In "Correio da Manhã"
O Estado português atribuiu cerca de 242 mil prestações de desemprego em abril, deixando sem estes apoios 373 mil desempregados, de acordo com as contas feitas pela agência Lusa com base nos últimos dados oficiais disponíveis. De acordo com os dados disponibilizados na página da Segurança Social (www.seg-social.pt), em abril existiam 242.169 beneficiários de prestações de desemprego, menos 7.668 pessoas do que em março e o equivalente a 39% do último número total de desempregados contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (estimativas provisórias de março). Os últimos dados divulgados pelo INE, relativos a março, contabilizavam um total de 615,2 mil desempregados, com a taxa de desemprego a situar-se nos 12,1% (uma descida de 0,1 pontos percentuais face a fevereiro).
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25.5.16
22.3.16
Segurança Social deixa sem apoio 363 mil desempregados
In "Correio da Manhã"
O Estado português atribuiu cerca de 256 mil prestações de desemprego em fevereiro, deixando sem estes apoios mais de 363 mil desempregados, segundo dados divulgados esta sexta-feira pela Segurança Social. De acordo com os últimos dados disponibilizados na página da Segurança Social na Internet (www.seg-social.pt), em fevereiro existiam 256.142 beneficiários de prestações de desemprego, menos 4.845 pessoas do que em janeiro e o equivalente a 41% do último número total de desempregados contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (estimativas provisórias de janeiro). Os últimos dados divulgados pelo INE, relativos a janeiro, contabilizavam um total de 619,5 mil desempregados, com a taxa de desemprego a situar-se nos 12,2% (estável face aos dois meses anteriores).
Das prestações contabilizadas pela Segurança Social, 125.924 referem-se a mulheres e as restantes 130.188 dizem respeito a homens. Os números da Segurança Social incluem o subsídio de desemprego, subsídio social de desemprego inicial, subsídio social de desemprego subsequente e prolongamento do subsídio social de desemprego, prestações que atingiram em fevereiro o valor médio de 455,86 euros, face aos 454,42 euros observados um ano antes.
O Estado português atribuiu cerca de 256 mil prestações de desemprego em fevereiro, deixando sem estes apoios mais de 363 mil desempregados, segundo dados divulgados esta sexta-feira pela Segurança Social. De acordo com os últimos dados disponibilizados na página da Segurança Social na Internet (www.seg-social.pt), em fevereiro existiam 256.142 beneficiários de prestações de desemprego, menos 4.845 pessoas do que em janeiro e o equivalente a 41% do último número total de desempregados contabilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (estimativas provisórias de janeiro). Os últimos dados divulgados pelo INE, relativos a janeiro, contabilizavam um total de 619,5 mil desempregados, com a taxa de desemprego a situar-se nos 12,2% (estável face aos dois meses anteriores).
Das prestações contabilizadas pela Segurança Social, 125.924 referem-se a mulheres e as restantes 130.188 dizem respeito a homens. Os números da Segurança Social incluem o subsídio de desemprego, subsídio social de desemprego inicial, subsídio social de desemprego subsequente e prolongamento do subsídio social de desemprego, prestações que atingiram em fevereiro o valor médio de 455,86 euros, face aos 454,42 euros observados um ano antes.
14.5.13
OCDE pede cortes no subsídio de desemprego dos mais velhos
Por Luís Reis Ribeiro, Dinheiro Vivo
A recomendação não é nova, mas a OCDE insiste que Portugal deve ser menos generoso na duração do subsídio atribuído a desempregados mais velhos de forma a ter verba para aumentar a cobertura nas camadas mais jovens.
Tal como já tinha sido noticiado pelo Dinheiro Vivo em meados de janeiro, a OCDE verteu no relatório especial "Portugal: reformar o Estado para promover o crescimento" (em pdf), hoje publicado, a necessidade de o Estado ser menos generoso com os desempregados mais idosos.
O Governo deve "tornar a duração do subsídio de desemprego menos dependente da idade [do beneficiário] e assegurar que essas mudanças na elegibilidade são eficazes na melhoria da cobertura do benefício, especialmente junto dos trabalhadores jovens".
Ainda assim, a OCDE suavizou um pouco o tom já que antes defendia que “os cortes maiores na duração do subsídio de desemprego estão por fazer” e que era preciso “tornar a duração do subsídio não dependente da idade” e “aumentar a cobertura do apoio, especialmente para os trabalhadores mais jovens”. Agora diz que deve ser "menos dependente da idade".
