até esse mês, quase 2 mil milhões de euros, ao passo que o dinheiro enviado pelos imigrantes em território nacional subiu 1,2%, para 364 milhões.
De acordo com as estatísticas da balança de pagamentos, divulgada pelo Banco de Portugal, os trabalhadores portugueses radicados em França e na Suíça continuam a ser os que mais dinheiro enviam, totalizando, nos primeiros oito meses deste ano, 621 e 456 milhões, respetivamente, o que representa mais de metade do total das verbas enviadas pelos expatriados nacionais.
A Alemanha, com 130 milhões, e o Reino Unido, com 99 milhões, completam a lista dos quatro países de onde os portugueses mais enviaram dinheiro de janeiro a agosto.
Olhando em sentido inverso, ou seja, o dinheiro que os imigrantes em Portugal enviam para os seus países, constata-se que o Brasil lidera a lista, com 152 milhões enviados até agosto. No entanto, pela terceira vez consecutiva, não são disponibilizados os valores relativamente aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
No total, os imigrantes enviaram para os seus países de origem 364 milhões de euros até agosto.
As remessas enviadas para Portugal pelos emigrantes portugueses subiram em agosto 0,4%, totalizando, até esse mês, quase 2 mil milhões de euros, ao passo que o dinheiro enviado pelos imigrantes em território nacional subiu 1,2%, para 364 milhões.
De acordo com as estatísticas da balança de pagamentos, divulgada pelo Banco de Portugal, os trabalhadores portugueses radicados em França e na Suíça continuam a ser os que mais dinheiro enviam, totalizando, nos primeiros oito meses deste ano, 621 e 456 milhões, respetivamente, o que representa mais de metade do total das verbas enviadas pelos expatriados nacionais.
A Alemanha, com 130 milhões, e o Reino Unido, com 99 milhões, completam a lista dos quatro países de onde os portugueses mais enviaram dinheiro de janeiro a agosto.
Olhando em sentido inverso, ou seja, o dinheiro que os imigrantes em Portugal enviam para os seus países, constata-se que o Brasil lidera a lista, com 152 milhões enviados até agosto. No entanto, pela terceira vez consecutiva, não são disponibilizados os valores relativamente aos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP).
No total, os imigrantes enviaram para os seus países de origem 364 milhões de euros até agosto.
7.8.13
Aumento da emigração traz subida de 30% nas remessas
Por Filipe Paiva Cardoso, in iOnline
Passos Coelho apelou ao êxodo dos portugueses e recolhe frutos: em dois anos, riqueza enviada cresceu 254 milhões
Nos primeiros cinco meses do ano, os emigrantes portugueses espalhados pelo mundo enviaram para o país 1,14 mil milhões de euros, valor que representa uma subida de 9,1% face ao mesmo período de 2012, uma subida que se justifica não só pelo crescimento da comunidade emigrante, mas também pela subida das dificuldades no país, que faz com que as famílias precisem mais destes apoios externos - que, ao contrário do que acontece entre países, não cobram juros.
O crescimento anual no total das remessas de emigrantes para Portugal trouxe para o país mais 100 milhões de euros entre Janeiro e Maio de 2013, segundo dados do Banco de Portugal. Este valor, em conjunto com a quebra de 1,5% nas remessas de imigrantes para os seus países - menos 3,1 milhões de euros -, acabou por levar a uma subida de 11,7% nos ganhos líquidos com remessas em Portugal: entre Janeiro e Maio houve um ganho de 933 milhões, contra os 835 milhões do mesmo período de 2012.
O salto deste ano nas remessas de emigrantes e imigrantes, já por si elevado, é especialmente relevante se considerarmos que surge depois de em 2012 já estes indicadores terem registado evoluções abruptas. O envio de dinheiro de emigrantes para Portugal já tinha crescido 17,7% nos primeiros cinco meses de 2012, em comparação com 2011, ao passo que os imigrantes em Portugal já tinham enviado menos 8% de remessas para os seus países, no mesmo período. Se considerarmos assim um período de dois anos, desde a entrada do actual executivo em funções, temos assim que os emigrantes este ano enviaram mais 28,5% de remessas do que entre Janeiro e Maio de 2011 - 1 145 milhões de euros este ano contra os 891 milhões em 2011.
Esta evolução será sobretudo culpa da deterioração das condições de vida em Portugal, que levou a um relançamento da emigração, ajudando o governo não só a ter que lidar com números menos assustadores ao nível do desemprego, mas também por via indirecta: com este dinheiro, estas famílias ganham alguma capacidade para pagar contas, impostos ou continuar a viver, impedindo uma queda ainda maior em termos do malparado ou consumo, por exemplo. As remessas acabam por evitar que muitas famílias caiam na miséria.
