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4.7.17

Dia Nacional das Comunidades Ciganas

in CIG

Para assinalar o Dia Nacional das Comunidades Ciganas, que se celebra hoje, dia 24 de junho, o Governo em associação com a Rede Europeia Anti-Pobreza lançou a Campanha “Todas as pessoas têm direito a ser o que quiserem”.

Veja os vídeos da Campanha “Todas as pessoas têm direito a ser o que quiserem”.

26.6.17

Campanha anti-discriminação mostra que também as crianças ciganas podem sonhar com o futuro

in Diário de Notícias

O Governo vai lançar uma campanha contra a discriminação das pessoas ciganas centrada no direito de todas as crianças poderem ser o que quiserem, já que ser cigano ainda condiciona o seu futuro.

Em declarações à agência Lusa, a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade adiantou que esta é a "primeira vez que o governo português se associa e promove uma campanha contra a discriminação nas comunidades ciganas", algo que considera simbólico.

"Temos consciência de que as comunidades ciganas são as que sofrem mais discriminação em Portugal, entendemos que é preciso a mensagem clara de que independentemente da nossa etnia todas as pessoas têm o direito de ser aquilo que querem, a ter um projeto de vida e um futuro", defendeu Catarina Marcelino.

A campanha, feita em associação com a Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN), consiste para já em dois vídeos, disponíveis na plataforma 'youtube', que mostra várias crianças ciganas a revelarem quais são os seus sonhos para o futuro e que profissão gostavam de ter quando forem adultos.
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De acordo com a secretária de Estado, a mensagem é muito clara: "As crianças ciganas, tal como todas as outras, têm um sonho e têm o direito de tornar esse sonho realidade".

Catarina Marcelino apontou, por isso, que todas devem ter as mesmas oportunidades para alcançar os seus sonhos, algo que, denunciou, ainda não acontece.

"O que acontece, e o que sabemos, é que o facto de se ser pessoa cigana condiciona aquilo que pode ser o seu projeto de vida e aquilo que pode ser a sua realização no futuro e isso não está certo. Nós todos temos direito a ser aquilo que queremos ser porque somos todos portugueses e portuguesas com direitos e deveres iguais", sustentou.

A secretária de Estado admitiu que não será certamente só com esta campanha que a realidade entre a comunidade cigana, e sobretudo entre as crianças, vai mudar, mas adiantou que a iniciativa insere-se num plano mais vasto e mais global, já que está a ser revista a Estratégia Nacional para as Comunidades Ciganas.

Catarina Marcelino salientou que a área da educação é uma das mais importantes, onde está a ser feito trabalho relativamente ao abandono e absentismo escolar das crianças ciganas ou incentivo de prolongamento dos estudos ao ensino secundário e superior.

"Estamos a fazer uma grande aposta nesta área da educação para que estas crianças de facto possam ser o que quiserem e para que esta mensagem desta campanha se torne real e possível", revelou.

Acrescentou que para isso é também necessário que a sociedade olhe para a comunidade cigana de uma forma integradora e que as comunidades ciganas se aproximem da comunidade maioritária.

Os dois vídeos da campanha vão passar nas televisões a 24 de junho, Dia Nacional dos Ciganos, o mesmo dia em que a mensagem da campanha está disponível na rede multibanco. Na próxima semana vai estar nos autocarros de Lisboa, Porto e Braga e também nos cinemas.

Além destes formatos, vai haver cartazes preferencialmente disponíveis nas localidades onde há mais comunidades ciganas.

As crianças ciganas “têm direito a igualdade de oportunidades”

in RR

Campanha lançada neste Dia Nacional das Comunidades Ciganas. Secretária de Estado diz que está na hora de acabar com a "discriminação sem sentido".

As crianças de etnia cigana têm direito de realizar os seus sonhos. Esta é mensagem que o Governo pretende passar com a mais recente campanha contra a discriminação das pessoas ciganas.

A acção, feita em colaboração com a Rede Europeia Anti-Pobreza, inclui dois vídeos em que a apresentadora Catarina Furtado e o director-geral da Saúde, Francisco George, conversam com crianças daquela etnia sobre o que querem ser quando forem grandes.

Neste Dia Nacional das Comunidades Ciganas, a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, sublinha em declarações à Renascença que todas as crianças têm direito a serem o que quiserem.

“Porque nós vivemos numa grande discriminação contra a comunidade cigana, precisamos de uma aproximação da comunidade cigana à comunidade maioritária e da comunidade maioritária à comunidade cigana, o movimento tem que ser feito de parte a parte, mas nós temos que fazer valer os direitos das crianças ciganas, através da educação, de uma habitação condigna, por isso a nossa campanha foca-se nas crianças com esta mensagem muito simples: as crianças ciganas, tal como as outras crianças portuguesas, têm direito a igualdade de oportunidades e a ser aquilo que quiserem ser”, afirma Catarina Marcelino.

