Andreia Sanches, in Público on-line
Jardim Moreira, presidente da Rede Anti-Pobreza Portugal, disse ontem que o Governo não quer ouvir ninguém e decide sem estratégia. Fórum nacional junta dezenas pessoas em situação de pobreza
“O que é ter uma vida digna?” — é a pergunta que é lançada. À volta da mesa redonda há vários desempregados, beneficiários do rendimento social de inserção (RSI) e de outras prestações sociais. Um deles, quando se apresenta, declara, sem rodeios: “Acho que tenho alguma experiência do que é a pobreza.” Depois, começam a responder à pergunta do moderador, um após o outro. “Ir pedir ao Banco Alimentar não é ter uma vida digna. É uma solução de emergência, não dá dignidade”, diz um dos participantes.
[leia aqui a reportagem na íntegra]
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29.10.13
Pobres pedem mais rendimento
João Saramago, in Correio da Manhã
Rendimento mínimo adequado implica 130 euros, direito a habitação e medicamentos
A criação de um rendimento mínimo adequado que estabeleça 130 euros por pessoa, para além do direito a habitação, medicamentos e outra necessidades, é um dos objetivos definidos no V Fórum Nacional com Pessoas em Situação de Pobreza e Exclusão Social. A iniciativa decorre na Costa da Caparica, em Almada, e reúne uma larga franja dos dois milhões de pobres, em Portugal, que trabalham e recebem os seus salários mas estes são tão baixos que para viverem têm de recorrer a apoios como o Banco Alimentar sustentou o padre nas paróquias de São Nicolau e Nossa Senhora da Vitória, no Porto. Cerca de 80 pessoas carenciadas, provenientes de todos os distritos o Continente.
O presidente da Rede Europeia Anti - Pobreza em Portugal, padre Jardim Moreira, sublinha que é necessário trabalhar para enterrar o mito que os pobres são pobres porque não querem trabalhar. É errado.
Por sua vez, o presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza, Sérgio Aires, sublinha que há hoje um retrocesso na Comissão Europeia face ao apoio
- aos pobres.
Exemplo disso sublinha, é estarem suspensas, em Bruxelas, as reuniões entre os representantes das redes dos 27 países .
Rendimento mínimo adequado implica 130 euros, direito a habitação e medicamentos
A criação de um rendimento mínimo adequado que estabeleça 130 euros por pessoa, para além do direito a habitação, medicamentos e outra necessidades, é um dos objetivos definidos no V Fórum Nacional com Pessoas em Situação de Pobreza e Exclusão Social. A iniciativa decorre na Costa da Caparica, em Almada, e reúne uma larga franja dos dois milhões de pobres, em Portugal, que trabalham e recebem os seus salários mas estes são tão baixos que para viverem têm de recorrer a apoios como o Banco Alimentar sustentou o padre nas paróquias de São Nicolau e Nossa Senhora da Vitória, no Porto. Cerca de 80 pessoas carenciadas, provenientes de todos os distritos o Continente.
O presidente da Rede Europeia Anti - Pobreza em Portugal, padre Jardim Moreira, sublinha que é necessário trabalhar para enterrar o mito que os pobres são pobres porque não querem trabalhar. É errado.
Por sua vez, o presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza, Sérgio Aires, sublinha que há hoje um retrocesso na Comissão Europeia face ao apoio
- aos pobres.
Exemplo disso sublinha, é estarem suspensas, em Bruxelas, as reuniões entre os representantes das redes dos 27 países .
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