in Jornal de Notícias
A população residente em Portugal teve uma redução de 0,32% em 2015, passando a 10,34 milhões de pessoas, o que reflete saldos migratório e natural negativos.
As estimativas de população residente em Portugal em 2015, divulgadas esta quinta-feira pelo Instituo Nacional de Estatística (INE), apontam para um aumento do número de mortes e também de nados vivos, mas continuaram a morrer mais pessoas do que a nascer.
Assim, o saldo natural em 2015 foi negativo em 23.011 pessoas, ainda assim um ligeiro aumento relativamente a 2014, quando o balanço entre mortos e nados-vivos foi de menos 22.423.
Também o saldo migratório - diferença entre o número de pessoas que entra no país e do número de pessoas que sai - continuou negativo em 2015 (-10.481). Apesar disso, registou-se um aumento do número de imigrantes e a diminuição do número de emigrantes relativamente a 2014.
Globalmente, em 2015 continuou, embora atenuado, o decréscimo populacional que se tem verificado desde 2010. Em números brutos, houve menos 33.492 pessoas a residir no país no ano passado.
O INE regista um acentuar do envelhecimento demográfico: entre 2005 e 2015 há um duplo envelhecimento, com o número de idosos a aumentar em mais de 316 mil e o número de jovens até aos 15 anos a diminuir 208 mil. O número de pessoas em idade ativa -- entre os 15 e os 64 anos -- reduziu-se em 278 mil.
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16.6.16
3.12.13
Portugal é o único país a sair do ajustamento com menos população
Por Ana Tomás, in iOnlinei>
A emigração e a quebra no número de nascimentos, nestes últimos anos, são dois dos factores que mais contribuem para a diminuição da população no território nacional
Portugal é o único país sob intervenção da troika que vai sair do programa de ajustamento com menos população, face ao número de residentes que tinha quando pediu ajuda financeira.
De acordo com o jornal “Público”, que cita as previsões da Comissão Europeia (CE), entre os países que tiveram intervenção do FMI e da União Europeia (BCE e CE), Portugal é o único a apresentar uma redução da sua população residente entre o início da crise financeira internacional e 2015, ano em que se prevê que a Europa entre em retoma. Segundo Bruxelas, essa diminuição será de 1,3%, cerca de 130 mil pessoas.
A emigração e a quebra no número de nascimentos, nestes últimos anos, são dois dos factores que mais contribuem para a diminuição da população no território nacional.
Na zona euro, só a Letónia e a Estónia acompanham Portugal, nesta tendência demográfica. Alargando o leque de países para todo o espaço comunitário também os países de leste (Bulgária, Croácia, Lituânia, Hungria e Roménia) reflectem uma redução da sua população.
A emigração e a quebra no número de nascimentos, nestes últimos anos, são dois dos factores que mais contribuem para a diminuição da população no território nacional
Portugal é o único país sob intervenção da troika que vai sair do programa de ajustamento com menos população, face ao número de residentes que tinha quando pediu ajuda financeira.
De acordo com o jornal “Público”, que cita as previsões da Comissão Europeia (CE), entre os países que tiveram intervenção do FMI e da União Europeia (BCE e CE), Portugal é o único a apresentar uma redução da sua população residente entre o início da crise financeira internacional e 2015, ano em que se prevê que a Europa entre em retoma. Segundo Bruxelas, essa diminuição será de 1,3%, cerca de 130 mil pessoas.
A emigração e a quebra no número de nascimentos, nestes últimos anos, são dois dos factores que mais contribuem para a diminuição da população no território nacional.
Na zona euro, só a Letónia e a Estónia acompanham Portugal, nesta tendência demográfica. Alargando o leque de países para todo o espaço comunitário também os países de leste (Bulgária, Croácia, Lituânia, Hungria e Roménia) reflectem uma redução da sua população.
14.6.12
População portuguesa diminuiu no último ano
Por Paula Torres de Carvalho, in Público on-line
No espaço de um ano, entre Dezembro de 2010 e Dezembro de 2011, a população portuguesa diminuiu em 30.317 indivíduos, segundo as estimativas do Instituto Nacional de Estatística (INE). O decréscimo registou-se de 10.572.157 para 10.541.840, o que se traduz numa taxa de crescimento efectivo negativo de menos 0,29% em 2011.
Para este decréscimo populacional “concorreram um saldo natural negativo de menos 5986 indivíduos, de que resulta uma taxa de crescimento natural negativa de menos 0,06%, e um saldo migratório também negativo de menos 24.331 indivíduos, que se reflecte na taxa de crescimento migratório de 0,23%, referem os mesmos dados.
A zona do país com um valor mais elevado de população residente é o Norte com 3.679.416 indivíduos e a que tem menor número de pessoas é o Algarve com 450.993, referem os mesmos dados do INE.
No espaço de um ano, entre Dezembro de 2010 e Dezembro de 2011, a população portuguesa diminuiu em 30.317 indivíduos, segundo as estimativas do Instituto Nacional de Estatística (INE). O decréscimo registou-se de 10.572.157 para 10.541.840, o que se traduz numa taxa de crescimento efectivo negativo de menos 0,29% em 2011.
Para este decréscimo populacional “concorreram um saldo natural negativo de menos 5986 indivíduos, de que resulta uma taxa de crescimento natural negativa de menos 0,06%, e um saldo migratório também negativo de menos 24.331 indivíduos, que se reflecte na taxa de crescimento migratório de 0,23%, referem os mesmos dados.
A zona do país com um valor mais elevado de população residente é o Norte com 3.679.416 indivíduos e a que tem menor número de pessoas é o Algarve com 450.993, referem os mesmos dados do INE.
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