in Económico com Lusa
O Dia Mundial da Poupança celebra-se amanhã dia 31 de Outubro.
Há pelo menos 20 anos que as famílias portuguesas não poupavam tão pouco
A taxa de poupança das famílias continua em níveis mínimos desde pelo menos 1995, o primeiro ano para o qual o INE disponibiliza estes dados, tendo fechado o ano de 2014 nos 6,9% do rendimento disponível.
De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de poupança, que em 2009 era de 10,9%, caiu para os 7,7% em 2011, o ano em que Portugal recorreu a ajuda financeira externa, tendo depois iniciado um processo de recuperação, ainda que moderado.
Em 2012, as famílias portuguesas pouparam 8,2% do seu rendimento disponível e, no ano seguinte, a taxa de poupança subiu ligeiramente, para os 8,3%.
No entanto, em 2014, a tendência inverteu-se e, nesse ano, a taxa de poupança das famílias foi de 6,9%.
Os números mais recentes indicam que este indicador continuou a cair no segundo trimestre de 2014, atingindo os 5% do rendimento das famílias no ano terminado em junho deste ano.
O primeiro ano para o qual o INE regista estes dados, o de 1995, foi aquele em que a taxa de poupança das famílias foi mais elevada, correspondendo a 12,9% do rendimento disponível.
Nos dez anos seguintes, a taxa de poupança das famílias oscilou em torno dos 10% e, desde 2006, este indicador só ficou acima dos 10% em 2009, ano em que atingiu os 10,9%.
Desde então, a porção do rendimento disponível que as famílias portuguesas conseguem canalizar para poupança tem vindo a diminuir.
Segundo o Banco de Portugal (BdP), os depósitos dos particulares nos bancos comerciais, um dos instrumentos de poupança mais comuns, estão acima dos 130 mil milhões de euros desde novembro de 2012, mês em que as famílias tinham depositado 130.158 milhões de euros.
Os números mais recentes são de agosto deste ano e indicam que os portugueses tinham depósitos no valor global de 136.759 milhões de euros nesse mês, mais 2.992 milhões de euros do que em agosto de 2014.
Nos primeiros oito meses de 2015, o montante investido em depósitos aumentou 3.954 milhões de euros, uma vez que, no final de 2014, os portugueses tinham investido 132.805 milhões de euros neste instrumento de poupança, de acordo com o BdP.
O Dia Mundial da Poupança celebra-se a 31 de Outubro e foi criado em 1924, no I Congresso Internacional de Economia, realizado na cidade italiana de Milão.
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29.10.15
28.1.15
Taxa de poupança das famílias no nível mais baixo de sempre na UE
in Diário de Notícias
Eurostat confirmou hoje que a taxa de poupança das famílias caiu para 10,3%, o nível mais baixo de sempre na União Europeia.
A taxa de poupança das famílias atingiu no terceiro trimestre de 2014 o nível mais baixo de sempre na União Europeia (UE), segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas europeu, entre julho e setembro, a taxa de poupança das famílias caiu para 10,3%, o mínimo histórico desde que é feita esta contabilização.
Já na zona euro, a taxa de poupança ficou em 13,1% no terceiro trimestre de 2014, muito próximo dos 13% registados no segundo trimestre.
O Eurostat divulgou ainda a taxa de investimento das empresas, também referente ao terceiro trimestre, que ficou praticamente inalterada nos 21,7% na zona euro. No período anterior tinha sido de 21,6%.
Para o total da União Europeia, a taxa de investimento das empresas também ficou estabilizada nos 22% no terceiro trimestre.
Eurostat confirmou hoje que a taxa de poupança das famílias caiu para 10,3%, o nível mais baixo de sempre na União Europeia.
A taxa de poupança das famílias atingiu no terceiro trimestre de 2014 o nível mais baixo de sempre na União Europeia (UE), segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat.
