in Diário As Beiras
As associações do concelho da Mealhada têm uma palavra a dizer na prevenção da violência no namoro, considerou Hugo Silva, vereador da Juventude, que participou numa mesa redonda sobre o tema que decorreu no último fim de semana.
Perante representantes da Prevenção Criminal e Policiamento da GNR de Anadia, do Instituto da Juventude (IPDJ) e de instituições do setor, o autarca deixou o desafio aos jovens e associações juvenis para que “abracem o desafio do voluntariado e que os jovens se possam comprometer com esta temática, disseminando de cultura de tolerância e de partilha na construção das suas relações, de forma a que estas sejam saudáveis”.
Combate à intolerância
No debate que decorreu no Luso ficaram bem claras as maiores fragilidades da sociedade atual: “a falta de tolerância e empatia para com o outro, a ausência de uma verdadeira educação para a igualdade de género, bem como a necessidade de se fazer um corte na violência geracional e transgeracional”.
Para combater este flagelo social existe o programa “Namorar com fair play”, do IPDJ, apresentado por Isabel Henriques, dirigido a entidades privadas sem fins lucrativos e a jovens entre os 14 e os 30 anos, que visa prevenir a violência com base nas desigualdades de género, sabendo que a violência está presente no namoro, seja ela física, psicológica ou sexual.
Participaram Pedro Pala de Sá, psicólogo; Vera Carnapete, psicóloga da Associação para o Planeamento da Família e o cabo-mor Marques, da GNR de Anadia. Refletiram sobre a violência e agressividade dos jovens, mas também do perigo que constituem as relações virtuais encetadas nas redes sociais.
Mostrar mensagens com a etiqueta Mealhada. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Mealhada. Mostrar todas as mensagens
18.9.17
Plano Estratégico de Educação da Mealhada em consulta pública durante um mês
por Notícias de Coimbra
O Plano Estratégico para a Educação do Município da Mealhada estará em consulta pública durante os próximos 30 dias, “produzindo efeitos já este ano letivo”, anunciou hoje o executivo municipal presidido por Rui Marqueiro.
Elaborado por António Rochette, professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, o plano aguarda apenas o parecer final do Conselho Municipal de Educação. Decorrido o prazo de consulta pública, “serão incorporadas eventuais sugestões” e o documento entra em vigor de imediato, produzindo efeitos já este ano letivo, esclarece o município.
“Qual é a missão da Educação no nosso território? O que é que queremos do nosso aluno quando este termina o 12.º ano na Mealhada?”. São estas as respostas a que o plano procura responder, enquadrando a Educação na perspetiva da realização profissional, da qualidade de vida, da cidadania e da coesão do território”, explicita a Câmara da Mealhada.
Segundo uma nota divulgada hoje, o plano procura criar “um sistema formativo integrado” a partir de políticas que facultem “respostas às necessidades dos cidadãos, prevendo as transformações sociais e cívicas da comunidade, envolvendo, não só a comunidade educativa, como as empresas, as associações, as Instituições Particulares de Solidariedade Social, a autarquia e até entidades como o Instituto de Emprego e Formação Profissional”.
Durante a elaboração do plano foram efetuadas “mais de 40 reuniões de trabalho”, tendo sido incluídas “propostas para toda a sociedade, desde o pré-escolar ao envelhecimento ativo, com projetos transversais, da cultura, ao desporto, da cidadania à saúde”.
Foi dada especial atenção à educação especial, já que estão referenciados no concelho 76 alunos com necessidades educativas especiais.
“O plano incita a extravasar dos muros das escolas”. Foi feito o levantamento de todos os espaços com potencial educativo e os docentes são convidados a tirar partido dos mesmos e a trabalhar “numa lógica de educação formal, não formal e informal”., esclarece António Rochette.
O Plano Estratégico para a Educação do Município da Mealhada estará em consulta pública durante os próximos 30 dias, “produzindo efeitos já este ano letivo”, anunciou hoje o executivo municipal presidido por Rui Marqueiro.
Elaborado por António Rochette, professor na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, o plano aguarda apenas o parecer final do Conselho Municipal de Educação. Decorrido o prazo de consulta pública, “serão incorporadas eventuais sugestões” e o documento entra em vigor de imediato, produzindo efeitos já este ano letivo, esclarece o município.
“Qual é a missão da Educação no nosso território? O que é que queremos do nosso aluno quando este termina o 12.º ano na Mealhada?”. São estas as respostas a que o plano procura responder, enquadrando a Educação na perspetiva da realização profissional, da qualidade de vida, da cidadania e da coesão do território”, explicita a Câmara da Mealhada.