A secretária de Estado da Igualdade sublinha que, de acordo com a informação disponível, a comunidade cigana é aquela que que apresenta maior registo de discriminação em Portugal.

“Nunca nos podemos esquecer que estamos a falar de apenas cerca de 40 mil pessoas em 11 milhões. Chegou o momento de nós termos aqui um movimento conjunto com a comunidade cigana e é muito importante salientar esse aspecto: a comunidade cigana tem que fazer parte da solução, trabalhar em conjunto contra esta discriminação que não faz sentido”, defende Catarina Marcelino.

Campanha anti-discriminação mostra que também as crianças ciganas podem sonhar com o futuro

in Dnotícias

O Governo vai lançar uma campanha contra a discriminação das pessoas ciganas centrada no direito de todas as crianças poderem ser o que quiserem, já que ser cigano ainda condiciona o seu futuro.

Em declarações à agência Lusa, a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade adiantou que esta é a “primeira vez que o governo português se associa e promove uma campanha contra a discriminação nas comunidades ciganas”, algo que considera simbólico.

“Temos consciência de que as comunidades ciganas são as que sofrem mais discriminação em Portugal, entendemos que é preciso a mensagem clara de que independentemente da nossa etnia todas as pessoas têm o direito de ser aquilo que querem, a ter um projeto de vida e um futuro”, defendeu Catarina Marcelino.

A campanha, feita em associação com a Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN), consiste para já em dois vídeos, disponíveis na plataforma ‘youtube’, que mostra várias crianças ciganas a revelarem quais são os seus sonhos para o futuro e que profissão gostavam de ter quando forem adultos.

De acordo com a secretária de Estado, a mensagem é muito clara: “As crianças ciganas, tal como todas as outras, têm um sonho e têm o direito de tornar esse sonho realidade”.

Catarina Marcelino apontou, por isso, que todas devem ter as mesmas oportunidades para alcançar os seus sonhos, algo que, denunciou, ainda não acontece.

“O que acontece, e o que sabemos, é que o facto de se ser pessoa cigana condiciona aquilo que pode ser o seu projeto de vida e aquilo que pode ser a sua realização no futuro e isso não está certo. Nós todos temos direito a ser aquilo que queremos ser porque somos todos portugueses e portuguesas com direitos e deveres iguais”, sustentou.

A secretária de Estado admitiu que não será certamente só com esta campanha que a realidade entre a comunidade cigana, e sobretudo entre as crianças, vai mudar, mas adiantou que a iniciativa insere-se num plano mais vasto e mais global, já que está a ser revista a Estratégia Nacional para as Comunidades Ciganas.

Catarina Marcelino salientou que a área da educação é uma das mais importantes, onde está a ser feito trabalho relativamente ao abandono e absentismo escolar das crianças ciganas ou incentivo de prolongamento dos estudos ao ensino secundário e superior.

“Estamos a fazer uma grande aposta nesta área da educação para que estas crianças de facto possam ser o que quiserem e para que esta mensagem desta campanha se torne real e possível”, revelou.

Acrescentou que para isso é também necessário que a sociedade olhe para a comunidade cigana de uma forma integradora e que as comunidades ciganas se aproximem da comunidade maioritária.

Os dois vídeos da campanha vão passar nas televisões a 24 de junho, Dia Nacional dos Ciganos, o mesmo dia em que a mensagem da campanha está disponível na rede multibanco. Na próxima semana vai estar nos autocarros de Lisboa, Porto e Braga e também nos cinemas.

Além destes formatos, vai haver cartazes preferencialmente disponíveis nas localidades onde há mais comunidades ciganas.

Campanha contra discriminação assinala Dia das Comunidades Ciganas

in Jornal de Notícias

A EAPN Portugal (sigla inglesa para Rede Europeia Anti-Pobreza) está a promover uma campanha de combate à discriminação das Comunidades Ciganas. O vídeo conta com a presença da atriz Catarina Furtado e surge no âmbito do Dia Nacional das Comunidades Ciganas, que se celebra sábado.

O vídeo mostra várias crianças à conversa com Catarina Furtado, conhecida pelo seu trabalho humanitário enquanto embaixadora da Boa Vontade das Nações Unidas, sobre que profissão querem ter no futuro.

A campanha tem por objetivo combater a discriminação. Isto porque a falta de informação contribui "para o desenvolvimento e o agravamento de estereótipos e preconceitos", escreve EAPN Portugal.
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A campanha, organizada em parceria com a Secretaria de Estado para a Cidadania e Igualdade, surge no âmbito do Dia Nacional das Comunidades Ciganas, celebrado sábado, dia 24. A iniciativa promove a hashtag #direitoaseroquequiserem para divulgação da mensagem.
Parti