in Diário de Região
Através de protocolo assinado com oito instituições Almada reforça resposta a situações de pobreza extrema Plano Municipal de Emergência Social, em vigor desde 2015, permitirá disponibilizar 50 mil euros para apoio pontual a situações de grave carência, mas a verba poderá ser reforçada A Câmara Municipal de Almada e oito instituições de solidariedade social assinaram um protocolo anual para ajudar a diminuir situações de pobreza extrema. Trata-se do Plano Municipal de Emergência Social (PMES) que “tem por objectivo reforçar as respostas existentes e contribuir para colmatar, pontualmente, o impacto de situações de pobreza extrema”, revelou a autarquia em nota de Imprensa.
O protocolo em causa disponibiliza “50.000 euros para apoio pontual a situações de grave carência social”, uma verba que poderá ser reforçada “sempre que for considerado necessário, até ao montante previsto de 125.000 euros”. Em vigor desde 2015, a iniciativa municipal tem contribuído para “mitigar situações de grande vulnerabilidade e desprotecção social”, afirma a autarquia, lembrando que em 2017, ao abrigo do PMES, “foram apoiadas 449 famílias, abrangendo um total de 1 154 pessoas”. A maioria dos apoios “destinou-se a situações de dificuldade face a despesas de habitação e saúde”.
De acordo com a edilidade, a tipologia de famílias apoiadas tem maior expressão na “monoparental feminina”, seguida dos “idosos isolados”. “A maioria dos apoios destinou-se a situações de dificuldade face a despesas de habitação e saúde”, acrescenta a autarquia.
O protocolo anual foi assinado na passada segunda-feira entre o município de Almada e oito instituições subscritoras: Assistência Médica Internacional, Associação Solidariedade e Desenvolvimento do Laranjeiro, Associação Vale de Acór, Centro Comunitário de Promoção Social do Laranjeiro/Feijó, Centro Social Paroquial de Cristo Rei, Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Conceição da Costa da Caparica, Santa Casa da Misericórdia de Almada e o Instituto da Segurança Social.
Mostrar mensagens com a etiqueta Camara de Almada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Camara de Almada. Mostrar todas as mensagens
8.8.18
3.8.18
Almada assina protocolo com oito instituições para ajudar a diminuir pobreza
in DN
A Câmara Municipal de Almada e oito instituições de solidariedade social assinaram um protocolo anual para ajudar a diminuir situações de pobreza extrema, informou hoje a autarquia.
Em comunicado, o município explicou que o Plano Municipal de Emergência Social (PMES) "tem por objetivo reforçar as respostas existentes e contribuir para colmatar, pontualmente, o impacto de situações de pobreza extrema".
O protocolo em causa disponibiliza "50.000 euros para apoio pontual a situações de grave carência social", uma verba que poderá ser reforçada "sempre que for considerado necessário, até ao montante previsto de 125.000 euros", explicou.
Em vigor desde 2015, a iniciativa municipal tem contribuído para "mitigar situações de grande vulnerabilidade e desproteção social", referiu a Câmara de Almada.
Segundo a autarquia, em 2017, ao abrigo do PMES, "foram apoiadas 449 famílias, abrangendo um total de 1.154 pessoas".
O município acrescentou ainda que a tipologia de famílias apoiadas tem maior expressão na "monoparental feminina", seguida dos "idosos isolados".
"A maioria dos apoios destinou-se a situações de dificuldade face a despesas de habitação e saúde", informou a autarquia.
O protocolo anual foi assinado na segunda-feira entre o município de Almada e oito instituições subscritoras: Assistência Médica Internacional, Associação Solidariedade e Desenvolvimento do Laranjeiro, Associação Vale de Acór, Centro Comunitário de Promoção Social do Laranjeiro/Feijó, Centro Social Paroquial de Cristo Rei, Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Conceição da Costa da Caparica, Santa Casa da Misericórdia de Almada e o Instituto da Segurança Social.
A Câmara Municipal de Almada e oito instituições de solidariedade social assinaram um protocolo anual para ajudar a diminuir situações de pobreza extrema, informou hoje a autarquia.
Em comunicado, o município explicou que o Plano Municipal de Emergência Social (PMES) "tem por objetivo reforçar as respostas existentes e contribuir para colmatar, pontualmente, o impacto de situações de pobreza extrema".
O protocolo em causa disponibiliza "50.000 euros para apoio pontual a situações de grave carência social", uma verba que poderá ser reforçada "sempre que for considerado necessário, até ao montante previsto de 125.000 euros", explicou.
Em vigor desde 2015, a iniciativa municipal tem contribuído para "mitigar situações de grande vulnerabilidade e desproteção social", referiu a Câmara de Almada.
Segundo a autarquia, em 2017, ao abrigo do PMES, "foram apoiadas 449 famílias, abrangendo um total de 1.154 pessoas".
O município acrescentou ainda que a tipologia de famílias apoiadas tem maior expressão na "monoparental feminina", seguida dos "idosos isolados".
"A maioria dos apoios destinou-se a situações de dificuldade face a despesas de habitação e saúde", informou a autarquia.
O protocolo anual foi assinado na segunda-feira entre o município de Almada e oito instituições subscritoras: Assistência Médica Internacional, Associação Solidariedade e Desenvolvimento do Laranjeiro, Associação Vale de Acór, Centro Comunitário de Promoção Social do Laranjeiro/Feijó, Centro Social Paroquial de Cristo Rei, Centro Social Paroquial Nossa Senhora da Conceição da Costa da Caparica, Santa Casa da Misericórdia de Almada e o Instituto da Segurança Social.
Subscrever:
Mensagens (Atom)