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13.9.17

Desemprego na OCDE mantém-se nos 5,8% em julho, Portugal volta a igualar média da zona euro

in Diário de Notícias

O desemprego no conjunto dos países que integram a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) manteve-se nos 5,8% em julho, com Portugal a manter a média da zona euro.

De acordo com os dados hoje divulgados pela OCDE, nos 35 países membros havia 36,2 milhões de desempregados em julho, mais 3,6 milhões do que antes de se fazerem sentir os efeitos da crise, em abril de 2008.

Do total de desempregados na OCDE, 470 mil dizem respeito a Portugal, onde a taxa de desemprego harmonizada se manteve nos 9,1% em julho, pelo segundo mês consecutivo, igualando o comportamento observado na taxa de desemprego média da zona euro.

A Grécia (com 21,7% em maio, último dado disponível) permanece como o país da OCDE onde o desemprego é mais elevado, seguido de Espanha (17,1%), Itália (11,3%) e França (9,8%).

A taxa de desemprego jovem (entre os 15 e os 24 anos) baixou na média dos países da OCDE em julho para os 11,9%, dos 12,0% observados em junho.

Em Portugal, no entanto, a taxa de desemprego entre os jovens subiu uma décima dos 23,7% observados em junho para os 23,8% em julho.

Na zona euro, o desemprego jovem subiu também uma décima em termos mensais dos 19,0% para os 19,1%.

Três países continuavam, no entanto, com taxas de desemprego acima dos 30%: a Grécia (com 44,4% em maio, o último dado disponível), Espanha (38,6%) e Itália (35,5%).

9.8.17

INE estima descida da taxa de desemprego para 8,8% no segundo semestre

in Diário e Notícias

Este valor é inferior em 1,3 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 2,0 p.p. ao do trimestre homólogo de 2016.

A taxa de desemprego do 2.º trimestre de 2017 foi de 8,8%, estima o Instituto Nacional de Estatística (INE). Este valor é inferior em 1,3 pontos percentuais (p.p.) ao do trimestre anterior e em 2,0 p.p. ao do trimestre homólogo de 2016.

De acordo com as estatísticas do emprego hoje divulgadas, a população desempregada, estimada em 461,4 mil pessoas, registou uma diminuição trimestral de 11,9% (menos 62,5 mil), prosseguindo as diminuições trimestrais observadas desde o 2.º trimestre de 2016. Em relação ao trimestre homólogo, verificou-se uma diminuição de 17,5% (menos 97,9 mil).

A população empregada, estimada em 4 760,4 mil pessoas, verificou um acréscimo trimestral de 2,2% (mais
102,3 mil). Em relação ao trimestre homólogo, verificou-se um aumento de 3,4% (mais 157,9 mil), o maior desde o 4.º trimestre de 2013.

A taxa de desemprego de jovens (15 a 24 anos) foi de 22,7%, menos 2,4 p.p. do que no trimestre anterior e menos 4,2 p.p. do que no trimestre homólogo de 2016.

Entre os jovens dos 15 aos 34 anos, 10,8% não estavam empregados, nem em educação ou formação, o que representa uma diminuição de 1,0 p.p. face ao trimestre anterior e de 1,9 p.p. face ao homólogo.
A proporção de desempregados à procura de emprego há 12 e mais meses (longa duração) foi de 59,2%, mais 0,3 p.p. do que no trimestre anterior e menos 4,9 p.p. do que no trimestre homólogo de 2016.

A taxa de subutilização do trabalho foi de 16,6%, tendo diminuído 1,6 p.p. face ao trimestre anterior e 2,7 p.p. em relação ao 2.º trimestre de 2016.

Nestas estimativas trimestrais foi considerada a população com 15 e mais anos e os valores não são ajustados de sazonalidade.