Por exemplo, a atual lei em vigor prevê que uma pessoa com 45 anos ou mais, com um registo de ordenados superior a 72 meses, tenha direito a 900 dias de subsídio de desemprego (quase dois anos e meio), mais 60 dias por cada cinco anos de registo de salário nos últimos 20 anos. Este último acréscimo passa a 30 dias em idades inferiores a 45 anos. A OCDE quer acabar com situações deste tipo e outras demasiado generosas, de acordo com a sua ótica.
Há casos em que o subsídio pode ultrapassar os três anos de duração para pessoas mais velhas. OCDE repudia este tipo de generosidades.
A recomendação não é nova, mas a OCDE insiste que Portugal deve ser menos generoso na duração do subsídio atribuído a desempregados mais velhos de forma a ter verba para aumentar a cobertura nas camadas mais jovens.
Tal como já tinha sido noticiado pelo Dinheiro Vivo em meados de janeiro, a OCDE verteu no relatório especial "Portugal: reformar o Estado para promover o crescimento" (em pdf), hoje publicado, a necessidade de o Estado ser menos generoso com os desempregados mais idosos.
O Governo deve "tornar a duração do subsídio de desemprego menos dependente da idade [do beneficiário] e assegurar que essas mudanças na elegibilidade são eficazes na melhoria da cobertura do benefício, especialmente junto dos trabalhadores jovens".
Ainda assim, a OCDE suavizou um pouco o tom já que antes defendia que “os cortes maiores na duração do subsídio de desemprego estão por fazer” e que era preciso “tornar a duração do subsídio não dependente da idade” e “aumentar a cobertura do apoio, especialmente para os trabalhadores mais jovens”. Agora diz que deve ser "menos dependente da idade".
Por exemplo, a atual lei em vigor prevê que uma pessoa com 45 anos ou mais, com um registo de ordenados superior a 72 meses, tenha direito a 900 dias de subsídio de desemprego (quase dois anos e meio), mais 60 dias por cada cinco anos de registo de salário nos últimos 20 anos. Este último acréscimo passa a 30 dias em idades inferiores a 45 anos. A OCDE quer acabar com situações deste tipo e outras demasiado generosas, de acordo com a sua ótica.
Há casos em que o subsídio pode ultrapassar os três anos de duração para pessoas mais velhas. OCDE repudia este tipo de generosidades.
22.1.13
Desempregados começam esta terça-feira a sentir redução no valor subsídio
in Jornal de Notícias
Os desempregados em Portugal começam, esta terça-feira, a sentir o valor da redução no subsídio de desemprego, em virtude do corte de 6% na prestação decretado no Orçamento do Estado para este ano.
O valor do subsídio, que começa a ser pago por transferência bancária e quarta-feira através de carta e cheque, é reduzido este ano em 6%, por via de uma "contribuição extraordinária" imposta pelo OE de 2013.
O guia prático do subsídio de desemprego, divulgado pelo Instituto da Segurança Social (ISS), lembra que para os desempregados saberem quanto terão de subsídio a partir deste mês terão de multiplicar o valor que até então recebiam por 0,06 - o exemplo dado é de um subsídio de 500 euros, que sofrerá um corte de 30 euros mensais.
Contactado pela agência Lusa, o presidente da Associação de Desempregados Portugueses criticou a medida "é mais um corte" nos direitos das pessoas feita por um Estado que "pensa só no dia de hoje".
"Vai receber cada vez menos e vai ter de pagar cada vez mais", apontou Fernando Santos.
Os desempregados em Portugal começam, esta terça-feira, a sentir o valor da redução no subsídio de desemprego, em virtude do corte de 6% na prestação decretado no Orçamento do Estado para este ano.
O valor do subsídio, que começa a ser pago por transferência bancária e quarta-feira através de carta e cheque, é reduzido este ano em 6%, por via de uma "contribuição extraordinária" imposta pelo OE de 2013.
O guia prático do subsídio de desemprego, divulgado pelo Instituto da Segurança Social (ISS), lembra que para os desempregados saberem quanto terão de subsídio a partir deste mês terão de multiplicar o valor que até então recebiam por 0,06 - o exemplo dado é de um subsídio de 500 euros, que sofrerá um corte de 30 euros mensais.
Contactado pela agência Lusa, o presidente da Associação de Desempregados Portugueses criticou a medida "é mais um corte" nos direitos das pessoas feita por um Estado que "pensa só no dia de hoje".
"Vai receber cada vez menos e vai ter de pagar cada vez mais", apontou Fernando Santos.
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