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18.2.22

Rede Europeia Anti-Pobreza entrega Primeira Pedra à Câmara

in Gazeta do Interior

A Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal, através do Núcleo Distrital de Castelo Branco, entregou, no dia 8 de fevereiro, simbolicamente, a Primeira Pedra à Câmara de Penamacor, no âmbito da Campanha Nacional de Sensibilização sobre o Direito à Habitação.

A representante da EAPN foi recebida pela vice-presidente da Câmara, Ilídia Cruchinho, que agradeceu a gentileza da visita. A autarca explicou que a autarquia está envolvida na resolução dos problemas de habitação no Concelho e frisou que existe um trabalho exaustivo de levantamento das situações de habitações degradadas, realizado pelo Gabinete de Ação Social e Educação do Município.

Tendo o concelho uma população muito envelhecida, a autarquia avançou para a sinalização dos casos de habitação degradada, com intuito de criar condições de habitação digna para todos.

Ilídia Cruchinho reforçou, ainda, que a Câmara sempre teve essa preocupação, tendo aprovado um Regulamento de Apoio à Habitação dos Agregados Familiares Carenciados, que ainda se mantém em vigor, e realizado reuniões de sensibilização com as juntas de freguesia, para trabalharem em conjunto numa estratégia de habitação digna no Concelho de Penamacor.

17.2.22

CMP REÚNE COM REAPN

Por Paula Brito, in Rádio Cova da Beira

A Câmara Municipal de Penamacor (CMP) reuniu com o Núcleo Distrital de Castelo Branco da Rede Europeia Anti-Pobreza (REAPN), no âmbito da campanha nacional de sensibilização sobre o direito à habitação.

No encontro, Ilídia Cruchinho, vice-presidente da câmara municipal de Penamacor, recebeu, simbolicamente, “a primeira pedra”, e explicou o trabalho que o município está a desenvolver nesta área onde “existe um trabalho exaustivo de levantamento das situações de habitações degradadas, realizado pelo Gabinete de Ação Social e Educação do Município.”

Em comunicado, a autarquia explica que, devido ao facto do concelho ter uma população muito envelhecida, “a autarquia avançou para a sinalização dos casos de habitação degradada, com intuito de criar condições de habitação digna para todos.”

Uma preocupação que esteve sempre presente no município de Penamacor, que tem aprovado um Regulamento de Apoio à Habitação dos Agregados Familiares Carenciados.

15.6.21

Castelo Branco: Presidente da Câmara eleito Presidente do Conselho Geral do IPCB

 in Diário Digital de Castelo Branco

O Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco, José Augusto Alves, acaba de ser eleito Presidente do Conselho Geral do Instituto Politécnico de Castelo Branco, em reunião deste órgão do IPCB realizada no auditório Comenius dos Serviços Centrais e da Presidência do IPCB, esta 2ªfeira, dia 14 de Junho.

Segundo a informação enviada ao Diário Digital Castelo Branco, a reunião de eleição do novo Presidente do Conselho Geral foi precedida de outra reunião do Órgão onde, além de José Augusto Alves, tomaram posse os restantes membros cooptados: Sérgio Filipe Gonçalves Bento, Luis Manuel Taborda Barata, José Manuel Salvador Tribolet, Luís Manuel dos Santos Correia, Maria Eugénia Monteiro André e Vera Lúcia Tiago Nunes.

José Augusto Alves é coronel de Infantaria, na situação de reserva, e licenciado em Ciências Sócio Militares – arma de Infantaria da Academia Militar. No Estado-Maior do Exército foi Chefe de Repartição de Operações da Divisão de Operações. Foi chefe da Repartição de Ligação com os Adidos Militares, e em acumulação durante alguns períodos, Chefe da Divisão de Informações do Estado-Maior do Exército. Possui vários louvores e condecorações nacionais. No contexto social, foi Presidente da Assembleia Geral do Centro Social Amigos da Lardosa, Coordenador do Núcleo Distrital de Castelo Branco da Rede Europeia Anti-Pobreza, Tesoureiro da União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social de Castelo Branco, Presidente do Núcleo de Castelo Branco da Liga dos Combatentes e orador convidado em várias ações e conferências, no âmbito da Economia Social ao nível do Terceiro Setor, tanto na Formação de Dirigentes e Técnicos, como de Colaboradores de IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social).

Atualmente é Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco e Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco.

