In "Observador"
A Rede Europeia Anti-Pobreza congratulou-se com a atenção dada às questões da pobreza e das desigualdades sociais no Programa Nacional de Reformas 2016 e elogia os compromissos do Governo.
A Rede Europeia Anti-Pobreza congratulou-se com a atenção dada às questões da pobreza e das desigualdades sociais no Programa Nacional de Reformas 2016, elogiando o compromisso de reforçar as prestações sociais para as situações de pobreza extrema.
Numa análise ao Programa Nacional de Reformas (PN/Reformas) enviado à Comissão Europeia no final de abril, a Rede Europeia Anti-Pobreza considera que o documento demonstra “uma atenção mais específica às questões sociais, nomeadamente à pobreza e exclusão social e à dimensão das desigualdades sociais que se agravou consideravelmente nestes últimos anos”, na sequência da crise e das medidas de austeridade.
“Salienta-se um compromisso muito importante: reforço das prestações sociais direcionadas para situações de pobreza extrema, famílias com crianças, idosos e trabalhadores de baixos rendimentos”, refere uma nota da Rede Europeia Anti-Pobreza divulgada quarta-feira à tarde.
Como positivo, esta organização não-governamental (ONG) destaca a criação e atribuição de um apoio pecuniário, de caráter extraordinário, atribuído durante um período de seis meses a desempregados inscritos nos centros de emprego que tenham cessado o período de concessão do subsídio social de desemprego inicial ou subsequente há um ano.
Entre os destaques positivos, surge ainda a atualização progressiva do salário mínimo que, em janeiro de 2016, passou para 530 euros por mês.
É ainda elogiada a criação de um sistema de indicadores de alerta de precariedade social (abandono escolar, problemas de saúde, etc) que permitam controlar o impacto das políticas e das medidas.
Como lacunas do Programa Nacional de Reformas, a Rede Europeia Anti-Pobreza queixa-se da ausência de referência à situação dos sem-abrigo em Portugal, sobretudo no que respeita ao reforço da estratégia nacional para a integração deste grupo populacional.
A ONG recomenda a Portugal a criação de uma Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza, e a implementação efetiva da recomendação que aponta para o investimento de pelo menos 20% do Fundo Social Europeu no combate à pobreza e sua monitorização.
É ainda sugerida a criação de orientações específicas para a remuneração mínima mensal garantida, caminhando para o seu “progressivo aumento e consequente aproximação de níveis capazes de garantir uma vida digna”.
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31.5.16
Rede Europeia Anti-Probreza congratula-se com medidas do Programa Nacional de Reformas
in SicNotícias
A Rede Europeia Anti-Pobreza congratulou-se com a atenção dada às questões da pobreza e das desigualdades sociais no Programa Nacional de Reformas 2016, elogiando o compromisso de reforçar as prestações sociais para as situações de pobreza extrema.
Numa análise ao Programa Nacional de Reformas (PN/Reformas) enviado à Comissão Europeia no final de abril, a Rede Europeia Anti-Pobreza considera que o documento demonstra "uma atenção mais específica às questões sociais, nomeadamente à pobreza e exclusão social e à dimensão das desigualdades sociais que se agravou consideravelmente nestes últimos anos", na sequência da crise e das medidas de austeridade.
"Salienta-se um compromisso muito importante: reforço das prestações sociais direcionadas para situações de pobreza extrema, famílias com crianças, idosos e trabalhadores de baixos rendimentos", refere uma nota da Rede Europeia Anti-Pobreza divulgada quarta-feira à tarde.
Como positivo, esta organização não-governamental (ONG) destaca a criação e atribuição de um apoio pecuniário, de caráter extraordinário, atribuído durante um período de seis meses a desempregados inscritos nos centros de emprego que tenham cessado o período de concessão do subsídio social de desemprego inicial ou subsequente há um ano.
Entre os destaques positivos, surge ainda a atualização progressiva do salário mínimo que, em janeiro de 2016, passou para 530 euros por mês.
É ainda elogiada a criação de um sistema de indicadores de alerta de precariedade social (abandono escolar, problemas de saúde, etc) que permitam controlar o impacto das políticas e das medidas.
Como lacunas do Programa Nacional de Reformas, a Rede Europeia Anti-Pobreza queixa-se da ausência de referência à situação dos sem-abrigo em Portugal, sobretudo no que respeita ao reforço da estratégia nacional para a integração deste grupo populacional.
A ONG recomenda a Portugal a criação de uma Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza, e a implementação efetiva da recomendação que aponta para o investimento de pelo menos 20% do Fundo Social Europeu no combate à pobreza e sua monitorização.
É ainda sugerida a criação de orientações específicas para a remuneração mínima mensal garantida, caminhando para o seu "progressivo aumento e consequente aproximação de níveis capazes de garantir uma vida digna".
Lusa
A Rede Europeia Anti-Pobreza congratulou-se com a atenção dada às questões da pobreza e das desigualdades sociais no Programa Nacional de Reformas 2016, elogiando o compromisso de reforçar as prestações sociais para as situações de pobreza extrema.
Numa análise ao Programa Nacional de Reformas (PN/Reformas) enviado à Comissão Europeia no final de abril, a Rede Europeia Anti-Pobreza considera que o documento demonstra "uma atenção mais específica às questões sociais, nomeadamente à pobreza e exclusão social e à dimensão das desigualdades sociais que se agravou consideravelmente nestes últimos anos", na sequência da crise e das medidas de austeridade.
