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12.4.22

"Somos InterCOOLturais", jovens debatem o tema da interculturalidade na Rádio 94 FM

in Jornal de Leiria

A voz de jovens, com diferentes culturas e muitas semelhanças

Está a ser transmitido “Sou InterCOOLtural”, programa de rádio na 94FM, no âmbito da Semana da Interculturalidade, promovido pelo Município de Leiria e por vários parceiros.

O “Sou InterCOOLtural” dá-nos a voz de jovens, com diferentes culturas e muitas semelhanças. Pode escutá-lo na Rádio 94 FM e na página de Facebook do município de Leiria.

19.2.20

Livro inédito contra a pobreza junta múltiplos contributos

Leiria, Notícias

Cidadãos, escritores, ilustradores, jornalistas e investigadores juntaram-se para dar corpo a um projeto literário-artístico-jornalístico, onde se cruzam relatos e ficções à volta de contextos de vulnerabilidade.
A ideia do livro “Para onde vai o tempo”, que surgiu no seio do Núcleo Distrital de Leiria da EAPN (Rede Europeia Anti-Pobreza), conta com as colaborações de Alice Catarino, Beatriz Passão e Jorge Cardinali, que “abrem janelas para as suas vidas”.

A obra reúne também os relatos de Manuel Leiria, Nuno Henriques e Jacinto Duro, jornalistas do REGIÃO DE LEIRIA, Diário de Leiria e Jornal de Leiria, dos ilustradores Bruno Gaspar, Lisa Teles e Maraia, dos escritores Elsa Margarida Rodrigues, Mónia Camacho e Paulo Kellerman e da investigadora Ana Gilbert.

O livro é apresentado este sábado, dia 15, às 15 horas, no mimo, em Leiria.

“Para onde vai o tempo?”. Um livro que dá voz a quem raramente é ouvido

in Regiao de Leiria

Alice, Beatriz e Jorge aceitaram partilhar as suas histórias de vida. Vidas marcadas pela dificuldade, pela dor mas também pela esperança e superação. As suas histórias estão contadas na primeira pessoa em “Para onde vai o tempo?”, livro que reúne os seus relatos e ainda textos de ficção e jornalísticos e ilustrações produzidos a partir destes casos concretos de contextos de vulnerabilidade.

A edição é um projeto do Núcleo Distrital de Leiria da EAPN Portugal – Rede Europeia Anti-Pobreza, com coordenação de Elsa Margarida Rodrigues, Paulo Kellerman e Patrícia Grilo, e foi apresentado este sábado, 15 de fevereiro, no mimo – Museu da Imagem em Movimento de Leiria.
“Ler estas narrativas extraordinárias de três pessoas”, sublinha a diretora executiva da EAPN Portugal, Sandra Faria Araújo, na introdução do livro, “faz-nos acreditar ainda mais que o nosso trabalho não só faz sentido como é urgente”.

Os testemunhos de vida “fazem refletir sobre este ‘carrossel’ que é a vida. Para compreendermos temos de conhecer. É importante ‘calçarmos os sapatos do outro’, ver por dentro. ao conhecermos as histórias da Alice, da Beatriz e do Jorge percebemos que nem sempre as histórias de vida das crianças são um conto de fadas”, acrescenta.

A acompanhar os relatos dos três elementos que integram o Conselho Local de Cidadãos do Núcleo Distrital de Leiria da EAPN, surgem três histórias imaginadas por Elsa Margarida Rodrigues, Mónia Camacho e Paulo Kellerman, três ilustrações de Lisa Teles, Manaia e Bruno Gaspar e três textos jornalísticos de Manuel Leiria, Nuno Henriques e Jacinto Silva Duro, jornalistas do REGIÃO DE LEIRIA, Diário de Leiria e Jornal de Leiria, respetivamente.
O livro inclui ainda um ensaio da psicóloga clínica Ana Gilbert, que analisa este exercício em que é dada voz a quem habitualmente não a consegue fazer ouvir. Para a especialista, este projeto artístico-literário-jornalístico tem, sobretudo, o mérito de se assumir como “um canal de expressão para que pessoas em condições de vulnerabilidade reencontrassem palavras para falar de si diferentes das que são ditas socialmente sobre eles (drogados, fracos, incapazes, desocupados, parasitas, etc), e não apenas para relatar factos”.

