in Euronews</i>
O desemprego na zona euro atingiu um novo mínimo dos últimos 11 anos, em maio de 2019.
Nos países da moeda única, o desemprego atingiu os 7,5%, baixando dos 7,6 de abril. Em comparação com os 28 estados membros, onde a taxa de desemprego atinge os 6,3%, menos 0,1 pontos percentuais do que em abril.
Segundo o gabinete estatístico europeu, em Portugal, a taxa de desemprego fixou-se nos 6,6%, no mês passado.
Mas a situação varia significativamente em toda a Europa. Na Alemanha, o desemprego é de apenas 3,1% enquanto que na Grécia a taxa atinge os 18%.
O desemprego entre os jovens na Grécia é de quase 40%. Muitos destes jovens gregos - entre 350 mil e 400 mil - emigraram desde 2010. De acordo com as sondagens feitas na altura das eleições europeias, apenas 2% dos gregos estão satisfeitos com o estado da economia do país.
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4.7.19
1.8.17
Portugal com taxa de desemprego melhor do que média da zona euro
in TVI24
Países que partilham a moeda única registaram uma taxa média de 9,1% em junho
A taxa de desemprego voltou a baixar, em junho, nas médias da zona euro e também da União Europeia. Isso verificou-se em todos os Estados-membros, à exceção da Estónia, sendo que Portugal teve até, ainda que ligeiramente, um melhor resultado do que a média da zona euro. Já não acontecia há 11 anos.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da UE, o Eurostat, a taxa de desemprego foi de 9,1% na zona euro, face aos 9,2% de maio e aos 10,1% de junho de 2016. Ora, em Portugal foi de 9%.
Já no conjunto da UE, o desemprego recuou para os 7,7%, abaixo dos 8,6% do mês homólogo e estável face a maio.
As taxas de desemprego mais baixas foram registadas nos seguintes países:
República Checa (2,9%)
Alemanha (3,8%)
Malta (4,1%)
As taxas mais elevadas:
Grécia (21,7% em abril)
Espanha (17,1%)
Na comparação homóloga, o desemprego baixou em todos os Estados-membros exceto na Estónia, onde subiu de 6,5% para 6,9%. As quebras mais representativas foram observadas em Espanha (de 19,9% para 17,1%) e na Croácia (de 13,3% para 10,6%).
Desemprego jovem
Se olharmos apenas para esta faixa etária - menos de 25 anos -a taxa está nos 18,7% nos 19 países da moeda única e nos 16,7% na UE. Valores que comparam com 21,0% e 18,8% homólogos e 19,05 e 16,9% de maio, respetivamente.
A Alemanha registou a menor taxa de desemprego entre as pessoas com menos de 25 anos. Já as mais altas estão na Grécia (45,5% em abril), Espanha (39,2%) e Itália (35,4%).
Em Portugal, o desemprego jovem é ainda elevado. Em junho, a taxa estava nos 23,4%, que compara com os 26,7% homólogos e os 23,9% de maio.
Dados sobre a inflação
O Eurostat divulgou ainda que a taxa de inflação homóloga na zona euro foi, em julho, de 1,3%, estável na variação mensal.
A estimativa rápida do gabinete de estatísticas considera que a energia deverá ser o setor onde os preços mais subiram em julho (2,2%, face aos 1,9% de junho), seguindo-se do dos serviços (1,5%, abaixo dos 1,4% de junho), da alimentação, álcool e tabaco (inflação estável nos 1,4% na variação mensal).
N setor dos bens industriais não energéticos, a inflação passou dos 0,4% em junho para os 0,5% em julho.
Países que partilham a moeda única registaram uma taxa média de 9,1% em junho
A taxa de desemprego voltou a baixar, em junho, nas médias da zona euro e também da União Europeia. Isso verificou-se em todos os Estados-membros, à exceção da Estónia, sendo que Portugal teve até, ainda que ligeiramente, um melhor resultado do que a média da zona euro. Já não acontecia há 11 anos.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da UE, o Eurostat, a taxa de desemprego foi de 9,1% na zona euro, face aos 9,2% de maio e aos 10,1% de junho de 2016. Ora, em Portugal foi de 9%.
Já no conjunto da UE, o desemprego recuou para os 7,7%, abaixo dos 8,6% do mês homólogo e estável face a maio.
As taxas de desemprego mais baixas foram registadas nos seguintes países:
República Checa (2,9%)
Alemanha (3,8%)
Malta (4,1%)
As taxas mais elevadas:
Grécia (21,7% em abril)
Espanha (17,1%)
Na comparação homóloga, o desemprego baixou em todos os Estados-membros exceto na Estónia, onde subiu de 6,5% para 6,9%. As quebras mais representativas foram observadas em Espanha (de 19,9% para 17,1%) e na Croácia (de 13,3% para 10,6%).
Desemprego jovem
Se olharmos apenas para esta faixa etária - menos de 25 anos -a taxa está nos 18,7% nos 19 países da moeda única e nos 16,7% na UE. Valores que comparam com 21,0% e 18,8% homólogos e 19,05 e 16,9% de maio, respetivamente.
A Alemanha registou a menor taxa de desemprego entre as pessoas com menos de 25 anos. Já as mais altas estão na Grécia (45,5% em abril), Espanha (39,2%) e Itália (35,4%).
Em Portugal, o desemprego jovem é ainda elevado. Em junho, a taxa estava nos 23,4%, que compara com os 26,7% homólogos e os 23,9% de maio.
Dados sobre a inflação
O Eurostat divulgou ainda que a taxa de inflação homóloga na zona euro foi, em julho, de 1,3%, estável na variação mensal.