Segundo uma nota divulgada hoje, o plano procura criar “um sistema formativo integrado” a partir de políticas que facultem “respostas às necessidades dos cidadãos, prevendo as transformações sociais e cívicas da comunidade, envolvendo, não só a comunidade educativa, como as empresas, as associações, as Instituições Particulares de Solidariedade Social, a autarquia e até entidades como o Instituto de Emprego e Formação Profissional”.
Durante a elaboração do plano foram efetuadas “mais de 40 reuniões de trabalho”, tendo sido incluídas “propostas para toda a sociedade, desde o pré-escolar ao envelhecimento ativo, com projetos transversais, da cultura, ao desporto, da cidadania à saúde”.
Foi dada especial atenção à educação especial, já que estão referenciados no concelho 76 alunos com necessidades educativas especiais.
“O plano incita a extravasar dos muros das escolas”. Foi feito o levantamento de todos os espaços com potencial educativo e os docentes são convidados a tirar partido dos mesmos e a trabalhar “numa lógica de educação formal, não formal e informal”., esclarece António Rochette.
11.7.17
Há um novo serviço de apoio a casos de emergência social
in Jornal da Mealhada
A Rede Local de Intervenção Social (RLIS) é um Serviço de Proximidade que valoriza a atuação em parceria com outras entidades, com vista a informar, aconselhar e encaminhar indivíduos e/ou famílias em situação de vulnerabilidade, pobreza e exclusão social, apoiando-os na aquisição e fortalecimento de competências e promovendo a sua autonomia pessoal, social e profissional.
A RLIS da Mealhada já interveio em cerca de 54 famílias, que são sinalizadas através da Segurança Social, Juntas de Freguesia, escolas, Centro de Saúde, Hospitais, entre outros serviços. Esta Rede pretende, então, dar resposta às necessidades apresentadas pelas pessoas e famílias, a partir da criação de uma rede de intervenção social com os diversos recursos da comunidade.
A RLIS veio, assim, descentralizar o serviço de ação social que era feito por técnicas da Segurança Social, sendo este um trabalho personalizado e de proximidade. As profissionais deste serviço fazem um levantamento das necessidades das famílias que acompanham e tentar apoiar, articulando sempre com as entidades da comunidade. O passo seguinte é o de trabalhar junto com a família, sendo esta a parte mais estrutural, trabalhando também para a autonomia.
No caso de um idoso precisar de um lar, as técnicas da RLIS avaliam a situação, as condições que tem em casa, preparam o processo, assinalam a eventual urgência e remetem-na. Um trabalho idêntico é feito com pessoas desempregadas ou vítimas de todos os tipos de exclusão e que precisam de um acompanhamento mais próximo.
Numa parceria entre o Instituto de Segurança Social, IP e a Santa Casa da Misericórdia da Mealhada surgiu o Serviço de Atendimento e de Acompanhamento Social (SAAS), que abrange todo o concelho da Mealhada. O SAAS é, assim, um serviço que assegura o atendimento e o acompanhamento de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade e exclusão social, bem como de emergência soci
A Rede Local de Intervenção Social (RLIS) é um Serviço de Proximidade que valoriza a atuação em parceria com outras entidades, com vista a informar, aconselhar e encaminhar indivíduos e/ou famílias em situação de vulnerabilidade, pobreza e exclusão social, apoiando-os na aquisição e fortalecimento de competências e promovendo a sua autonomia pessoal, social e profissional.
A RLIS da Mealhada já interveio em cerca de 54 famílias, que são sinalizadas através da Segurança Social, Juntas de Freguesia, escolas, Centro de Saúde, Hospitais, entre outros serviços. Esta Rede pretende, então, dar resposta às necessidades apresentadas pelas pessoas e famílias, a partir da criação de uma rede de intervenção social com os diversos recursos da comunidade.
A RLIS veio, assim, descentralizar o serviço de ação social que era feito por técnicas da Segurança Social, sendo este um trabalho personalizado e de proximidade. As profissionais deste serviço fazem um levantamento das necessidades das famílias que acompanham e tentar apoiar, articulando sempre com as entidades da comunidade. O passo seguinte é o de trabalhar junto com a família, sendo esta a parte mais estrutural, trabalhando também para a autonomia.
No caso de um idoso precisar de um lar, as técnicas da RLIS avaliam a situação, as condições que tem em casa, preparam o processo, assinalam a eventual urgência e remetem-na. Um trabalho idêntico é feito com pessoas desempregadas ou vítimas de todos os tipos de exclusão e que precisam de um acompanhamento mais próximo.