Trata-se, afinal, de um “processo de revelação pela escrita”, porque Alice, Jorge e Beatriz escolheram, à sua maneira, “o que contar e como”, contruindo “novos discursos de verdade sobre os seus corpos, pensamentos e formas de ser, resultando em novos rearranjos do eu”, nota a especialista.

Na sessão de apresentação, Jorge Cardinalli, um dos participantes e voluntário do Núcleo Distrital de Leiria, considerou o livro mais um contributo da EAPN para combater o preconceito:
“Vou muitas vezes falar as escolas do mal que é a droga e outros vícios. Mostramos aos miúdos que não devem ter preconceitos. A gente sabe bem que a nossa sociedade ainda tem muitos preconceitos em relação a muita coisa. Antes os pais davam educação aos filhos, mas hoje acho que os filhos é que dão educação aos pais. Têm mais preconceito os adultos do que as crianças…”, afirmou.

E, com “Para onde vai o tempo?” na mão, não hesitou:
“Este livro é o nosso Óscar e eu vou guardá-lo. Espero que o leiam e que se torne um best-seller!”.
“Para onde vai o tempo?” custa 5 euros e pode ser adquirido na sede do Núcleo Distrital de Leiria da EAPN/Portugal, em Leiria.

12.7.17

Carrinha parou em Leiria para ‘pensar’ a cidadania e combater desigualdades

Diário de Leiria

Uma equipa de animação e uma carrinha, devidamente equipada com recursos lúdico-pedagógicos, estiveram ontem em Leiria a apoiar a dinamização de actividades propostas por parceiros locais, com o objectivo de colocar os leirienses a pensar e a agir sobre as desigualdades, as discriminações e as violências que ainda persistem.

Falamos do roteiro 'Cidadania em Portugal', uma iniciativa da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN Portugal) - Núcleo Distrital de Leiria, em parceria com a Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local (ANIMAR) que esteve, com uma carrinha, da parte da manhã, no Largo da República, com uma acção de rua, e, à tarte, com uma sessão de sensibilização com dinâmicas lúdico-pedagógicas, que juntou cerca de 12 crianças na sede do projecto da InPulsar 'Redes da Quint@', na Quinta do Alçada, em Leiria.

21.4.17

Jornadas em Leiria: Economia Social apontada como “necessidade” na sociedade

in Diário de Leiria

“Ajudar quem ajuda” foi um dos lemas defendido, ontem, na realização da sexta edição das Jornadas de Economia Social de Leiria. O encontro, que teve lugar no Teatro Miguel Franco, foi organizado por oito associações da região que primam o desenvolvimento social. Dotar os participantes de conhecimento e informação sobre as expectativas das entidades promotoras e financiadoras, dar a conhecer projectos sociais e debater as perspectivas de financiamento da mesma tipologia de projectos foram os principais objectivos do evento. O pontapé de saída do encontro foi dado pelo padre Jardim Moreira, representante da EAPN-Rede Europeia Anti-Pobreza, que, entre outros assuntos, expôs o papel da União Europeia e do euro na economia social portuguesa, admitindo que a União Europeia tenta “impor aos países do sul os critérios anglo-saxónicos”.

VI Jornadas de Economia Social

in Tinta Fresca

Ana Valentim “A política de erradicação da pobreza” deve ser “sustentada” e não pode estar "sujeita a ciclos políticos", afirmou esta terça-feira, 4 de Abril, a vereadora da Câmara de Leiria responsável pelo desenvolvimento social, na abertura das VI Jornadas de Economia Social, no Teatro Miguel Franco, promovidas por um conjunto de oito entidades, em parceria com o Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico, Caixa Crédito Agrícola e Município de Leiria.

Ana Valentim destacou o trabalho efetuado pela autarquia, "com a ajuda da Segurança Social”, ao acolher pessoas marcadas pela vulnerabilidade económica, acabando por as admitir nos quadros da Câmara [Municipal de Leiria], “sem que se esteja a fazer qualquer favor, uma vez que demonstraram tratarem-se de excelentes trabalhadores”, evidenciou.

