in Notícias ao Minuto
Segundo o relatório do FMI divulgado ontem, a retoma irá existir, mas, por enquanto, será insuficiente para colocar a taxa de desemprego de Portugal abaixo dos 12% daqui a cinco anos. Segundo o Jornal de Notícias, isso significa que Portugal irá manter-se no top 15 global do desemprego até 2019, e que poderá ser ultrapassado por países como Timor e Gabão em termos de riqueza média por habitante.
Em 2013, o país arrancou no 12.º lugar, com 16,2% da população ativa sem trabalho, e chegará a 2019 exatamente na mesma posição, apesar de conseguir reduzir a taxa para os estimados 12,9%.
Os dados estão de acordo com a base de dados atualizada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) e divulgada pelo Jornal de Notícias, e concluem que os altos níveis de desemprego irão persistir, bem como as medidas que levarão o país a cumprir o acordo que fez com a troika.
Segundo o relatório ‘Perspetivas Económicas Globais’, divulgado ontem pelo FMI, este ano a economia portuguesa deverá crescer 1,2%, em termos reais. Irá continuar a crescer 1,5% até 2015 mas, a partir daí, nunca ultrapassará o ritmo de 1,8%.
O relatório também analisou o ranking da riqueza média por habitante e pode concluir-se que, no grupo das 185 economias analisadas, Portugal encontrava-se na 46.ª posição, em 2013. Deverá subir um lugar em 2014, mas acabará por voltar a perder posições. Até 2019, será ultrapassado por países como Timor-Leste, Gabão, Estónia e Lituânia.
Por estas razões, o FMI continua a afirmar que Portugal irá violar o pacto a partir de 2016. Segundo Blanchard, “o caso de Portugal está difícil: as exportações estão genericamente fortes mas a procura interna continua fraca”.
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10.4.14
11.2.14
OCDE volta a prever retoma económica para Portugal
in Jornal de Notícias
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico voltou este mês a prever que a atividade económica em Portugal vai recuperar nos próximos meses, estimando a mesma evolução para Espanha e Grécia, mas continua a prever desaceleração na Irlanda.
Nos indicadores compósitos avançados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de fevereiro (que apontam para a tendência de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre seis a nove meses), divulgados esta segunda-feira, os dados dão conta de uma subida nas perspetivas de melhoria da atividade económica em Portugal há mais de um ano de forma consecutiva.
Os indicadores compósitos relativos a Portugal chegaram já aos 102.13, superior à média de longo prazo de 100 pontos.
Os números da OCDE mostram ainda melhorias nas perspetivas relativas à economia da Espanha e Grécia, também desde há mais de 12 meses.
Já no caso da Irlanda, os dados mostram uma desaceleração.
Positivas são ainda as perspetivas de crescimento para a Alemanha, Reino Unido, França e Itália, assim como para as grandes economias mundiais, como os Estados Unidos e o Japão.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico voltou este mês a prever que a atividade económica em Portugal vai recuperar nos próximos meses, estimando a mesma evolução para Espanha e Grécia, mas continua a prever desaceleração na Irlanda.
Nos indicadores compósitos avançados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de fevereiro (que apontam para a tendência de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre seis a nove meses), divulgados esta segunda-feira, os dados dão conta de uma subida nas perspetivas de melhoria da atividade económica em Portugal há mais de um ano de forma consecutiva.
Os indicadores compósitos relativos a Portugal chegaram já aos 102.13, superior à média de longo prazo de 100 pontos.
Os números da OCDE mostram ainda melhorias nas perspetivas relativas à economia da Espanha e Grécia, também desde há mais de 12 meses.
Já no caso da Irlanda, os dados mostram uma desaceleração.
Positivas são ainda as perspetivas de crescimento para a Alemanha, Reino Unido, França e Itália, assim como para as grandes economias mundiais, como os Estados Unidos e o Japão.
