in Diário de Notícias
produção A braços com a falta de investimento, fruto de uma retoma que teima em chegar, a construção fechou 2009 com uma quebra acumulada da produção, desde 2002, superior a 30%. E se em 2009 a indústria contribuiu com 50 495 trabalhadores para engrossar as fileiras do desemprego, o acumulado de empregos perdidos desde 2002 já vai em 119 mil.
"A generalidade dos países europeus apostou, em termos de medidas anti-crise, na reabilitação urbana, no ambiente e na modernização de infra-estruturas. Se o crescimento desses países, alicerçado na construção, foi uma realidade, Portugal tem de perceber que não pode perder tempo. É preciso acelerar o investimento", diz Reis Campos, adiantando que os "dois ou três mil milhões que o Estado terá de pagar em subsídios aos desempregados do sector se não tomar medidas urgentes, seriam muito mais bem aplicados em obras e a mantê-los no activo".


