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3.8.23

Taxa de inflação na OCDE volta a descer em junho fixando-se em 5,7%

Agência Lusa, in Observador


Organização para a Cooperação e o OCDE sublinha que o número de países da organização que registaram uma inflação de dois dígitos desceu de nove em maio para cinco em junho.


A taxa de inflação homóloga na OCDE voltou a diminuir em junho, situando-se em 5,7% face a 6,5% em maio, com todos os países, exceto a Alemanha e o Japão, a registarem uma queda.

Num comunicado esta quinta-feira divulgado, a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Económico (OCDE) sublinha que o número de países da organização que registaram uma inflação de dois dígitos desceu de nove em maio para cinco em junho.


A inflação da energia na OCDE continuou a descer em junho, atingindo menos 9,6%, depois de se ter cifrado em menos 5,2% em maio, e foi negativa em 27 países da OCDE, mas manteve-se acima dos 10% na Hungria, na Colômbia e na República Checa.

A inflação dos produtos alimentares na OCDE continuou a abrandar, para 10,1% em junho, contra 10,9% em maio, e manteve-se acima dos 10% em 26 países da organização.


Em junho, a descida da inflação subjacente, que exclui os preços dos alimentos e da energia, para 6,6% em junho, contra 6,9% em maio, foi ligeiramente mais acentuada do que nos meses anteriores.

A inflação homóloga dos serviços, estimada com base na informação disponível para 33 países da OCDE, diminuiu para 5,4% em junho, contra 5,7% em maio. Na zona euro, a inflação homóloga, medida pelo Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC), caiu para 5,5% em junho, contra 6,1% em maio.

A inflação da energia e a inflação dos produtos alimentares continuaram a diminuir, enquanto a inflação subjacente aumentou ligeiramente. A estimativa provisória do Eurostat para julho aponta para uma nova descida da inflação homóloga na zona euro para 5,3%.

Estima-se que a inflação da energia na zona euro tenha voltado a diminuir em julho, enquanto a inflação subjacente terá permanecido estável. No G7, a inflação homóloga desceu para 3,9% em junho, contra 4,6% em maio.


A inflação caiu acentuadamente (ou seja, em mais de 1,0 ponto percentual) em Itália, na sequência de uma descida pronunciada da inflação da energia, e nos Estados Unidos, onde a inflação subjacente registou uma descida acentuada.

A inflação também abrandou, mas em menor grau, em França, no Reino Unido e no Canadá, mas em contrapartida, aumentou na Alemanha para 6,4% em junho, contra 6,1% em maio, depois de três meses de descida, impulsionada por um aumento da inflação de base e por uma inflação energética estável.

Na Alemanha, parte deste aumento deve-se a um efeito de base decorrente das medidas de apoio de 2022 (o bilhete de nove euros para os transportes públicos e o desconto nos combustíveis).

No Japão, a inflação tem-se mantido globalmente estável, oscilando em torno de 3,3% desde fevereiro, enquanto outros países do G7 apresentaram uma tendência descendente durante este período.


Os produtos não alimentares e não energéticos foram os principais contribuintes para a inflação global em todos os países do G7 em junho.

No G20, a inflação homóloga diminuiu para 5,5% em junho, contra 5,9% em maio. Na China, a inflação homóloga diminuiu para zero, o nível mais baixo desde fevereiro de 2021.

A inflação diminuiu na África do Sul, no Brasil, na Indonésia e na China, mas aumentou na Argentina e na Índia e manteve-se estável na Arábia Saudita.

31.7.23

Inflação baixou para 3,1% em Julho

Victor Ferreira,  in Público

Descida de 0,3 pontos percentuais face à inflação de Junho deve-se “parcialmente” a um “decréscimo dos preços nos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas”, diz o INE.


A taxa de inflação terá baixado para 3,1% em Julho, segundo a estimativa rápida do Instituto Nacional de Estatística (INE).


É uma descida de 0,3 pontos percentuais face aos 3,4% registados em Junho. Tal desaceleração, a confirmar-se a 10 de Agosto, quando saírem os dados definitivos, "está parcialmente associada a um decréscimo de preços verificado na classe dos Produtos alimentares e bebidas não alcoólicas", refere o INE, na informação divulgada esta manhã.

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Na variação mensal, a inflação terá descido 0,4% em Julho face a Junho, quando nesse mês foi de 0,3%. Há um ano, a variação mensal foi nula em Julho.


Com estes dados, o INE calcula que a inflação seja de 7,3% nos últimos 12 meses, descendo dos 7,8% calculados no mês anterior.

Já o Índice Harmonizado de Preços no Consumidor (IHPC) português, que permite comparações com outros países, terá registado uma variação homóloga de 4,3% (4,7% no mês precedente).

[artigo disponível na íntegra só para assinantes aqui]

4.7.23

Inflação nos países da OCDE caiu para 6,5% em maio

Rita Robalo Rosa, in Expresso

A taxa de inflação nos 38 países da OCDE abrandou para 6,5% em maio (após 7,4% em abril). Em apenas três países (Noruega, Reino Unido e Países Baixos) não houve um recuo da inflação

A taxa de inflação nos 38 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) abrandou para os 6,5% em maio, face aos 7,4% registados em abril, anunciou a instituição esta terça-feira.

A descida foi generalizada, sendo que apenas nos Países Baixos, na Noruega e no Reino Unido não abrandou. Apesar da queda praticamente presente em todos os países membros da OCDE, as taxas foram bastante variadas, entre menos de 3% na Costa Rica, Grécia e Dinamarca, e mais de 20% na Hungria e na Turquia.

