Por António Marques, in Público on-line (Inimigo Público)
O IP viu que o texto do casamento foi modificado pela Igreja.
O padre, dirigindo-se a Ana, perguntou: “Receberás João por marido? Estás decidida a amá-lo quando for despedido e a guardar-lhe fidelidade, quando poderás fugir com um gestor da PT que ganha 1 milhão por ano?“. A resposta foi: “Sim“. O padre: “Tendes propósito de contrair matrimónio, sabendo que o IRS vai fustigar os casais?”. O noivo disse: ”Eu, João, recebo-te, Ana, por esposa, de hoje em diante, para o pior e o péssimo, na pobreza e na miséria, na doença e na fome, até que a morte e as discussões por falta de dinheiro nos separem!“. O padre abençoou-os: “ Não separe o homem aqueles que Deus uniu!“. Então, surgiu um funcionário do fisco e 5 PSP, que arrastaram o noivo para o EPL, pois não fazia o IRS desde 1998. O próprio padre foi preso, pois tinha mais armas na Igreja que o Antonio Banderas no “Desperado”. A.M


