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8.5.23

“Descomplicar a Menopausa” é tema de sessão na Biblioteca de Faro

in Sul Informação



A iniciativa faz parte do projeto “Biblioteca Social – Humaniza-te”.


“Descomplicar a Menopausa”. Este será o tema abordado no próximo dia 19 de Maio, às 17h30, por Cristina Mesquita de Oliveira, numa sessão na Biblioteca Municipal de Faro.

A iniciativa faz parte do projeto “Biblioteca Social – Humaniza-te”.

O objetivo passa por «promover o combate ao isolamento e à exclusão social e estimular o diálogo e a participação da população, contribuindo para a igualdade de oportunidades, para o acesso aos espaços culturais e à oferta cultural».

28.4.23

Segurança Social vai distribuir 'tablets' a pessoas com apoio domiciliário

Por Lusa, in Expresso



O objetivo é garantir, através desta ligação, a autonomia de pessoas que estão em casa por motivo de doença ou outro tipo de dependência, explicou a ministra do Trabalho e Segurança Social.


A Segurança Social vai distribuir um tablet às pessoas que são acompanhadas pelo Serviço de Apoio Domiciliário para garantir, através desta ligação, a sua autonomia, anunciou a Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

"Neste momento estamos a preparar avisos no âmbito do PRR [Plano de Recuperação e Resiliência] para apoio domiciliário 4.0 para garantir que todas as pessoas que estão a ser acompanhadas no âmbito do setor social relativamente a apoio domiciliário, tenham um tablet para garantir que estão sempre ligadas, permitindo que se mantenham nas suas casas completamente autónomos, mas com a segurança de estarem sempre conectadas", disse Ana Mendes Godinho, à margem da cerimónia, em Loulé, distrito de Faro, da cerimónia de inauguração e apresentação do Centro de Competências de Envelhecimento Ativo (CCEA).

A responsável governamental acrescentou que o tablet "terá naturalmente outros serviços, nomeadamente de monitorização e acompanhamento, até outro tipo de atividade para estimular, mais uma vez, que o envelhecimento ativo e saudável, ainda que muitas vezes à distância, mantém as pessoas ligadas, conectadas a pertencerem a uma comunidade".


Em resposta a uma pergunta dos jornalistas sobre se a Segurança Social iria "distribuir um tablet com um programa específico" para essas pessoas, Ana Mendes Godinho disse que "vai ser isso mesmo".

O Serviço de Apoio Domiciliário presta serviços no domicílio dos utentes, quando estes, por motivo de doença ou outro tipo de dependência, sejam incapazes de assegurar temporária ou permanentemente a satisfação das suas necessidades básicas e/ou realizar as suas atividades diárias.

O serviço permite a prestação de um serviço de proximidade com cuidados individualizados e personalizados, possibilitando assim preservar a família e a casa que constituem para o idoso uma referência importante.

26.4.21

Faro e Odivelas são os concelhos onde o desemprego mais subiu

Cátia Mateus, in Expresso

Crise. Um ano de pandemia colocou o desemprego no valor mais alto dos últimos quatro anos. Há concelhos onde duplicou

Apesar dos milhares de postos de trabalho protegidos pelos apoios públicos criados com a pandemia, não foi possível impedir que a crise chegasse em força ao mercado de trabalho. Os indicadores divulgados esta semana pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) colocam o desemprego registado em março de 2021 no patamar mais elevado dos últimos quatro anos. No mês em que se cumpre um ano do primeiro caso de covid-19 confirmado em Portugal, já com dois confinamentos gerais cumpridos e muitas restrições à atividade económica, os serviços públicos de emprego contabilizavam 432.800 pessoas desempregadas e disponíveis para trabalhar. Mas os cálculos do Expresso mostram que há diferentes realidades na evolução do desemprego nos vários concelhos do país. Se em Faro e Odivelas a pandemia fez duplicar o desemprego, Arronches e Pampilhosa da Serra tinham em março deste ano menos desempregados do que no período pré-pandemia.