A autarca lembrou ainda os desafios que atualmente se colocam às empresas sociais num momento em que decorre o quadro comunitário 2020, sendo necessária a apresentação de “projetos que têm de marcar pela diferença, com forte impacto na comunidade, constituindo verdadeiros mecanismos de desenvolvimento social”.

Pela organização, o padre Jardim Moreira defendeu esta terça-feira que “não há mudanças sociais sem transformar as mentalidades”, sublinhando o contributo da economia social na criação de emprego, inclusão e inovação.

“Também o mercado tem responsabilidades sociais”, sublinhou, esclarecendo que "o facto de existirem empresas sociais não iliba ninguém das responsabilidades (…) e na promoção de uma sociedade mais justa e solidária”, sobretudo num país como Portugal “em que têm crescido as assimetrias".

Este ano, as jornadas foram dedicadas ao tema "Projetos sociais: da conceção aos resultados - o diálogo virtuoso entre financiadores e promotores”, tendo como objetivos dotar os participantes de conhecimentos sobre as expetativas das entidades financiadoras e promotoras dos projetos; fornecer informação sobre os projetos sociais apoiados pelas entidades financiadoras com boas práticas de intervenção; e, finalmente, debater ambas as perspetivas sobre o financiamento de projetos, tendo em vista a identificação de fatores que potenciem a convergência de expetativas e resultados.

As jornadas são promovidas pela ADESBA - Associação para o Desenvolvimento e Bem Estar Social da Freguesia da Barreira, APEPI - Associação de Pais e Educadores de Infância, Associação de Ocupação de Tempos Livres do SOM, EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza - Núcleo Distrital de Leiria, InPulsar - Associação para o Desenvolvimento Comunitário, Liga Social e Cultural Campos do Lis, Mulher Século XXI e Vida Plena - Associação de Solidariedade Social de Leiria, em parceria com o Município de Leiria, Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico e Caixa de Crédito Agrícola.

Jornadas de economia social destacam papel das instituições locais

in Região de Leiria

“Dificilmente conseguimos reduzir os índices de pobreza e de exclusão social se continuarmos a colocar as pessoas que são consideradas pobres num patamar abaixo daquelas que não o são”, afirmou, ontem, terça feira, a vereadora da Câmara Municipal de Leiria, Ana Valentim, na abertura das VI Jornadas de Economia Social.

A iniciativa conduziu ao Teatro Miguel Franco entidades como o BPI, o Alto Comissariado para as Migrações e a Fundação Manuel António da Mota para debater “Projetos sociais: da conceção aos resultados - o diálogo virtuoso entre financiadores e promotores”.

Ana Valentim considera que as políticas sociais “podem e devem começar a nível local” e lembra que o Município de Leiria, em parceria com a Segurança Social, acolheu pessoas com uma situação económica vulnerável, acabando por admitir algumas delas nos quadros da Câmara. “Devo dizer que não lhes fizemos favor nenhum” revela a vereadora, sublinhando que “tentar erradicar a pobreza e a exclusão social é também trabalhar ao nível da igualdade de oportunidades”. Porém, “sem mudar as mentalidades, não se muda a sociedade”, defende o padre Jardim Moreira, presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza, depois de destacar que o país está a “crescer nas assimetrias sociais”.

As jornadas de Economia Social decorreram ao longo de todo o dia no Teatro Miguel Franco. Permitiram ainda expor a visão de algumas entidades já financiadas e debater os fatores que potenciam a confluência de expectativas e resultados entre entidades financiadoras e promotores de projetos sociais.

O evento foi uma iniciativa da ADESBA - Associação para o Desenvolvimento e Bem Estar Social da Freguesia da Barreira, APEPI - Associação de Pais e Educadores de Infância, Associação de Ocupação de Tempos Livres do SOM, EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza - Núcleo Distrital de Leiria, InPulsar - Associação para o Desenvolvimento Comunitário, Liga Social e Cultural Campos do Lis, Mulher Século XXI e Vida Plena - Associação de Solidariedade Social de Leiria, em parceria com o Município de Leiria, Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Instituto Politécnico e Caixa de Crédito Agrícola.

