por Rita Carvalho, in Diáio de Notícias
Medicamentos doados pela empresas farmacêuticas às instituições sociais permitiram uma poupança de 525 mil euros
Quatro meses depois de ter arrancado, o Banco de Medicamentos já permitiu doar às instituições sociais mais de 54 mil embalagens de remédios.
Com este mecanismo, que permite entregar às entidades que prestam cuidados de saúde, remédios com um prazo de validade não inferior a seis meses mas que estão em perfeitas condições de segurança e qualidade, já foi possível poupar 525 mil euros.
Os números avançados pelo Ministério da Solidariedade e Segurança Social mostram ainda que já aderiram ao Banco 29 empresas. Na plataforma que disponibiliza os medicamentos estão registadas 63 entidades.
Esta iniciativa que arrancou no final do ano passado, e que consta do Programa de Emergência Social do Governo, decorre de um protocolo assinado entre o Ministério da Solidariedade e Segurança Social, o Infarmed (Autoridade Nacional do Medicamento), a Apifarma e a União das Misericórdias a 09 de Novembro.
Mostrar mensagens com a etiqueta Banco de medicamentos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Banco de medicamentos. Mostrar todas as mensagens
3.4.13
22.2.13
Banco de medicamentos distribuiu 40 mil embalagens em dois meses
in TSF
O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, anunciou hoje que, nos últimos dois meses, o banco de medicamentos distribuiu cerca de 40 mil embalagens a instituições sociais, doadas por empresas farmacêuticas.
Criado há cerca de dois meses, o banco de medicamentos distribuiu por 60 instituições sociais do país, 40 mil embalagens de medicamentos doadas por 25 empresas farmacêuticas.
Esta doação de medicamentos, «estimada em cerca de 250 mil euros», permite que os medicamentos cheguem «a quem mais precisa, nomeadamente aos idosos com dificuldades de saúde, que muitas vezes têm pensões diminutas e veem partir uma parte substancial dos seus rendimentos nos seus encargos de saúde».
Pedro Mota Soares, que durante a manhã de hoje visitou a Santa Casa da Misericórdia de Mortágua, referiu que só nesta instituição foram entregues, em dois meses, 1.800 embalagens de medicamentos.
«Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos em dois meses, porque fazem chegar medicamentos a quem mais precisa», sustentou.
O representante do Governo sublinhou ainda a importância das parcerias, nomeadamente com as instituições sociais, «muito importantes para assegurar a distribuição destes medicamentos aos idosos que deles carecem».
O ministro da Solidariedade e da Segurança Social, Pedro Mota Soares, anunciou hoje que, nos últimos dois meses, o banco de medicamentos distribuiu cerca de 40 mil embalagens a instituições sociais, doadas por empresas farmacêuticas.
Criado há cerca de dois meses, o banco de medicamentos distribuiu por 60 instituições sociais do país, 40 mil embalagens de medicamentos doadas por 25 empresas farmacêuticas.
Esta doação de medicamentos, «estimada em cerca de 250 mil euros», permite que os medicamentos cheguem «a quem mais precisa, nomeadamente aos idosos com dificuldades de saúde, que muitas vezes têm pensões diminutas e veem partir uma parte substancial dos seus rendimentos nos seus encargos de saúde».
Pedro Mota Soares, que durante a manhã de hoje visitou a Santa Casa da Misericórdia de Mortágua, referiu que só nesta instituição foram entregues, em dois meses, 1.800 embalagens de medicamentos.
«Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos em dois meses, porque fazem chegar medicamentos a quem mais precisa», sustentou.
O representante do Governo sublinhou ainda a importância das parcerias, nomeadamente com as instituições sociais, «muito importantes para assegurar a distribuição destes medicamentos aos idosos que deles carecem».
9.11.12
Banco de Medicamentos formalizado hoje para combater desperdício
in Sol
O Governo vai formalizar, hoje, em Lisboa, o Banco de Medicamentos, uma das medidas previstas no Programa de Emergência Social, através da assinatura do protocolo entre o Ministério da Solidariedade e Segurança Social (MSSS), a APIFARMA e o Infarmed.
De acordo com a informação incluída no Programa de Emergência Social (PES), o Banco de Medicamentos visa «combater o desperdício de medicamentos que nunca entram no circuito comercial», beneficiando principalmente os mais idosos, «através das capacidades já existentes nas intuições sociais».
«Promoveremos que os medicamentos existentes na indústria farmacêutica – e que, por causa das regras legais, seis meses antes do [termo do] seu prazo de validade já não podem entrar no circuito comercial – possam ser utilizados pelos mais idosos», lê-se no PES.