De acordo com o gabinete oficial de estatísticas europeu, entre julho e setembro, a taxa de poupança das famílias caiu para 10,3%, o mínimo histórico desde que é feita esta contabilização.
Já na zona euro, a taxa de poupança ficou em 13,1% no terceiro trimestre de 2014, muito próximo dos 13% registados no segundo trimestre.
O Eurostat divulgou ainda a taxa de investimento das empresas, também referente ao terceiro trimestre, que ficou praticamente inalterada nos 21,7% na zona euro. No período anterior tinha sido de 21,6%.
Para o total da União Europeia, a taxa de investimento das empresas também ficou estabilizada nos 22% no terceiro trimestre.
23.12.14
Taxa de poupança das famílias caiu para 9,7% no 3.º trimestre
Jornal de Notícias
A taxa de poupança das famílias caiu para os 9,7% no ano terminado no terceiro trimestre de 2014, face aos 12 meses terminados no trimestre anterior, devido ao aumento do consumo final dos particulares, segundo o dados do Instituto Nacional de Estatística.
De acordo com as contas nacionais trimestrais por setor institucional, divulgadas esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a capacidade de financiamento das famílias diminuiu para os 5,4% do PIB no ano terminado em setembro, o que compara com uma capacidade de financiamento de 5,7% nos 12 meses concluídos no trimestre anterior.
Este resultado deveu-se a um "aumento da despesa de consumo final em 0,7% que mais que compensou o ligeiro aumento de 0,1% do rendimento disponível" das famílias.
Esta variação do consumo e do rendimento disponível dos particulares "determinou uma diminuição de 5,2% da poupança das famílias, fixando-se a taxa de poupança em 9,7% do rendimento disponível", depois de ter atingido os 10,3% no ano terminado no trimestre anterior.
Ainda em relação às famílias, o INE refere que o "ligeiro acréscimo" do rendimento disponível foi determinado pelo aumento de 0,6% das remunerações no ano terminado em setembro, o qual foi "quase compensado pelo aumento [de 3,8%] dos impostos sobre o rendimento".
Os números do INE mostram ainda que "o peso dos impostos tem aumentado de forma progressiva, atingindo 11,6% do rendimento disponível [das famílias], o que corresponde ao valor máximo registado para toda a série".
Já no que se refere às sociedades não financeiras, o INE indica que a necessidade de financiamento destas empresas se ficou nos 1,9% do PIB nos 12 meses terminados em setembro deste ano, um acréscimo de 0,1 pontos percentuais face ao ano concluído no trimestre anterior.
Este comportamento das necessidades de financiamento das empresas não financeiras deveu-se sobretudo ao aumento das remunerações pagas e, em menor dimensão, ao aumento da formação bruta de capital, que cresceu 0,3%.
Quanto às sociedades financeiras, no terceiro trimestre de 2014, registaram uma capacidade de financiamento de 2,7% do PIB, o que compara com uma capacidade de financiamento de 2,6% do PIB no trimestre anterior.
Relativamente ao conjunto da economia portuguesa, registou-se uma capacidade de financiamento de 1,9% no terceiro trimestre deste ano, mais 0,3 pontos percentuais do que no trimestre anterior, segundo o INE, que acrescenta que o saldo externo "estabilizou em 0,7% do PIB, com as importações e as exportações a registarem a mesma taxa de variação (0,9%)".
A taxa de poupança das famílias caiu para os 9,7% no ano terminado no terceiro trimestre de 2014, face aos 12 meses terminados no trimestre anterior, devido ao aumento do consumo final dos particulares, segundo o dados do Instituto Nacional de Estatística.
De acordo com as contas nacionais trimestrais por setor institucional, divulgadas esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a capacidade de financiamento das famílias diminuiu para os 5,4% do PIB no ano terminado em setembro, o que compara com uma capacidade de financiamento de 5,7% nos 12 meses concluídos no trimestre anterior.