27.2.17

Projetos sociais apresentados em jornadas

Texto Juliana Batista, in Fátima Missionária

O encontro terá lugar no Teatro Miguel Franco

Vários projetos sociais, «considerados como boas práticas de intervenção», serão dados a conhecer nas «Jornadas de Economia Social», que vão realizar-se na cidade de Leiria

Membros de oito organizações de economia social vão dinamizar a sexta edição das «Jornadas de Economia Social» na cidade de Leiria, no próximo dia 4 de abril. O encontro terá lugar no Teatro Miguel Franco, a partir das 09h00, e vai decorrer sob o tema «Projetos sociais: da conceção aos resultados – o diálogo virtuoso entre financiadores e promotores».
 
O encontro será uma ocasião para apresentar os «projetos sociais apoiados pelas entidades financiadoras, considerados como boas práticas de intervenção». Além disso vai ser um meio para fornecer aos participantes «conhecimentos e informação sobre as expetativas das entidades financiadoras e as expetativas das entidades promotoras dos projetos».
 
As «Jornadas de Economia Social» foram ainda programadas para debater «perspetivas sobre o financiamento de projetos, tendo em vista a identificação de fatores que potenciem a convergência de expetativas e resultados», informam os serviços de comunicação da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN-Portugal).

25.5.16

Leiria «olha» para crianças refugiadas

Juliana Baptista, in "Fátima Missionária"

Uma conferência e uma exposição na cidade de Leiria lançam «um olhar sobre as crianças refugiadas», através da arte e do contributo de vários especialistas~

O drama das crianças refugiadas está em foco na cidade de Leiria com uma conferência e uma exposição. O objetivo é contribuir para o debate e despertar consciências para o problema. Sob o nome «Uma criança é uma criança em qualquer parte do mundo – um olhar sobre as crianças refugiadas: sentir, pensar, agir», a conferência está marcada para a próxima quarta-feira, 25 de maio, e terá lugar no Auditório 1, do Edifício B, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), a partir das 15h30.

Ao longo da tarde, os participantes vão ter oportunidade para assistir ao visionamento do documentário «Testemunhos de meninos sírios refugiados no Líbano», e a um excerto da peça de teatro «Vento Leste». Entre os oradores encontram-se Ana Cancela, do Movimento Solidariedade sem Fronteiras, Ana Maria Filipe, do Instituto de Apoio à Criança, e Elisabete Maisão, autora da exposição fotográfica «Cartas para refugiados».

Durante a conferência, com entrada livre, também serão abordados «Os direitos das crianças em qualquer parte do mundo», assim como «O papel dos Estados e da sociedade civil na proteção das crianças refugiadas».

Sobre o mesmo tema, está neste momento a decorrer a exposição «Ilustrações sobre a realidade das crianças refugiadas». A mostra é da autoria de Sofia Lança Zambujo, e apresenta obras «ilustradas» por afirmações de crianças de várias escolas de Portugal. É possível visitar a exposição até quarta-feira nos átrios da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS) e nos átrios dos Edifícios A, B e D da ESTG.

Esta iniciativa é organizada pela ESTG e pela ESECS, do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), e também pelas Associações Meninos do Mundo, Vida Activa, InterMEDIAR – Associação de Mediadores [de conflitos] do Oeste e pela Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN).

21.10.15

“Pobreza tem impacto de 5% nos ricos e 25% nos pobres”

in Região de Leiria

Os desafios e o futuro do terceiro sector foi o tema das V Jornadas de Economia Social que decorreram em Leiria, no dia 8 de outubro. A pobreza foi uma das questões abordadas, enquanto problema transversal às instituições de economia social.

“A Assembleia da República devia ter um grupo de trabalho para analisar o impacto das leis que promulgam, sobretudo na ação social”. A ideia foi defendida pelo padre Jardim Moreira, presidente da Direção da EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza, durante as V Jornadas de Economia Social que se realizaram no passado dia 8 de outubro, no Hotel Tryp, em Leiria.

Jardim Moreira referiu que “a pobreza é transversal uma série de ministérios” e que a sua causa pode não residir apenas na economia, podendo ser também o Parlamento. Uma monitorização aos efeitos das leis promulgados conseguiria, no seu entender, esclarecer o país sobre as verdadeiras causas da pobreza.

Neste contexto, lembrou ainda que as medidas geradoras de empobrecimento têm um impacto de 5% nos ricos, mas de 25% nos pobres e manifestou-se preocupado relativamente ao tempo que esta percentagem demora a reduzir. Jardim Moreira referiu ainda que “o país não caminha todo ao mesmo ritmo”, havendo zonas em que caminha mais rápido em função dos autarcas e das entidades locais.