Olhando também para a evolução das remessas de imigrantes para os seus países nos últimos dois anos, constatamos que a deterioração das condições de vida em Portugal reduziram de forma pronunciada os envios: Face aos primeiros cinco meses de 2011, os imigrantes no país enviaram este ano menos 21,8 milhões de euros para casa - de 233,5 milhões em 2011 para os 211,7 milhões até Maio deste ano, uma quebra de 9,4%.
Assim, e em termos líquidos quanto a entradas e saídas de dinheiro de migrantes de/para Portugal, nestes dois anos houve um salto de 42% nos ganhos do país entre remessas enviadas e recebidas. Se até Maio de 2011, Portugal registava um ganho de 658 milhões de euros nas remessas, até Maio de 2013 o ganho já vai em 933 milhões de euros.
Passos Coelho apelou ao êxodo dos portugueses e recolhe frutos: em dois anos, riqueza enviada cresceu 254 milhões
Nos primeiros cinco meses do ano, os emigrantes portugueses espalhados pelo mundo enviaram para o país 1,14 mil milhões de euros, valor que representa uma subida de 9,1% face ao mesmo período de 2012, uma subida que se justifica não só pelo crescimento da comunidade emigrante, mas também pela subida das dificuldades no país, que faz com que as famílias precisem mais destes apoios externos - que, ao contrário do que acontece entre países, não cobram juros.
O crescimento anual no total das remessas de emigrantes para Portugal trouxe para o país mais 100 milhões de euros entre Janeiro e Maio de 2013, segundo dados do Banco de Portugal. Este valor, em conjunto com a quebra de 1,5% nas remessas de imigrantes para os seus países - menos 3,1 milhões de euros -, acabou por levar a uma subida de 11,7% nos ganhos líquidos com remessas em Portugal: entre Janeiro e Maio houve um ganho de 933 milhões, contra os 835 milhões do mesmo período de 2012.
O salto deste ano nas remessas de emigrantes e imigrantes, já por si elevado, é especialmente relevante se considerarmos que surge depois de em 2012 já estes indicadores terem registado evoluções abruptas. O envio de dinheiro de emigrantes para Portugal já tinha crescido 17,7% nos primeiros cinco meses de 2012, em comparação com 2011, ao passo que os imigrantes em Portugal já tinham enviado menos 8% de remessas para os seus países, no mesmo período. Se considerarmos assim um período de dois anos, desde a entrada do actual executivo em funções, temos assim que os emigrantes este ano enviaram mais 28,5% de remessas do que entre Janeiro e Maio de 2011 - 1 145 milhões de euros este ano contra os 891 milhões em 2011.
Esta evolução será sobretudo culpa da deterioração das condições de vida em Portugal, que levou a um relançamento da emigração, ajudando o governo não só a ter que lidar com números menos assustadores ao nível do desemprego, mas também por via indirecta: com este dinheiro, estas famílias ganham alguma capacidade para pagar contas, impostos ou continuar a viver, impedindo uma queda ainda maior em termos do malparado ou consumo, por exemplo. As remessas acabam por evitar que muitas famílias caiam na miséria.
Olhando também para a evolução das remessas de imigrantes para os seus países nos últimos dois anos, constatamos que a deterioração das condições de vida em Portugal reduziram de forma pronunciada os envios: Face aos primeiros cinco meses de 2011, os imigrantes no país enviaram este ano menos 21,8 milhões de euros para casa - de 233,5 milhões em 2011 para os 211,7 milhões até Maio deste ano, uma quebra de 9,4%.
Assim, e em termos líquidos quanto a entradas e saídas de dinheiro de migrantes de/para Portugal, nestes dois anos houve um salto de 42% nos ganhos do país entre remessas enviadas e recebidas. Se até Maio de 2011, Portugal registava um ganho de 658 milhões de euros nas remessas, até Maio de 2013 o ganho já vai em 933 milhões de euros.
5.8.13
Kwanzas convertidos em euros disparam remessas dos emigrantes
Alexandra Figueira
Preocupados com a segurança das poupanças ou com a família deixada para trás, os emigrantes estão a enviar mais dinheiro para Portugal. Vem sobretudo da França e da Suíça, mas cada vez mais de Angola.
Se não fosse Angola, as remessas mandadas pelos emigrantes para a terra pátria teria aumentado na mesma, mas com muito menos vigor. Sozinha, a antiga colónia contribuiu com 40% da subida das remessas, de 2011 para o ano passado.
Seis anos antes, Angola quase não aparecia na lista dos países origem de dinheiro emigrante. Mas no ano passado disparou para um sólido 3.o lugar, apesar de muito distante da França (ainda a líder, com a maior comunidade lusa) e da Suíça (num segundo lugar estabilizado).
A emergência de Angola é o reflexo de dois factos. Um é a "instabilidade e falta de democracia" angolanas, que incentivam os emigrantes a colocarem as poupanças na Europa, disse Beatriz Rocha-Trindade, catedrática da Universidade Aberta. Outro é o perfil do emigrado naquele país, somou Jorge Malheiros, do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa: quadros médios e altos, a quem são pagos bons salários.
