Margarida Piçarra Navalhinhas, in "Diário do Sul"
Realizou-se no passado dia 18 de Maio de 2016 às 21h em Évora, no auditório da DREA, a reunião sementeira do movimento Refood, um dos primeiros passos para trazer o Refood para Évora.
Este movimento existe há 5 anos e foi fundado por Hunter Halder, americano que reside em Portugal há mais de 20 anos e que acredita que "É possível encontrar novas respostas para antigos problemas" como é o caso da fome e do desperdício alimentar, as duas lutas principais do movimento que fundou.
No fundo, o projetoRe-food faz uma coisa muito simples: resgata, no final de cada dia, a comida preparada e não servida, nos restaurantes, cafés e pastelarias e entrega-a a quem precisa.
O RE-FOOD é um projeto eco humanitário 100% baseado em trabalho de voluntariado que se espalhou por todo o País tendo atualmente 32 núcleos a funcionar, 900 parceiros envolvidos, 3000 beneficiários, 4.500 voluntários e que serve por mês 54.000 refeições.
Sabe-se que 1/3 da comida produzida no nosso planeta vai para lixo. Toneladas e toneladas de comida, em perfeitas condições, vão para o lixo, todos os dias, e também aqui em Évora - mas nós temos o poder de parar com esse desperdício e, ao mesmo tempo, alimentar quem precisa! É esse o objetivo principal do movimento, que assenta em 3 pilares: 1 - Resgatar 100% do excedente alimentar preparado e não vendido, dentro de uma área de atuação micro local.
2 - Proporcionar alimento a 100% das pessoas com carências alimentares, dentro desta mesma área.
3 Procurar envolver 100% da comunidade no desenvolvimento, operacionalização e apoio a este projeto.
Segundo Hunter, só é possível formar um núcleo que funcione e alimente quem precisa se se envolver toda a comunidade local. Refood é um movimento comunitário que necessita do esforço de toda a comunidade para um bem-comum: luta contra a fome e contra o desperdício alimentar.
A economia vivida nesta associação sem fins lucrativos é uma economia de boa-vontade em que tudo é dado com base na boa-vontade e em que o essencial são as pessoas doarem o seu tempo e a sua vontade com espirito de equipa e de união num bem maior.
"Trabalharias 2 horas por semana para alimentar 10 pessoas?" é a questão que o Refood nos coloca. Seriamos capazes de dar o nosso bem mais precioso, o tempo, para ajudar esta causa? O Refood vai trabalhar para iniciar um núcleo em Évora, "Juntos podemos mudar o Mundo", começando na nossa cidade. É esta a proposta do Refood e do seu fundador! Juntemo-nos por esta causa!
Re-food chega a Évora E Este movimento existe há 5 anos e foi fundado por Hunter Halder, americano que reside em Portugal há mais de 20 anos e que acredita que "É possível encontrar novas respostas para antigos problemas" como é o caso da fome e do desperdício alimentar, as duas lutas principais do movimento que fundou.
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25.5.16
5.5.15
Re-Food procura de voluntários para combate à fome
in Público on-line
O número de pessoas que procuram a Re-Food tem vindo a crescer, assim como os restaurantes e empresas que aderem ao movimento.
São apoiadas 1726 pessoas por dia MIguel Manso
O Re-food promove nesta quinta-feira uma "reunião comunitária" em que vai desafiar a população a participar neste projecto de combate à fome e ao desperdício alimentar, que já resgatou e doou 407.000 refeições que tinham como destino o lixo.
A reunião, que decorrerá na Fundação Calouste Gulbenkian, é promovida pelo núcleo Re-food no bairro lisboeta de Nossa Senhora de Fátima, onde o projecto nasceu a 9 de Março de 2011 por iniciativa de Hunter Halder, um norte-americano que vive em Portugal há mais de vinte anos.
O objectivo do encontro é "angariar voluntários para nós e para as organizações que convidámos para estarem presentes no evento [a AC2, o Limiar, a Pro Bono, a Super Babysitters, o Coração Amarelo e a Sapana]", disse à agência Lusa Francisca Vermelho, voluntária no núcleo de Nossa Senhora de Fátima.