Durante as V Jornadas de Economia Social, promovidas por 11 instituições da região, entre as quais o Núcleo de Leiria da Rede Europeia Anti-Pobreza, foi ainda debatida a necessidade de conhecer a realidade das instituições que trabalham no domínio da Economia Social, algo que já está a ser feito pela CASES – Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, anunciou o seu presidente Eduardo Graça. Adiantou ainda que foi criada uma conta satélite que permite fazer um zoom sobre as contas da economia social e do seu peso relativamente à economia nacional.

Eduardo Graça salientou que a economia social vale 5,5% do emprego remunerado mensal em Portugal, que é uma “taxa elevada” e “muitíssimo mais do que o sector segurador e bancário”.

Pedro Hespanha, do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, salientou que “a sociedade descansou à sombra da transferência de competências” e que neste momento está a sofrer “as consequências da desresponsabilização e do excesso de atribuição ao Estado”. Por parte do Estado, prosseguiu Pedro Hespanha, existe interesse em ser parceiro e cooperante, por ser “uma solução mais barata”. Já da parte das instituições verifica que “a escolha das valências é a que permite uma melhor relação com o Estado para obter financiamento” e não aquela que vai ao encontro das reais necessidades da comunidade.

As V Jornadas de Economia Social contaram ainda com a participação de Pedro Krupenski, da plataforma das ONGD – Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento, Jorge Brandão, da CCDRC - Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, Alexandra Neves, da Portugal Inovação Social, Tânia Santos «, docente da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais de Leiria, e Pedro Antunes da Logframe.

30.3.15

Programa de Inclusão Social e Emprego em debate

in Diário das Beiras

111 A Associação de Industriais do Concelho de Pombal promoveu uma conferência acerca do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego. O evento foi presidido pelo secretário de Estado do Emprego, Octávio Oliveira. O programa integrou ainda duas mesas redondas, onde foram apresentados vários projetos vocacionados para a inclusão social, nomeadamente pela Associação “O Ninho”, Projeto “Laço Branco”, Departamento de Formação da Delegação da Figueira da Foz da Cruz Vermelha Portuguesa, Rede Europeia Anti-Pobreza e

Projeto “Rosa dos Ventos” (CLDS+ Pombal). O Programa Operacional Inclusão Social e Emprego é o único cujo regulamento específico não foi ainda publicado, tendo o secretário de Estado do Emprego revelado que o mesmo será publicado no decorrer da próxima semana. É objetivo da associação envolver os vários produtores e atores económicos e sociais locais na realização dos eventos, tendo esta colaboração iniciado com esta conferência e pretendendo-se que seja alargado nos eventos previstos para os próximos meses.

20.10.14

Campanha 0% Pobreza assinalada na cidade

in Diário de Leiria

Campanha 0% Pobreza assinalada na cidade LEIRIA A Campanha 0% Pobreza, da Rede Europeia AntiPobreza/Portugal (EAPN Portugal), é assinalada na sexta-feira na cidade de Leiria com mensagens em vários locais, a partir das 14h00. “Em várias ruas, avenidas, jardins e praças, vamos encontrar estátuas vivas, com mensagens em cartazes”, informa a organização.
Pelas 15h00, na Praça Rodrigues Lobo, é distribuída e lida a mensagem do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza. A iniciativa é uma parceria entre o Núcleo Distrital de Leiria da EAPN Portugal, a Câmara Municipal de Leiria e diversas entidades associadas.

24.10.13

III Jornadas de economia social

in Jornal de Leiria

A Fundação Caixa Agrícola de Leiria recebe, nos dias 31 de Outubro e 1 de Novembro, as III Jornadas de Economia Social alusivas ao tema
‘Responsabilidade Social, Sustentabilidade e Bem-Estar nas Organizações’.