O docente estima que entre um terço e metade das pessoas que deixaram Portugal nos últimos anos sejam altamente qualificadas, apesar de realçar haver ainda pouca informação que permita fazer afirmações perentórias.
Indecisos ou veteranos
Em todo o caso, sabe-se das famílias inteiras a deixar o país para construir uma vida noutro destino. Têm objetivos diferentes dos atores das grandes vagas de emigração dos anos 60 e 70, quando por norma o homem ia trabalhar longe com o propósito de enviar dinheiro para a mulher os filhos deixados para trás, descreveu Beatriz Rocha-Trindade, autora de "Da Mala de Cartão ao Diploma Universitário", onde alerta para o perigo das extrapolações.
Hoje a emigração será mista, tal como as razões pelas quais mandam dinheiro de volta a Portugal. "Em países instáveis, como Angola ou o Brasil, haverá emigrantes recentes que ainda não decidiram se querem ficar ou regressar a Portugal, mais tarde", disse a docente. Têm, por isso, motivação para guardar as poupanças num país considerado (mais) seguro.
E haverá também muitos emigrantes veteranos querer ajudar a família deixada num país com crise e desemprego, somou Jorge Malheiros.
Quer venha de famílias qualificadas ou de emigrantes há muito estabelecidos, o certo é que no ano passado as remessas atingiram o recorde da última década: 2,7 mil milhões de euros, refletindo o disparar da própria emigração: estima-se que 121 mil pessoas partiram em busca de melhor vida (ler mais nas páginas 4 e 5).
Comparando com o ano anterior, entraram em Portugal mais quase 320 milhões de euros. É um valor absoluto, não conta com o facto de a mesma quantia valer menos, com o passar dos anos. Nesta lógica, Portugal ainda está longe da quantia remetida nos anos 90, mas o Ministério das Finanças agradece com certeza a ajuda dada ao défice externo português.
Preocupados com a segurança das poupanças ou com a família deixada para trás, os emigrantes estão a enviar mais dinheiro para Portugal. Vem sobretudo da França e da Suíça, mas cada vez mais de Angola.
Se não fosse Angola, as remessas mandadas pelos emigrantes para a terra pátria teria aumentado na mesma, mas com muito menos vigor. Sozinha, a antiga colónia contribuiu com 40% da subida das remessas, de 2011 para o ano passado.
Seis anos antes, Angola quase não aparecia na lista dos países origem de dinheiro emigrante. Mas no ano passado disparou para um sólido 3.o lugar, apesar de muito distante da França (ainda a líder, com a maior comunidade lusa) e da Suíça (num segundo lugar estabilizado).
A emergência de Angola é o reflexo de dois factos. Um é a "instabilidade e falta de democracia" angolanas, que incentivam os emigrantes a colocarem as poupanças na Europa, disse Beatriz Rocha-Trindade, catedrática da Universidade Aberta. Outro é o perfil do emigrado naquele país, somou Jorge Malheiros, do Centro de Estudos Geográficos da Universidade de Lisboa: quadros médios e altos, a quem são pagos bons salários.
O docente estima que entre um terço e metade das pessoas que deixaram Portugal nos últimos anos sejam altamente qualificadas, apesar de realçar haver ainda pouca informação que permita fazer afirmações perentórias.
Indecisos ou veteranos
Em todo o caso, sabe-se das famílias inteiras a deixar o país para construir uma vida noutro destino. Têm objetivos diferentes dos atores das grandes vagas de emigração dos anos 60 e 70, quando por norma o homem ia trabalhar longe com o propósito de enviar dinheiro para a mulher os filhos deixados para trás, descreveu Beatriz Rocha-Trindade, autora de "Da Mala de Cartão ao Diploma Universitário", onde alerta para o perigo das extrapolações.
Hoje a emigração será mista, tal como as razões pelas quais mandam dinheiro de volta a Portugal. "Em países instáveis, como Angola ou o Brasil, haverá emigrantes recentes que ainda não decidiram se querem ficar ou regressar a Portugal, mais tarde", disse a docente. Têm, por isso, motivação para guardar as poupanças num país considerado (mais) seguro.
E haverá também muitos emigrantes veteranos querer ajudar a família deixada num país com crise e desemprego, somou Jorge Malheiros.
Quer venha de famílias qualificadas ou de emigrantes há muito estabelecidos, o certo é que no ano passado as remessas atingiram o recorde da última década: 2,7 mil milhões de euros, refletindo o disparar da própria emigração: estima-se que 121 mil pessoas partiram em busca de melhor vida (ler mais nas páginas 4 e 5).
Comparando com o ano anterior, entraram em Portugal mais quase 320 milhões de euros. É um valor absoluto, não conta com o facto de a mesma quantia valer menos, com o passar dos anos. Nesta lógica, Portugal ainda está longe da quantia remetida nos anos 90, mas o Ministério das Finanças agradece com certeza a ajuda dada ao défice externo português.
