Diário Digital / Lusa
As instituições de solidariedade avisam que a pobreza e a marginalidade vão crescer em Portugal e temem não conseguir dar resposta ao inevitável aumento de pedidos de ajuda.
Numa reação às medidas orçamentais anunciadas pelo Governo, o presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade, Lino Maia, afirma que «a situação é muito grave» e «será extremamente gravosa para a generalidade da população» portuguesa.
«[As medidas] vão fazer aumentar a pobreza, avolumar o desemprego e provocar risco de marginalidade e insegurança, vão fomentar a angústia», frisou Lino Maia, em declarações à agência Lusa.


