in Diário de Notícias
Oito empresários, incluindo Bill Gates, acumulam a mesma riqueza que a metade mais pobre da população mundial, no total de 3,6 mil milhões de pessoas, divulgou hoje a Oxfam, confederação internacional contra a pobreza
Além do antigo patrão da Microsoft, constam na lista Amancio Ortega (fundador da Inditex), Warren Buffett (maior acionista da Berkshire Hathaway), Carlos Slim (proprietário do grupo Carso), Jeff Bezos (Amazon), Mark Zuckerberg (Facebook), Larry Ellison (Oracle) e Michael Bloomberg (da agência de informação económica e financeira Bloomberg). São estes os oito empresários que acumulam a mesma riqueza que a metade mais pobre da população mundial, no total de 3,6 mil milhões de pessoas.
A Oxfam, confederação internacional contra a pobreza, publicou hoje o relatório "Uma economia para 99 por cento", que revela que os novos dados disponíveis, sobretudo da China e da Índia, permitem concluir que "a brecha entre ricos e pobres é muito maior do que se temia".
O relatório é divulgado na véspera do Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, que reúne, entre terça e sexta-feira, a elite política e empresarial.
Segundo a diretora-executiva da Oxfam, Winnie Byanyima, "a imensa riqueza que acumulam uns poucos resulta obscena quando uma em cada dez pessoas no mundo sobrevive com menos de dois dólares (1,88 euros) por dia".
A responsável salientou, em comunicado, que sete em cada dez pessoas vivem num país em que a desigualdade aumentou nos últimos 30 anos.
A Oxfam pede aos governos para que aumentem os impostos sobre as grandes fortunas, garantam um salário digno para os trabalhadores e travem a evasão fiscal.
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19.7.16
Os seis países mais ricos do mundo acolhem menos de 9% dos refugiados
João Póvoa Marinheiro, in Público on-line
Inversamente, estados mais pobres são os que albergam mais. As conclusões pertencem ao último relatório da OXFAM
Detêm quase 60% da economia mundial mas acolhem menos de 9% dos refugiados em todo o mundo, segundo revela um relatório da OXFAM, a confederação internacional de 17 organizações envolvidas no combate à pobreza e injustiças sociais.
Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, França e Reino Unido são responsáveis por aproximadamente 57% do PIB mundial, mas apenas albergam 2,1 milhões de refugiados (8,9%). Destes, um terço está em território alemão (cerca de 737 mil pessoas).
Mas há um reverso nesta realidade. O relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados de 2015 indica que 65 milhões de pessoas abandonaram os seus lares por questões ligadas à violência, guerra ou violação dos direitos humanos - os números mais altos de sempre. 40,8 milhões estão deslocadas dentro do próprio país, 3,2 milhões aguardam decisões quanto a pedidos de asilo e 21,3 milhões estão espalhados por diversos países. Ora, de acordo com as recentes conclusões da OXFAM, mais de metade destes últimos - 12 milhões - encontram-se em Estados mais pobres como a Jordânia, Turquia, Palestina, Paquistão, Líbano ou África do Sul. Juntos, perfazem menos de 2% da economia mundial.
“
É uma crise complexa que requer uma resposta global e coordenada, com os países mais ricos a cumprirem a sua justa parte, ao receberem mais refugiados e fazerem mais para ajudar e protegê-los onde quer que estejam".
Afirmou Mark Goldring, diretor executivo da OXFAM do Reino Unido
O agravamento dos fluxos migratórios deve-se, em grande parte, à guerra na Síria, mas também aos conflitos no Burundi, República Central Africana, Iraque, Nigéria, Sudão do Sul e Iémen. Jordânia e Turquia são os países que mais acolhem, com um total combinado que ultrapassa os 5,5 milhões de refugiados.
Só em 2015, cerca de um milhão de migrantes chegaram à Europa, a esmagadora maioria pelo mar. Desde que foi acordado o programa de relocalização de refugiados da União Europeia, em Setembro, pouco mais de 3 mil pessoas foram recolocadas no espaço de dez meses. A meta passa por recolocar um total de 160 mil refugiados instalados na Grécia e Itália, em dois anos.
Inversamente, estados mais pobres são os que albergam mais. As conclusões pertencem ao último relatório da OXFAM
Detêm quase 60% da economia mundial mas acolhem menos de 9% dos refugiados em todo o mundo, segundo revela um relatório da OXFAM, a confederação internacional de 17 organizações envolvidas no combate à pobreza e injustiças sociais.
Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, França e Reino Unido são responsáveis por aproximadamente 57% do PIB mundial, mas apenas albergam 2,1 milhões de refugiados (8,9%). Destes, um terço está em território alemão (cerca de 737 mil pessoas).