É preciso recuar até abril de 2017 para encontrar um valor de desemprego registado tão elevado como o contabilizado em março de 2021 pelo IEFP: 432.800 pessoas. Os dados, que traduzem um agravamento do desemprego registado pelo quarto mês consecutivo, permitem também fazer o balanço dos efeitos de um ano de pandemia no emprego nacional. A análise realizada pelo Expresso aos últimos indicadores do IEFP mostra que os impactos da crise pandémica no desemprego foram sentidos de forma generalizada nas várias regiões do país, com particular incidência na região do Algarve — pela sua exposição económica ao turismo, um dos sectores mais afetados pela pandemia — e na de Lisboa e Vale do Tejo.

IMPACTOS DIFERENCIADOS

Em março deste ano, 88,5% dos 278 concelhos do continente — o IEFP não disponibiliza dados desagregados para as Regiões Autónomas — registavam um nível de desemprego superior a fevereiro de 2020, último mês livre dos efeitos da crise pandémica. O caso mais grave é Faro, que registava em março 3413 desempregados inscritos, mais do dobro do que tinha em fevereiro de 2020 (ver infografia). Odivelas, Castro Marim e Loulé, que somam aumentos percentuais do desemprego registado de 99,9%, 97,1% e 94%, respetivamente, lideram a lista de concelhos onde o desemprego mais se agravou. No extremo oposto destacam-se Arronches, Pampilhosa da Serra e Monforte, que, apesar da crise pandémica, conseguiram diminuir o número de desempregados inscritos nos centros de emprego locais. O concelho alentejano viu recuar em 29% o número de desempregados, registando um recuo nesse número na ordem dos 20%.

Pelos cálculos do Expresso, nos 12 meses de pandemia que já enfrentamos — de março de 2020 a março de 2021 — inscreveram-se nos centros de emprego como desempregadas mais de 611.500 pessoas. Os vínculos de trabalho mais precários — como contratos a termo — respondem pela maior fatia dos novos inscritos. Foram quase 329 mil os que entraram no desemprego por não verem renovados contratos de trabalho a termo. São mais 75.273 que os registados no período homólogo da pré-pandemia, de março de 2019 a março de 2020, o que traduz um aumento de quase 30%.

Os despedimentos são a segunda maior causa de inscrição no desemprego e também aumentaram face ao período homólogo. Desde o início da crise pandémica, 99 mil pessoas formalizaram inscrição nos centros de emprego alegando como motivo o despedimento. São mais 33.119 do que as registadas entre março de 2019 e o mesmo mês de 2020, o que traduz um aumento de 50%. No sentido oposto, o número de trabalhadores que entraram no desemprego por se terem despedido registou um decréscimo de 22%. Foram 22.027 os que tomaram esta iniciativa desde o início da pandemia, menos 6341 do que nos 12 meses anteriores.

25.11.20

Ana Mendes Godinho assina financiamento de apartamentos partilhados para sem-abrigo no Algarve

in Região Sul

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social preside hoje, terça-feira, 24, à cerimónia de assinatura de três protocolos para o financiamento de projetos de apartamentos partilhados para pessoas em situação de sem-abrigo no Algarve.

Ana Mendes Godinho será acompanhada pelo gestor executivo da Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo (ENIPSSA), Henrique Joaquim.

A sessão realiza-se no auditório do Centro Distrital de Faro da Segurança Social, em Faro.

20.11.20

Sem-abrigo aumentam em Faro e cresce número de estrangeiros nesta situação

 in Postal

Na capital algarvia, os sem-abrigo são maioritariamente homens, solteiros, com idades entre os 30 e os 50 anos

O número de pessoas sem-abrigo em Faro está a aumentar e nos últimos meses verifica-se um “aumento significativo de estrangeiros” nesta situação no concelho, disse hoje a coordenadora do Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-abrigo (NIPSA) de Faro.