Francisca Vermelho explicou que, ao contrário de outros núcleos Re-Food que começaram este ano, o núcleo Nossa Senhora de Fátima "nunca fez uma chamada massiva de voluntários".
Tem havido "alguma dificuldade em puxar as pessoas de forma mais intensa para o projecto" e "a ideia é fazer com que as pessoas acordem um bocadinho da sua indiferença e se tornem mais solidárias”.
O núcleo de Nossa Senhora de Fátima conta actualmente com 250 voluntários, mas seriam necessários cerca de 300 para distribuir as cerca de 330 refeições diárias a pessoas carenciadas que ali recorrem.
Segundo Francisca Vermelho, o número de pessoas que procuram a Re-Food tem vindo a crescer, assim como os restaurantes e empresas que aderem ao movimento, que já resgata mais de 25 mil refeições por mês.
"Estamos a crescer a uma velocidade brutal, já existem 17 núcleos e provavelmente este número vai dobrar até ao final do ano", avançou.
Até Junho deverão abrir vários núcleos: Belém, Santa Clara, Alcântara, Covilhã, Santo António, Almancil, Cascais e Ermesinde.
O projecto conta actualmente com 2314 Voluntários nos 17 núcleos e apoia diariamente 1726 pessoas. Para conseguir realizar estar tarefa, o Re-food tem "687 fontes de alimentos", entre os quais restaurantes, cafés, pastelarias, padarias, refeitórios, supermercados e hipermercados.
A voluntária adiantou que o apoio dos supermercados e hipermercados foi muito importante para melhorar a qualidade de alimentação das famílias carenciadas.
"Além das refeições, passámos a dar iogurtes, fruta, legumes, o que melhorou imenso a qualidade da alimentação das nossas famílias", sublinhou.
Francisca Vermelho adiantou à Lusa que outro objectivo da Re-food é que alguns beneficiários possam passar para outros núcleos, conforme forem abrindo noutros bairros.
"Enquanto núcleo fundador temos muitas pessoas que não são do bairro e gostaríamos que fossem para o seu bairro", disse a voluntária, admitindo, no entanto, que nem sempre será possível porque muitos beneficiários não querem que os vizinhos conheçam a sua situação.
Em Portugal, 2,6 milhões de pessoas vivem em risco de pobreza e exclusão social, sendo que destes mais de 640 mil serão crianças e jovens.
O número de pessoas que procuram a Re-Food tem vindo a crescer, assim como os restaurantes e empresas que aderem ao movimento.
São apoiadas 1726 pessoas por dia MIguel Manso
O Re-food promove nesta quinta-feira uma "reunião comunitária" em que vai desafiar a população a participar neste projecto de combate à fome e ao desperdício alimentar, que já resgatou e doou 407.000 refeições que tinham como destino o lixo.
A reunião, que decorrerá na Fundação Calouste Gulbenkian, é promovida pelo núcleo Re-food no bairro lisboeta de Nossa Senhora de Fátima, onde o projecto nasceu a 9 de Março de 2011 por iniciativa de Hunter Halder, um norte-americano que vive em Portugal há mais de vinte anos.
O objectivo do encontro é "angariar voluntários para nós e para as organizações que convidámos para estarem presentes no evento [a AC2, o Limiar, a Pro Bono, a Super Babysitters, o Coração Amarelo e a Sapana]", disse à agência Lusa Francisca Vermelho, voluntária no núcleo de Nossa Senhora de Fátima.
Francisca Vermelho explicou que, ao contrário de outros núcleos Re-Food que começaram este ano, o núcleo Nossa Senhora de Fátima "nunca fez uma chamada massiva de voluntários".
Tem havido "alguma dificuldade em puxar as pessoas de forma mais intensa para o projecto" e "a ideia é fazer com que as pessoas acordem um bocadinho da sua indiferença e se tornem mais solidárias”.
O núcleo de Nossa Senhora de Fátima conta actualmente com 250 voluntários, mas seriam necessários cerca de 300 para distribuir as cerca de 330 refeições diárias a pessoas carenciadas que ali recorrem.
Segundo Francisca Vermelho, o número de pessoas que procuram a Re-Food tem vindo a crescer, assim como os restaurantes e empresas que aderem ao movimento, que já resgata mais de 25 mil refeições por mês.