"Salienta-se um compromisso muito importante: reforço das prestações sociais direcionadas para situações de pobreza extrema, famílias com crianças, idosos e trabalhadores de baixos rendimentos", refere uma nota da Rede Europeia Anti-Pobreza divulgada quarta-feira à tarde.
Como positivo, esta organização não-governamental (ONG) destaca a criação e atribuição de um apoio pecuniário, de caráter extraordinário, atribuído durante um período de seis meses a desempregados inscritos nos centros de emprego que tenham cessado o período de concessão do subsídio social de desemprego inicial ou subsequente há um ano.
Entre os destaques positivos, surge ainda a atualização progressiva do salário mínimo que, em janeiro de 2016, passou para 530 euros por mês.
É ainda elogiada a criação de um sistema de indicadores de alerta de precariedade social (abandono escolar, problemas de saúde, etc) que permitam controlar o impacto das políticas e das medidas.
Como lacunas do Programa Nacional de Reformas, a Rede Europeia Anti-Pobreza queixa-se da ausência de referência à situação dos sem-abrigo em Portugal, sobretudo no que respeita ao reforço da estratégia nacional para a integração deste grupo populacional.
A ONG recomenda a Portugal a criação de uma Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza, e a implementação efetiva da recomendação que aponta para o investimento de pelo menos 20% do Fundo Social Europeu no combate à pobreza e sua monitorização.
É ainda sugerida a criação de orientações específicas para a remuneração mínima mensal garantida, caminhando para o seu "progressivo aumento e consequente aproximação de níveis capazes de garantir uma vida digna".
Lusa
Rede Europeia Anti-Pobreza congratula reforço das prestações sociais
in Esquerda.net
Numa análise ao Programa Nacional de Reformas 2016, a REAPN salienta “um compromisso muito importante: reforço das prestações sociais direcionadas para situações de pobreza extrema, famílias com crianças, idosos e trabalhadores de baixos rendimentos”.
No comunicado divulgado esta quarta-feira, a Rede Europeia Anti-Pobreza refere que o Programa Nacional de Reformas 2016 demonstra “uma atenção mais específica às questões sociais, nomeadamente à pobreza e exclusão social e à dimensão das desigualdades sociais que se agravou consideravelmente nestes últimos anos”, na sequência da política de austeridade imposta pelo governo PSD/CDS-PP.
“Salienta-se um compromisso muito importante: reforço das prestações sociais direcionadas para situações de pobreza extrema, famílias com crianças, idosos e trabalhadores de baixos rendimentos”, aponta a nota da Rede Europeia Anti-Pobreza.
A organização não-governamental (ONG) ressalta a criação e atribuição de um apoio pecuniário, de caráter extraordinário, durante um período de seis meses a desempregados inscritos nos centros de emprego que tenham cessado o período de concessão do subsídio social de desemprego inicial ou subsequente há um ano.
A atualização progressiva do salário mínimo que, em janeiro de 2016, passou para 530 euros por mês, também é destacada pela REAPN.
A ONG elogia ainda a criação de um sistema de indicadores de alerta de precariedade social, que permita controlar o impacto das políticas e das medidas.
A Rede Europeia Anti-Pobreza alerta, contudo, para a ausência de referência à situação dos sem-abrigo em Portugal e recomenda a criação de uma Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza, e a implementação efetiva da recomendação que aponta para o investimento de pelo menos 20% do Fundo Social Europeu no combate à pobreza e sua monitorização.
No comunicado é ainda sugerida a criação de orientações específicas para a remuneração mínima mensal garantida, caminhando para o seu “progressivo aumento e consequente aproximação de níveis capazes de garantir uma vida digna”.
Numa análise ao Programa Nacional de Reformas 2016, a REAPN salienta “um compromisso muito importante: reforço das prestações sociais direcionadas para situações de pobreza extrema, famílias com crianças, idosos e trabalhadores de baixos rendimentos”.
No comunicado divulgado esta quarta-feira, a Rede Europeia Anti-Pobreza refere que o Programa Nacional de Reformas 2016 demonstra “uma atenção mais específica às questões sociais, nomeadamente à pobreza e exclusão social e à dimensão das desigualdades sociais que se agravou consideravelmente nestes últimos anos”, na sequência da política de austeridade imposta pelo governo PSD/CDS-PP.
“Salienta-se um compromisso muito importante: reforço das prestações sociais direcionadas para situações de pobreza extrema, famílias com crianças, idosos e trabalhadores de baixos rendimentos”, aponta a nota da Rede Europeia Anti-Pobreza.
A organização não-governamental (ONG) ressalta a criação e atribuição de um apoio pecuniário, de caráter extraordinário, durante um período de seis meses a desempregados inscritos nos centros de emprego que tenham cessado o período de concessão do subsídio social de desemprego inicial ou subsequente há um ano.
A atualização progressiva do salário mínimo que, em janeiro de 2016, passou para 530 euros por mês, também é destacada pela REAPN.
A ONG elogia ainda a criação de um sistema de indicadores de alerta de precariedade social, que permita controlar o impacto das políticas e das medidas.
A Rede Europeia Anti-Pobreza alerta, contudo, para a ausência de referência à situação dos sem-abrigo em Portugal e recomenda a criação de uma Estratégia Nacional para a Erradicação da Pobreza, e a implementação efetiva da recomendação que aponta para o investimento de pelo menos 20% do Fundo Social Europeu no combate à pobreza e sua monitorização.
No comunicado é ainda sugerida a criação de orientações específicas para a remuneração mínima mensal garantida, caminhando para o seu “progressivo aumento e consequente aproximação de níveis capazes de garantir uma vida digna”.
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