in SapoNotícias
A taxa de desemprego baixou, em agosto e na comparação homóloga, para os 9,1% na zona euro e para os 7,6% na União Europeia (UE), sendo nesta o valor mais baixo desde novembro de 2008, divulga o Eurostat.
Na zona euro, a taxa de desemprego manteve-se estável face ao mês anterior, mas recuou 0,8 pontos na comparação com agosto de 2016.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da UE, no conjunto dos 28 Estados-membros, a taxa de desemprego recuou 0,1 pontos em cadeia e 0,8 em termos homólogos (era 7,7% em agosto de 2016).
Entre os Estados-membros, as taxas de desemprego mais baixas foram registadas na República Checa (2,9%), na Alemanha (3,6%) e em Malta (4,2%) e as mais altas na Grécia (21,2% em junho) e em Espanha (17,1%).
Em Portugal, a taxa de desemprego manteve-se estável nos 8,9% face a julho, mas recuou na comparação com os 10,9% homólogos.
Em termos homólogos, o desemprego recuou em todos os Estados-membros exceto a Finlândia, onde se manteve estável.
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4.10.17
30.11.12
Bruxelas admite desemprego "inaceitavelmente alto" na Europa
in Jornal de Notícias
A Comissão Europeia reconheceu, esta sexta-feira, que o desemprego na União Europeia, que afeta quase 26 milhões de pessoas, continua "inaceitavelmente alto" e sublinhou a necessidade de os Estados-membros darem prioridade à criação de emprego.
"O nível de desemprego na Europa permanece inaceitavelmente alto", afirmou o porta-voz do comissário europeu do Emprego e Assuntos Sociais, Jonathan Todd, num comentário aos dados divulgados hoje pelo Eurostat, que apontam para uma taxa de desemprego de 11,7% na zona euro, em outubro, e de 10,7% na UE, valores superiores aos registados no mês anterior.
Falando na conferência de imprensa diária do executivo comunitário, em Bruxelas, Jonathan Todd, disse que as divergências entre os Estados-membros ao nível do emprego e da situação social são "maiores do que nunca" e apelou para que os 27 apliquem "urgentemente" as recomendações adotadas pelo Conselho Europeu, em julho, e as medidas delineadas pela Comissão Europeia, em abril.
"A situação crítica ao nível do desemprego demonstra a necessidade de pôr fim à atual crise económica e dar prioridade à criação de emprego", defendeu, referindo que o desemprego na Europa está a atingir níveis "historicamente elevados".
Em relação a setembro deste ano, a taxa de desemprego subiu de 10,6% para 10,7% na UE a 27 e de 11,6% pata 11,7% na zona euro.
O aumento é mais expressivo quando é feita uma comparação com outubro do ano passado, altura em que a taxa de desemprego na zona euro era de 10,4% e na UE de 9,9%.
Entre os Estados-membros, as taxas de desemprego mais elevadas pertencem a Espanha (26,2%), à Grécia (25,4%, valor referente a agosto) e a Portugal (16,3%).
De acordo com os dados hoje divulgados pelo Eurostat, em outubro, existiam 25,913 milhões de pessoas desempregadas na UE, das quais 18,703 milhões na zona euro.
A Comissão Europeia reconheceu, esta sexta-feira, que o desemprego na União Europeia, que afeta quase 26 milhões de pessoas, continua "inaceitavelmente alto" e sublinhou a necessidade de os Estados-membros darem prioridade à criação de emprego.
"O nível de desemprego na Europa permanece inaceitavelmente alto", afirmou o porta-voz do comissário europeu do Emprego e Assuntos Sociais, Jonathan Todd, num comentário aos dados divulgados hoje pelo Eurostat, que apontam para uma taxa de desemprego de 11,7% na zona euro, em outubro, e de 10,7% na UE, valores superiores aos registados no mês anterior.
Falando na conferência de imprensa diária do executivo comunitário, em Bruxelas, Jonathan Todd, disse que as divergências entre os Estados-membros ao nível do emprego e da situação social são "maiores do que nunca" e apelou para que os 27 apliquem "urgentemente" as recomendações adotadas pelo Conselho Europeu, em julho, e as medidas delineadas pela Comissão Europeia, em abril.
"A situação crítica ao nível do desemprego demonstra a necessidade de pôr fim à atual crise económica e dar prioridade à criação de emprego", defendeu, referindo que o desemprego na Europa está a atingir níveis "historicamente elevados".
Em relação a setembro deste ano, a taxa de desemprego subiu de 10,6% para 10,7% na UE a 27 e de 11,6% pata 11,7% na zona euro.
O aumento é mais expressivo quando é feita uma comparação com outubro do ano passado, altura em que a taxa de desemprego na zona euro era de 10,4% e na UE de 9,9%.
Entre os Estados-membros, as taxas de desemprego mais elevadas pertencem a Espanha (26,2%), à Grécia (25,4%, valor referente a agosto) e a Portugal (16,3%).
De acordo com os dados hoje divulgados pelo Eurostat, em outubro, existiam 25,913 milhões de pessoas desempregadas na UE, das quais 18,703 milhões na zona euro.
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