A estimativa rápida do gabinete de estatísticas considera que a energia deverá ser o setor onde os preços mais subiram em julho (2,2%, face aos 1,9% de junho), seguindo-se do dos serviços (1,5%, abaixo dos 1,4% de junho), da alimentação, álcool e tabaco (inflação estável nos 1,4% na variação mensal).
N setor dos bens industriais não energéticos, a inflação passou dos 0,4% em junho para os 0,5% em julho.
3.7.17
Taxa de desemprego na zona do euro fica no menor nível desde março de 2009
in Istoé
A taxa de desemprego nos 19 países que compõem a zona do euro ficou estável em 9,3% em maio, informou há pouco o Eurostat, Gabinete de Estatísticas da União Europeia. Este foi o mesmo nível de abril e representa o menor patamar desde março de 2009.
Quando se compara os indicadores dos 28 Estados-membros da União Europeia, a taxa de desemprego atingiu 7,8% em maio, mesmo nível de abril. O patamar é o menor para a região desde dezembro de 2008.
Em maio, as menores taxas de desemprego foram registradas na República Tcheca (3,0%), Alemanha (3,9%) e Malta (4,1%). Na contramão, os maiores índices foram observados na Grécia (22,5% em março) e Espanha (17,7%).
Entre os jovens abaixo de 25 anos, a taxa de desemprego atingiu em maio 16,9% entre os 28 países-membros da UE e 18,9% dentro da zona do euro. Neste extrato da população, o menor índice foi registrado na Alemanha (6,7%), enquanto os maiores foram na Grécia (46,6% em março), Espanha (38,6%) e Itália (37,0%).
A taxa de desemprego nos 19 países que compõem a zona do euro ficou estável em 9,3% em maio, informou há pouco o Eurostat, Gabinete de Estatísticas da União Europeia. Este foi o mesmo nível de abril e representa o menor patamar desde março de 2009.
Quando se compara os indicadores dos 28 Estados-membros da União Europeia, a taxa de desemprego atingiu 7,8% em maio, mesmo nível de abril. O patamar é o menor para a região desde dezembro de 2008.
Em maio, as menores taxas de desemprego foram registradas na República Tcheca (3,0%), Alemanha (3,9%) e Malta (4,1%). Na contramão, os maiores índices foram observados na Grécia (22,5% em março) e Espanha (17,7%).
Entre os jovens abaixo de 25 anos, a taxa de desemprego atingiu em maio 16,9% entre os 28 países-membros da UE e 18,9% dentro da zona do euro. Neste extrato da população, o menor índice foi registrado na Alemanha (6,7%), enquanto os maiores foram na Grécia (46,6% em março), Espanha (38,6%) e Itália (37,0%).
5.4.16
Desemprego cai para 10,3% na zona euro em fevereiro, menor taxa desde agosto de 2011
In "Observador"
A taxa de desemprego na zona euro desceu para valores mais baixos desde agosto de 2011. Em Portugal a taxa de desemprego subiu para 12,3% e o desemprego jovem nos 30%.
A taxa de desemprego na zona euro foi de 10,3% em fevereiro, o valor mais baixo desde agosto de 2011, e que compara com 11,2% no período homólogo e com 10,4% em janeiro, segundo o Eurostat.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE), no conjunto dos 28 Estados-membros, a taxa de desemprego ficou-se, em fevereiro, nos 8,9%, estável face ao mês anterior e abaixo dos 9,7% registados em fevereiro de 2015.
As menores taxas de desemprego foram registadas na Alemanha (4,3%) e na República Checa (4,5%), enquanto Grécia (24% em dezembro de 2015) e Espanha (20,4%) tiveram as mais elevadas.
Em Portugal, a taxa de desemprego foi, em fevereiro, de 12,3%, abaixo dos 13,5% homólogos mas acima dos 12,1% registados em janeiro.
Em termos homólogos, o desemprego diminuiu em 24 Estados-membros, manteve-se estável na Bélgica e aumentou na Áustria, na Letónia e na Finlândia.
A taxa de desemprego jovem estabeleceu-se nos 21,6% na zona euro e nos 19,4% na UE, face aos 22,7% e aos 20,9% de fevereiro de 2015.
A Alemanha, (6,9%), República Checa (10,2%) e Dinamarca (10,5%) registaram os valores mais baixos, enquanto os mais altos se observaram na Grécia (48,8% em dezembro de 2015), Espanha (45,3%), Croácia (40,3% no quarto trimestre de 2015) e Itália (39,1%).
Em Portugal, o desemprego jovem foi, em fevereiro, de 30,0%, acima dos 29,9% de janeiro mas uma taxa menor do que no período homólogo, quando registou 33,1%.
A taxa de desemprego na zona euro desceu para valores mais baixos desde agosto de 2011. Em Portugal a taxa de desemprego subiu para 12,3% e o desemprego jovem nos 30%.
A taxa de desemprego na zona euro foi de 10,3% em fevereiro, o valor mais baixo desde agosto de 2011, e que compara com 11,2% no período homólogo e com 10,4% em janeiro, segundo o Eurostat.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas da União Europeia (UE), no conjunto dos 28 Estados-membros, a taxa de desemprego ficou-se, em fevereiro, nos 8,9%, estável face ao mês anterior e abaixo dos 9,7% registados em fevereiro de 2015.
As menores taxas de desemprego foram registadas na Alemanha (4,3%) e na República Checa (4,5%), enquanto Grécia (24% em dezembro de 2015) e Espanha (20,4%) tiveram as mais elevadas.