"Estamos a crescer a uma velocidade brutal, já existem 17 núcleos e provavelmente este número vai dobrar até ao final do ano", avançou.
Até Junho deverão abrir vários núcleos: Belém, Santa Clara, Alcântara, Covilhã, Santo António, Almancil, Cascais e Ermesinde.
O projecto conta actualmente com 2314 Voluntários nos 17 núcleos e apoia diariamente 1726 pessoas. Para conseguir realizar estar tarefa, o Re-food tem "687 fontes de alimentos", entre os quais restaurantes, cafés, pastelarias, padarias, refeitórios, supermercados e hipermercados.
A voluntária adiantou que o apoio dos supermercados e hipermercados foi muito importante para melhorar a qualidade de alimentação das famílias carenciadas.
"Além das refeições, passámos a dar iogurtes, fruta, legumes, o que melhorou imenso a qualidade da alimentação das nossas famílias", sublinhou.
Francisca Vermelho adiantou à Lusa que outro objectivo da Re-food é que alguns beneficiários possam passar para outros núcleos, conforme forem abrindo noutros bairros.
"Enquanto núcleo fundador temos muitas pessoas que não são do bairro e gostaríamos que fossem para o seu bairro", disse a voluntária, admitindo, no entanto, que nem sempre será possível porque muitos beneficiários não querem que os vizinhos conheçam a sua situação.
Em Portugal, 2,6 milhões de pessoas vivem em risco de pobreza e exclusão social, sendo que destes mais de 640 mil serão crianças e jovens.
21.2.14
Projecto Re-Food inaugura mais núcleos em Lisboa na primavera e chega ao Porto no Outono
in iOnline
A 09 de Março de 2011, o norte-americano Hunter Halder, a viver em Portugal há mais de vinte anos, iniciou sozinho o projeto Re-Food na freguesia de Nossa Senhora de Fátima
O projeto Re-Food, que consiste na distribuição de comida recolhida em restaurantes por famílias carenciadas, em Lisboa, inaugura na primavera mais quatro núcleos, um deles em Alfragide, o primeiro fora da capital, e chega no outono ao Porto.
O mentor do projeto, o norte-americano Hunter Halder, revelou hoje, em declarações à Lusa, que estão em "fase de implementação" novos núcleos do Re-Food em São Sebastião da Pedreira, Olivais e Carnide, em Lisboa, e em Alfragide, na Amadora.
A 09 de março de 2011, o norte-americano Hunter Halder, a viver em Portugal há mais de vinte anos, iniciou sozinho o projeto Re-Food na freguesia de Nossa Senhora de Fátima.
Em janeiro de 2013 foi inaugurado um núcleo do projeto em Telheiras, em outubro abriu outro na Estrela e em dezembro um outro no Lumiar.
Em formação estão também as equipas dos núcleos de São Domingos de Benfica e da Misericórdia, que, segundo Hunter Halder, "são capazes de abrir na primavera também".
No outono, em setembro, o projeto deverá chegar mais longe, mais propriamente ao Porto.
Já em março, no dia 12, há uma reunião "aberta a toda a comunidade", na Foz do Douro, para os interessados em colaborar com o projeto.
Antes, há outras reuniões de preparação, a 25 de fevereiro, na Misericórdia, e a 26 em Alcântara, e a 13 de março no Areeiro.
Além destes núcleos, o responsável destacou a "equipa empenhada e pronta a começar" no Parque das Nações, em Lisboa, "mas que não tem local".
"É um caso muito difícil, ali [naquela zona] é tudo novo. Há muitas lojas vazias, precisamos que alguém generoso ofereça uma loja", apelou Hunter Halder.
Também as equipas que querem começar a trabalhar em Belém, São Francisco Xavier e Alvalade "estão sem espaço".
Os espaços onde funcionam os núcleos do Re-Food foram cedidos por várias instituições, entre elas a Câmara Municipal de Lisboa, juntas de freguesia, congregações religiosas e associações.
Mas há mais núcleos novos a serem pensados, ou, como diz Hunter Halder, "em fase embrionária", em Almada, na Covilhã, em Almancil (Loulé), em Oeiras, em Cascais e em Amesterdão, na Holanda.
Com o "crescimento exponencial" do projeto, a equipa do Re-Food, referiu Hunter Halder, precisa de um espaço onde montar um escritório, "de preferência no centro da cidade".