Este resultado deveu-se a um "aumento da despesa de consumo final em 0,7% que mais que compensou o ligeiro aumento de 0,1% do rendimento disponível" das famílias.
Esta variação do consumo e do rendimento disponível dos particulares "determinou uma diminuição de 5,2% da poupança das famílias, fixando-se a taxa de poupança em 9,7% do rendimento disponível", depois de ter atingido os 10,3% no ano terminado no trimestre anterior.
Ainda em relação às famílias, o INE refere que o "ligeiro acréscimo" do rendimento disponível foi determinado pelo aumento de 0,6% das remunerações no ano terminado em setembro, o qual foi "quase compensado pelo aumento [de 3,8%] dos impostos sobre o rendimento".
Os números do INE mostram ainda que "o peso dos impostos tem aumentado de forma progressiva, atingindo 11,6% do rendimento disponível [das famílias], o que corresponde ao valor máximo registado para toda a série".
Já no que se refere às sociedades não financeiras, o INE indica que a necessidade de financiamento destas empresas se ficou nos 1,9% do PIB nos 12 meses terminados em setembro deste ano, um acréscimo de 0,1 pontos percentuais face ao ano concluído no trimestre anterior.
Este comportamento das necessidades de financiamento das empresas não financeiras deveu-se sobretudo ao aumento das remunerações pagas e, em menor dimensão, ao aumento da formação bruta de capital, que cresceu 0,3%.
Quanto às sociedades financeiras, no terceiro trimestre de 2014, registaram uma capacidade de financiamento de 2,7% do PIB, o que compara com uma capacidade de financiamento de 2,6% do PIB no trimestre anterior.
Relativamente ao conjunto da economia portuguesa, registou-se uma capacidade de financiamento de 1,9% no terceiro trimestre deste ano, mais 0,3 pontos percentuais do que no trimestre anterior, segundo o INE, que acrescenta que o saldo externo "estabilizou em 0,7% do PIB, com as importações e as exportações a registarem a mesma taxa de variação (0,9%)".
1.4.14
Famílias pouparam mais em 2013
in RR
A queda do rendimento disponível das famílias foi determinada pelo “expressivo aumento dos impostos sobre o rendimento e sobre o património”.
A taxa de poupança das famílias aumentou para os 12,6% em 2013, de acordo com os números do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta segunda-feira.
Segundo as Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional, divulgadas pelo INE, a taxa de poupança das famílias aumentou 0,6 pontos percentuais, passando dos 12% em 2012 para os 12,6% do rendimento disponível em 2013.
Também a capacidade de financiamento das famílias aumentou para os 6,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013 (em 2012, foi de 6,4%), sendo que a redução da despesa do consumo final (-1,4%) foi “mais expressiva” do que a diminuição do rendimento disponível (-0,7%).
A queda do rendimento disponível das famílias (-0,7%) foi determinada pelo “expressivo aumento dos impostos sobre o rendimento e sobre o património” (+33%), que “mais do que compensou os aumentos das remunerações recebidas”, que subiram 0,7% face ao ano anterior, o equivalente a 65,4% do rendimento disponível em 2013.
A queda do rendimento disponível das famílias foi determinada pelo “expressivo aumento dos impostos sobre o rendimento e sobre o património”.
A taxa de poupança das famílias aumentou para os 12,6% em 2013, de acordo com os números do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta segunda-feira.
Segundo as Contas Nacionais Trimestrais por Sector Institucional, divulgadas pelo INE, a taxa de poupança das famílias aumentou 0,6 pontos percentuais, passando dos 12% em 2012 para os 12,6% do rendimento disponível em 2013.
Também a capacidade de financiamento das famílias aumentou para os 6,8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013 (em 2012, foi de 6,4%), sendo que a redução da despesa do consumo final (-1,4%) foi “mais expressiva” do que a diminuição do rendimento disponível (-0,7%).
