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23.10.13

Há seis instituições de solidariedade em risco de fechar

in Jornal de Notícias

Há seis instituições de solidariedade em risco de fechar

Pedro Guerra, que deu conta que se estão a envidar todos os esforços para que as instituições não fechem. Têm-se feito pedidos de apoio a autarquias e Segurança Social, na tentativa de encontrar soluções , adiantou o coordenador da EAPN.

OS DADOS do núcleo de Bragança da Rede Europeia Antipobreza (EAPN) dão conta que seis instituições particulares de solidariedade social do distrito estão em risco de fechar devido aos cortes nos financiamentos , denunciou Pedro Guerra, o coordenador distrital da EAPN. Trata-se de casos que dão respostas em várias áreas e de intervenção, cujos nomes o responsável não quis divulgar. São situações que estão a ser estudadas e acompanhadas para que nó entrem em - rutura total. São seis nas cerca de 100 que existem no distrito, o que é um número muito relevante , admitiu

Aumento de pedidos
O número de pedidos de apoio particulares aumentou 30%, o que também dificulta a vida de muitas entidades. A crise tem provocado danos nas pequenas instituições, devido aos cortes dos apoios do Estado. A maior fragilidade dessas entidades terá reflexos no aumento dos casos da pobreza que vão multiplicar-se , reconheceu Pedro Guerra, deixando os utentes desprotegidos.
Os cortes são muitos e algumas instituições começam a não ter dinheiro para gerir do dia a dia , acrescentou.

5.3.13

IPSS à procura de novas fontes de financiamento

por Olimpia Mairos, in RR

Várias instituições particulares de solidariedade social estão com grandes dificuldades financeiras. O director do Centro Distrital de Segurança Social apela à diversificação.

A crise está a obrigar as instituições de apoio social a procurar novas estratégias que garantam a sua manutenção.

O coordenador da Rede Europeia Anti Pobreza em Bragança, Pedro Guerra, defende que é preciso tomar medidas o quanto antes sob pena de algumas instituições sociais virem a desaparecer.

“O caminho para essas instituições tem de ser definido nos próximos meses, seja com a criação de alguma medida de auto sustentabilidade, seja com a junção de outras instituições, seja uma alteração completa da forma de funcionar”.

O director do Centro Distrital de Segurança Social de Bragança, Martinho Nascimento, entende que as instituições particulares de solidariedade social precisam de encontrar outras fontes de financiamento, para além do apoio do Estado.

“Hoje já temos bons exemplos no distrito de instituições que criam empresas de inserção, a vender produtos que os próprios utentes fazem e com isso maximizarem as próprias receitas”, exemplifica.