"Tem que ser um espaço 100% voluntário e precisamos também de quem faça trabalho administrativo", apelou o responsável.
Neste momento, segundo Hunter Halder, o Re-Food tem cerca de 680 beneficiários, que "são ajudados todos os dias", e 745 voluntários, que "dedicam ao projeto, cada um, cerca de duas horas uma vez por semana".
Além de mais de 300 restaurantes, o projeto conta com apoios esporádicos, caso do Salão Internacional do Setor Alimentar e Bebidas (SISAB), onde os voluntários do Re-Food foram hoje buscar 200 quilogramas de comida.
A 09 de Março de 2011, o norte-americano Hunter Halder, a viver em Portugal há mais de vinte anos, iniciou sozinho o projeto Re-Food na freguesia de Nossa Senhora de Fátima
O projeto Re-Food, que consiste na distribuição de comida recolhida em restaurantes por famílias carenciadas, em Lisboa, inaugura na primavera mais quatro núcleos, um deles em Alfragide, o primeiro fora da capital, e chega no outono ao Porto.
O mentor do projeto, o norte-americano Hunter Halder, revelou hoje, em declarações à Lusa, que estão em "fase de implementação" novos núcleos do Re-Food em São Sebastião da Pedreira, Olivais e Carnide, em Lisboa, e em Alfragide, na Amadora.
A 09 de março de 2011, o norte-americano Hunter Halder, a viver em Portugal há mais de vinte anos, iniciou sozinho o projeto Re-Food na freguesia de Nossa Senhora de Fátima.
Em janeiro de 2013 foi inaugurado um núcleo do projeto em Telheiras, em outubro abriu outro na Estrela e em dezembro um outro no Lumiar.
Em formação estão também as equipas dos núcleos de São Domingos de Benfica e da Misericórdia, que, segundo Hunter Halder, "são capazes de abrir na primavera também".
No outono, em setembro, o projeto deverá chegar mais longe, mais propriamente ao Porto.
Já em março, no dia 12, há uma reunião "aberta a toda a comunidade", na Foz do Douro, para os interessados em colaborar com o projeto.
Antes, há outras reuniões de preparação, a 25 de fevereiro, na Misericórdia, e a 26 em Alcântara, e a 13 de março no Areeiro.
Além destes núcleos, o responsável destacou a "equipa empenhada e pronta a começar" no Parque das Nações, em Lisboa, "mas que não tem local".
"É um caso muito difícil, ali [naquela zona] é tudo novo. Há muitas lojas vazias, precisamos que alguém generoso ofereça uma loja", apelou Hunter Halder.
Também as equipas que querem começar a trabalhar em Belém, São Francisco Xavier e Alvalade "estão sem espaço".
Os espaços onde funcionam os núcleos do Re-Food foram cedidos por várias instituições, entre elas a Câmara Municipal de Lisboa, juntas de freguesia, congregações religiosas e associações.
Mas há mais núcleos novos a serem pensados, ou, como diz Hunter Halder, "em fase embrionária", em Almada, na Covilhã, em Almancil (Loulé), em Oeiras, em Cascais e em Amesterdão, na Holanda.
Com o "crescimento exponencial" do projeto, a equipa do Re-Food, referiu Hunter Halder, precisa de um espaço onde montar um escritório, "de preferência no centro da cidade".
"Tem que ser um espaço 100% voluntário e precisamos também de quem faça trabalho administrativo", apelou o responsável.
Neste momento, segundo Hunter Halder, o Re-Food tem cerca de 680 beneficiários, que "são ajudados todos os dias", e 745 voluntários, que "dedicam ao projeto, cada um, cerca de duas horas uma vez por semana".
Além de mais de 300 restaurantes, o projeto conta com apoios esporádicos, caso do Salão Internacional do Setor Alimentar e Bebidas (SISAB), onde os voluntários do Re-Food foram hoje buscar 200 quilogramas de comida.
18.11.13
Projeto Refood serve mais de 300 refeições por dia aos carenciados
in TVI24
Um terço dos alimentos produzidos mundialmente não chegam ao prato de ninguém. A ONU alerta que o desperdício alimentar é uma das principais causas da fome no mundo. O norte-americano Hunter Halder trouxe a solução para Portugal. Comentários de Hunter Halder, criador do projeto Refood; Rosário Barata, Voluntária; João Guimarães, voluntário; Bernardo Santa Clara.
