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3.12.20

Idanha-a-Nova apresenta projeto para promover a coesão social no concelho

in o Observador

O "Gente Raiana" dá continuidade ao trabalho de intervenção social nas áreas da educação, inclusão social, emprego e empreendedorismo, envelhecimento ativo e apoio às famílias.

A Câmara de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, anunciou esta quarta-feira um projeto, no âmbito dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social de 4ª Geração (CLDS), para promover a coesão social no concelho.

Em comunicado enviado à agência Lusa, o município de Idanha-a-Nova explica que o plano de ação prevê um investimento global de cerca de 492 mil euros, repartido pelos três anos de execução do projeto.

O financiamento é feito pelo Instituto da Segurança Social, por via do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, Portugal 2020 e da União Europeia, através do Fundo Social Europeu.

O novo projeto “Gente Raiana” tem como objetivo a promoção da coesão social no concelho de Idanha-a-Nova, tem como entidade promotora a Câmara de Idanha-a-Nova e como entidade coordenadora local o Centro Municipal de Cultural e Desenvolvimento (CMCD), devido à sua aptidão e experiência em projetos de intervenção social.

“As nossas políticas de desenvolvimento são destinadas a todos os cidadãos, de forma solidária, para que todos possam ter qualidade de vida no nosso concelho”, refere, citado na nota, o presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto.

O “Gente Raiana” dá continuidade ao trabalho de intervenção social, em proximidade, articulado com os interlocutores e técnicos das entidades parceiras, nas áreas da educação, da inclusão social, do emprego e empreendedorismo, do envelhecimento ativo e do apoio às famílias.

Neste âmbito, vai ser desenvolvido um conjunto alargado de ações, com os diferentes parceiros do território, em eixos de intervenção como o emprego, formação e qualificação, intervenção familiar e parental, preventiva da pobreza infantil, e promoção do envelhecimento ativo e apoio à população idosa.


27.3.19

Idanha-a-Nova cria equipa de mediadores para integrar comunidades vulneráveis

in DN

A Câmara de Idanha-a-Nova anunciou hoje a criação uma equipa de Mediadores Municipais Interculturais, que vai começar a operar no concelho para reforçar a integração de comunidades especialmente vulneráveis.

"Durante os próximos 36 meses, uma equipa formada por quatro elementos estará no terreno a criar pontes com a comunidade cigana residente neste concelho, mas também a indiana e a oriunda de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP)", explica, em comunicado, este município do distrito de Castelo Branco.

O projeto é desenvolvido pela Câmara de Idanha-a-Nova em parceria com o Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento, no âmbito de uma candidatura aprovada pelo Alto Comissariado para as Migrações.
"Queremos que todas as comunidades se sintam em casa em Idanha-a-Nova, para que as famílias estejam devidamente integradas na sociedade e no mercado de trabalho, e que as crianças e jovens tenham sucesso escolar", refere o presidente da câmara local, Armindo Jacinto.

A equipa de Mediadores Municipais Interculturais vai começar a operar no concelho para reforçar a integração de populações especialmente vulneráveis, designadamente comunidades ciganas e comunidades migrantes.
"Os objetivos gerais do projeto incidem no aprofundamento do diálogo intercultural entre as várias comunidades e a sociedade de acolhimento, a promoção da coesão social e a melhoria da qualidade de vida de todos os habitantes no concelho de Idanha-a-Nova", lê-se na nota.

O trabalho dos Mediadores Municipais Interculturais inclui áreas estratégicas como a educação, nomeadamente na ligação entre estudantes, escolas e famílias, de forma a combater o insucesso, o absentismo e o abandono escolar.

A sua ação vai ser também determinante em áreas como a ação social e a saúde, em particular na componente do planeamento familiar.
Para reforçar a implementação do projeto, está ainda prevista a realização de ações de formação com vista à capacitação contínua dos quatro mediadores, todos eles oriundos da comunidade idanhense e três dos quais já em funções.

O projeto é cofinanciado pelo Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (POISE), Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Social Europeu.