Em Portugal, a taxa de desemprego foi, em fevereiro, de 12,3%, abaixo dos 13,5% homólogos mas acima dos 12,1% registados em janeiro.
Em termos homólogos, o desemprego diminuiu em 24 Estados-membros, manteve-se estável na Bélgica e aumentou na Áustria, na Letónia e na Finlândia.
A taxa de desemprego jovem estabeleceu-se nos 21,6% na zona euro e nos 19,4% na UE, face aos 22,7% e aos 20,9% de fevereiro de 2015.
A Alemanha, (6,9%), República Checa (10,2%) e Dinamarca (10,5%) registaram os valores mais baixos, enquanto os mais altos se observaram na Grécia (48,8% em dezembro de 2015), Espanha (45,3%), Croácia (40,3% no quarto trimestre de 2015) e Itália (39,1%).
Em Portugal, o desemprego jovem foi, em fevereiro, de 30,0%, acima dos 29,9% de janeiro mas uma taxa menor do que no período homólogo, quando registou 33,1%.
2.11.15
Desemprego na UE: uma em cada 5 pessoas arranjou emprego
Lucília Tiago, In Dinheiro Vivo
Um em cada cinco (18,6%) dos europeus que estavam desempregados no primeiro trimestre de 2015, conseguiram arranjar um emprego nos três meses seguintes. Este movimento abrangeu 4,1 milhões de pessoas, segundo o Eurostat. O número é inferior aos 5 milhões de pessoas que no mesmo período perderam o emprego (2,2 milhões) ou passaram para a inatividade (2,8 milhões).
Pela primeira vez o Eurostat publicou informação sobre os movimentos de entrada e saída do desemprego e também da inatividade. Os dados não estão ajustados do efeito da sazonalidade e mostram que a situação em Portugal foi ligeiramente mais favorável do que a observada no conjunto da UE, já que um em cada quatro dos portugueses (25%) que se en
O que são os inativos?
São pessoas que que não estão empregadas nem desempregadas, incluindo neste conceito estudantes, reformados ou donas de casa que não estão disponíveis nem procuram trabalho.
contravam desempregados no primeiro trimestre deste ano conseguiu arranjar um trabalho nos três meses seguintes.
No total ha 12 Estados-membros onde a percentagem de desempregados que começou a trabalhar nos segundo trimestre deste ano é mais elevada do que a média de 18,6% observada no conjunto da UE. A Dinamarca surge mesmo como o país onde este movimento foi mais acentuado: entre os primeiro e o segundo trimestres 38,4% dos desempregados conseguiu arranjar alguma espécie de trabalho. Segue-se, na tabela do Eurostat, a Suécia (29,6%), a Estónia (29,2%), a Áustria (26,3%)Finlândia e Portugal com 25,6% e 25%, respetivamente.
Traduzindo em números, o que estes dados revelam é que do total de desempregados registados na UE no primeiro trimestre, 14,2 milhões mantiveram esta situação e 4,1 milhões ocuparam um emprego – sendo certo que em termos estatísticos é considerada empregada a pessoa com registo de pelo menos uma hora de trabalho com registo de remuneração na semana anterior à que serve de referência para o apuramento da informação.
No mesmo período, houve igualmente mudanças no entre o universo de pessoas que estão na inatividade e o que os dados mostram é que 3,4 milhões de inativos encontraram emprego mas que 4,2 milhões passaram a ser classificadas como desempregadas. Para as autoridades estatísticas, são consideradas inativas as pessoas que não estão empregadas nem desempregadas, incluindo neste conceito estudantes, reformados ou donas de casa que não estão disponíveis nem procuram trabalho.
Entre o primeiro e o segundo trimestres, conta-se ainda um universo de 5 milhões de pessoas que estavam a trabalhar mas que entretanto ficaram desempregadas (2,2 milhões) ou passaram a para a situação de inatividade (2,8 milhões).
O Instituto Nacional de Estatística publica no próximo dia 29 de outubro as habituais estatísticas mensais do desemprego, altura em que será anunciada a estimativa provisória da taxa de desemprego em setembro e a definitiva para agosto. Uma semana depois, a 4 de novembro, será publicada a estatística do emprego (com os dados do 3º trimestre deste ano). Em agosto, a taxa de desemprego em Portugal foi de 12,4%.
Um em cada cinco (18,6%) dos europeus que estavam desempregados no primeiro trimestre de 2015, conseguiram arranjar um emprego nos três meses seguintes. Este movimento abrangeu 4,1 milhões de pessoas, segundo o Eurostat. O número é inferior aos 5 milhões de pessoas que no mesmo período perderam o emprego (2,2 milhões) ou passaram para a inatividade (2,8 milhões).
Pela primeira vez o Eurostat publicou informação sobre os movimentos de entrada e saída do desemprego e também da inatividade. Os dados não estão ajustados do efeito da sazonalidade e mostram que a situação em Portugal foi ligeiramente mais favorável do que a observada no conjunto da UE, já que um em cada quatro dos portugueses (25%) que se en
O que são os inativos?
São pessoas que que não estão empregadas nem desempregadas, incluindo neste conceito estudantes, reformados ou donas de casa que não estão disponíveis nem procuram trabalho.
contravam desempregados no primeiro trimestre deste ano conseguiu arranjar um trabalho nos três meses seguintes.