A queda do rendimento disponível das famílias (-0,7%) foi determinada pelo “expressivo aumento dos impostos sobre o rendimento e sobre o património” (+33%), que “mais do que compensou os aumentos das remunerações recebidas”, que subiram 0,7% face ao ano anterior, o equivalente a 65,4% do rendimento disponível em 2013.
16.1.14
Poupança das famílias caiu em Dezembro pelo 5.º mês consecutivo
in Sol
O indicador de poupança APFIPP/Universidade Católica recuou em Dezembro, pelo quinto mês consecutivo, baixando de 122,1 em Novembro para 120,7, de acordo com os dados hoje divulgados.
Ainda assim, na mesma nota divulgada pela APFIPP e pela Universidade Católica diz-se que apesar deste decréscimo para valores de há um ano, a tendência de crescimento da poupança das famílias "continua a manter sinais de estabilização em níveis historicamente elevados".
Segundo a mesma fonte, o indicador "sugere que, em termos agregados, as famílias têm aumentado a sua taxa de poupança em 0,10-0,15 pontos percentuais do PIB em cada trimestre desde Dezembro de 2009".
No entanto, o indicador de poupança APFIPP/Universidade Católica está em queda há cinco meses consecutivos, desde Agosto do ano passado, e está agora no mais baixo nível desde Fevereiro do ano passado.
O indicador de poupança APFIPP/Universidade Católica procura antecipar a evolução da taxa de poupança das famílias portuguesas em percentagem do PIB, corrigida de efeitos de sazonalidade, e resulta da análise ao comportamento de um conjunto alargado de fontes estatísticas.
O indicador de poupança assume o valor 100 no último trimestre de 2000 quando a taxa de poupança foi de cerca de 8% do PIB.
Assim, cada 12,5 pontos do indicador representam cerca de 1% do PIB. Quando o indicador atinge o valor 125 a poupança das famílias é cerca de 10% do Produto.
Lusa/SOL
O indicador de poupança APFIPP/Universidade Católica recuou em Dezembro, pelo quinto mês consecutivo, baixando de 122,1 em Novembro para 120,7, de acordo com os dados hoje divulgados.
Ainda assim, na mesma nota divulgada pela APFIPP e pela Universidade Católica diz-se que apesar deste decréscimo para valores de há um ano, a tendência de crescimento da poupança das famílias "continua a manter sinais de estabilização em níveis historicamente elevados".
Segundo a mesma fonte, o indicador "sugere que, em termos agregados, as famílias têm aumentado a sua taxa de poupança em 0,10-0,15 pontos percentuais do PIB em cada trimestre desde Dezembro de 2009".
No entanto, o indicador de poupança APFIPP/Universidade Católica está em queda há cinco meses consecutivos, desde Agosto do ano passado, e está agora no mais baixo nível desde Fevereiro do ano passado.
O indicador de poupança APFIPP/Universidade Católica procura antecipar a evolução da taxa de poupança das famílias portuguesas em percentagem do PIB, corrigida de efeitos de sazonalidade, e resulta da análise ao comportamento de um conjunto alargado de fontes estatísticas.
O indicador de poupança assume o valor 100 no último trimestre de 2000 quando a taxa de poupança foi de cerca de 8% do PIB.
Assim, cada 12,5 pontos do indicador representam cerca de 1% do PIB. Quando o indicador atinge o valor 125 a poupança das famílias é cerca de 10% do Produto.
Lusa/SOL
30.9.13
Taxa de poupança das famílias sobe para 13,6% no segundo trimestre
in iOnline
As famílias continuaram a poupar mais no segundo trimestre de 2013, fixando-se a taxa de poupança nos 13,6% do rendimento disponível, segundo números hoje avançados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
De acordo com as Conta Nacionais Trimestrais por Setor Institucional relativas ao segundo trimestre deste ano, a taxa de poupança das famílias passou dos 13,4% no ano terminado no primeiro trimestre de 2013 para os 13,6% ano ano concluído no trimestre seguinte, "uma variação determinada pela redução de 0,5% do consumo, que mais do que compensou a redução do rendimento disponível das famílias".