Numa parceria entre o Instituto de Segurança Social, IP e a Santa Casa da Misericórdia da Mealhada surgiu o Serviço de Atendimento e de Acompanhamento Social (SAAS), que abrange todo o concelho da Mealhada. O SAAS é, assim, um serviço que assegura o atendimento e o acompanhamento de pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade e exclusão social, bem como de emergência soci
21.10.15
Mealhada sensibiliza para a luta contra a pobreza e exclusão social
por Frederico Ribeiro, in Local.pt
A Câmara Municipal da Mealhada associou-se, mais um ano, à Semana pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social, levando a cabo várias atividades temáticas – tais como passeios, oficinas, idas ao cinema e à piscina, rastreios de saúde, palestras e tertúlias, campanhas de angariação –, de 10 a 17 de outubro, um pouco por todo o concelho. Uma iniciativa que procurou dar a conhecer à comunidade local que este flagelo também atinge famílias deste município e que é preciso que todos façamos algo para as incluir e integrar na sociedade. A Câmara Municipal da Mealhada pretendeu, deste forma, não só colocar o assunto na ordem do dia e promover a discussão sobre a temática, mas sobretudo sensibilizar e mobilizar a comunidade local para a luta contra este fenómeno.
Sessões gratuitas de cinema, idas às Piscinas Municipais, passeios pela Mata Nacional do Buçaco, atividades no recém-inaugurado Centro de Interpretação Ambiental, ações de voluntariado, oficinas, tertúlias e sessões informativas sobre as temáticas, rastreios de saúde, apresentações de projetos de saúde, campanhas de angariação e assinaturas de protocolos no âmbito da ação social. Foi assim, muito preenchida e diversificada, a Semana pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social no concelho da Mealhada. Uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal, dirigida sobretudo aos utentes do Serviço de Ação Social da autarquia, que procurou, essencialmente, alertar a sociedade para esta problemática, sensibilizando a população da Mealhada para esta causa e mobilizando-a a lutar contra este fenómeno.
“Quero agradecer aos parceiros, aos funcionários da autarquia, especialmente aos do Serviço de Ação Social, que foram inexcedíveis. Mas, especialmente, quero agradecer às famílias que vivem este flagelo e se disponibilizaram a trabalhar connosco esta temática, que deram a cara por esta luta que, sendo também deles, é de toda a sociedade. Para eles, um agradecimento especial, pela coragem, pela entrega. E, por eles, reforço o compromisso de que tudo continuaremos a fazer, nas mais diversas áreas, para minimizar o seu sofrimento, o sofrimento de todas as famílias que vivem na pobreza pelas mais diferentes razões e circunstâncias”, afirmou a vereador da Ação Social da Câmara Municipal da Mealhada, Arminda Martins.
A iniciativa da Câmara Municipal proporcionou também a todos os utentes do Serviço de Ação Social da autarquia desfrutarem de algumas experiências pela primeira vez. Houve quem nunca tivesse ido ao cinema, quem nunca tivesse ido à piscina, quem nunca se tivesse maquilhado. Houve quem se sentisse muito útil a fazer voluntariado, quem descobrisse como gosta de aprender coisas sobre o ambiente e a natureza, ou a confecionar pratos deliciosos e económicos, quem agradecesse pelos rastreios de saúde. “É de realçar a coragem das pessoas que participaram nas nossas atividades. Pessoas com muita dificuldade de se exporem, mas com muita força de vontade e que mostraram uma gratidão enorme por quem, com eles, luta contra este fenómeno”, sublinhou a vereadora Arminda Martins.
O programa da Semana pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social contou ainda com uma campanha de angariação que se encontra a decorrer até ao próximo dia 30 de novembro mas que, segundo a vereadora da Ação Social, já está a dar os seus frutos, o que “mostra a preocupação da comunidade”. Trata-se de uma campanha de recolha de têxteis, que irá reverter a favor dos agregados beneficiários da Loja Social da Mealhada. Quem quiser participar, pode fazê-lo entregando os bens na Loja Social da Mealhada, todos os dias úteis da semana, exceto às terças e quintas de manhã.
A Mealhada associou-se, assim, à Semana Pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social, um evento que tem vindo a ser dinamizado pela EAPN Portugal/ Rede Europeia Anti Pobreza, desde a celebração do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social, em 2010. Uma iniciativa de âmbito nacional, que pretende sensibilizar a sociedade portuguesa para esta problemática. A autarquia da Mealhada, ao associar-se a esta campanha, pretendeu dar o seu contributo, sensibilizando a população da Mealhada para esta causa e mobilizando-a a lutar contra este fenómeno. Foram parceiros desta iniciativa a Fundação Mata do Buçaco, a Escola Profissional Vasconcellos Lebre, o Intermarché, a Associação Portuguesa para a Igualdade Parental e Direitos dos Filhos e o Hospital da Misericórdia da Mealhada.