Em Portugal, segundo o Instituto Nacional de Estatística, a inflação em maio foi de 4% (entretanto, os números mais recentes, apontam para um descida para 3,4% em junho).

“Mantendo a tendência dos meses anteriores, a inflação da OCDE menos alimentos e energia (inflação subjacente) diminuiu a um ritmo muito mais lento do que a inflação global e atingiu 6,9% em maio de 2023, após 7,1% em abril”, revela a nota da organização.

Analisando especificamente a energia - que há um ano fazia disparar os preços - a taxa de inflação caiu para -5,1% no mês em análise, contra 0,7% em abril. Nos produtos energéticas a taxa de inflação foi negativa em 16 países da OCDE, mas manteve-se acima dos 10% na Letónia, Itália, República Checa, Colômbia e Hungria.

Nas sete maiores economias globais, denominadas como G7, a inflação abrandou para os 4,6% (5,4% em abril).

1.6.23

Taxa de inflação da zona euro com forte recuo para 6,1% em maio

Por Lusa, in TSF


Em maio de 2022, a taxa de inflação anual era de 8,1% nos países do euro.

A taxa de inflação anual da zona euro desceu, em maio, para os 6,1%, puxada pelo abrandamento do aumento de preços na componente da alimentação e pela deflação na energia, estima esta quinta-feira o Eurostat.

Em maio de 2022, a taxa de inflação anual era de 8,1% nos países do euro e em abril de 2023 de 7,0%. De acordo com a estimativa rápida do serviço estatístico europeu, considerando as componentes da inflação, o da alimentação, álcool e tabaco apresentou, em maio, a maior taxa, de 12,5%, mas um ponto abaixo dos 13,5% de abril.

Na componente da energia, por seu lado, passou de uma subida de preços de 2,5% em abril para uma descida de 1,7% em maio.

31.5.23

INE anuncia que inflação e desemprego baixaram em Portugal

 Por Antena 1, in RTP


De acordo com o Instituto Nacional de Estatística, quer a inflação quer a taxa de desemprego baixaram em Portugal. Dois dados que melhoram a posição portuguesa e que coloca a economia nacional numa rota mais positiva.

E é no que diz respeito ao desemprego que surge a primeira reação, por parte da ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, que refere o valor de 6,8 por cento, como o caminho certo.

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, presente na Comissão do Trabalho Segurança Social e Inclusão, na Assembleia da República, revelou também que que se está a verificar um aumento do valor dos salários em Portugal, com os ordenados declarados à Segurança Social a aumentaram em média, 13%.Quanto á inflação a subida dos preços em maio, em Portugal, foi de quatro por cento. O que significa, diz a instituição, um abrandamento.

Este é já o sétimo mês consecutivo de queda da inflação, que em abril tinha atingido os 5,7 por cento.

Quanto à economia, cresceu dois e meio por cento, nos primeiros três meses deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado.

8.3.23

Taxa de inflação abranda em janeiro nos países da OCDE

in Expresso

A taxa de inflação em janeiro nos 38 países que integram a OCDE abrandou para os 9,2%, anunciou esta terça-feira a instituição

A taxa de inflação nos 38 países membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) recuou para os 9,2% em janeiro, face a 9,4% em dezembro de 2022, anunciou esta terça-feira a instituição com sede em Paris, França.

Metade dos países que fazem parte da OCDE registaram um abrandamento da inflação em janeiro, quando em dezembro mais estados - dois terços - tinham visto o ritmo de subida dos preços abrandar face a novembro.

A Hungria, Letónia, Lituânia e Turquia apresentaram em janeiro as maiores taxas de inflação da OCDE, com 25,7%, 21,5%, 20%, e 57,7%, respetivamente.

Um dos maiores fatores de subida dos preços, a energia, alcançou a taxa mais baixa desde março de 2021, fixando-se nos 16,4% em janeiro e abrandando face aos 18,2% de dezembro de 2022. A contribuir para o abrandamento esteve a introdução de tectos nos preços nos Países Baixos e a queda dos preços da energia no mercado regulado italiano.

Também, segundo a OCDE, “na Bélgica, Dinamarca, Itália e Turquia a desaceleração nos preços da energia em janeiro de 2023 justifica-se em grande medida com o forte aumento do índice de preços no consumidor da energia em janeiro de 2022”, isto é, “por efeitos-base”.

Outro componente que contribuiu para o surto inflacionista foi o dos bens alimentares, cuja inflação desacelerou para 15,2% em janeiro nos países membros da OCDE, face a 15,6% em dezembro do ano passado.

A inflação subjacente, que exclui as componentes energética e alimentar por serem de preço volátil, manteve-se igual à taxa de dezembro, nos 7,2%.

Entre os países do G7, a taxa de inflação “aumentou na Alemanha, Japão, e, em menor medida, em França, ao passo que se manteve basicamente estável nos Estados Unidos. Itália registou uma queda pronunciada, ao passo que o Canadá e o Reino Unido apresentaram quedas significativas mas menos substanciais”, detalha a OCDE.

“A inflação da alimentação e da energia continuaram a ser os maiores contributos para a inflação geral em França, Itália, e Japão, ao passo que a inflação sem bens alimentares e energia foi o maior impulsionador no Canadá e nos Estados Unidos. Na Alemanha e no Reino Unido ambos os componentes contribuíram igualmente para a taxa de inflação geral”, detalha a organização.