O Governo lembra que a alternativa à doação destes medicamentos seria a sua destruição e defende que, «numa altura em que muitos idosos não conseguem suportar as suas despesas com medicamentos», é importante «aproveitar estes remédios e acabar com o desperdício».
Segundo o que está previsto no Programa de Emergência Social, a distribuição dos medicamentos é feita em «locais próprios e credenciados nas instituições sociais, com salvaguarda das regras legais de segurança».
O Governo estima conseguir distribuir entre 30 mil a 35 mil embalagens de medicamentos, salvaguardando que esta medida será sempre fiscalizada.
O protocolo é assinado às 10h00, no MSSS, em Lisboa, e a cerimónia é presidida pelo ministro Pedro Mota Soares.
O Governo vai formalizar, hoje, em Lisboa, o Banco de Medicamentos, uma das medidas previstas no Programa de Emergência Social, através da assinatura do protocolo entre o Ministério da Solidariedade e Segurança Social (MSSS), a APIFARMA e o Infarmed.
De acordo com a informação incluída no Programa de Emergência Social (PES), o Banco de Medicamentos visa «combater o desperdício de medicamentos que nunca entram no circuito comercial», beneficiando principalmente os mais idosos, «através das capacidades já existentes nas intuições sociais».
«Promoveremos que os medicamentos existentes na indústria farmacêutica – e que, por causa das regras legais, seis meses antes do [termo do] seu prazo de validade já não podem entrar no circuito comercial – possam ser utilizados pelos mais idosos», lê-se no PES.
O Governo lembra que a alternativa à doação destes medicamentos seria a sua destruição e defende que, «numa altura em que muitos idosos não conseguem suportar as suas despesas com medicamentos», é importante «aproveitar estes remédios e acabar com o desperdício».
Segundo o que está previsto no Programa de Emergência Social, a distribuição dos medicamentos é feita em «locais próprios e credenciados nas instituições sociais, com salvaguarda das regras legais de segurança».
O Governo estima conseguir distribuir entre 30 mil a 35 mil embalagens de medicamentos, salvaguardando que esta medida será sempre fiscalizada.
O protocolo é assinado às 10h00, no MSSS, em Lisboa, e a cerimónia é presidida pelo ministro Pedro Mota Soares.
Idosos carenciados recebem medicamentos gratuitos a partir de Dezembro
in Público on-line
Os idosos mais carenciados vão passar a ter acesso a medicamentos gratuitos, a partir de 1 Dezembro, através do Banco de Medicamentos, uma plataforma em que as empresas farmacêuticas doam fármacos às instituições sociais que depois os distribuem, anunciou esta sexta-feira o Governo.
“A partir de agora, as empresas farmacêuticas passam a poder doar directamente a instituições sociais que disponham de serviço médico e farmacêutico, medicamentos e produtos de saúde com prazo de validade não inferior a seis meses”, anunciou o ministro da Solidariedade e Segurança Social na assinatura do protocolo com a indústria farmacêutica, o Infarmed e as Misericórdias, em Lisboa.
Pedro Mota Soares explicou que são medicamentos que não entravam no circuito comercial, mas que estão em “perfeitas condições” de segurança e qualidade para serem utilizados pelos utentes das instituições que mais precisem.
O processo do Banco do Medicamento, inscrito no Programa de Emergência Social, será “simples e directo”, disse o ministro, explicando que as companhias farmacêuticas doam os medicamentos e colocam “informação relevante” sobre eles numa plataforma da autoridade nacional do medicamento (Infarmed).
Depois as instituições selecionadas pela União das Misericórdias Portuguesas e inscritas naquela plataforma passarão a poder contar com essas doações para os seus utentes.
No final da cerimónia, o presidente do Infarmed afirmou que tudo foi organizado de “uma forma muito técnica, cumprindo todas as regras estipuladas na lei”. “São medicamentos perfeitamente legalizados em termos de uso, que estão a seis ou mais meses do fim do prazo de validade” e são essenciais para os idosos, disse Eurico Castro Alves, adiantando que estes fármacos vão poder ser utilizados de “uma forma inteligente e racional”.
Eurico Castro Alves adiantou que “a máquina estará operacional” a 1 de Dezembro, contando com a participação da maior parte das companhias farmacêuticas.
Cabe à União das Misericórdias Portuguesas certificar as instituições que irão beneficiar deste projecto, que irá atender ao número crescente de idosos que não têm recursos financeiros para pagar os medicamentos, disse o presidente da instituição.