29.7.13
Prevê-se um crescimento das remessas dos emigrantes
por Lusa, texto publicado por Isaltina Padrão, in Diário de Notícias
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, considerou hoje que este ano deve ocorrer um aumento das remessas financeiras dos emigrantes, acompanhando a tendência do ano passado.
"Em 2012, só a nível de remessas financeiras, tivemos o valor mais alto da década: 2.749 milhões de euros. Este ano, pelas indicações que temos, volta a haver um crescimento", declarou o governante à agência Lusa, em Vilar Formoso.
José Cesário esteve hoje na principal fronteira terrestre portuguesa, onde participou numa campanha de sensibilização rodoviária dos emigrantes que entram em Portugal, promovida pela associação de jovens lusodescendentes Cap Magellan.
O secretário de Estado sublinhou que, "mais importante" do que o dinheiro enviado pelos emigrantes, é o papel de divulgação de Portugal nos países de acolhimento.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, considerou hoje que este ano deve ocorrer um aumento das remessas financeiras dos emigrantes, acompanhando a tendência do ano passado.
"Em 2012, só a nível de remessas financeiras, tivemos o valor mais alto da década: 2.749 milhões de euros. Este ano, pelas indicações que temos, volta a haver um crescimento", declarou o governante à agência Lusa, em Vilar Formoso.
José Cesário esteve hoje na principal fronteira terrestre portuguesa, onde participou numa campanha de sensibilização rodoviária dos emigrantes que entram em Portugal, promovida pela associação de jovens lusodescendentes Cap Magellan.
O secretário de Estado sublinhou que, "mais importante" do que o dinheiro enviado pelos emigrantes, é o papel de divulgação de Portugal nos países de acolhimento.
18.7.13
Remessas de emigrantes sobem 9,2%
in Jornal de Notícias
As remessas de emigrantes subiram, nos primeiros cinco meses do ano, 9,12%, chegando aos 1,14 mil milhões de euros, de acordo com o boletim estatístico do Banco de Portugal, divulgado esta quinta-feira.
De acordo com os dados dos primeiros cinco meses do ano, a França e a Suíça são os países cujos emigrantes mais dinheiro enviaram para Portugal durante o mês de maio: 76,8 milhões e 53 milhões, respetivamente.
Os trabalhadores portugueses nos países da União Europeia, aliás, são responsáveis pelo envio de 661 milhões de euros de janeiro a maio deste ano, representando uma subida de 9,2% face aos primeiros cinco meses de 2012, e um pouco menos de metade do total de dinheiro enviado para Portugal pelos emigrantes nacionais.
Comparando a evolução dos primeiros cinco meses deste ano com os dados do primeiro trimestre, constata-se que o envio de verbas tem vindo a acelerar, uma vez que de janeiro a março a subida percentual tinha-se ficado pelos 7,1%, período em que aumentou para 644,8 milhões de euros.
Olhando para as entradas e saídas de dinheiro por parte dos emigrantes e imigrantes portugueses, constata-se que há muito mais dinheiro a entrar do que a sair de Portugal.
Nos primeiros cinco meses, os emigrantes portugueses no estrangeiro enviaram para Portugal 1,14 mil milhões de euros, enquanto 211 milhões de euros enviados para fora de Portugal, o que representa uma descida de 1,4% face aos 214 milhões enviados nos primeiros cinco meses de 2012.
As remessas de emigrantes subiram, nos primeiros cinco meses do ano, 9,12%, chegando aos 1,14 mil milhões de euros, de acordo com o boletim estatístico do Banco de Portugal, divulgado esta quinta-feira.
De acordo com os dados dos primeiros cinco meses do ano, a França e a Suíça são os países cujos emigrantes mais dinheiro enviaram para Portugal durante o mês de maio: 76,8 milhões e 53 milhões, respetivamente.
Os trabalhadores portugueses nos países da União Europeia, aliás, são responsáveis pelo envio de 661 milhões de euros de janeiro a maio deste ano, representando uma subida de 9,2% face aos primeiros cinco meses de 2012, e um pouco menos de metade do total de dinheiro enviado para Portugal pelos emigrantes nacionais.
Comparando a evolução dos primeiros cinco meses deste ano com os dados do primeiro trimestre, constata-se que o envio de verbas tem vindo a acelerar, uma vez que de janeiro a março a subida percentual tinha-se ficado pelos 7,1%, período em que aumentou para 644,8 milhões de euros.
Olhando para as entradas e saídas de dinheiro por parte dos emigrantes e imigrantes portugueses, constata-se que há muito mais dinheiro a entrar do que a sair de Portugal.
Nos primeiros cinco meses, os emigrantes portugueses no estrangeiro enviaram para Portugal 1,14 mil milhões de euros, enquanto 211 milhões de euros enviados para fora de Portugal, o que representa uma descida de 1,4% face aos 214 milhões enviados nos primeiros cinco meses de 2012.
