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5.7.12

Preços dos alimentos continuam a descer

Erika Nunes, in Dinheiro Vivo

Os preços dos alimentos estão ao nível mais baixo a nível mundial desde Setembro de 2010, tendo descido pelo terceiro mês consecutivo, em Junho. Segundo a agência das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, FAO, em Junho os preços desceram 1,8%.

O índice FAO do preço dos alimentos ficou em 201 pontos, menos quatro do que em Maio, sendo também menos 15,4% do que no pico registado em Fevereiro de 2011.

A FAO também desceu as suas previsões quanto ao stock de cereais deste ano, no entanto ainda está 2% acima do nível recorde registado no ano passado.

Alguns preços de cereais têm continuado voláteis, em perspetiva de alguma seca, porém a FAO continua a "estudar a volatilidade dos preços dos alimentos e a identificar políticas de resposta adequadas", tal como afirmou José Graziano da Silva, presidente da República Dominicana, local escolhido para o evento da FAO, amanhã, sobre "Volatilidade dos Preços dos Alimentos e Especulação de Preços".

18.4.12

FMI prevê baixa no preço do petróleo e alimentos em 2013

in RR

Instituição adverte que instabilidade no Irão continua a ser uma forte ameaça para o mercado petrolífero e preços podem disparar a qualquer momento se a situação no terreno se complicar.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) acredita que o preço do petróleo vai baixar no próximo ano, assim como o custo dos alimentos.

A instituição adverte, no entanto, que a instabilidade no Irão continua a ser uma forte ameaça para o mercado petrolífero e que os preços podem disparar a qualquer momento se a situação no terreno se complicar.

No relatório avançado esta terça-feira, o FMI mostra-se também mais optimista sobre a evolução da economia. Reviu em ligeira alta o crescimento mundial e aponta agora para uma recessão menos acentuada na Europa. Para Portugal continua a prever uma recessão de 3,3% este ano e um crescimento de 0,3% no próximo.

O FMI alerta ainda os países que enfrentam a crise da dívida como Portugal podem ter de aumentar o apoio público aos bancos e aconselha a Europa a avançar com as “eurobonds”, os títulos de dívida europeus.