Segundo Vanda Balaia, em 2020 foram registados na base de dados daquele núcleo 104 processos sociais – dos quais, 74 deram entrada entre janeiro e abril e 30 entre maio e setembro -, estando atualmente em acompanhamento no concelho 62 casos.

Em declarações à Lusa à margem da assinatura de um protocolo, aquela responsável esclareceu que, mesmo havendo 104 processos abertos, isso “não significa que essas pessoas ainda estejam todas no concelho”, por ser uma população que “anda muito entre concelhos”.

O aumento de sem-abrigo estrangeiros em Faro é um fenómeno relativamente recente - uma vez que, até agora, a maior parte desta população no concelho era de nacionalidade portuguesa -, sendo pessoas que, normalmente, apresentam perturbações do foro mental ou um historial de consumos, acrescentou.

De acordo com Vanda Balaia, o impacto da pandemia de covid-19 já se faz sentir no aumento do número de pessoas em situação de sem-abrigo no concelho, sendo que a maioria já pediu apoio às instituições locais.

No entanto, um dos maiores constrangimentos, não só no concelho, como no distrito de Faro, é a “ausência de resposta em termos de alojamento” e o facto de o mercado de arrendamento estar “inflacionado”, o que dificulta a resposta social a esta população.

Em Faro, os sem-abrigo são maioritariamente homens, solteiros, com idades entre os 30 e os 50 anos, sendo a maioria de nacionalidade portuguesa, embora sem raízes locais, ou seja, provenientes de outras zonas do país.

A maior parte pernoita em casas abandonadas e apresenta como motivo para ter chegado à situação de sem-abrigo o alcoolismo, toxicodependência, desemprego ou problemas financeiros e familiares.

Os termos do protocolo de parceria do NPISA de Faro, que envolve a autarquia e 16 parceiros sociais, foram hoje atualizados na sequência de uma revisão da Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo até 2023.

O núcleo, criado em 2010 e coordenado pelo município, tem como objetivo promover as condições de autonomia e do exercício pleno da cidadania da população em situação de sem-abrigo.

De acordo com um levantamento feito até abril deste ano, o concelho de Faro tinha 83 pessoas em situação de sem-abrigo, a maioria sem teto (74), das quais 11 viviam em espaço público e 63 em local precário.

No mesmo levantamento, foram identificadas nove pessoas no concelho que estavam sem casa e em alojamentos temporários.

Em junho passado foi anunciado que Faro iria ter um centro de alojamento de emergência com capacidade para acolher até 49 pessoas em situação de precariedade, naquele que será o primeiro equipamento do género no Algarve.

O centro, que vai ser instalado num edifício cedido pelo Ministério da Agricultura, em Braciais, na periferia de Faro, vai ter 30 lugares para alojamento de emergência, 20 dos quais destinados a alojamento temporário, por um período de três meses, e uma capacidade total máxima para alojar 49 pessoas.

O Movimento de Apoio à Problemática da Sida (MAPS) é a entidade responsável pelo projeto da estrutura, que visa acolher pessoas e famílias em situação de precariedade, nomeadamente, em situação de sem-abrigo, desemprego, alvo de despejos ou com perdas de rendimento.

6.10.20

Município de Faro distinguido pelo trabalho na área do envelhecimento

diariOnline

O município de Faro foi mais uma vez distinguido pelo seu trabalho na área do envelhecimento, com a atribuição do «Selo Comunidades Pró-Envelhecimento» pela Ordem dos Psicólogos Portugueses.

O prémio, anunciado na passada quinta-feira, Dia Internacional do Idoso, distingue municípios “cujas políticas, programas, planos estratégicos e práticas demonstram um compromisso forte e efetivo com a promoção do envelhecimento saudável e bem-sucedido ao longo de todo o ciclo de vida”.