Mas há um reverso nesta realidade. O relatório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados de 2015 indica que 65 milhões de pessoas abandonaram os seus lares por questões ligadas à violência, guerra ou violação dos direitos humanos - os números mais altos de sempre. 40,8 milhões estão deslocadas dentro do próprio país, 3,2 milhões aguardam decisões quanto a pedidos de asilo e 21,3 milhões estão espalhados por diversos países. Ora, de acordo com as recentes conclusões da OXFAM, mais de metade destes últimos - 12 milhões - encontram-se em Estados mais pobres como a Jordânia, Turquia, Palestina, Paquistão, Líbano ou África do Sul. Juntos, perfazem menos de 2% da economia mundial.
“
É uma crise complexa que requer uma resposta global e coordenada, com os países mais ricos a cumprirem a sua justa parte, ao receberem mais refugiados e fazerem mais para ajudar e protegê-los onde quer que estejam".
Afirmou Mark Goldring, diretor executivo da OXFAM do Reino Unido
O agravamento dos fluxos migratórios deve-se, em grande parte, à guerra na Síria, mas também aos conflitos no Burundi, República Central Africana, Iraque, Nigéria, Sudão do Sul e Iémen. Jordânia e Turquia são os países que mais acolhem, com um total combinado que ultrapassa os 5,5 milhões de refugiados.
Só em 2015, cerca de um milhão de migrantes chegaram à Europa, a esmagadora maioria pelo mar. Desde que foi acordado o programa de relocalização de refugiados da União Europeia, em Setembro, pouco mais de 3 mil pessoas foram recolocadas no espaço de dez meses. A meta passa por recolocar um total de 160 mil refugiados instalados na Grécia e Itália, em dois anos.
18.1.16
Oxfam: Riqueza de 1% da população superou a dos restantes 99% em 2015
in Negócios on-line
A riqueza acumulada por 1% da população mundial, os mais ricos, superou a dos 99% restantes, em 2015, um ano mais cedo do que se previa, segundo a organização não governamental Oxfam, a dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos.
"O fosso entre a franja dos mais ricos e o resto da população (o planeta) aumentou de forma dramática nos últimos doze meses", segundo um relatório da organização não-governamental (ONG) britânica Oxfam, intitulado "Uma economia a serviço de 1%".
"No ano passado, a Oxfam estimava que isso acontecesse em 2016. No entanto, aconteceu em 2015: um ano antes", sublinha.
Para ilustrar o agravamento das desigualdades durante os últimos anos, a ONG calcula que "62 pessoas possuem tanto capital como a metade mais pobre da população mundial", quando, há cinco anos, era a riqueza de 388 pessoas que estava equiparada a essa metade.
A dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, onde se vão encontrar os líderes políticos e responsáveis das empresas mais influentes do mundo, a Oxfam apela aos participantes do influente encontro a agir.
"Não podemos continuar a deixar que centenas de milhões de pessoas tenham fome, quando os recursos para os ajudar estão concentrados, ao mais alto nível, em tão poucas pessoas", afirma Manon Aubry, directora dos assuntos de justiça fiscal e desigualdades da Oxfam, em França, citada pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Segundo a ONG, "desde o início do século XXI que a metade mais pobre da humanidade beneficia de menos de 1% do aumento total da riqueza mundial, enquanto os 1% mais ricos partilharam metade desse mesmo aumento".
Para combater o crescimento destas desigualdades, a Oxfam apela ao fim da "era dos paraísos fiscais", sublinhando que nove em dez empresas que figuram entre "os sócios estratégicos" do Fórum Económico Mundial de Davos "estão presentes em pelo menos um paraíso fiscal".
"Devemos abordar os Governos, as empresas e as elites económicas presentes em Davos a empenharem-se para acabar com esta era de paraísos fiscais, que alimenta as desigualdades globais, e impedir que centenas de milhões de pessoas da pobreza", diz Winnie Byanyima, diretor-geral da Oxfam International, que estará presente em Davos.
No ano passado, vários economistas contestaram a metodologia utilizada pela Oxfam, com a ONG a defender o método utilizado no estudo de forma simples: o cálculo do património líquido, ou seja, os activos detidos menos dívida.
A pequena localidade suíça de Davos vai acolher, a partir da próxima quarta-feira, os líderes políticos e responsáveis das empresas mais influentes do mundo para debater a "4.ª revolução industrial", no âmbito do Fórum Económico Internacional Mundial (WEF).
Esta 46.ª edição do WEF, que termina a 23 de Janeiro, ocorre numa altura em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes.
Segundo o presidente do WEF, Klaus Schwab, a "'4.ª revolução industrial' refere-se à fusão das tecnologias", nomeadamente no mundo digital, que "tem efeitos muito importantes nos sistemas político, económico e social".