O rendimento disponível das famílias portuguesas caiu 0,3% no ano terminado no segundo trimestre de 2013, uma queda que o INE justifica com o aumento dos impostos sobre o rendimento e com a queda das remunerações recebidas.
"A diminuição do rendimento disponível [das famílias] foi determinada sobretudo pela evolução do imposto sobre o rendimento pago pelas famílias, que aumentou 8,1% no ano terminado no segundo trimestre de 2013, efeito que foi parcialmente compensado pelo aumento das prestações sociais recebidas (+1,1% no segundo trimestre de 2013)".
No caso das remunerações recebidas pelas famílias, estas diminuíram 0,3% nos 12 meses terminados no segundo trimestre de 2013, depois de terem registado uma queda de 0,2% no ano terminado no final do trimestre anterior.
Assim, a taxa de poupança mantém a tendência em alta: em 2012 estava nos 11,6% do rendimento disponível, no ano terminado no trimestre seguinte aumentou para os 12,9% e no concluído no final do segundo trimestre deste ano voltou a subir, para os 13,6% do rendimento disponível.
Já a capacidade líquida de financiamento das famílias portuguesas atingiu os 7,8% do Produto Interno Bruto (PIB) no final do segundo trimestre deste ano, mais 0,2 pontos percentuais do que no final do trimestre anterior, uma evolução que o INE justifica com o comportamento da poupança corrente, que aumentou 1,4% no ano acabado no segundo trimestre de 2013.
As famílias continuaram a poupar mais no segundo trimestre de 2013, fixando-se a taxa de poupança nos 13,6% do rendimento disponível, segundo números hoje avançados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).
De acordo com as Conta Nacionais Trimestrais por Setor Institucional relativas ao segundo trimestre deste ano, a taxa de poupança das famílias passou dos 13,4% no ano terminado no primeiro trimestre de 2013 para os 13,6% ano ano concluído no trimestre seguinte, "uma variação determinada pela redução de 0,5% do consumo, que mais do que compensou a redução do rendimento disponível das famílias".
O rendimento disponível das famílias portuguesas caiu 0,3% no ano terminado no segundo trimestre de 2013, uma queda que o INE justifica com o aumento dos impostos sobre o rendimento e com a queda das remunerações recebidas.
"A diminuição do rendimento disponível [das famílias] foi determinada sobretudo pela evolução do imposto sobre o rendimento pago pelas famílias, que aumentou 8,1% no ano terminado no segundo trimestre de 2013, efeito que foi parcialmente compensado pelo aumento das prestações sociais recebidas (+1,1% no segundo trimestre de 2013)".
No caso das remunerações recebidas pelas famílias, estas diminuíram 0,3% nos 12 meses terminados no segundo trimestre de 2013, depois de terem registado uma queda de 0,2% no ano terminado no final do trimestre anterior.
Assim, a taxa de poupança mantém a tendência em alta: em 2012 estava nos 11,6% do rendimento disponível, no ano terminado no trimestre seguinte aumentou para os 12,9% e no concluído no final do segundo trimestre deste ano voltou a subir, para os 13,6% do rendimento disponível.
Já a capacidade líquida de financiamento das famílias portuguesas atingiu os 7,8% do Produto Interno Bruto (PIB) no final do segundo trimestre deste ano, mais 0,2 pontos percentuais do que no final do trimestre anterior, uma evolução que o INE justifica com o comportamento da poupança corrente, que aumentou 1,4% no ano acabado no segundo trimestre de 2013.
7.8.13
Portugueses estão a poupar mais
in RR
Depósitos bancários aumentaram 388 milhões de euros no mês passado.
Os depósitos bancários feitos por particulares aumentaram 388 milhões de euros em Julho, atingindo o valor mais alto dos últimos 11 meses e o terceiro valor mais alto de sempre.