No total ha 12 Estados-membros onde a percentagem de desempregados que começou a trabalhar nos segundo trimestre deste ano é mais elevada do que a média de 18,6% observada no conjunto da UE. A Dinamarca surge mesmo como o país onde este movimento foi mais acentuado: entre os primeiro e o segundo trimestres 38,4% dos desempregados conseguiu arranjar alguma espécie de trabalho. Segue-se, na tabela do Eurostat, a Suécia (29,6%), a Estónia (29,2%), a Áustria (26,3%)Finlândia e Portugal com 25,6% e 25%, respetivamente.
Traduzindo em números, o que estes dados revelam é que do total de desempregados registados na UE no primeiro trimestre, 14,2 milhões mantiveram esta situação e 4,1 milhões ocuparam um emprego – sendo certo que em termos estatísticos é considerada empregada a pessoa com registo de pelo menos uma hora de trabalho com registo de remuneração na semana anterior à que serve de referência para o apuramento da informação.
No mesmo período, houve igualmente mudanças no entre o universo de pessoas que estão na inatividade e o que os dados mostram é que 3,4 milhões de inativos encontraram emprego mas que 4,2 milhões passaram a ser classificadas como desempregadas. Para as autoridades estatísticas, são consideradas inativas as pessoas que não estão empregadas nem desempregadas, incluindo neste conceito estudantes, reformados ou donas de casa que não estão disponíveis nem procuram trabalho.
Entre o primeiro e o segundo trimestres, conta-se ainda um universo de 5 milhões de pessoas que estavam a trabalhar mas que entretanto ficaram desempregadas (2,2 milhões) ou passaram a para a situação de inatividade (2,8 milhões).
O Instituto Nacional de Estatística publica no próximo dia 29 de outubro as habituais estatísticas mensais do desemprego, altura em que será anunciada a estimativa provisória da taxa de desemprego em setembro e a definitiva para agosto. Uma semana depois, a 4 de novembro, será publicada a estatística do emprego (com os dados do 3º trimestre deste ano). Em agosto, a taxa de desemprego em Portugal foi de 12,4%.
Desemprego na zona do euro cai a 10,8% em setembro, o mais baixo desde 2012
In Folha Vitória
Bruxelas - A taxa de desemprego da zona do euro recuou de 10,9% em agosto (dado revisado, de 11% antes calculado) para 10,8% em setembro, segundo dados oficiais divulgados nesta sexta-feira. Analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires previam que a taxa ficasse em 11%. Com o resultado, ela chegou ao patamar mais baixo desde janeiro de 2012 na região da moeda comum.
O número de desempregados na zona do euro recuou em 131 mil em setembro, para 17,323 milhões. O resultado foi puxado pelo desempenho positivo das economias da Espanha e da Itália.
Ainda que tenha recuado, a taxa de desemprego continua bem acima de outras economias desenvolvidas. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela ficou em 5,1% em setembro. Os altos níveis de desemprego são um sinal de que a economia continua com uma grande quantidade de capacidade ociosa, o que gera pouca pressão sobre os preços.
Bruxelas - A taxa de desemprego da zona do euro recuou de 10,9% em agosto (dado revisado, de 11% antes calculado) para 10,8% em setembro, segundo dados oficiais divulgados nesta sexta-feira. Analistas ouvidos pela Dow Jones Newswires previam que a taxa ficasse em 11%. Com o resultado, ela chegou ao patamar mais baixo desde janeiro de 2012 na região da moeda comum.
O número de desempregados na zona do euro recuou em 131 mil em setembro, para 17,323 milhões. O resultado foi puxado pelo desempenho positivo das economias da Espanha e da Itália.
Ainda que tenha recuado, a taxa de desemprego continua bem acima de outras economias desenvolvidas. Nos Estados Unidos, por exemplo, ela ficou em 5,1% em setembro. Os altos níveis de desemprego são um sinal de que a economia continua com uma grande quantidade de capacidade ociosa, o que gera pouca pressão sobre os preços.
4.5.15
Taxa de desemprego da zona euro estabiliza nos 11,3% de Fevereiro para Março
in Público on-line
Portugal tinha a quinta maior taxa de desemprego, segundo o Eurostat.
A taxa de desemprego da zona euro fixou-se em 11,3% em Março, o mesmo valor já registado em Fevereiro, mas um recuo face aos 11,7% de Marco de 2014.
Quanto ao total da União Europeia, segundo os dados hoje divulgados pelo Eurostat, o gabinete estatístico europeu, a taxa de desemprego corrigida das variações sazonais era em Marco de 9,8%, também neste caso o mesmo valor do mês anterior. Em Março de 2014, a taxa de desemprego média do total dos 28 Estados-membros tinha sido de 10,4%.
Na quarta-feira, o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou os dados do desemprego para Portugal, tendo estimado que a taxa de desemprego foi de 13,5% em Março, menos 0,1 pontos percentuais do que em Fevereiro e menos 1,2 pontos percentuais face ao período homólogo.
Tendo em conta os dados do Eurostat, comparando com os outros Estados-membros, Portugal tinha em Março a quinta maior taxa de desemprego, atrás de Grécia (25,7%, valor referente a Janeiro), Espanha (23,%), Croácia (18,2%) e Chipre (16%).
A Alemanha continuava a ter em Março a taxa de desemprego mais baixa, de 4,7%.
Face há um ano, a taxa de desemprego baixou em 22 Estados-membros sendo os recuos mais significativos os de Irlanda (de 12% para 9,8%), Espanha (de 25,1% para 23%) e Polónia (de 9,6% para 7,7%). Entre os cinco países em que aumentou o desemprego, destaque para Croácia (de 17,3% para 18,2%), Finlândia (de 8,4% para 9,1%) e Itália (de 12,4% para 13%). Já na Áustria o desemprego ficou estável em termos homólogos.