A riqueza acumulada por 1% da população mundial, os mais ricos, superou a dos 99% restantes, em 2015, um ano mais cedo do que se previa, segundo a organização não governamental Oxfam, a dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos.
"O fosso entre a franja dos mais ricos e o resto da população (o planeta) aumentou de forma dramática nos últimos doze meses", segundo um relatório da organização não-governamental (ONG) britânica Oxfam, intitulado "Uma economia a serviço de 1%".
"No ano passado, a Oxfam estimava que isso acontecesse em 2016. No entanto, aconteceu em 2015: um ano antes", sublinha.
Para ilustrar o agravamento das desigualdades durante os últimos anos, a ONG calcula que "62 pessoas possuem tanto capital como a metade mais pobre da população mundial", quando, há cinco anos, era a riqueza de 388 pessoas que estava equiparada a essa metade.
A dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, onde se vão encontrar os líderes políticos e responsáveis das empresas mais influentes do mundo, a Oxfam apela aos participantes do influente encontro a agir.
"Não podemos continuar a deixar que centenas de milhões de pessoas tenham fome, quando os recursos para os ajudar estão concentrados, ao mais alto nível, em tão poucas pessoas", afirma Manon Aubry, directora dos assuntos de justiça fiscal e desigualdades da Oxfam, em França, citada pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Segundo a ONG, "desde o início do século XXI que a metade mais pobre da humanidade beneficia de menos de 1% do aumento total da riqueza mundial, enquanto os 1% mais ricos partilharam metade desse mesmo aumento".
Para combater o crescimento destas desigualdades, a Oxfam apela ao fim da "era dos paraísos fiscais", sublinhando que nove em dez empresas que figuram entre "os sócios estratégicos" do Fórum Económico Mundial de Davos "estão presentes em pelo menos um paraíso fiscal".
"Devemos abordar os Governos, as empresas e as elites económicas presentes em Davos a empenharem-se para acabar com esta era de paraísos fiscais, que alimenta as desigualdades globais, e impedir que centenas de milhões de pessoas da pobreza", diz Winnie Byanyima, diretor-geral da Oxfam International, que estará presente em Davos.
No ano passado, vários economistas contestaram a metodologia utilizada pela Oxfam, com a ONG a defender o método utilizado no estudo de forma simples: o cálculo do património líquido, ou seja, os activos detidos menos dívida.
A pequena localidade suíça de Davos vai acolher, a partir da próxima quarta-feira, os líderes políticos e responsáveis das empresas mais influentes do mundo para debater a "4.ª revolução industrial", no âmbito do Fórum Económico Internacional Mundial (WEF).
Esta 46.ª edição do WEF, que termina a 23 de Janeiro, ocorre numa altura em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes.
Segundo o presidente do WEF, Klaus Schwab, a "'4.ª revolução industrial' refere-se à fusão das tecnologias", nomeadamente no mundo digital, que "tem efeitos muito importantes nos sistemas político, económico e social".
Riqueza de 1% da população superou a dos restantes 99% em 2015
in Público on-line
Relatório da Oxfam publicado a dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos.
A riqueza acumulada por 1% da população mundial, os mais ricos, superou a dos 99% restantes, em 2015, um ano mais cedo do que se previa, informou neste domingo a ONG Oxfam, a dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos.
"O fosso entre a franja dos mais ricos e o resto da população (o planeta) aumentou de forma dramática nos últimos 12 meses", segundo um relatório da organização não-governamental (ONG) britânica Oxfam, intitulado Uma economia a serviço de 1%.
"No ano passado, a Oxfam estimava que isso acontecesse em 2016. No entanto, aconteceu em 2015: um ano antes", sublinha.
Para ilustrar o agravamento das desigualdades durante os últimos anos, a ONG calcula que "62 pessoas possuem tanto capital como a metade mais pobre da população mundial", quando, há cinco anos, era a riqueza de 388 pessoas que estava equiparada a essa metade.
A dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, onde se vão encontrar os líderes políticos e responsáveis das empresas mais influentes do mundo, a Oxfam apela aos participantes do influente encontro a agir.
"Não podemos continuar a deixar que centenas de milhões de pessoas tenham fome, quando os recursos para os ajudar estão concentrados, ao mais alto nível, em tão poucas pessoas", afirma Manon Aubry, directora dos assuntos de justiça fiscal e desigualdades da Oxfam, em França, citada pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Segundo a ONG, "desde o início do século XXI que a metade mais pobre da humanidade beneficia de menos de 1% do aumento total da riqueza mundial, enquanto os 1% mais ricos partilharam metade desse mesmo aumento".