De acordo com os dados divulgados esta terça-feira pelo Banco de Portugal, no final de Julho os depósitos dos particulares atingiam os 132.137 milhões de euros.
No final de Junho, o valor depositado pelos particulares atingia os 131.799 milhões de euros.
O montante dos depósitos não superava os 132 mil milhões de euros desde Agosto do ano passado, altura em que atingiu o seu mais alto valor desde que há registo, nos 132.475 milhões de euros.
Segundo os dados do Banco de Portugal, só por três vezes o valor dos depósitos esteve acima dos 132 mil milhões de euros. No final do mês passado, e em Julho e Agosto de 2012.
Depósitos bancários aumentaram 388 milhões de euros no mês passado.
Os depósitos bancários feitos por particulares aumentaram 388 milhões de euros em Julho, atingindo o valor mais alto dos últimos 11 meses e o terceiro valor mais alto de sempre.
De acordo com os dados divulgados esta terça-feira pelo Banco de Portugal, no final de Julho os depósitos dos particulares atingiam os 132.137 milhões de euros.
No final de Junho, o valor depositado pelos particulares atingia os 131.799 milhões de euros.
O montante dos depósitos não superava os 132 mil milhões de euros desde Agosto do ano passado, altura em que atingiu o seu mais alto valor desde que há registo, nos 132.475 milhões de euros.
Segundo os dados do Banco de Portugal, só por três vezes o valor dos depósitos esteve acima dos 132 mil milhões de euros. No final do mês passado, e em Julho e Agosto de 2012.
30.7.13
Poupança das famílias europeias sobe no primeiro trimestre
in Jornal de Notícias
A taxa de poupança das famílias na zona euro e na União Europeia aumentou entre janeiro e março deste ano, atingindo 13,1% e 11%, respetivamente, e invertendo a tendência dos trimestres anteriores, divulgou esta terça-feira o Eurostat.
Na zona euro, a taxa de poupança das famílias subiu para os 13,1% no primeiro trimestre, acima dos 12,4% verificados nos três meses anteriores e atingindo o valor mais alto desde o último trimestre de 2011, quando se situou nos 13,2%.
No conjunto da UE, a taxa de poupança subiu para 11% nos primeiros três meses deste ano, acima dos 10,7% registados no trimestre anterior e registando o valor mais alto desde o segundo trimestre de 2012.
A taxa de poupança corresponde à percentagem do rendimento disponível bruto que as famílias reservam para o aforro.
Já a taxa de investimento bruto das famílias na zona euro situou-se nos 8,4% no primeiro trimestre, abaixo dos 8,7% verificados nos três meses anteriores.
Na UE, a taxa de investimento também recuou, descendo de 8,1% no quarto trimestre de 2012 para 7,9% nos primeiros três meses deste ano.
O Eurostat, gabinete oficial de estatísticas da UE, não divulga dados por país para as taxas de poupança e de investimento.
A taxa de poupança das famílias na zona euro e na União Europeia aumentou entre janeiro e março deste ano, atingindo 13,1% e 11%, respetivamente, e invertendo a tendência dos trimestres anteriores, divulgou esta terça-feira o Eurostat.
Na zona euro, a taxa de poupança das famílias subiu para os 13,1% no primeiro trimestre, acima dos 12,4% verificados nos três meses anteriores e atingindo o valor mais alto desde o último trimestre de 2011, quando se situou nos 13,2%.
No conjunto da UE, a taxa de poupança subiu para 11% nos primeiros três meses deste ano, acima dos 10,7% registados no trimestre anterior e registando o valor mais alto desde o segundo trimestre de 2012.
A taxa de poupança corresponde à percentagem do rendimento disponível bruto que as famílias reservam para o aforro.
Já a taxa de investimento bruto das famílias na zona euro situou-se nos 8,4% no primeiro trimestre, abaixo dos 8,7% verificados nos três meses anteriores.