O Eurostat estima que em Março havia 23,748 milhões de trabalhadores sem emprego na União Europeia, sendo que 18,105 milhões estão na zona euro.
Já o desemprego jovem atingia 4,804 milhões de pessoas com menos de 25 anos nos 28 países, dos quais 3,215 milhões nos 19 da moeda única. Isto significa uma taxa de desemprego jovem de 20,9% na UE e 22,7% na zona euro, abaixo dos 22,8% e 24,2% de Fevereiro, respectivamente.
Em Portugal, em Março, a taxa de desemprego dos jovens situou-se em 33,8%, acima dos 33,7% estimados para Fevereiro.
Os países com mais desemprego entre os jovens são Grécia (50,1% em Janeiro), Espanha (50,1%), Croácia (45,5% no primeiro trimestre) e Itália (43,1%), posicionando-se assim Portugal como o quinto país com mais desempregados jovens.
Tal como para a taxa de desemprego geral, a Alemanha também é o Estado-membro com menos desempregados jovens, atingindo 7,2% das pessoas com menos de 25 anos.
Portugal tinha a quinta maior taxa de desemprego, segundo o Eurostat.
A taxa de desemprego da zona euro fixou-se em 11,3% em Março, o mesmo valor já registado em Fevereiro, mas um recuo face aos 11,7% de Marco de 2014.
Quanto ao total da União Europeia, segundo os dados hoje divulgados pelo Eurostat, o gabinete estatístico europeu, a taxa de desemprego corrigida das variações sazonais era em Marco de 9,8%, também neste caso o mesmo valor do mês anterior. Em Março de 2014, a taxa de desemprego média do total dos 28 Estados-membros tinha sido de 10,4%.
Na quarta-feira, o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgou os dados do desemprego para Portugal, tendo estimado que a taxa de desemprego foi de 13,5% em Março, menos 0,1 pontos percentuais do que em Fevereiro e menos 1,2 pontos percentuais face ao período homólogo.
Tendo em conta os dados do Eurostat, comparando com os outros Estados-membros, Portugal tinha em Março a quinta maior taxa de desemprego, atrás de Grécia (25,7%, valor referente a Janeiro), Espanha (23,%), Croácia (18,2%) e Chipre (16%).
A Alemanha continuava a ter em Março a taxa de desemprego mais baixa, de 4,7%.
Face há um ano, a taxa de desemprego baixou em 22 Estados-membros sendo os recuos mais significativos os de Irlanda (de 12% para 9,8%), Espanha (de 25,1% para 23%) e Polónia (de 9,6% para 7,7%). Entre os cinco países em que aumentou o desemprego, destaque para Croácia (de 17,3% para 18,2%), Finlândia (de 8,4% para 9,1%) e Itália (de 12,4% para 13%). Já na Áustria o desemprego ficou estável em termos homólogos.
O Eurostat estima que em Março havia 23,748 milhões de trabalhadores sem emprego na União Europeia, sendo que 18,105 milhões estão na zona euro.
Já o desemprego jovem atingia 4,804 milhões de pessoas com menos de 25 anos nos 28 países, dos quais 3,215 milhões nos 19 da moeda única. Isto significa uma taxa de desemprego jovem de 20,9% na UE e 22,7% na zona euro, abaixo dos 22,8% e 24,2% de Fevereiro, respectivamente.
Em Portugal, em Março, a taxa de desemprego dos jovens situou-se em 33,8%, acima dos 33,7% estimados para Fevereiro.
Os países com mais desemprego entre os jovens são Grécia (50,1% em Janeiro), Espanha (50,1%), Croácia (45,5% no primeiro trimestre) e Itália (43,1%), posicionando-se assim Portugal como o quinto país com mais desempregados jovens.
Tal como para a taxa de desemprego geral, a Alemanha também é o Estado-membro com menos desempregados jovens, atingindo 7,2% das pessoas com menos de 25 anos.
5.5.14
Comissão Europeia revê em baixa inflação e desemprego para a Zona Euro
Alexandra Machado, in Negócios on-line
A Comissão Europeia revê em baixa os valores para a inflação e para o desemprego nas Previsões da Primavera. Também o crescimento de 2015 é revisto em ligeira baixa.
A baixa inflação tem surgido como um eventual problema e a Comissão Europeia, nas Previsões da Primavera, divulgadas esta segunda-feira, 5 de Maio, volta a trazer o assunto para cima da mesa.
Baixa as previsões para a inflação na Zona Euro, para os 0,8% em 2014. A previsão anterior apontava para uma inflação este ano de 1% e para 2015 de 1,4%. Agora, prevê que os preços ao consumidor cresçam a um nível baixo de 0,8% para 2014 e de 1,2% em 2015. Para o conjunto da União Europeia as previsões apontam para taxas de inflação de 1% em 2014 e de 1,5% em 2015.
Apesar destas nuvens, a Comissão Europeia salienta o caminho de recuperação económica na União Europeia. Ainda assim revê em baixa ligeira o crescimento da economia da Zona Euro em 2015. Espera que esta cresça, este ano, 1,2% (igual às previsões de Inverno), mas em 2015 o crescimento deverá situar-se nos 1,7%, menos 0,1 pontos percentuais do que as anteriores previsões divulgadas em Fevereiro.
O consumo interno será, segundo as previsões de Bruxelas, o principal impulsionador do crescimento, beneficiando de mais rendimentos ajudados pela baixa inflação e pela estabilização do mercado de trabalho, diz a Comissão Europeia em comunicado. Também ao nível do investimento se aguarda alguma recuperação. Para a Zona Euro, Bruxelas prevê que o investimento cresça 2,3% este ano.