2.7.13
Remessas dos emigrantes podiam ajudar a combater a pobreza, agência da ONU
in Expresso
As remessas financeiras que os trabalhadores imigrantes enviam para os respetivos países poderiam gerar mais 30 mil milhões de dólares em investimentos anuais na agricultura e ajudar os trabalhadores rurais a sair da pobreza, anunciou uma agência da ONU.
De acordo com dados do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (IFAD), se fossem ampliadas as iniciativas no setor agricola o dinheiro enviado pelos emigrantes para a sua terra natal poderia gerar 30 mil milhões de dolares por ano para investimentos em áreas rurais.
Segundo a agência da ONU, as remessas dos emigrantes "podem ajudar os trabalhadores rurais a sair da pobreza e da exclusão" .
As remessas financeiras que os trabalhadores imigrantes enviam para os respetivos países poderiam gerar mais 30 mil milhões de dólares em investimentos anuais na agricultura e ajudar os trabalhadores rurais a sair da pobreza, anunciou uma agência da ONU.
De acordo com dados do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (IFAD), se fossem ampliadas as iniciativas no setor agricola o dinheiro enviado pelos emigrantes para a sua terra natal poderia gerar 30 mil milhões de dolares por ano para investimentos em áreas rurais.
Segundo a agência da ONU, as remessas dos emigrantes "podem ajudar os trabalhadores rurais a sair da pobreza e da exclusão" .
22.5.13
Remessas de emigrantes subiram 7,1% no primeiro trimestre
in Jornal de Notícias
As remessas de emigrantes subiram 7,1% no primeiro trimestre deste ano, para 644,8 milhões de euros, ao passo que as verbas enviado pelos trabalhadores estrangeiros para fora de Portugal desceram 30% para 40,4 milhões de euros.
As estatísticas hoje divulgadas pelo Banco de Portugal no seu Boletim Estatístico relativo a março permitem constatar que os emigrantes em França e no Reino Unido continuam a ser os maiores emissores de verbas para Portugal, com 198 e 146 milhões, respetivamente, representando mais de metade do total de verbas recebidas em Portugal no primeiro trimestre.
No que diz respeito às remessas de portugueses a trabalhar nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), houve uma redução de cerca de 3%, para 67,6 milhões (com Angola a valer a quase totalidade deste valor), enquanto que os imigrantes dos PALOP a trabalhar em Portugal enviaram para os seus países 10,2 milhões, o que representa uma redução de 2,2% face à média de transferências do ano passado.
As remessas de emigrantes subiram 7,1% no primeiro trimestre deste ano, para 644,8 milhões de euros, ao passo que as verbas enviado pelos trabalhadores estrangeiros para fora de Portugal desceram 30% para 40,4 milhões de euros.
As estatísticas hoje divulgadas pelo Banco de Portugal no seu Boletim Estatístico relativo a março permitem constatar que os emigrantes em França e no Reino Unido continuam a ser os maiores emissores de verbas para Portugal, com 198 e 146 milhões, respetivamente, representando mais de metade do total de verbas recebidas em Portugal no primeiro trimestre.
No que diz respeito às remessas de portugueses a trabalhar nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP), houve uma redução de cerca de 3%, para 67,6 milhões (com Angola a valer a quase totalidade deste valor), enquanto que os imigrantes dos PALOP a trabalhar em Portugal enviaram para os seus países 10,2 milhões, o que representa uma redução de 2,2% face à média de transferências do ano passado.
16.4.13
Remessas dos emigrantes aumentam ao ritmo da crise
por Sandra Afonso, in RR
Entre 2009 e o início de 2013, as remessas subiram mais de 32%. Só em Janeiro deste ano, ficou no país quase o mesmo valor que o Estado perde com o chumbo do Tribunal Constitucional às taxas sobre os subsídios de desemprego e doença (dois dos artigos chumbados).
Os emigrantes estão a mandar mais dinheiro para Portugal. Os últimos dados apontam para o aumento das remessas no início do ano em mais de 10%, face a Janeiro de 2012.
Ao que a Renascença apurou, trata-se de uma tendência que se tem mantido nos últimos anos, a acompanhar o agravamento da crise do euro.
Em 2008, ano em que rebentou a crise, os emigrantes travaram o envio de remessas, mas a partir daí os valores têm vindo a aumentar de modo consistente, segundo informação do Banco de Portugal.
De acordo com os últimos dados disponíveis, em Janeiro, o país recebeu quase 217 milhões de euros – mais 10% do que em igual período do ano anterior. No mesmo mês, saíram de Portugal 45 milhões, enviados por trabalhadores estrangeiros.
Contas feitas, o saldo é positivo e ultrapassa os 171 milhões e meio de euros, quase o mesmo valor que o Estado vai deixar de poupar com o chumbo do Tribunal Constitucional às taxas sobre os subsídios de desemprego e doença.