Relembra-se que o Conselho Geral do IPCB é composto por vinte cinco membros, treze representantes dos professores e investigadores, quatro representantes dos estudantes, um representante do pessoal não docente e sete personalidades externas de reconhecido mérito. Com esta eleição, o Conselho Geral do Instituto Politécnico de Castelo Branco encontra-se formalmente constituído.

De entre as principais competências deste órgão destacam-se a eleição do Presidente do IPCB e, sob proposta deste, aprovar os planos estratégicos de médio prazo e o plano de ação para o quadriénio do mandato do Presidente; aprovar as linhas gerais de orientação da instituição no plano científico, pedagógico, financeiro e patrimonial; criar, transformar ou extinguir unidades orgânicas, desde que aprovado por dois terços dos membros do Conselho Geral; aprovar os planos anuais de atividades e apreciar o relatório anual das atividades da instituição; aprovar a proposta de orçamento; aprovar as contas anuais consolidadas, acompanhadas do parecer do fiscal único; fixar as propinas devidas pelos estudantes.

6.4.21

Interculturalidade: Diferença deve ser garantes da cidadania

in Reconquista

O Núcleo Distrital de Castelo Branco da Rede Europeia Anti Pobreza promove, de 5 a 11 de abril, a semana da Interculturalidade.

O Núcleo Distrital de Castelo Branco da Rede Europeia Anti Pobreza (EAPN - European Anti Poverty Network) promove, de 5 a 11 de abril, a semana da Interculturalidade, “uma iniciativa agregadora, intermunicipal, planeada e executada em cooperação com várias organizações dos concelhos de Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Penamacor e Vila Velha de Ródão”.

Este evento, de caráter nacional, é promovido pela EAPN Portugal desde 2014, com o apoio do ACM – Alto Comissariado para as Migrações) e reúne diversas entidades que dinamizam ações que possibilitam trabalhar e sensibilizar os cidadãos para a “necessidade de uma sociedade intercultural, que tenha presente os valores da solidariedade, da não discriminação pela aparência, etnia, género ou nacionalidade, da igualdade, do respeito pela diferença e pela diversidade, da partilha e da inclusão de forma a garantir uma cidadania mais inclusiva e mais igualitária”.

A nível distrital, o Núcleo de Castelo Branco, trabalha em estreita parceria com a Amato Lusitano - Associação de Desenvolvimento e o Plano Municipal para a Integração dos Migrantes -2ª Geração de Castelo Branco, da Câmara Municipal de Castelo Branco; a Associação de Desenvolvimento Pinus Verde e o CLDS4GFundão - Forma Redes; as autarquias de Fundão (Gabinete de Ação Social e Saúde e CLAIM); Vila Velha de Ródão e CLDS 4G de Vila Velha de Ródão; Cáritas Interparoquial de Castelo Branco; Centro Municipal de Cultura e Desenvolvimento de Idanha-a-Nova e o CLDS 4G Gente Raiana; Santas Casas da Misericórdia da Covilhã (através do seu Gabinete de Ação Social, CLAIM Covilhã e CLDS4GCovilhã) e de Penamacor (com o CLDS 4G Penamacor Inclusivo).

Juntos, ao longo da Semana da Interculturalidade, “dinamizam diversas atividades com o objetivo de estimular o diálogo e a relação entre culturas, mostrando que a interculturalidade é, também, uma excelente forma de combater a exclusão social. Numa sociedade cada vez mais tomada pela globalização, é imperativo que a diferença e a diversidade garantam a plena cidadania de todos os indivíduos, contribuindo para uma sociedade mais justa e equilibrada”.

26.6.20

Interculturalidade: Partilha ajuda na inclusão social

in Reconquista

Combater a pobreza e a exclusão social continua a ser a pedra basilar da EAPN – Rede Europeia Anti Pobreza e do ACM - Alto Comissariado para as Migrações.

As atividades estão a decorrer desde 22 e vão até dia 28

Combater a pobreza e a exclusão social continua a ser a pedra basilar da EAPN – Rede Europeia Anti Pobreza e do ACM - Alto Comissariado para as Migrações. Nesse sentido, o Núcleo Distrital de Castelo Branco da EAPN, com os seus parceiros distritais, como a Cáritas Interparoquial de Castelo Branco, a Junta de Freguesia de Castelo Branco, Matriz- Programa Escolhas 7G - Fundão, Câmara Municipal do Fundão, gabinete de ação social, Centro de Migrações e CLAIM e as rádios Voz de Entroncamento, Urbana e Cova da Beira estão a desenvolver localmente, enquadrado nas atividades nacionais, desde o dia 22 até dia 28 de junho, a Semana da Interculturalidade.