No conjunto da União Europeia, Bruxelas estima, agora, um crescimento da economia em 1,6% para este ano e mantém a previsões de crescimento de 2% para o próximo ano.
"Depois de ter sido atingida pela recessão, há sinais genuinos de que uma mais duradoura recuperação está a ter lugar na União Europeia e na zona euro. A recuperação, no entanto, mantém-se gradual, já que os efeitos da crise económica e financeira - elevados níveis de endividamento, desemprego, incerteza e fragmentação - continuam a sentir-se", aponta a Comissão Europeia no relatório.
Nas Previsões da Primavera, a Comissão Europeia aponta apenas Chipre como país em recessão este ano. Para 2014, Bruxelas ainda estima que uma queda de 4,8% no PIB cipriota, mas já prevê um ligeiro crescimento, de 0,9% para o próximo ano.
Bruxelas não alterou as previsões para a Grécia que, depois de seis anos de recessão, deverá crescer 0,6% este ano, para descolar para um crescimento, em 2015, de 2,9%. É aliás dos maiores crescimentos projectados pela Comissão Europeia para a Europa. Em 2015, segundo as mesmas previsões, a Irlanda deverá conseguir um crescimento de 3%, depois de se esperar para este ano uma subida do PIB irlandês de 1,7%.
A Alemanha continuará em crescimento. De 1,8% em 2014 e de 2% em 2015. Também para a França e Itália, Bruxelas antecipa crescimentos económicos. Em 2014, França deverá crescer 1% e Itália 0,6%, para no ano seguinte subir, respectivamente, 1,5% e 1,2%.
Também no desemprego a Comissão Europeia está menos pessimista, revendo em baixa a taxa. Assim, na zona euro o desemprego deverá baixar a menos de 12%, fixando-se em 2014 nos 11,8% e em 2015 nos 11,4%.
Grécia e Espanha continuarão com taxas acima dos 25% este ano, de acordo com as actuais previsões. Grécia ficará, em 2014, com um desemprego de 26% e Espanha de 25,5%. Em 2015, no entanto, ambos os países poderão ver as taxas de desemprego situar-se abaixo dos 25%.
A Comissão Europeia revê em baixa os valores para a inflação e para o desemprego nas Previsões da Primavera. Também o crescimento de 2015 é revisto em ligeira baixa.
A baixa inflação tem surgido como um eventual problema e a Comissão Europeia, nas Previsões da Primavera, divulgadas esta segunda-feira, 5 de Maio, volta a trazer o assunto para cima da mesa.
Baixa as previsões para a inflação na Zona Euro, para os 0,8% em 2014. A previsão anterior apontava para uma inflação este ano de 1% e para 2015 de 1,4%. Agora, prevê que os preços ao consumidor cresçam a um nível baixo de 0,8% para 2014 e de 1,2% em 2015. Para o conjunto da União Europeia as previsões apontam para taxas de inflação de 1% em 2014 e de 1,5% em 2015.
Apesar destas nuvens, a Comissão Europeia salienta o caminho de recuperação económica na União Europeia. Ainda assim revê em baixa ligeira o crescimento da economia da Zona Euro em 2015. Espera que esta cresça, este ano, 1,2% (igual às previsões de Inverno), mas em 2015 o crescimento deverá situar-se nos 1,7%, menos 0,1 pontos percentuais do que as anteriores previsões divulgadas em Fevereiro.
O consumo interno será, segundo as previsões de Bruxelas, o principal impulsionador do crescimento, beneficiando de mais rendimentos ajudados pela baixa inflação e pela estabilização do mercado de trabalho, diz a Comissão Europeia em comunicado. Também ao nível do investimento se aguarda alguma recuperação. Para a Zona Euro, Bruxelas prevê que o investimento cresça 2,3% este ano.
No conjunto da União Europeia, Bruxelas estima, agora, um crescimento da economia em 1,6% para este ano e mantém a previsões de crescimento de 2% para o próximo ano.
"Depois de ter sido atingida pela recessão, há sinais genuinos de que uma mais duradoura recuperação está a ter lugar na União Europeia e na zona euro. A recuperação, no entanto, mantém-se gradual, já que os efeitos da crise económica e financeira - elevados níveis de endividamento, desemprego, incerteza e fragmentação - continuam a sentir-se", aponta a Comissão Europeia no relatório.
Nas Previsões da Primavera, a Comissão Europeia aponta apenas Chipre como país em recessão este ano. Para 2014, Bruxelas ainda estima que uma queda de 4,8% no PIB cipriota, mas já prevê um ligeiro crescimento, de 0,9% para o próximo ano.
Bruxelas não alterou as previsões para a Grécia que, depois de seis anos de recessão, deverá crescer 0,6% este ano, para descolar para um crescimento, em 2015, de 2,9%. É aliás dos maiores crescimentos projectados pela Comissão Europeia para a Europa. Em 2015, segundo as mesmas previsões, a Irlanda deverá conseguir um crescimento de 3%, depois de se esperar para este ano uma subida do PIB irlandês de 1,7%.
A Alemanha continuará em crescimento. De 1,8% em 2014 e de 2% em 2015. Também para a França e Itália, Bruxelas antecipa crescimentos económicos. Em 2014, França deverá crescer 1% e Itália 0,6%, para no ano seguinte subir, respectivamente, 1,5% e 1,2%.