[leia aqui o artigo na íntegra]

22.5.12

Núcleo da Rede Europeia Anti-Pobreza organiza 'flash mob' contra desemprego

in Diário de Leiria

Iniciativa consiste numa aglomeração repentina de pessoas, num local público,para encenar uma breve acção previamente combinada. Em Leiria, acçãoestá prevista para o próximo dia 26 de Maio


[Leia aqui o artigo na íntegra]

18.5.12

'Flash mob' contra o desemprego vai mobilizar Leiria

in Jornal de Notícias

O núcleo de Leiria da Rede Europeia Anti-Pobreza vai promover um 'flash mob' de sete minutos contra o desemprego, dia 26 de maio, no centro da cidade, na Praça Rodrigues Lobo.

A coordenadora distrital da associação, Fernanda Faustino, afirma que o 'flash mob' pretende "dar voz aos cidadãos que estão mais vulneráveis".

Fernanda Faustino sublinha querer "que as pessoas exprimam aquilo que sentem sobre o desemprego, que é uma das principais causas da pobreza".

Em declarações prestadas à Lusa, a coordenadora do núcleo garante que a "ação não é politizada" e que visa "mediatizar a problemática", dando um primeiro passo para que o encontro de pessoas desempregadas potencie ideias para futuras atividades conjuntas.

Os participantes da ação "vão fazer um freeze mob, uma modalidade do flash mob, permanecendo estáticos enquanto expressam o que significa para eles o desemprego", explicou Maria Avelino, do conselho consultivo do núcleo distrital de Leiria da Rede Europeia Anti-Pobreza.

"Pareceu-nos que seria uma boa ideia, enquanto forma de expressão que fugisse um pouco ao formato tradicional das manifestações, de uma forma ativista, mas pacífica", frisou Maria Avelino, referindo que o desafio está a ser divulgado na Internet, através das redes sociais, e junto de alunos do ensino superior que estejam a terminar o curso.

Este órgão, promotor da ideia, integra oito pessoas, todas elas desempregadas.

Desempregados convocados por telemóvel

Texto Francisco Pedro, in Fátima Missionária

Ação de protesto marcada para dia 26 de maio é organizada pelo núcleo distrital de Leiria da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN Portugal)

Portugalanterior Um «flash mob» contra o desemprego, expressão inglesa que designa uma ação repentina por um grupo de pessoas em locais públicos, está a ser preparado pela EAPN Portugal para o próximo dia 26, na Praça Rodrigues Lobo, em Leiria. Os organizadores pretendem mostrar que por «detrás dos números estão pessoas».

Num comunicado enviado à agência Ecclesia, os responsáveis pelo núcleo da rede europeia referem que o desemprego constitui «uma das principais causas da pobreza, impedindo centenas de cidadãos de terem acesso a uma vida digna». Os últimos dados Instituto Nacional de Estatística (INE) apontam para 14,9%, «o que equivale a 819,3 mil pessoas, prevendo-se um aumento durante o próximo ano», adiantam.

Com esta iniciativa, que está a ser anunciada através de mensagens telefónicas, pretende-se «dar visibilidade a esta problemática, alertando a sociedade, através da mobilização de pessoas que se encontram afetadas, ou não, pelo desemprego, numa ação com a duração total de 7 minutos, onde os participantes deverão permanecer estáticos”, refere a EAPN.

17.5.12

Leiria: «Flash mob» contra o desemprego

in Agência Ecclesia

O núcleo distrital de Leiria da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN Portugal) organiza, naquela cidade, dia 26 deste mês, um «Flash mob» contra o desemprego.

Este “flash mob”, expressão inglesa que designa uma ação repentina por um grupo de pessoas em locais públicos, será na Praça Rodrigues Lobo, daquela cidade do centro país e pretende demonstrar que “detrás dos números estão pessoas”, revela um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

Segundo a mesma nota, o desemprego constitui “uma das principais causas da pobreza, impedindo centenas de cidadãos de ter acesso a uma vida digna”

Se em 1998, a taxa de desemprego rondava os 4,6%, os últimos dados Instituto Nacional de Estatística (INE) apontam para 14,9%, “o que equivale a 819,3 mil pessoas, prevendo-se um aumento durante o próximo ano”, lê-se.

Através desta ação, pretende-se “dar visibilidade a esta problemática, alertando a sociedade, através da mobilização de pessoas que se encontram afetadas, ou não, pelo desemprego, numa ação com a duração total de 7 minutos, onde os participantes deverão permanecer estáticos”, anuncia.

LFS