por Marlene Carriço, in Jornal de Nogócios on-line
O banco de medicamentos, criado pelo Governo para apoiar idosos carenciados a viver em instituições, já tem 40 mil embalagens, num total de 250 mil euros.
O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, disse hoje que o banco de medicamentos, criado no âmbito do Programa de Emergência Social, está a “ultrapassar largamente as expectativas” do Governo.
Desde o seu arranque oficial, a 1 de Dezembro, esta plataforma já recebeu 40 mil embalagens, num total de 250 mil euros, revelou esta tarde o ministro Pedro Mota Soares no Parlamento, durante uma interpelação do Bloco de Esquerda sobre políticas sociais.
Logo nos primeiros dias de funcionamento, esta plataforma – a 4 de Dezembro – tinham sido distribuídas mais de 500 embalagens, de acordo com os dados então revelados pelo Governo. Tinham aderido 19 farmacêuticas e 59 instituições.
O Banco de Medicamentos é um sistema no qual instituições sociais recebem fármacos de empresas farmacêuticas e os distribuem gratuitamente por idosos carenciados.
Este banco resulta de um protocolo assinado pelo Ministério da Solidariedade e Segurança Social, pela Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed), pela Associação da Indústria Farmacêutica (Apifarma) e pela União das Misericórdias Portuguesas.
O Governo esperava fazer chegar junto da população idosa mais carenciada entre 30 mil a 35 mil embalagens de medicamentos com prazo de validade nunca inferior a seis meses.
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4.2.13
6.12.12
Banco de Medicamentos já tem 11 mil embalagens para idosos carenciados
in Jornal de Notícias
O Banco de Medicamentos, que arrancou este sábado, oficialmente, "já tem 11 mil embalagens de medicamentos para distribuir junto de idosos que precisem desta ajuda", disse este sábado o ministro da Solidariedade e da Segurança Social.
"É um bom exemplo" de "uma resposta social inovadora de chegar a idosos que têm rendimentos muito baixos e consumos de saúde muito altos", sublinhou Pedro Mota Soares, à margem da tomada de posse dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas, em Fátima.
O ministro defendeu que esta solução "é um exemplo" do caminho que o Estado e o Governo devem seguir, estabelecendo parcerias com instituições sociais para garantir "uma resposta melhor e mais contida do ponto de vista dos gastos".
O Banco de Medicamentos, plataforma em que as empresas farmacêuticas doam fármacos às instituições sociais que depois os distribuem, arrancou hoje, oficialmente, apesar da já estar em funcionamento desde o dia da assinatura do protocolo, em novembro.
O protocolo foi assinado entre o Ministério da Solidariedade e Segurança Social, o Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento), a Apifarma e a União das Misericórdias a 09 de novembro, e a plataforma onde são disponibilizados os medicamentos, que depois as instituições vão buscar, começou a funcionar nessa data.
O funcionamento deste Banco de Medicamentos pressupõe que os mais idosos passam a poder ter medicamentos gratuitos, através das doações feitas diretamente pelas empresas farmacêuticas às instituições sociais que disponham de serviços médicos e farmacêuticos.
Em causa estão medicamentos e produtos de saúde com prazo de validade não inferior a seis meses, mas que estão em perfeitas condições de segurança e qualidade para serem utilizados pelos utentes das instituições que mais precisam, como sublinhou o ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, na assinatura do protocolo.
Depois, as instituições selecionadas pela União das Misericórdias Portuguesas (UMP), e inscritas naquela plataforma, passarão a poder contar com essas doações para os seus utentes, cabendo à UMP certificar as instituições que irão beneficiar deste projeto.
Segundo o Programa de Emergência Social, o Governo estima conseguir distribuir entre 30 mil a 35 mil embalagens de medicamentos, salvaguardando que esta medida será sempre fiscalizada.
O Banco de Medicamentos, que arrancou este sábado, oficialmente, "já tem 11 mil embalagens de medicamentos para distribuir junto de idosos que precisem desta ajuda", disse este sábado o ministro da Solidariedade e da Segurança Social.
"É um bom exemplo" de "uma resposta social inovadora de chegar a idosos que têm rendimentos muito baixos e consumos de saúde muito altos", sublinhou Pedro Mota Soares, à margem da tomada de posse dos órgãos sociais da União das Misericórdias Portuguesas, em Fátima.
O ministro defendeu que esta solução "é um exemplo" do caminho que o Estado e o Governo devem seguir, estabelecendo parcerias com instituições sociais para garantir "uma resposta melhor e mais contida do ponto de vista dos gastos".
O Banco de Medicamentos, plataforma em que as empresas farmacêuticas doam fármacos às instituições sociais que depois os distribuem, arrancou hoje, oficialmente, apesar da já estar em funcionamento desde o dia da assinatura do protocolo, em novembro.
O protocolo foi assinado entre o Ministério da Solidariedade e Segurança Social, o Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento), a Apifarma e a União das Misericórdias a 09 de novembro, e a plataforma onde são disponibilizados os medicamentos, que depois as instituições vão buscar, começou a funcionar nessa data.
O funcionamento deste Banco de Medicamentos pressupõe que os mais idosos passam a poder ter medicamentos gratuitos, através das doações feitas diretamente pelas empresas farmacêuticas às instituições sociais que disponham de serviços médicos e farmacêuticos.
Em causa estão medicamentos e produtos de saúde com prazo de validade não inferior a seis meses, mas que estão em perfeitas condições de segurança e qualidade para serem utilizados pelos utentes das instituições que mais precisam, como sublinhou o ministro da Solidariedade e Segurança Social, Pedro Mota Soares, na assinatura do protocolo.
Depois, as instituições selecionadas pela União das Misericórdias Portuguesas (UMP), e inscritas naquela plataforma, passarão a poder contar com essas doações para os seus utentes, cabendo à UMP certificar as instituições que irão beneficiar deste projeto.
Segundo o Programa de Emergência Social, o Governo estima conseguir distribuir entre 30 mil a 35 mil embalagens de medicamentos, salvaguardando que esta medida será sempre fiscalizada.
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