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15.3.16

Estudante sírio pede ajuda

In "RTP"

Um estudante sírio a viver no Porto tenta há quase um ano trazer a mãe para Portugal. A resposta tem sido sempre negativa

4.2.16

Organizações humanitárias apelam a líderes mundiais para resposta à crise de refugiados

In "TSF"

Mais de 90 organizações humanitárias e de defesa dos direitos humanos pediram aos líderes mundiais, que se reúnem quinta-feira em Londres, para realizarem um esforço "concertado" e "ambicioso" que dê resposta à crise de refugiados sírios.

Num comunicado, as associações pedem aos líderes mundiais, reunidos na capital britânica na Conferência Internacional de Doadores para a Síria, que assumam o compromisso de assinar um novo acordo, "ambicioso e transformador", generosamente financiado.

A coligação de associações, que integram, entre outras, a Amnistia Internacional, Oxfam ou o Fundo Malala, defendem que, para ter sucesso, a conferência terá de aprovar um "novo e arrojado plano" para os refugiados sírios e para os países que os têm estado a acolher.

"Com a crise a entrar no sexto ano e a atingir proporções históricas em escala e intensidade, as partes em conflito continuam a cometer crimes de guerra, que incluem o massacre de civis. 13,1 milhões de pessoas na Síria necessitam de assistência urgente e, em média, 50 famílias sírias são obrigadas diariamente a abandonar as suas casas desde o início do conflito, em 2011", lê-se no apelo.

Para os promotores do apelo, não chega pedir apenas mais dinheiro, embora seja necessário e com urgência, mas os participantes na conferência têm de deixar uma sinal que marque o "antes e o depois" do encontro de Londres.

"Cinco anos depois, é hora de ir além da assistência humanitária, que continua a ser insuficiente. Os governos devem fazer mais para ajudar os sírios e aliviar o peso nos países vizinhos. Os direitos dos refugiados devem ser respeitados", acrescenta-se no texto, em que são apresentadas seis condições "essenciais".

A primeira passa por exigir que qualquer acordo que saia do encontro de Londres deve ter em conta um financiamento anual adicional para ir ao encontro das necessidades imediatas e de longo prazo dos refugiados e dos países que os acolhem.

Por outro lado, terá de se garantir a proteção de civis dentro e fora da Síria, bem como a segurança das residências, escolas e centros médicos e hospitalares, levantando ainda todos os obstáculos à ajuda humanitária.

Em terceiro lugar, defendem as associações, levantar os obstáculos que os países de acolhimento estão a levantar aos refugiados no acesso aos serviços básicos e essenciais, como os cuidados de saúde.

A coligação pede também aos países de acolhimento que se comprometam a assegurar a todas as crianças sírias tratamento escolar idêntico ao dos estudantes locais já a partir do próximo ano letivo.

A longo prazo é pedido que as instituições financeiras internacionais e as empresas invistam nos países atualmente vítima do conflito, sobretudo Síria e Iraque, de forma que possam encetar a recuperação económica.

Para que tudo funcione, acrescentam os signatários, devem ser delineados mecanismos de coordenação e de acompanhamento.

"Apenas o fim dos combates e a negociação de uma solução política porá cobro ao sofrimento do povo sírio, razão pela qual é importante que os governos internacionais intensifiquem os caminhos para um acordo nas negociações de paz para a Síria, que decorrem em Genebra", resumiu Jan Egeland, secretário-geral do Conselho de Refugiados norueguês.

28.10.13

Perseguições levam ACNUR a pedir à Europa que acolha mais refugiados sírios

in Diário dos Açores

A Amnistia diz que numa visita a uma esquadra de polícia em Alexandria encontrou 40 refugiados sírios detidos sem ordem judicial, dez dos quais eram crianças, incluindo dois gémeos com apenas um ano de idade. Os refugiados contaram que a polícia ameaçou transferi-los para uma prisão no Cairo a menos que assinem um papel aceitando ser deportados para outros países da região ou levados de novo para a Síria.

[leia aqui o artigo no íntegra]