Para combater o crescimento destas desigualdades, a Oxfam apela ao fim da "era dos paraísos fiscais", sublinhando que nove em dez empresas que figuram entre "os sócios estratégicos" do Fórum Económico Mundial de Davos "estão presentes em pelo menos um paraíso fiscal".
"Devemos abordar os Governos, as empresas e as elites económicas presentes em Davos a empenharem-se para acabar com esta era de paraísos fiscais, que alimenta as desigualdades globais, e impedir que centenas de milhões de pessoas da pobreza", diz Winnie Byanyima, director-geral da Oxfam International, que estará presente em Davos.
No ano passado, vários economistas contestaram a metodologia utilizada pela Oxfam, com a ONG a defender o método utilizado no estudo de forma simples: o cálculo do património líquido, ou seja, os activos detidos menos dívida.
A pequena localidade suíça de Davos vai acolher, a partir da próxima quarta-feira, os líderes políticos e responsáveis das empresas mais influentes do mundo para debater a "4.ª revolução industrial", no âmbito do Fórum Económico Internacional Mundial (WEF).
Esta 46.ª edição do WEF, que termina a 23 de Janeiro, ocorre numa altura em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes.
Segundo o presidente do WEF, Klaus Schwab, a "'4.ª revolução industrial' refere-se à fusão das tecnologias", nomeadamente no mundo digital, que "tem efeitos muito importantes nos sistemas político, económico e social".
Relatório da Oxfam publicado a dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos.
A riqueza acumulada por 1% da população mundial, os mais ricos, superou a dos 99% restantes, em 2015, um ano mais cedo do que se previa, informou neste domingo a ONG Oxfam, a dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos.
"O fosso entre a franja dos mais ricos e o resto da população (o planeta) aumentou de forma dramática nos últimos 12 meses", segundo um relatório da organização não-governamental (ONG) britânica Oxfam, intitulado Uma economia a serviço de 1%.
"No ano passado, a Oxfam estimava que isso acontecesse em 2016. No entanto, aconteceu em 2015: um ano antes", sublinha.
Para ilustrar o agravamento das desigualdades durante os últimos anos, a ONG calcula que "62 pessoas possuem tanto capital como a metade mais pobre da população mundial", quando, há cinco anos, era a riqueza de 388 pessoas que estava equiparada a essa metade.
A dois dias do Fórum Económico Mundial de Davos, na Suíça, onde se vão encontrar os líderes políticos e responsáveis das empresas mais influentes do mundo, a Oxfam apela aos participantes do influente encontro a agir.
"Não podemos continuar a deixar que centenas de milhões de pessoas tenham fome, quando os recursos para os ajudar estão concentrados, ao mais alto nível, em tão poucas pessoas", afirma Manon Aubry, directora dos assuntos de justiça fiscal e desigualdades da Oxfam, em França, citada pela agência de notícias France-Presse (AFP).
Segundo a ONG, "desde o início do século XXI que a metade mais pobre da humanidade beneficia de menos de 1% do aumento total da riqueza mundial, enquanto os 1% mais ricos partilharam metade desse mesmo aumento".
Para combater o crescimento destas desigualdades, a Oxfam apela ao fim da "era dos paraísos fiscais", sublinhando que nove em dez empresas que figuram entre "os sócios estratégicos" do Fórum Económico Mundial de Davos "estão presentes em pelo menos um paraíso fiscal".
"Devemos abordar os Governos, as empresas e as elites económicas presentes em Davos a empenharem-se para acabar com esta era de paraísos fiscais, que alimenta as desigualdades globais, e impedir que centenas de milhões de pessoas da pobreza", diz Winnie Byanyima, director-geral da Oxfam International, que estará presente em Davos.
No ano passado, vários economistas contestaram a metodologia utilizada pela Oxfam, com a ONG a defender o método utilizado no estudo de forma simples: o cálculo do património líquido, ou seja, os activos detidos menos dívida.
A pequena localidade suíça de Davos vai acolher, a partir da próxima quarta-feira, os líderes políticos e responsáveis das empresas mais influentes do mundo para debater a "4.ª revolução industrial", no âmbito do Fórum Económico Internacional Mundial (WEF).
Esta 46.ª edição do WEF, que termina a 23 de Janeiro, ocorre numa altura em que o medo da ameaça terrorista e a falta de respostas coerentes para a crise de refugiados na Europa se juntam às dificuldades que a economia mundial encontra para voltar a crescer e à forte desaceleração das economias emergentes.
Segundo o presidente do WEF, Klaus Schwab, a "'4.ª revolução industrial' refere-se à fusão das tecnologias", nomeadamente no mundo digital, que "tem efeitos muito importantes nos sistemas político, económico e social".
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