Também no desemprego a Comissão Europeia está menos pessimista, revendo em baixa a taxa. Assim, na zona euro o desemprego deverá baixar a menos de 12%, fixando-se em 2014 nos 11,8% e em 2015 nos 11,4%.
Grécia e Espanha continuarão com taxas acima dos 25% este ano, de acordo com as actuais previsões. Grécia ficará, em 2014, com um desemprego de 26% e Espanha de 25,5%. Em 2015, no entanto, ambos os países poderão ver as taxas de desemprego situar-se abaixo dos 25%.
24.2.14
Mercados atentos à evolução do desemprego e da inflacção na zona euro
in iOnline
Em Portugal, serão revelados dados de evolução de produção industrial e vendas a retalho.
A evolução da taxa de desemprego e o Índice de Preços no Consumidor (IPC) na zona euro são alguns indicadores que poderão despertar a atenção dos mercados, numa semana relativamente calma a nível macroeconómico.
Já na segunda-feira será conhecido o valor final do Índice de Preços no Consumidor (IPC) da zona euro, que deve confirmar uma descida de 10 pontos base na inflação homóloga da região no mês de janeiro para os 0,7%, antecipou à Lusa o analista de mercados do Millennium investment banking, Ramiro Loureiro.
No mesmo dia será conhecido o indicador de sentimento empresarial alemão IFO, esperando-se que este “estagne em fevereiro (nos 110,6), com a subida da componente de confiança na situação atual a ser ofuscada pela deterioração das expectativas para os próximos seis meses”, estima o analista.
Na terça-feira, o valor final do Produto Interno Bruto (PIB) alemão deve confirmar uma expansão de 0,4% da economia germânica no quarto trimestre, em termos sequenciais, com um crescimento homólogo de 1,4%.
Também na terça-feira, nos Estados Unidos, o índice de mercado imobiliário S&P CaseShiller deverá ter registado uma subida homóloga de 13,3%, antecipando-se ainda que o índice de Confiança dos Consumidores, medido pelo Conference Board, mostre uma descida em fevereiro (ao cair de 80,7 para 80), destaca Ramiro Loureiro.
Em meados da semana, na quarta-feira, o instituto alemão GfK deverá sinalizar uma estagnação dos níveis de confiança dos consumidores em março, nos 8,2.
O mercado espera que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido tenha crescido 0,7% no 4.º trimestre (valor preliminar), refletindo uma variação homóloga de 2,8%.
Quanto aos dados referentes às vendas de casas novas nos Estados Unidos, também conhecidos na quarta-feira, deverão revelar um recuo 2,2% em janeiro, depois da queda de 7% em dezembro de 2013.
Na quinta-feira, de salientar a divulgação de indicadores de confiança em vários setores da zona euro (Consumidores, Indústria, Serviços e Empresarial), “esperando-se uma melhoria a nível global em fevereiro”, com dados também para Portugal, estima Ramiro Loureiro.
O analista antecipa igualmente que a taxa de desemprego na Alemanha tenha ficado nos 6,8% em fevereiro e que a inflação homóloga germânica tenha estagnado nos 1,2%.
Nos Estados Unidos, de realçar a divulgação das encomendas de bens duradouros, com uma queda estimada de 1% em janeiro, e dos pedidos de subsídio de desemprego.
Por fim, na sexta-feira, espera-se pela confirmação de que a taxa de desemprego na zona euro tenha permanecido nos 12% em janeiro e que a inflação homóloga da região suba 20 pontos base para os 0,9% em fevereiro.
Em Portugal, serão revelados dados de evolução de produção industrial e vendas a retalho.
Ainda na sexta-feira, o GfK deverá sinalizar uma estagnação da confiança dos consumidores no Reino Unido em fevereiro e, nos Estados Unidos, serão conhecidos dados do PIB do 4.º trimestre “que deve mostrar uma expansão sequencial de 2,5%, abaixo dos 3,2% apontados pelo valor preliminar”.
Na dívida pública, Alemanha e França financiam-se na segunda-feira com emissões de títulos de dívida de curto prazo. Na terça-feira será a vez de Espanha e Itália e, na quinta-feira, Alemanha e Itália (pelo segundo dia consecutivo).
Em Portugal, serão revelados dados de evolução de produção industrial e vendas a retalho.
A evolução da taxa de desemprego e o Índice de Preços no Consumidor (IPC) na zona euro são alguns indicadores que poderão despertar a atenção dos mercados, numa semana relativamente calma a nível macroeconómico.
Já na segunda-feira será conhecido o valor final do Índice de Preços no Consumidor (IPC) da zona euro, que deve confirmar uma descida de 10 pontos base na inflação homóloga da região no mês de janeiro para os 0,7%, antecipou à Lusa o analista de mercados do Millennium investment banking, Ramiro Loureiro.
No mesmo dia será conhecido o indicador de sentimento empresarial alemão IFO, esperando-se que este “estagne em fevereiro (nos 110,6), com a subida da componente de confiança na situação atual a ser ofuscada pela deterioração das expectativas para os próximos seis meses”, estima o analista.
Na terça-feira, o valor final do Produto Interno Bruto (PIB) alemão deve confirmar uma expansão de 0,4% da economia germânica no quarto trimestre, em termos sequenciais, com um crescimento homólogo de 1,4%.
Também na terça-feira, nos Estados Unidos, o índice de mercado imobiliário S&P CaseShiller deverá ter registado uma subida homóloga de 13,3%, antecipando-se ainda que o índice de Confiança dos Consumidores, medido pelo Conference Board, mostre uma descida em fevereiro (ao cair de 80,7 para 80), destaca Ramiro Loureiro.