Em comparação com Dezembro, as remessas caíram mais de 25% no primeiro mês deste ano, mas é apenas um efeito sazonal, dado que, todos os anos, as remessas aumentam muito em Julho e Dezembro, por altura do pagamento dos subsídios de férias e Natal.
Se recuarmos até Janeiro de 2009, podemos concluir que, a acompanhar a crise, as remessas subiram mais de 32%.
No ano passado, entraram no país cerca de 2.750 milhões de euros, o valor mais alto da última década – ou seja, cerca do dobro do buraco deixado pelo chumbo do Constitucional.
Entre 2009 e o início de 2013, as remessas subiram mais de 32%. Só em Janeiro deste ano, ficou no país quase o mesmo valor que o Estado perde com o chumbo do Tribunal Constitucional às taxas sobre os subsídios de desemprego e doença (dois dos artigos chumbados).
Os emigrantes estão a mandar mais dinheiro para Portugal. Os últimos dados apontam para o aumento das remessas no início do ano em mais de 10%, face a Janeiro de 2012.
Ao que a Renascença apurou, trata-se de uma tendência que se tem mantido nos últimos anos, a acompanhar o agravamento da crise do euro.
Em 2008, ano em que rebentou a crise, os emigrantes travaram o envio de remessas, mas a partir daí os valores têm vindo a aumentar de modo consistente, segundo informação do Banco de Portugal.
De acordo com os últimos dados disponíveis, em Janeiro, o país recebeu quase 217 milhões de euros – mais 10% do que em igual período do ano anterior. No mesmo mês, saíram de Portugal 45 milhões, enviados por trabalhadores estrangeiros.
Contas feitas, o saldo é positivo e ultrapassa os 171 milhões e meio de euros, quase o mesmo valor que o Estado vai deixar de poupar com o chumbo do Tribunal Constitucional às taxas sobre os subsídios de desemprego e doença.
Em comparação com Dezembro, as remessas caíram mais de 25% no primeiro mês deste ano, mas é apenas um efeito sazonal, dado que, todos os anos, as remessas aumentam muito em Julho e Dezembro, por altura do pagamento dos subsídios de férias e Natal.
Se recuarmos até Janeiro de 2009, podemos concluir que, a acompanhar a crise, as remessas subiram mais de 32%.
No ano passado, entraram no país cerca de 2.750 milhões de euros, o valor mais alto da última década – ou seja, cerca do dobro do buraco deixado pelo chumbo do Constitucional.
21.2.13
Remessas de emigrantes atingiram o valor mais alto dos últimos dez anos
in RR
Portugueses enviaram 2,75 mil milhões de euros em 2012. Conselho das Comunidades Portuguesas considera que o valor mostra o “estado crítico” a que chegou o país.
As remessas de emigrantes portugueses atingiram em 2012 o valor mais alto da última década, com um aumento de cerca de 13%, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal.
O valor registado está na ordem os 2,75 mil milhões de euros. As remessas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) são as mais altas, com destaque para Angola.
Mais de metade do valor continua a chegar dos tradicionais destinos de emigração portuguesa na União Europeia: França, Alemanha e Espanha.
O presidente do Conselho das Comunidades Portuguesas, Fernando Gomes, disse esta quinta-feira que não é surpresa o aumento da remessa dos emigrantes portugueses e previu que em 2013 será batido novo recorde.
"Este número não me surpreende de maneira nenhuma porque, pelos números estatísticos da emigração que nós sabemos desde há cerca de ano e meio, a saída continuada de emigrantes, isso só mostra e comprova o estado crítico em que se encontra o país", salientou Fernando Gomes.
Salientando que os números correspondem às dificuldades do país, Fernando Gomes recordou que as pessoas abandonam Portugal à procura de "manter uma certa qualidade de vida ou para manter um 'status' de sobrevivência económico-financeira da família que deixam atrás".
Portugueses enviaram 2,75 mil milhões de euros em 2012. Conselho das Comunidades Portuguesas considera que o valor mostra o “estado crítico” a que chegou o país.
As remessas de emigrantes portugueses atingiram em 2012 o valor mais alto da última década, com um aumento de cerca de 13%, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal.
O valor registado está na ordem os 2,75 mil milhões de euros. As remessas dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) são as mais altas, com destaque para Angola.
Mais de metade do valor continua a chegar dos tradicionais destinos de emigração portuguesa na União Europeia: França, Alemanha e Espanha.
O presidente do Conselho das Comunidades Portuguesas, Fernando Gomes, disse esta quinta-feira que não é surpresa o aumento da remessa dos emigrantes portugueses e previu que em 2013 será batido novo recorde.
"Este número não me surpreende de maneira nenhuma porque, pelos números estatísticos da emigração que nós sabemos desde há cerca de ano e meio, a saída continuada de emigrantes, isso só mostra e comprova o estado crítico em que se encontra o país", salientou Fernando Gomes.
