In "Visão"
Há revistas mais especiais do que outras.
A última VISÃO, dedicada ao tema da Solidariedade, foi um destes casos: em parceria com o Montepio, premiámos as personalidades e empresas que se destacaram nesta área, segundo um júri composto por Mercedes Balsemão (SIC Esperança), António Tavares (Santa Casa da Misericórdia do Porto), Dulce Rocha (Instituto de Apoio à Criança), Conceição Zagalo (GRACE), Maria Angélica Aires (Montepio) e Mafalda Anjos (VISÃO).
Os prémios Os Nossos Heróis 2015 foram atribuídos a Helena de Sousa Freitas com o projeto Garrrbage, e à empresa Bel Portugal pela iniciativa #saycheese. As Menções Honrosas foram para a WebAnkor e para o médico Hugo Martins. Conheça as suas histórias nas páginas 90 a 92.
Agora que já descobriu a nova VISÃO, como nunca viu, queremos que nos mostre Portugal como nunca viu. Participe, até dia 16, com as suas fotos e habilite-se a ganhar uma viagem de helicóptero por Lisboa. Mais informação em olhares.sapo.pt.
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4.12.15
Afinal, há pequenos-almoços grátis
José Cária, in "Visão"
Todos os anos, a VISÃO premeia quem se destaca na área da solidariedade. Este ano, a Bel foi distinguida por causa de uma hashtag. Parece um vírus, mas não é
Equipa Alguns colaboradores da Bel Portugal fotografados na sede, em Lisboa. As árvores de Natal são decoradas com desenhos das crianças apoiadas pela empresa
Definição de hashtag: palavra-chave precedida do símbolo # que as pessoas incluem nas suas postagens das redes sociais quando as querem agrupar, automaticamente, a outras mensagens semelhantes em toda a internet. Por exemplo, ao dar o nome #saycheese a uma foto do Instagram estará a associá-la a uma hashtag que a empresa Bel reconhecerá. No final do ano, por cada fotografia de uma pessoa a sorrir publicada com esse rótulo, a Bel dará um euro a causas sociais. Foi com esse projeto que a empresa concorreu ao prémio Os Nossos Heróis
2015, da VISÃO Solidária e do Montepio. E saiu vencedora. A Bel é conhecida, no mundo, pelos queijinhos A Vaca que Ri e Babybel. Em Portugal, as suas produções mais famosas são o queijo Limiano, de Ponte de Lima, e o Terranostra, dos Açores. É precisamente nessa região do País que a empresa tem duas das suas três fábricas em território português e metade dos seus 540 funcionários em Portugal (entre eles há apenas um holandês e dois ucranianos, todos os outros são lusos). No total, o grupo Bel tem onze mil colaboradores, está presente em 122 países e tem 28 fábricas. A ideia de transformar sorrisos em fotografias e fotografias em euros teve origem num slogan. “Partilhando sorrisos é a nossa assinatura e é a base de toda esta campanha”, conta Emília Marreiros, diretora de Recursos Humanos e Relações Institucionais da Bel. O objetivo – 150 mil euros/partilhas/fotos – vem da idade que a empresa, familiar, celebra em 2015: 150 anos. Até agora, de acordo com os últimos números recolhidos pela sua equipa, Emília Marreiros confirma que já foram partilhados mais de dois mil sorrisos, só em Portugal e só por pessoas ligadas à Bel.
A CRIANÇA NO CENTRO
É normalmente através da Fundação Bel, criada em 2008, que as verbas recolhidas pela empresa são investidas no tecido social. Em 2014, foram apoiados mais de 150 projetos em 30 países. Mas não só. Há casos em que a Bel apoia as comunidades a nível local, com oferta de produtos de
forma mais ou menos regular. Em Portugal, foram assinados protocolos com três instituições: Instituto de Apoio à Criança dos Açores, Centro de Acolhimento Temporário de Vale de Cambra e Aldeias SOS nas suas quatro localizações, para assegurar o pequeno-almoço a todas as crianças que frequentam esses espaços. “Oferecemos leite, queijo e manteiga e damos uma comparticipação financeira para que seja assegurado o resto do pequeno-almoço. Entretanto, a plataforma Lanche Saudável associou-se à nossa causa e optámos por usar a designação lanche, em vez de pequeno-almoço”, diz Emília Marreiros. Em 2013, 164 crianças foram apoiadas através destes protocolos. A Bel é discreta na sua atividade solidária, mas ela é uma constante. No Natal, começa uma das campanhas preferidas dos colaboradores. “Costumamos enviar uma pequena placa de madeira que usamos nos nossos queijos para as crianças das instituições que apoiamos. Cada criança faz um desenho nessa placa redonda e assina o seu nome por trás. É assim que decoramos as árvores da empresa e, perto do Natal, cada colaborador retira uma bola e compra um presente para o autor do desenho”, explica a diretora. O júri da VISÃO Solidária premiou a empresa pela solidez da sua veia filantrópica e pela simplicidade e eficácia da campanha #saycheese. Agora que já conhece esta hashtag, nem precisa de gostar de queijo. Basta sorrir, fotografar e partilhar.