Na UE, a taxa de investimento também recuou, descendo de 8,1% no quarto trimestre de 2012 para 7,9% nos primeiros três meses deste ano.
O Eurostat, gabinete oficial de estatísticas da UE, não divulga dados por país para as taxas de poupança e de investimento.
22.5.13
Portugueses tiram 2 ME dos certificados de aforro
in Dinheiro Vivo
As famílias continuam a tirar as suas poupanças da dívida pública portuguesa, com o valor aplicado em certificados de aforro e certificados do tesouro a voltarem a cair em abril. Segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública -- IGCP, o valor aplicado pelos particulares em certificados de aforro no final de abril caiu dois milhões de euros, para os 9.691 milhões de euros
Apesar do valor ser residual, o Ministério das Finanças e o IGCP decidiram no final do ano passado melhorar a rendibilidade deste instrumento para impedir o forte desinvestimento que estava a acontecer nos certificados de aforro. Isto aconteceu após a suspensão de novas subscrições de certificados do tesouro, que tinham sido criados em 2010 precisamente para atrair poupanças que os certificados de aforro não estavam a conseguir captar.
Como a sua rendibilidade estava indexada aos juros das Obrigações do Tesouro no mercado secundário e estes sofreram fortes agravamentos na sequência do pedido de ajuda financeira ao Fundo Monetário internacional e à União Europeia, o Governo limitou por várias vezes aquilo que seria a subida natural da rendibilidade deste instrumento até suspender definitivamente as subscrições.
O valor investido em certificados do tesouro não havia crescido muito mas tem descido agora, perdendo mais 5 milhões de euros em abril, e situando-se nos 1.403 milhões de euros.
Com Lusa
As famílias continuam a tirar as suas poupanças da dívida pública portuguesa, com o valor aplicado em certificados de aforro e certificados do tesouro a voltarem a cair em abril. Segundo a Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública -- IGCP, o valor aplicado pelos particulares em certificados de aforro no final de abril caiu dois milhões de euros, para os 9.691 milhões de euros
Apesar do valor ser residual, o Ministério das Finanças e o IGCP decidiram no final do ano passado melhorar a rendibilidade deste instrumento para impedir o forte desinvestimento que estava a acontecer nos certificados de aforro. Isto aconteceu após a suspensão de novas subscrições de certificados do tesouro, que tinham sido criados em 2010 precisamente para atrair poupanças que os certificados de aforro não estavam a conseguir captar.
Como a sua rendibilidade estava indexada aos juros das Obrigações do Tesouro no mercado secundário e estes sofreram fortes agravamentos na sequência do pedido de ajuda financeira ao Fundo Monetário internacional e à União Europeia, o Governo limitou por várias vezes aquilo que seria a subida natural da rendibilidade deste instrumento até suspender definitivamente as subscrições.
O valor investido em certificados do tesouro não havia crescido muito mas tem descido agora, perdendo mais 5 milhões de euros em abril, e situando-se nos 1.403 milhões de euros.
Com Lusa
9.5.13
Bancos com menos dinheiro para as empresas. Famílias poupam mais
por Sandra Afonso, in RR
É este o destaque das contas dos principais bancos portugueses em 2013.
Uma consequência da crise e da incerteza que rodeia a economia é que há menos dinheiro a chegar às empresas, mas estão a aumentar as poupanças das famílias. É o que revelam as contas do primeiro trimestre dos quatro maiores bancos portugueses: Caixa Geral de Depósitos, BCP, BES e BPI.
Destaque ainda para o aumento do número de casas entregues à banca, por dificuldade de pagamento, assim como o crédito em risco.
Os resultados da maioria dos bancos dão razão aos empresários: o crédito às empresas está em queda. O BPI foi o que fechou mais a porta, com uma descida de quase 16% face aos primeiros três meses de 2012. No BCP estes empréstimos diminuíram mais de 11,5% e na Caixa Geral de Depósitos quase 4%.