Um terço dos alimentos produzidos mundialmente não chegam ao prato de ninguém. A ONU alerta que o desperdício alimentar é uma das principais causas da fome no mundo. O norte-americano Hunter Halder trouxe a solução para Portugal. Comentários de Hunter Halder, criador do projeto Refood; Rosário Barata, Voluntária; João Guimarães, voluntário; Bernardo Santa Clara.
7.1.13
Núcleo de Telheiras do projeto Re-Food é hoje inaugurado
por Lusa, publicado por Graciosa Silva, in Diário de Notícias
A sede do núcleo de Telheiras, em Lisboa, do projeto Re-Food, que consiste na distribuição por famílias carenciadas de comida recolhida em restaurantes, é hoje inaugurada naquele bairro da freguesia do Lumiar.
O espaço, uma loja na Rua Dr. Mário Dionísio, abre as suas portas entre as 16:30 e as 19:00, "para a população ficar a conhecer o projeto", disse à Lusa uma das responsáveis do núcleo, Otília Faria, adiantando que a recolha de refeições começa na segunda-feira.
O núcleo de Telheiras do projeto iniciado em março de 2011 na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, também em Lisboa, conta já com mais de 60 voluntários.
A comida vai começar a ser recolhida nos mais de 40 estabelecimentos (entre restaurantes, pastelarias e supermercados) que já aderiram ao projeto naquela zona e inicialmente serão apoiadas 30 pessoas que vivem na freguesia do Lumiar.
O espaço onde está instalada a sede do núcleo de Telheiras foi "cedido gratuitamente" pela Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL).
A 09 de março de 2011, o norte-americano Hunter Halder iniciou sozinho o projeto Re-Food, que hoje conta com mais de cem voluntários que diariamente, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, o ajudam a recolher comida em restaurantes e pastelarias para serem depois distribuídos por famílias carenciadas.
O mentor do projeto, a viver em Portugal há mais de vinte anos, salientou que "todas as pessoas da comunidade são convidadas a fazerem voluntariado".
Hunter Halder esclareceu que há três tipos de voluntários: aqueles que têm tempo e participam nas operações, os 'pro bono' (pessoas que mantêm o site na Internet ou advogados) e os voluntários de apoio, que podem participar com um donativo dentro do seu orçamento.
A sede do núcleo de Telheiras, em Lisboa, do projeto Re-Food, que consiste na distribuição por famílias carenciadas de comida recolhida em restaurantes, é hoje inaugurada naquele bairro da freguesia do Lumiar.
O espaço, uma loja na Rua Dr. Mário Dionísio, abre as suas portas entre as 16:30 e as 19:00, "para a população ficar a conhecer o projeto", disse à Lusa uma das responsáveis do núcleo, Otília Faria, adiantando que a recolha de refeições começa na segunda-feira.
O núcleo de Telheiras do projeto iniciado em março de 2011 na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, também em Lisboa, conta já com mais de 60 voluntários.
A comida vai começar a ser recolhida nos mais de 40 estabelecimentos (entre restaurantes, pastelarias e supermercados) que já aderiram ao projeto naquela zona e inicialmente serão apoiadas 30 pessoas que vivem na freguesia do Lumiar.
O espaço onde está instalada a sede do núcleo de Telheiras foi "cedido gratuitamente" pela Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL).
A 09 de março de 2011, o norte-americano Hunter Halder iniciou sozinho o projeto Re-Food, que hoje conta com mais de cem voluntários que diariamente, na freguesia de Nossa Senhora de Fátima, o ajudam a recolher comida em restaurantes e pastelarias para serem depois distribuídos por famílias carenciadas.
O mentor do projeto, a viver em Portugal há mais de vinte anos, salientou que "todas as pessoas da comunidade são convidadas a fazerem voluntariado".
Hunter Halder esclareceu que há três tipos de voluntários: aqueles que têm tempo e participam nas operações, os 'pro bono' (pessoas que mantêm o site na Internet ou advogados) e os voluntários de apoio, que podem participar com um donativo dentro do seu orçamento.
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