ssapage@visao.impresa.p
Todos os anos, a VISÃO premeia quem se destaca na área da solidariedade. Este ano, a Bel foi distinguida por causa de uma hashtag. Parece um vírus, mas não é
Equipa Alguns colaboradores da Bel Portugal fotografados na sede, em Lisboa. As árvores de Natal são decoradas com desenhos das crianças apoiadas pela empresa
Definição de hashtag: palavra-chave precedida do símbolo # que as pessoas incluem nas suas postagens das redes sociais quando as querem agrupar, automaticamente, a outras mensagens semelhantes em toda a internet. Por exemplo, ao dar o nome #saycheese a uma foto do Instagram estará a associá-la a uma hashtag que a empresa Bel reconhecerá. No final do ano, por cada fotografia de uma pessoa a sorrir publicada com esse rótulo, a Bel dará um euro a causas sociais. Foi com esse projeto que a empresa concorreu ao prémio Os Nossos Heróis
2015, da VISÃO Solidária e do Montepio. E saiu vencedora. A Bel é conhecida, no mundo, pelos queijinhos A Vaca que Ri e Babybel. Em Portugal, as suas produções mais famosas são o queijo Limiano, de Ponte de Lima, e o Terranostra, dos Açores. É precisamente nessa região do País que a empresa tem duas das suas três fábricas em território português e metade dos seus 540 funcionários em Portugal (entre eles há apenas um holandês e dois ucranianos, todos os outros são lusos). No total, o grupo Bel tem onze mil colaboradores, está presente em 122 países e tem 28 fábricas. A ideia de transformar sorrisos em fotografias e fotografias em euros teve origem num slogan. “Partilhando sorrisos é a nossa assinatura e é a base de toda esta campanha”, conta Emília Marreiros, diretora de Recursos Humanos e Relações Institucionais da Bel. O objetivo – 150 mil euros/partilhas/fotos – vem da idade que a empresa, familiar, celebra em 2015: 150 anos. Até agora, de acordo com os últimos números recolhidos pela sua equipa, Emília Marreiros confirma que já foram partilhados mais de dois mil sorrisos, só em Portugal e só por pessoas ligadas à Bel.
A CRIANÇA NO CENTRO
É normalmente através da Fundação Bel, criada em 2008, que as verbas recolhidas pela empresa são investidas no tecido social. Em 2014, foram apoiados mais de 150 projetos em 30 países. Mas não só. Há casos em que a Bel apoia as comunidades a nível local, com oferta de produtos de
forma mais ou menos regular. Em Portugal, foram assinados protocolos com três instituições: Instituto de Apoio à Criança dos Açores, Centro de Acolhimento Temporário de Vale de Cambra e Aldeias SOS nas suas quatro localizações, para assegurar o pequeno-almoço a todas as crianças que frequentam esses espaços. “Oferecemos leite, queijo e manteiga e damos uma comparticipação financeira para que seja assegurado o resto do pequeno-almoço. Entretanto, a plataforma Lanche Saudável associou-se à nossa causa e optámos por usar a designação lanche, em vez de pequeno-almoço”, diz Emília Marreiros. Em 2013, 164 crianças foram apoiadas através destes protocolos. A Bel é discreta na sua atividade solidária, mas ela é uma constante. No Natal, começa uma das campanhas preferidas dos colaboradores. “Costumamos enviar uma pequena placa de madeira que usamos nos nossos queijos para as crianças das instituições que apoiamos. Cada criança faz um desenho nessa placa redonda e assina o seu nome por trás. É assim que decoramos as árvores da empresa e, perto do Natal, cada colaborador retira uma bola e compra um presente para o autor do desenho”, explica a diretora. O júri da VISÃO Solidária premiou a empresa pela solidez da sua veia filantrópica e pela simplicidade e eficácia da campanha #saycheese. Agora que já conhece esta hashtag, nem precisa de gostar de queijo. Basta sorrir, fotografar e partilhar.
ssapage@visao.impresa.p
13.5.13
20% das crianças veem mal
Inês Schreck, in Jornal de Notícias
Cerca de 20% das crianças em idade escolar têm problemas de visão e muitas nunca mais verão a 100%. Desenvolveram o chamado "olho preguiçoso", que pode ser evitado quando detetado ainda em bebé.
Calcula-se que nasçam todos os anos, em Portugal, três a cinco mil crianças com ambliopia, ou seja, com visão reduzida num dos olhos. Se não for detetada a tempo, preferencialmente antes dos dois anos, aquele olho poderá nunca mais recuperar a visão total, mesmo com óculos, lentes de contacto ou cirurgias.
"Só é possível prevenir a ambliopia (também conhecida como olho preguiçoso) detetando precocemente as alterações oculares capazes de a provocar", explica Jorge Breda, responsável da Unidade de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo do Serviço de Oftalmologia do Hospital de S. João, no Porto.
Cerca de 20% das crianças em idade escolar têm problemas de visão e muitas nunca mais verão a 100%. Desenvolveram o chamado "olho preguiçoso", que pode ser evitado quando detetado ainda em bebé.
Calcula-se que nasçam todos os anos, em Portugal, três a cinco mil crianças com ambliopia, ou seja, com visão reduzida num dos olhos. Se não for detetada a tempo, preferencialmente antes dos dois anos, aquele olho poderá nunca mais recuperar a visão total, mesmo com óculos, lentes de contacto ou cirurgias.
"Só é possível prevenir a ambliopia (também conhecida como olho preguiçoso) detetando precocemente as alterações oculares capazes de a provocar", explica Jorge Breda, responsável da Unidade de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo do Serviço de Oftalmologia do Hospital de S. João, no Porto.
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