Estes são dados apenas para a actividade em Portugal. Já o BES apresenta dados de todo o grupo e aponta para um aumento do crédito às empresas de mais de 2%, o que não acontecia quase há dois anos.
Destaque ainda para o Estado que está a receber menos dinheiro da Caixa. Os empréstimos ao sector público caíram cerca de 800 milhões, quase 20% no primeiro trimestre.
Às famílias também chega menos dinheiro, uma queda sustentada pela descida do crédito à habitação. O problema para os bancos é agora o pagamento dos empréstimos concedidos.
O crédito em risco aumentou no início do ano nos quatro maiores bancos do país: subidas entre os 5 e os 14%.
O BES adianta que no primeiro trimestre vendeu 386 imóveis que tinham sido entregues pelos proprietários por dificuldades de pagamento do empréstimo. Estas casas renderam 97 milhões de euros ao banco, mais 61% que em igual período do ano anterior. Até Março, o banco já tinha recuperado mais de dois mil milhões de euros através da entrega das casas ao banco.
O BPI recuperou até Março cerca de 66 milhões de euros também pela entrega das casas pelos proprietários endividados.
Ainda do lado das famílias destaque para o aumento das poupanças, mesmo com o rendimento disponível em queda, de acordo com o Banco de Portugal. No BES e no BCP o aumento ultrapassa os 4%. Na Caixa subiram apenas 0,5%, mas o suficiente para permitir que o banco estatal recorresse menos ao BCE. Já o BPI é a excepção com os depósitos dos privados a caíram 3,6%.
É este o destaque das contas dos principais bancos portugueses em 2013.
Uma consequência da crise e da incerteza que rodeia a economia é que há menos dinheiro a chegar às empresas, mas estão a aumentar as poupanças das famílias. É o que revelam as contas do primeiro trimestre dos quatro maiores bancos portugueses: Caixa Geral de Depósitos, BCP, BES e BPI.
Destaque ainda para o aumento do número de casas entregues à banca, por dificuldade de pagamento, assim como o crédito em risco.
Os resultados da maioria dos bancos dão razão aos empresários: o crédito às empresas está em queda. O BPI foi o que fechou mais a porta, com uma descida de quase 16% face aos primeiros três meses de 2012. No BCP estes empréstimos diminuíram mais de 11,5% e na Caixa Geral de Depósitos quase 4%.
Estes são dados apenas para a actividade em Portugal. Já o BES apresenta dados de todo o grupo e aponta para um aumento do crédito às empresas de mais de 2%, o que não acontecia quase há dois anos.
Destaque ainda para o Estado que está a receber menos dinheiro da Caixa. Os empréstimos ao sector público caíram cerca de 800 milhões, quase 20% no primeiro trimestre.
Às famílias também chega menos dinheiro, uma queda sustentada pela descida do crédito à habitação. O problema para os bancos é agora o pagamento dos empréstimos concedidos.
O crédito em risco aumentou no início do ano nos quatro maiores bancos do país: subidas entre os 5 e os 14%.
O BES adianta que no primeiro trimestre vendeu 386 imóveis que tinham sido entregues pelos proprietários por dificuldades de pagamento do empréstimo. Estas casas renderam 97 milhões de euros ao banco, mais 61% que em igual período do ano anterior. Até Março, o banco já tinha recuperado mais de dois mil milhões de euros através da entrega das casas ao banco.
O BPI recuperou até Março cerca de 66 milhões de euros também pela entrega das casas pelos proprietários endividados.
Ainda do lado das famílias destaque para o aumento das poupanças, mesmo com o rendimento disponível em queda, de acordo com o Banco de Portugal. No BES e no BCP o aumento ultrapassa os 4%. Na Caixa subiram apenas 0,5%, mas o suficiente para permitir que o banco estatal recorresse menos ao BCE. Já o BPI é a excepção com os depósitos dos privados a caíram 3,6%.
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