Faro, que já ostenta a bandeira de «Município Familiarmente Responsável» do Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis, foi uma das 94 autarquias reconhecidas pela Ordem dos Psicólogos, entre municípios e juntas de freguesia.

“Para estes reconhecimentos, muito tem contribuído o Gabinete de Apoio ao Idoso (GAI) do Município de Faro, que se destina ao atendimento específico de munícipes idosos e/ou respetivos familiares residentes no concelho, bem como a constituição de um grupo de trabalho na área do envelhecimento do qual fazem parte 11 entidades do concelho com respostas na área do envelhecimento”, refere a autarquia farense, em comunicado.

Dos programas implementados pelo município junto dos seus idosos, destaca-se a teleassistência domiciliária, que consiste na aplicação de uma pulseira e um dispositivo de alarme para resposta imediata a qualquer situação de emergência. Implementado em 2019, este sistema suportado integralmente pela autarquia, já chegou a 64 munícipes idosos.

Está também em vigor desde 2019 o programa de apoio à medicação, através da atribuição do «Cartão Abem» a mais de 100 munícipes idosos, cujas despesas com farmácia passaram a ser suportadas pelo município de Faro.

Por outro lado, o programa «Faro Sénior» é um conjunto de iniciativas lúdicas e pedagógicas que vêm promovendo o envelhecimento ativo e a melhoria da qualidade de vida, minimizando o isolamento e a solidão.

“Na atual conjuntura pandémica, refira-se ainda que o GAI tem acompanhado os nossos seniores, com um cuidado particular com aqueles que se encontram em situação de isolamento e solidão, que são contactados semanalmente pelo serviço”, reforça a Câmara de Faro.

Neste contexto de isolamento pandémico, os seniores farenses também recebem, via correio, várias atividades em formato de papel para irem ocupando o seu tempo e desenvolverem exercícios cognitivos.

Para o município, este selo “constitui mais um justo reconhecimento” de todo o trabalho efetuado junto dos idosos, surgindo no dia em que foi assinado com a GNR um protocolo que vai permitir uma intervenção ainda mais próxima junto dos idosos em isolamento.

12.3.18

Deputado do Bloco de Esquerda encontra-se com ciganos desalojados pelo tornado

Por Sul Informação

João Vasconcelos, deputado do Bloco de Esquerda eleito pelo círculo do Algarve, vai encontrar-se este sábado, às 10h00, no Pavilhão da Penha, em Faro, com a comunidade de famílias ciganas desalojadas devido ao tornado.
Depois deste encontro, João Vasconcelos irá visitar o Cerro do Bruxo, local onde estava instalada a comunidade cigana, e «outros locais do concelho de Faro, onde também se fizeram sentir os efeitos de temporal, com registo de dados materiais e desalojados», adianta o BE/Algarve.

Estas visitas estão condicionadas ao estado do tempo.

5.4.16

ONG's reúnem em Fafe sobre crise dos refugiados

In "RTP"

Dezenas de representantes de Organizações Não Governamentais portuguesas e estrangeiras vão estar reunidos em Fafe, da próxima terça-feira até ao dia 9 de Abril, para debater, entre outros assuntos, a questão dos refugiados, as origens e consequências desta crise humanitária para a Europa e para o Mundo.

Este é um dos pontos que constam do evento "Terra Justa- Encontro Internacional de Causas e Valores da Humanidade", que tem por objectivo alertar, provocar e envolver as pessoas a reflectir sobre a importância das causas e dos valores da humanidade.
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Neste encontro, vai também ser recordado e debatido o papel das enfermeiras paraquedistas portuguesas na guerra do ultramar.

António Guterres, ex alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados e candidato a Secretário Geral das Nações Unidas, é um dos presentes em várias actividades, protagonizando momentos de conversa com a população, nomeadamente em conversas de café, e vai ser um dos homenageados deste "Terra Justa".