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12.7.21

«Mais Interações em Movimento E8G» em acção de solidariedade com a GADAFF

 in Figueira na Hora

Integrando o «Projecto Mais Interações em Movimento E8G», no decurso deste ano desenvolveu-se no âmbito da actividade «cidadania em movimento» a temática cidadania e participação democrática, na qual foi lançado um desafio aos/as alunos/as das turmas do 5º e 6º ano para se proceder à recolha de bens alimentares e outros para doação junto da GADAFF, associação sem fins lucrativos que se dedica a salvar e realocar animais em risco e abandonados na Figueira da Foz.

Os frutos desta recolha de solidariedade foram hoje, dia 8, entregues pela Coordenadora de Estabelecimento da Escola EB 2/3 Pintor Mário Augusto, Célia Filipe e pela equipa do «Projecto Mais Interações E8G».

“Certos de que este é um pequeno contributo para a associação e que muito ainda se pode vir a fazer, ficou o compromisso de continuarmos a apelar à importância da solidariedade e do voluntariado para com a GADAFF”, refere a propósito Sónia Ruivo, coordenadora deste Projecto.

Recorde-se que o «Projecto Mais Interações em Movimento E8G» é financiado pelo Programa Escolhas, promovido pela Associação Fernão Mendes Pinto e em parceria com várias entidades que compõem o consórcio – Câmara Municipal da Figueira da Foz, EAPN Portugal, Rede Europeia Anti Pobreza, Junta de Freguesia das Alhadas, Figueira Domus - EM, Comissão de Protecção de Crianças e Jovens, Associação Goltz de Carvalho, Agrupamento de Escolas Figueira Norte, IPDJ, Junta de Freguesia de Vila Verde, AMEC Portugal: Associação dos Mediadores Ciganos de Portugal – com intervenção no bairro da Fonte Nova em Brenha e Vila Verde, onde tem sido realizado um trabalho de proximidade junto das comunidades aí residentes.

14.7.17

Anos da crise reduziram o sentido de cidadania no país

Rui Jorge Cabral, in Açoriano Oriental

Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino (ao centro) visitou a Santa Casa de Ponta Delgada Anos da crise reduziram o sentido de cidadania no país. Afirmou a secretária de Estado, Catarina Marcelino, que está a percorrer o país em ações de promoção da cidadania e igualdade Os anos da crise limitaram o sentido de cidadania em Portugal e é hoje preciso trabalhar para que as pessoas voltem a pensar criticamente sobre as coisas e, sobretudo, educar os mais novos nos bons princípios da cidadania e da igualdade de género.

"Durante a crise, as pessoas concentraram-se muito nas suas necessidades básicas, o que é natural e as questões de cidadania ficaram um pouco afastadas", afirmou a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Catarina Marcelino, para quem o "país tem de ter igualdade de oportunidades, de Vinhais (Trás-os-Montes) à ilha do Corvo" pelo que a promoção da cidadania é necessária e transversal ao território continental, aos Açores e à Madeira.

Catarina Marcelino esteve ontem em Ponta Delgada e estará nos Açores até amanhã- com passagens pelo Pico e Terceira - no final do roteiro Cidadania em Portugal, que está a ser implementado no terreno pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Local -Animar e que percorreu o país de norte a sul desde outubro do ano passado, terminando agora o seu percurso nas Regiões Autónomas dos Açores e Madeira.
"O nosso objetivo é ode levar a cidadania às pessoas e pôr o país a pensar criticamente sobre as coisas", referiu a secretária de Estado, à saída de uma visita ao projeto Renascer, desenvolvido em consórcio com várias instituições pela Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada. Durante esta visita, a secretária de Estado participou e interveio numa atividade sobre igualdade de género, que envolveu cerca de 20 crianças e jovens. Nessa atividade, começouse por abordar os estereótipos associados ao homem e à mulher para, a partir deles, as crianças e jovens serem desafiadas a deixar os preconceitos para trás e pen"O nosso objetivo é o de levar a cidadania às pessoas e pôr o país a pensar criticamente sobre as coisas" sarem numa sociedade de igualdade de género, onde os papéis do homem e da mulher se confundem num só papel que cada pessoa, enquanto cidadão ou cidadã, deve desempenhar.