Em meados da semana, na quarta-feira, o instituto alemão GfK deverá sinalizar uma estagnação dos níveis de confiança dos consumidores em março, nos 8,2.
O mercado espera que o Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido tenha crescido 0,7% no 4.º trimestre (valor preliminar), refletindo uma variação homóloga de 2,8%.
Quanto aos dados referentes às vendas de casas novas nos Estados Unidos, também conhecidos na quarta-feira, deverão revelar um recuo 2,2% em janeiro, depois da queda de 7% em dezembro de 2013.
Na quinta-feira, de salientar a divulgação de indicadores de confiança em vários setores da zona euro (Consumidores, Indústria, Serviços e Empresarial), “esperando-se uma melhoria a nível global em fevereiro”, com dados também para Portugal, estima Ramiro Loureiro.
O analista antecipa igualmente que a taxa de desemprego na Alemanha tenha ficado nos 6,8% em fevereiro e que a inflação homóloga germânica tenha estagnado nos 1,2%.
Nos Estados Unidos, de realçar a divulgação das encomendas de bens duradouros, com uma queda estimada de 1% em janeiro, e dos pedidos de subsídio de desemprego.
Por fim, na sexta-feira, espera-se pela confirmação de que a taxa de desemprego na zona euro tenha permanecido nos 12% em janeiro e que a inflação homóloga da região suba 20 pontos base para os 0,9% em fevereiro.
Em Portugal, serão revelados dados de evolução de produção industrial e vendas a retalho.
Ainda na sexta-feira, o GfK deverá sinalizar uma estagnação da confiança dos consumidores no Reino Unido em fevereiro e, nos Estados Unidos, serão conhecidos dados do PIB do 4.º trimestre “que deve mostrar uma expansão sequencial de 2,5%, abaixo dos 3,2% apontados pelo valor preliminar”.
Na dívida pública, Alemanha e França financiam-se na segunda-feira com emissões de títulos de dívida de curto prazo. Na terça-feira será a vez de Espanha e Itália e, na quinta-feira, Alemanha e Itália (pelo segundo dia consecutivo).
1.10.13
Desemprego deverá continuar em níveis recorde na Zona Euro
in Negócios on-line
A recuperação da taxa de desemprego irá continuar a enfrentar “resistência” nos tempos que se avizinham. Taxa de desemprego na Zona Euro terá continuado em valores recorde em Agosto, nos 12,1%.
A União Europeia vai divulgar os dados sobre as taxas de desemprego esta terça-feira, sendo que de acordo com as estimativas dos economistas sondados pela Bloomberg, os níveis de desemprego nos 17 países do euro terá ficado nos 12,1%. A economista italiana Annamaria Grimaldi afirmou à “Bloomberg” que a “Europa enfrenta um nível elevado de desemprego estrutural e isso não vai mudar tão cedo”.
"A recuperação económica está a acontecer de forma dolorosamente lenta, e esta é uma das razões para que as taxas de desemprego continuem bem acima dos 11% pelo menos até 2015”, conclui a economista fixada em Milão.
Mario Draghi, presidente do banco Central Europeu, prevê que a economia europeia contraia 0,4% este ano, antes de crescer 1% no próximo ano. Draghi também explica estes números com a “modesta resposta da economia”.
Vários economistas contactados pela “Bloomberg” acreditam que a taxa de desemprego deverá atingir os 12,3% no final do quarto trimestre deste ano. O presidente do Banco Central Europeu insta os governos para que implementem “reformas estruturais decisivas” capazes de combater o desemprego.
Os níveis de desocupação deverão continuar de acordo com as estimativas da OCDE, que prevê, para Itália, uma taxa de desemprego de 12,5% em 2014. Espanha e Grécia, no entender da OCDE, deverão manter um desemprego acima dos 25% da população activa em 2014.
Os dados relativos a Agosto serão publicados esta terça-feira pelo Eurostat às 10h00.
A recuperação da taxa de desemprego irá continuar a enfrentar “resistência” nos tempos que se avizinham. Taxa de desemprego na Zona Euro terá continuado em valores recorde em Agosto, nos 12,1%.
A União Europeia vai divulgar os dados sobre as taxas de desemprego esta terça-feira, sendo que de acordo com as estimativas dos economistas sondados pela Bloomberg, os níveis de desemprego nos 17 países do euro terá ficado nos 12,1%. A economista italiana Annamaria Grimaldi afirmou à “Bloomberg” que a “Europa enfrenta um nível elevado de desemprego estrutural e isso não vai mudar tão cedo”.
"A recuperação económica está a acontecer de forma dolorosamente lenta, e esta é uma das razões para que as taxas de desemprego continuem bem acima dos 11% pelo menos até 2015”, conclui a economista fixada em Milão.
Mario Draghi, presidente do banco Central Europeu, prevê que a economia europeia contraia 0,4% este ano, antes de crescer 1% no próximo ano. Draghi também explica estes números com a “modesta resposta da economia”.
Vários economistas contactados pela “Bloomberg” acreditam que a taxa de desemprego deverá atingir os 12,3% no final do quarto trimestre deste ano. O presidente do Banco Central Europeu insta os governos para que implementem “reformas estruturais decisivas” capazes de combater o desemprego.
Os níveis de desocupação deverão continuar de acordo com as estimativas da OCDE, que prevê, para Itália, uma taxa de desemprego de 12,5% em 2014. Espanha e Grécia, no entender da OCDE, deverão manter um desemprego acima dos 25% da população activa em 2014.
Os dados relativos a Agosto serão publicados esta terça-feira pelo Eurostat às 10h00.
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