in Sapo24
Os portugueses são dos cidadãos europeus que menos gastam em deslocações de turismo, ao desembolsar em média 136 euros por viagem turística, menos de metade da média da União Europeia (UE), de 336 euros, revelam dados hoje divulgados pelo Eurostat.
Os dados do Eurostat, gabinete oficial de estatísticas da UE, sobre “quem gasta mais nas férias”, com números referentes a 2016, revelam que quem mais gasta, em média, são os luxemburgueses, com 768 euros por cada deslocação turística (uma ou mais noites), seguidos dos malteses (646 euros) e dos austríacos (607), enquanto no extremo oposto da lista se encontram os letões (107 euros), romenos (124), checos (129) e portugueses (136).
Em termos absolutos, quem mais gasta em férias são os alemães, que, tendo despendido 120 mil milhões de euros (com uma média de 443 euros por viagem), representaram 28% da despesa turística da UE, que atingiu em 2016 os 428 mil milhões de euros.
Do montante total gasto pelos cidadãos comunitários em viagens turísticas em 2016, 45% foi despendido no seu país de residência (turismo doméstico) e 55% noutros países, sendo que 66% dos gastos de férias dos portugueses foram em turismo doméstico, o quinto valor mais alto da União.
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21.8.18
Estudo nacional conclui que passear aumenta bem estar dos idosos
in Antena 1
Viajar, passear, conhecer e conviver ajuda a combater a ansiedade dos mais velhos. A conclusão é de um estudo realizado a nível nacional e agora apresentado.
O estudo denominando como "turismo sénior" revela que viajar é uma das formas de diminuir a solidão e o recurso aos medicamentos.
De acordo com um dos investigadores, Ricardo Pocinha, as viagens obrigam à manutenção da mobilidade e funcionalidade, porque os mais velhos andam a pé, a manutenção dos papéis sociais porque continuam a conviver, bem como um maior estímulo cognitivo.
Os responsáveis pelo estudo vão apresentar estas conclusões ao Governo.
Viajar, passear, conhecer e conviver ajuda a combater a ansiedade dos mais velhos. A conclusão é de um estudo realizado a nível nacional e agora apresentado.
O estudo denominando como "turismo sénior" revela que viajar é uma das formas de diminuir a solidão e o recurso aos medicamentos.
De acordo com um dos investigadores, Ricardo Pocinha, as viagens obrigam à manutenção da mobilidade e funcionalidade, porque os mais velhos andam a pé, a manutenção dos papéis sociais porque continuam a conviver, bem como um maior estímulo cognitivo.
Os responsáveis pelo estudo vão apresentar estas conclusões ao Governo.
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