"Este terna do que é ser homem e ser mulher vai condicionar fortemente o futuro destas crianças", lembrou Catarina Marcelino à saída da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, lembrando que um rapaz que não desenvolva o seu lado afetivo não poderá ser um bom pai no futuro ou urna rapariga que ache que um trabalho mais físico não é para si vai ficar mais tarde condicionada nas suas opções profissionais.
Mas as visitas no âmbito do roteiro Cidadania em Portugal não se ficaram por aqui, tendo passado durante o dia de ontem também pelo projeto Manaias, pelo Centro Intergeracional de São Sebastião, pelo Instituto de Apoio à Criança e ainda pela Associação dos Imigrantes nos Açores. A secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade esteve também ontem presente na sessão de abertura do Encontro Regional sobre `A Valorização e Promoção da Igualdade de Género no Mercado de Trabalho, promovido pela ACEESA.

Após acompanhar a secretária de Estado durante a sua visita a uma iniciativa desenvolvida com jovens do projeto Renascer, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, José Francisco Silva, afirmou que este projeto - integrado no programa nacional Escolhas -já é desenvolvido há nove anos em Ponta Delgada, em módulos sucessivos de três anos.

"É um trabalho muito grande com crianças e jovens que vão dos seis aos 30 anos, mas com o foco nos jovens até aos 18 anos e também ao nível das famílias, porque o que fazemos com os jovens também transmitimos às famílias", afirmou o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada.

Ao longo deste ano, foram envolvidas no projeto Renascer 341 pessoas, das quais 287 foram crianças. O trabalho feito com este público - oriundo sobretudo das freguesias urbanas de Ponta Delgada - é um trabalho de promoção da cidadania e da educação.

13.2.17

Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade visita Bairro da Cumieira em Fafe

in Correio do Minho

Catarina Marcelino, Secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, esteve esta tarde, em Fafe, em visita ao “Projecto Ei! - Educação para a Inclusão” no Bairro da Cumieira.

Catarina Marcelino, visitou as instalações do projeto, acompanhada pelo Vice-Presidente da Câmara Municipal de Fafe, Pompeu Martins, reconhecendo a importância destas ações no combate à exclusão social e ao abandono escolar.

“Este é, de facto, um projeto muito interessante, porque está numa comunidade com dificuldades de integração e há aqui um grande esforço de trabalhar com a comunidade cigana, uma das mais difíceis do ponto de vista da exclusão social no país.
Temos aqui um conjunto de estratégias para que as crianças e os jovens possam prosseguir os seus estudos e ter uma integração social maior.
O grande objetivo destes projetos é que as crianças, apesar de virem de condições sociais mais difíceis ou de menor integração, possam ter igualdade de oportunidades. O que eu desejava era que estes jovens que aqui estão que tenham vontade condições e oportunidades para chegar à Universidade e tirar uma licenciatura.”

“Julgo que o maior investimento que podemos fazer no nosso país é na educa

ção de todas as crianças, mas destas em particular, porque a única forma de sair da exclusão social é mesmo pela educação e pela formação.
Já lancei aqui, em Fafe, um desafio de conseguirmos que, pelo menos, um rapaz e uma rapariga, prossigam os seus estudos na Universidade e espero que consigamos alcançar este e muitos mais objectivos.”, acrescentou.


Recorde-se que o “Projeto EI! - Educação para a Inclusão”, promovido pela Sol do Ave, procura contribuir para a promoção de um crescimento inteligente, sustentável e inclusivo e para a coesão económica, social e territorial.

Este projeto propõe-se intervir junto das crianças e jovens do Bairro da Cumieira, entre os 6 e os 30 anos de idade, proporcionando-lhes um conjunto de recursos suscetíveis de promover a inclusão e o sucesso escolar, a inclusão digital e o exercício de uma cidadania ativa.

Neste momento, o Projeto totaliza os 197 participantes e terá a duração de três anos, em colaboração com o Município de Fafe, Agrupamento de Escolas Montelongo, Delegação de Fafe da Cruz Vermelha Portuguesa, CPCJ de Fafe, IPDJ, Nun'Alvares, Cercifaf, Junta de Arões S. Cristina e Padarias Silva.