Sexta-feira, dia 26 de junho, das 14H30 às 16H30, na Casa do Arco do Bispo, é inaugurada a exposição de pintura “Esperança num Mundo Intercultural, que conta com os testemunhos dos pintores que integram a mostra. As rádios parceiras emitirão a atividade As Vozes da Inclusão, com testemunhos de pessoas que vivem ou viveram em situação de pobreza e refugiados.

Nesta semana será feita a sinalização do Dia Nacional da Comunidade Cigana, uma Mostra Gastronómica e Danças Inclusivas, apresentação de vários pratos típicos, nomeadamente da comunidade cigana (com Fernanda Sanches e Teresa Vicente), venezuelano (com Carla Tomé) e sírio (com Muna Malek). Haverá ainda danças inclusivas pelos jovens da Matriz 7 G, do Fundão e, também online na plataforma ZOOM, o debate sobre boas práticas de integração das famílias refugiadas em período de pandemia.

“A interculturalidade, cada vez mais presente na nossa sociedade, exige um conhecimento mais aprofundado das várias culturas que integra”, pois só assim “nos enriquecemos enquanto cidadãos”, porque “a interculturalidade passa pela aceitação e o respeito pelas diferenças”, refere a EAPN em comunicado, sobre esta semana que tem vindo a desenvolver desde 2014, “com o intuito de trabalhar e sensibilizar os cidadãos para a necessidade de uma sociedade intercultural que tenha presente os valores da solidariedade; da não discriminação pela aparência, etnia, género ou nacionalidade; da igualdade; do respeito pela diferença e pela diversidade; da partilha e da inclusão, de forma a garantir uma cidadania mais inclusiva e mais igualitária”.

19.4.17

VILA VELHA DE RÓDÃO - Encontro de Comissões de Proteção de Crianças e Jovens

in Rádio Condestável

No próximo dia 27 de abril realiza-se o II Encontro das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ), no Centro de Artes e Cultura do Tejo, em Vila Velha de Ródão.

A iniciativa tem início às 09:30 e contará, com as presenças da coordenadora da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, Perpétua de Jesus, do presidente da câmara, Luís Pereira, da presidente da CCPJ de Vila Velha de Ródão, Diamantina Valente, do diretor do Centro Distrital de Segurança Social, Melo Bernardo e do comandante distrital da GNR, José Carlos Gonçalves. O encontro terá dois painéis que decorrerão às 10:00 e às 11:45. No primeiro serão abordados os temas “Infância e Adolescência, que futuro?”, “Critérios de avaliação e referenciação para a pedopsiquiatria” e “Influência do contexto familiar para a gravidez na adolescência”. O segundo painel, falará de temas como “Boas Práticas de Prevenção”, “Violência no namoro e stalking” e “Acolhimento residencial: um percurso para a autonomização”. O Encontro inclui ainda workshops gratuitos, com início às 14:30, onde os psicólogos Elda Sá e Bruno Silva, falarão sobre biblioterapia e risoterapia, respetivamente. A iniciativa é organizada pela CPCJ do concelho, em parceria com a Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens, o Município, Ministério da Saúde, Rede Europeia Anti Pobreza e Instituto de Segurança Social. As inscrições, gratuitas, podem ser feitas pelo email cpcj.vvrodao@gmail.com.

1.3.17

Castelo Branco: Desafios da família em debate

in Reconquista

A organização pretende valorizar o papel da família para o enquadramento no contexto educativo.

Castelo Branco recebe a 8 de março o fórum "A Família na Sociedade de Hoje : Que desafios?", organizado pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Castelo Branco e o núcleo distrital de Castelo Branco da Rede Europeia Anti Pobreza, em articulação com as escolas do concelho.

O local escolhido é o auditório da biblioteca.

A organização pretende “valorizar o papel da família assim como articular a prevenção entre parceiros e promover a reflexão e partilha de boas práticas de Intervenção, numa resposta integrada que visa o enquadramento da família no contexto educativo”.

1.3.16

Refeições sociais estão a ser menos procuradas

Lídia Barata, in A Reconquista

A resposta é necessária, mas refeições começam a ser menos procuradas. Contudo, é preciso continuar alerta.