“As Misericórdias sabem quem são os doentes que precisam destes medicamentos”, disse Manuel Lemos, considerando esta medida “um salto importantíssimo” e “qualitativo” de uma parceria entre o estado, o setor privado e o sector social.
Para garantir que o sistema não seja pervertido, as Mesericórdias criaram uma equipa para superintender e controlar o sistema. Contudo, salientou Manuel de Melo, “as Misericórdias em Portugal percebem o que está em jogo neste sistema”.
Presente na assinatura do protocolo, o presidente da Apifarma, disse que a indústria respondeu a este desafio “no sentido de encontrar soluções que possam ajudar a minorar as situações dos mais desfavorecidos e dos mais enfraquecidos”. “Tudo aquilo que pudermos fazer responde claramente ao nosso objetivo de responsabilidade social e contribui para que os mais debilitados possam ter alguma ajuda, garantindo todas as regras relativamente à segurança dos medicamentos”, disse Almeida Lopes.
Mota Soares recordou a baixa do preço dos medicamentos, explicando que, em 2011, um idoso deparava-se com um preço médio de medicamentos genéricos de 10,43 euros e este ano baixou para 6,7 euros.
Os idosos mais carenciados vão passar a ter acesso a medicamentos gratuitos, a partir de 1 Dezembro, através do Banco de Medicamentos, uma plataforma em que as empresas farmacêuticas doam fármacos às instituições sociais que depois os distribuem, anunciou esta sexta-feira o Governo.
“A partir de agora, as empresas farmacêuticas passam a poder doar directamente a instituições sociais que disponham de serviço médico e farmacêutico, medicamentos e produtos de saúde com prazo de validade não inferior a seis meses”, anunciou o ministro da Solidariedade e Segurança Social na assinatura do protocolo com a indústria farmacêutica, o Infarmed e as Misericórdias, em Lisboa.
Pedro Mota Soares explicou que são medicamentos que não entravam no circuito comercial, mas que estão em “perfeitas condições” de segurança e qualidade para serem utilizados pelos utentes das instituições que mais precisem.
O processo do Banco do Medicamento, inscrito no Programa de Emergência Social, será “simples e directo”, disse o ministro, explicando que as companhias farmacêuticas doam os medicamentos e colocam “informação relevante” sobre eles numa plataforma da autoridade nacional do medicamento (Infarmed).
Depois as instituições selecionadas pela União das Misericórdias Portuguesas e inscritas naquela plataforma passarão a poder contar com essas doações para os seus utentes.
No final da cerimónia, o presidente do Infarmed afirmou que tudo foi organizado de “uma forma muito técnica, cumprindo todas as regras estipuladas na lei”. “São medicamentos perfeitamente legalizados em termos de uso, que estão a seis ou mais meses do fim do prazo de validade” e são essenciais para os idosos, disse Eurico Castro Alves, adiantando que estes fármacos vão poder ser utilizados de “uma forma inteligente e racional”.
Eurico Castro Alves adiantou que “a máquina estará operacional” a 1 de Dezembro, contando com a participação da maior parte das companhias farmacêuticas.
Cabe à União das Misericórdias Portuguesas certificar as instituições que irão beneficiar deste projecto, que irá atender ao número crescente de idosos que não têm recursos financeiros para pagar os medicamentos, disse o presidente da instituição.
“As Misericórdias sabem quem são os doentes que precisam destes medicamentos”, disse Manuel Lemos, considerando esta medida “um salto importantíssimo” e “qualitativo” de uma parceria entre o estado, o setor privado e o sector social.
Para garantir que o sistema não seja pervertido, as Mesericórdias criaram uma equipa para superintender e controlar o sistema. Contudo, salientou Manuel de Melo, “as Misericórdias em Portugal percebem o que está em jogo neste sistema”.
Presente na assinatura do protocolo, o presidente da Apifarma, disse que a indústria respondeu a este desafio “no sentido de encontrar soluções que possam ajudar a minorar as situações dos mais desfavorecidos e dos mais enfraquecidos”. “Tudo aquilo que pudermos fazer responde claramente ao nosso objetivo de responsabilidade social e contribui para que os mais debilitados possam ter alguma ajuda, garantindo todas as regras relativamente à segurança dos medicamentos”, disse Almeida Lopes.
Mota Soares recordou a baixa do preço dos medicamentos, explicando que, em 2011, um idoso deparava-se com um preço médio de medicamentos genéricos de 10,43 euros e este ano baixou para 6,7 euros.
Subscrever:
Mensagens (Atom)