Salientando que os números correspondem às dificuldades do país, Fernando Gomes recordou que as pessoas abandonam Portugal à procura de "manter uma certa qualidade de vida ou para manter um 'status' de sobrevivência económico-financeira da família que deixam atrás".
22.1.13
Remessas de emigrantes ultrapassam valores dos últimos anos
in Jornal de Notícias
As remessas de emigrantes para Portugal ultrapassaram em novembro o valor conseguido no total dos últimos anos ao atingir cerca de 2,5 mil milhões de euros no final de novembro, de acordo com os dados do Banco de Portugal.
De acordo com o Boletim Estatístico do Banco de Portugal, estas remessas superam - quando ainda falta apurar um mês para o final do ano - os totais de 2011 (2,43 mil milhões de euros), de 2010 (2.425 milhões de euros) e de 2009 (2,28 mil milhões de euros) pelo menos.
Em novembro o valor das remessas dos emigrantes atingiu os 204 milhões de euros, mais 14% que o valor registado em novembro do ano passado.
Mais de metade deste valor continua a chegar de emigrantes em países da União Europeia, cerca de 106 milhões de euros, e deste valor mais de metade chega por sua vez de França, um quarto do total mensal, com 55,2 milhões de euros.
As remessas de emigrantes que chegam de países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) correspondem, por sua vez, a 85% do valor total das remessas do mês de novembro, com 173,5 milhões de euros de total de 204 milhões de euros.
Por sua vez, o dinheiro que sai de Portugal através das remessas de imigrantes para outros países atingiu os 43 milhões de euros, o valor mais baixo desde junho deste ano.
As remessas de emigrantes para Portugal ultrapassaram em novembro o valor conseguido no total dos últimos anos ao atingir cerca de 2,5 mil milhões de euros no final de novembro, de acordo com os dados do Banco de Portugal.
De acordo com o Boletim Estatístico do Banco de Portugal, estas remessas superam - quando ainda falta apurar um mês para o final do ano - os totais de 2011 (2,43 mil milhões de euros), de 2010 (2.425 milhões de euros) e de 2009 (2,28 mil milhões de euros) pelo menos.
Em novembro o valor das remessas dos emigrantes atingiu os 204 milhões de euros, mais 14% que o valor registado em novembro do ano passado.
Mais de metade deste valor continua a chegar de emigrantes em países da União Europeia, cerca de 106 milhões de euros, e deste valor mais de metade chega por sua vez de França, um quarto do total mensal, com 55,2 milhões de euros.
As remessas de emigrantes que chegam de países que fazem parte da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) correspondem, por sua vez, a 85% do valor total das remessas do mês de novembro, com 173,5 milhões de euros de total de 204 milhões de euros.
Por sua vez, o dinheiro que sai de Portugal através das remessas de imigrantes para outros países atingiu os 43 milhões de euros, o valor mais baixo desde junho deste ano.
30.7.12
Emigrantes são “grande factor de animação” da economia
in Público on-line
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, reconheceu este domingo que os emigrantes ainda são “o grande factor de animação” da economia nacional.
“Ao longo da nossa história, desde que eu me lembro de ser gente, sempre me recordei de eles serem o grande factor de animação da nossa economia, particularmente, nas nossas zonas rurais”, declarou o governante à agência Lusa.
José Cesário falava na fronteira de Vilar Formoso, onde participou na campanha de segurança rodoviária “Sécur’été” dirigida aos milhares de emigrantes que estão a chegar a Portugal, promovida pela associação de jovens lusodescendentes Cap Magellan.
Sobre a importância dos emigrantes, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas também recordou que até há poucos anos, “50 por cento” dos compradores de “qualquer empreendimento imobiliário que era construído no centro ou no norte do país” eram “não residentes”.
Acrescentou que na actualidade essa percentagem “mudou”, mas os emigrantes “foram sempre indispensáveis”.
O governante contou que tem amigos empresários nas áreas da restauração e da hotelaria, que “fazem mais negócio com eles [emigrantes], normalmente em agosto, na Páscoa e no Natal, do que, às vezes, no ano todo”.
José Cesário disse que esta realidade foi “sempre assim”, embora os portugueses tenham tendência para se lembrarem mais destas situações “em períodos de crise”, como o actual.
“Esta quantidade enorme de pessoas que temos pelo mundo, foi sempre um factor extraordinário de desenvolvimento da nossa economia a todos os níveis”, reconheceu o governante.
O secretário de Estado também comentou os dados do Banco de Portugal que dão conta que as remessas dos emigrantes cresceram 17,7 por cento nos primeiros cinco meses deste ano relativamente ao período homólogo de 2011, atingindo os 1.049,3 milhões de euros.
“Estamos a registar um aumento da entrada de capitais e sabemos bem o que representam também nas estatísticas dos números do turismo todas estas pessoas que estão aqui a entrar e os muitos mais que entram todos os dias de avião”, disse.
José Cesário também observou que, devido à situação económica de Portugal, continua a sair gente do país, reconhecendo que “quanto mais desemprego há, mais gente sai”.