22 Cantinas em todo o distrito 329 Agregados beneficiários 972 mil Refeições entre 2012/2015 2,5 m€ Investimento entre 2012/2015 309 mil Refeições em 2015 736 mil€ Investimento em 2015

Fonte: EAPN Cantinas Sociais São 329 os agregados familiares benefi ciários das refeições fornecidas pelas 22 cantinas sociais que foram criadas no distrito e são geridas por nove instituições particulares de solidariedade social (IPSS), uma fundação, uma mutualista e 11 misericórdias. Mas desde meados de 2014 que os pedidos começaram a diminuir, se bem que a situação está longe de estar resolvida.

Os agregados beneficiários são constituídos por pessoas “com carência económica, com rendimentos mensais muito baixos, com famílias assoladas pelo desemprego, com idosos, defi cientes ou incapazes e sem condições de confecionar refeições”. Foi para responder a esta emergência alimentar que, em 2012, a Segurança Social, com a União das Misericórdias e a União das IPSS criaram estas cantinas sociais, mas, impunha-se avaliar o seu funcionamento e de que forma respondem adequadamente a estas situações prementes. Ter uma refeição “quente e equilibrada” é para a maioria dos benefi ciários a grande vantagem deste serviço.

Paula Montez, técnica do Núcleo Distrital da Rede Europeia Anti Pobreza (EAPN) desenvolveu entre 2014 e 2015, um estudo, intitulado “Um olhar sobre as cantinas sociais no distrito de Castelo Branco”, que assentou num inquérito aos 329 agregados familiares beneficiários (166 com homens titulares e 163 a cargo de mulheres), no sentido de “poder avaliar o serviço prestado e poder ajustar a melhorar as respostas”. O estudo foi apresentado segundafeira, dia 22 de fevereiro, num encontro distrital da EAPN, que decorreu em Alcains, com o apoio do Lar Major Rato.

Os números fazem o retrato da realidade. A maioria destes agregados situa-se no concelho da Covilhã (119), seguido de Castelo Branco (95) e Fundão (38), sendo os restantes agregados distribuídos pelos concelhos mais rurais. Em termos de escolaridade, a maioria também apresenta instrução muito baixa, sendo que 20 não têm mesmo escolaridade, mas havendo também a registar sete agregados com escolaridade de nível superior. E em termos de idades, grande parte também se situa na faixa entre os 50 e 60 anos (96 agregados), o que “a juntar à baixa instrução, dificulta a sua reintegração profi ssional”.

Já 27 dos benefi ciários são jovens, até 30 anos, com fi lhos menores. Em termos de rendimentos, 129 agregados são beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI), seguindose 76 que vivem de baixas pensões e reformas, 55 sem qualquer prestação e 39 com um vencimento (fabril ou rural). “Os 55 sem qualquer prestação, são sobretudo homens, que vivem sozinhos, em zonas rurais, fazem horta e, quando os chamam, alguns biscates em quintas, mas como têm as casas (mesmo sem luz nem água) em nome deles, não são contemplados com o RSI”, explica Paula Montez. Mas a técnica foi mais longe e, em numerário, 159 agregados vivem com uma rendimento até 200 euros por mês; 65 têm até 300 euros por mês; 42 até 400 euros por mês; e 35 têm um rendimento mensal de 400 euros. Mas recorrem à cantina social “porque os rendimentos são insuficientes”, uma resposta dada por 293 agregados.

Já 19 recorrem por incapacidade física, e seis por não terem condições para fazer as refeições.

Muitos souberam deste apoio pelas IPSS, mas alguns “aqueles que precisam, mas têm vergonha de pedir”, foram os familiares ou vizinhos que os encaminharam, mas também houve encaminhamentos feitos pela igreja e pelo hospital.

Do total dos inquiridos, 92 benefi cia deste apoio à seis meses ou um ano, mas 153 estão a receber refeições há mais de um ano, um número que preocupa os responsáveis, que defendem que o trabalho tem de continuar no sentido de “promover politicas de inclusão ativas, além de combater a desigualdade social, com políticas fi scais que levem a um crescimento económico e sustentável que ajude a criar emprego, o que levará, consequentemente, a uma diminuição das carências destes agregados”.

27.6.12

EAPN com formação

in Gazeta do Interior

O Núcleo Distrital de Castelo Branco da EAPN (Rede Europeia Anti – Pobreza), tem vindo a elaborar planos de formação, de acordo com o levantamento das necessidades formativas e consoante as propostas das Instituições Particulares de Solidariedade.

Entre 10 de maio e 2 de junho, no Jardim de Infância n.º 1 de Castelo Branco, decorreu
uma ação com a finalidade de ministrar a técnicas e colaboradoras ferramentas que lhes permitam elaborar programas de acolhimento/atendimento.