Câmara assina protocolos de âmbito social
Durante a Semana pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social, a Câmara Municipal da Mealhada assinou dois protocolos de cooperação, na tarde de dia 14 de outubro, com a H Sarah Trading Lda, uma empresa preparada e vocacionada para a recolha e tratamento de roupas, calçado e brinquedos usados, e com a ACOP – Associação de Consumidores de Portugal, associação que tem como missão assegurar a informação ao consumidor sobre os seus direitos e a cobertura constitucional desses direitos do consumidor.
O protocolo de cooperação assinado com a H Sarah Trading Lda prevê que essa empresa coloque equipamentos destinados à recolha de roupa, calçado e brinquedos em vários locais do município e se responsabilize pela sua manutenção, bem como assegure a recolha dos bens doados e garanta que, após um processo de triagem e avaliação dos bens, assegure que todos os que não se encontrem em condições sejam reciclados em estrito respeito pela legislação ambiental aplicável. A empresa garante ainda o fornecimento continuado de roupa, calçado e brinquedos aos serviços de Ação Social da Câmara Municipal, bem como se compromete a efetuar um donativo trimestralmente à Loja Social da Mealhada, na proporção de 100€ por tonelada recolhida, valor que será convertido em produtos de primeira necessidade, indicados pela Câmara Municipal.
Já o protocolo de cooperação assinado com a ACOP prevê que a criação de um Gabinete de Atendimento ao Consumidor, a funcionar no edifício dos serviços de Ação Social da autarquia, para receção das questões solicitadas pelos munícipes, sejam por via presencial ou outro meio, questões essas que serão remetidas posteriormente a ACOP. Já a associação fica obrigada a estar disponível, das 9h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h dos dias úteis, por meio de linha direta (telefone) ou via correio eletrónico, para os contactos indispensáveis com o município, de forma a assegurar o serviço de informação ao consumidor, prestando a informação solicitada a cada passo. A ACOP fica ainda com a obrigação de atendimento direto ao consumidor, quer nas instalações da ACOP em Coimbra ou através de videoconferência, dentro do horário acima referido.
A Câmara Municipal da Mealhada associou-se, mais um ano, à Semana pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social, levando a cabo várias atividades temáticas – tais como passeios, oficinas, idas ao cinema e à piscina, rastreios de saúde, palestras e tertúlias, campanhas de angariação –, de 10 a 17 de outubro, um pouco por todo o concelho. Uma iniciativa que procurou dar a conhecer à comunidade local que este flagelo também atinge famílias deste município e que é preciso que todos façamos algo para as incluir e integrar na sociedade. A Câmara Municipal da Mealhada pretendeu, deste forma, não só colocar o assunto na ordem do dia e promover a discussão sobre a temática, mas sobretudo sensibilizar e mobilizar a comunidade local para a luta contra este fenómeno.
Sessões gratuitas de cinema, idas às Piscinas Municipais, passeios pela Mata Nacional do Buçaco, atividades no recém-inaugurado Centro de Interpretação Ambiental, ações de voluntariado, oficinas, tertúlias e sessões informativas sobre as temáticas, rastreios de saúde, apresentações de projetos de saúde, campanhas de angariação e assinaturas de protocolos no âmbito da ação social. Foi assim, muito preenchida e diversificada, a Semana pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social no concelho da Mealhada. Uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal, dirigida sobretudo aos utentes do Serviço de Ação Social da autarquia, que procurou, essencialmente, alertar a sociedade para esta problemática, sensibilizando a população da Mealhada para esta causa e mobilizando-a a lutar contra este fenómeno.
“Quero agradecer aos parceiros, aos funcionários da autarquia, especialmente aos do Serviço de Ação Social, que foram inexcedíveis. Mas, especialmente, quero agradecer às famílias que vivem este flagelo e se disponibilizaram a trabalhar connosco esta temática, que deram a cara por esta luta que, sendo também deles, é de toda a sociedade. Para eles, um agradecimento especial, pela coragem, pela entrega. E, por eles, reforço o compromisso de que tudo continuaremos a fazer, nas mais diversas áreas, para minimizar o seu sofrimento, o sofrimento de todas as famílias que vivem na pobreza pelas mais diferentes razões e circunstâncias”, afirmou a vereador da Ação Social da Câmara Municipal da Mealhada, Arminda Martins.