As saídas têm sido para os destinos tradicionais - França, Suíça, Luxemburgo, Alemanha e Reino Unido - mas também para Angola, Brasil e Moçambique.
Aos que procuram emprego no estrangeiro recomenda que “tenham cautela e que não saiam sem terem a certeza de emprego”.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, reconheceu este domingo que os emigrantes ainda são “o grande factor de animação” da economia nacional.
“Ao longo da nossa história, desde que eu me lembro de ser gente, sempre me recordei de eles serem o grande factor de animação da nossa economia, particularmente, nas nossas zonas rurais”, declarou o governante à agência Lusa.
José Cesário falava na fronteira de Vilar Formoso, onde participou na campanha de segurança rodoviária “Sécur’été” dirigida aos milhares de emigrantes que estão a chegar a Portugal, promovida pela associação de jovens lusodescendentes Cap Magellan.
Sobre a importância dos emigrantes, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas também recordou que até há poucos anos, “50 por cento” dos compradores de “qualquer empreendimento imobiliário que era construído no centro ou no norte do país” eram “não residentes”.
Acrescentou que na actualidade essa percentagem “mudou”, mas os emigrantes “foram sempre indispensáveis”.
O governante contou que tem amigos empresários nas áreas da restauração e da hotelaria, que “fazem mais negócio com eles [emigrantes], normalmente em agosto, na Páscoa e no Natal, do que, às vezes, no ano todo”.
José Cesário disse que esta realidade foi “sempre assim”, embora os portugueses tenham tendência para se lembrarem mais destas situações “em períodos de crise”, como o actual.
“Esta quantidade enorme de pessoas que temos pelo mundo, foi sempre um factor extraordinário de desenvolvimento da nossa economia a todos os níveis”, reconheceu o governante.
O secretário de Estado também comentou os dados do Banco de Portugal que dão conta que as remessas dos emigrantes cresceram 17,7 por cento nos primeiros cinco meses deste ano relativamente ao período homólogo de 2011, atingindo os 1.049,3 milhões de euros.
“Estamos a registar um aumento da entrada de capitais e sabemos bem o que representam também nas estatísticas dos números do turismo todas estas pessoas que estão aqui a entrar e os muitos mais que entram todos os dias de avião”, disse.
José Cesário também observou que, devido à situação económica de Portugal, continua a sair gente do país, reconhecendo que “quanto mais desemprego há, mais gente sai”.
As saídas têm sido para os destinos tradicionais - França, Suíça, Luxemburgo, Alemanha e Reino Unido - mas também para Angola, Brasil e Moçambique.
Aos que procuram emprego no estrangeiro recomenda que “tenham cautela e que não saiam sem terem a certeza de emprego”.
20.7.12
Remessas dos emigrantes crescem 17%
in Jornal de Notícias
As remessas dos emigrantes cresceram 17,7% nos primeiros cinco meses deste ano face ao período homólogo de 2011, atingindo os 1.049,3 milhões de euros, revelam dados divulgados pelo Banco de Portugal.
O país de onde chega mais dinheiro é a França, com 343,9 milhões de euros nos primeiros cinco meses do ano, seguido da Suíça, com 239,7 milhões.
A Alemanha (70,9 milhões), os Estados Unidos (56 milhões) e a Espanha (50,2 milhões) completam os primeiros cinco lugares.
Do Reino Unido chegaram 48,3 milhões de euros, do Luxemburgo 29,3 milhões, do Canadá 18,2 milhões, da Venezuela 5,8 milhões e do Brasil 4,3 milhões.
Os restantes países enviaram em conjunto 119,3 milhões de euros.
Nos primeiros cinco meses deste ano, os depósitos feitos por emigrantes em bancos portugueses caíram 8,9%, passando de 37,3 milhões de euros de janeiro a maio de 2011 para 34 milhões no mesmo período de 2012.
As remessas dos emigrantes cresceram 17,7% nos primeiros cinco meses deste ano face ao período homólogo de 2011, atingindo os 1.049,3 milhões de euros, revelam dados divulgados pelo Banco de Portugal.
O país de onde chega mais dinheiro é a França, com 343,9 milhões de euros nos primeiros cinco meses do ano, seguido da Suíça, com 239,7 milhões.
A Alemanha (70,9 milhões), os Estados Unidos (56 milhões) e a Espanha (50,2 milhões) completam os primeiros cinco lugares.
Do Reino Unido chegaram 48,3 milhões de euros, do Luxemburgo 29,3 milhões, do Canadá 18,2 milhões, da Venezuela 5,8 milhões e do Brasil 4,3 milhões.
Os restantes países enviaram em conjunto 119,3 milhões de euros.
Nos primeiros cinco meses deste ano, os depósitos feitos por emigrantes em bancos portugueses caíram 8,9%, passando de 37,3 milhões de euros de janeiro a maio de 2011 para 34 milhões no mesmo período de 2012.
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