A iniciativa da Câmara Municipal proporcionou também a todos os utentes do Serviço de Ação Social da autarquia desfrutarem de algumas experiências pela primeira vez. Houve quem nunca tivesse ido ao cinema, quem nunca tivesse ido à piscina, quem nunca se tivesse maquilhado. Houve quem se sentisse muito útil a fazer voluntariado, quem descobrisse como gosta de aprender coisas sobre o ambiente e a natureza, ou a confecionar pratos deliciosos e económicos, quem agradecesse pelos rastreios de saúde. “É de realçar a coragem das pessoas que participaram nas nossas atividades. Pessoas com muita dificuldade de se exporem, mas com muita força de vontade e que mostraram uma gratidão enorme por quem, com eles, luta contra este fenómeno”, sublinhou a vereadora Arminda Martins.
O programa da Semana pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social contou ainda com uma campanha de angariação que se encontra a decorrer até ao próximo dia 30 de novembro mas que, segundo a vereadora da Ação Social, já está a dar os seus frutos, o que “mostra a preocupação da comunidade”. Trata-se de uma campanha de recolha de têxteis, que irá reverter a favor dos agregados beneficiários da Loja Social da Mealhada. Quem quiser participar, pode fazê-lo entregando os bens na Loja Social da Mealhada, todos os dias úteis da semana, exceto às terças e quintas de manhã.
A Mealhada associou-se, assim, à Semana Pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social, um evento que tem vindo a ser dinamizado pela EAPN Portugal/ Rede Europeia Anti Pobreza, desde a celebração do Ano Europeu do Combate à Pobreza e Exclusão Social, em 2010. Uma iniciativa de âmbito nacional, que pretende sensibilizar a sociedade portuguesa para esta problemática. A autarquia da Mealhada, ao associar-se a esta campanha, pretendeu dar o seu contributo, sensibilizando a população da Mealhada para esta causa e mobilizando-a a lutar contra este fenómeno. Foram parceiros desta iniciativa a Fundação Mata do Buçaco, a Escola Profissional Vasconcellos Lebre, o Intermarché, a Associação Portuguesa para a Igualdade Parental e Direitos dos Filhos e o Hospital da Misericórdia da Mealhada.
Câmara assina protocolos de âmbito social
Durante a Semana pelo Combate à Pobreza e à Exclusão Social, a Câmara Municipal da Mealhada assinou dois protocolos de cooperação, na tarde de dia 14 de outubro, com a H Sarah Trading Lda, uma empresa preparada e vocacionada para a recolha e tratamento de roupas, calçado e brinquedos usados, e com a ACOP – Associação de Consumidores de Portugal, associação que tem como missão assegurar a informação ao consumidor sobre os seus direitos e a cobertura constitucional desses direitos do consumidor.
O protocolo de cooperação assinado com a H Sarah Trading Lda prevê que essa empresa coloque equipamentos destinados à recolha de roupa, calçado e brinquedos em vários locais do município e se responsabilize pela sua manutenção, bem como assegure a recolha dos bens doados e garanta que, após um processo de triagem e avaliação dos bens, assegure que todos os que não se encontrem em condições sejam reciclados em estrito respeito pela legislação ambiental aplicável. A empresa garante ainda o fornecimento continuado de roupa, calçado e brinquedos aos serviços de Ação Social da Câmara Municipal, bem como se compromete a efetuar um donativo trimestralmente à Loja Social da Mealhada, na proporção de 100€ por tonelada recolhida, valor que será convertido em produtos de primeira necessidade, indicados pela Câmara Municipal.
Já o protocolo de cooperação assinado com a ACOP prevê que a criação de um Gabinete de Atendimento ao Consumidor, a funcionar no edifício dos serviços de Ação Social da autarquia, para receção das questões solicitadas pelos munícipes, sejam por via presencial ou outro meio, questões essas que serão remetidas posteriormente a ACOP. Já a associação fica obrigada a estar disponível, das 9h30 às 12h30 e das 14h30 às 17h dos dias úteis, por meio de linha direta (telefone) ou via correio eletrónico, para os contactos indispensáveis com o município, de forma a assegurar o serviço de informação ao consumidor, prestando a informação solicitada a cada passo. A ACOP fica ainda com a obrigação de atendimento direto ao consumidor, quer nas instalações da ACOP em Coimbra ou através de videoconferência, dentro do horário acima referido.
Subscrever:
Comentários (Atom)