22.1.14
FMI. Portugal só volta a crescer a sério com retoma da procura interna
Por Ana Suspiro, in iOnline
A retoma chega este ano, mas é frágil. A Europa do Sul continua a ser a zona preocupante. A deflação é o maior perigo para a zona euro
Este será o ano da retoma na Europa do euro. O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu em alta as previsões de crescimento para quase todos os principais players da economia mundial. Mas o prognóstico é mais reservado para alguns países, precisamente aqueles que sofreram o processo de ajustamento orçamental, um clube onde está Portugal.
A zona euro, que "está a atravessar a esquina da recessão para a retoma", deverá voltar a crescer este ano 1%, impulsionada pela economia alemã, cuja riqueza deverá subir 1,6% em 2014. O crescimento deverá acelerar para 1,4% em 2015, animado pela recuperação da França e Itália. Apesar de melhorar também as perspectivas para as economias mais atingidas pela crise do euro - o FMI só divulga nesta actualização as previsões para Espanha e Itália - a Europa do Sul continua a ser classificada pelo economista chefe do Fundo, Olivier Blanchard, como a região "mais preocupante" no mapa mundial.
O regresso ao crescimento nestas economias, é frágil devido ao esforço de ajustamento orçamental. A recuperação é alimentada sobretudo pela força das exportações para os clientes europeus. É um bom sinal, sublinha o homem do FMI que, no entanto, deixa a mensagem. Para se atingir um crescimento sustentado será necessário romper o círculo que se instalou com uma procura interna fraca que, por sua vez, enfraquece a actividade, as empresas e os bancos.
Procura só anima em 2015 "O crescimento sustentado vai implicar a saída desse círculo e terá de se basear tanto na procura externa como interna", defende Blanchard. No caso de Portugal, as recentes previsões do Banco de Portugal apontam para um crescimento quase nulo da procura este ano - 0,1% e uma subida de apenas 0,9% em 2015. A manutenção de elevados níveis de desemprego e os cortes na despesa do Estado são factores que pesam nesta dinâmica,.
Segundo Olivier Blanchard, a procura interna fraca deve-se sobretudo a taxas de juro altas que são pagas pelas empresas portuguesas e espanholas. E a continuação de um consumo interno débil pode arrastar os preços para terreno negativo. Esta evolução não faz parte do cenário base para a maioria dos países, mas a deflação é a maior ameaça detectada pelo fundo à recuperação económica da zona euro. O risco resulta do gap que subsiste a nível da procura e que tem vindo a pressionar os preços para baixo - Portugal fechou 2013 com uma inflação homóloga de 0,2%. E este "é um risco que é preciso evitar", sublinha o economista chefe do FMI, e para o qual será preciso uma resposta adequada da política monetária e do Banco Central Europeu, no sentido de juros baixos. Os testes de stresse à solidez financeira dos principais bancos europeus são vistos pelo Fundo como o grande desafio.
Fora da zona euro, o "World Economic Outlook" salienta o crescimento de 2,4% do Reino Unido e a performance forte dos Estados Unidos cuja riqueza deverá aumentar 2,8% este ano.
A economia chinesa acelerou em 2013, graças ao reforço do investimento, mas esta tendência irá abrandar em 2014 e 2015 devido às medidas de travagem do crédito. O Brasil e a Rússia são decepções na evolução das maiores economistas mundiais. O FMI reviu em baixa as previsões de crescimento destes países para este ano e o próximo.
A retoma chega este ano, mas é frágil. A Europa do Sul continua a ser a zona preocupante. A deflação é o maior perigo para a zona euro
Este será o ano da retoma na Europa do euro. O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu em alta as previsões de crescimento para quase todos os principais players da economia mundial. Mas o prognóstico é mais reservado para alguns países, precisamente aqueles que sofreram o processo de ajustamento orçamental, um clube onde está Portugal.
A zona euro, que "está a atravessar a esquina da recessão para a retoma", deverá voltar a crescer este ano 1%, impulsionada pela economia alemã, cuja riqueza deverá subir 1,6% em 2014. O crescimento deverá acelerar para 1,4% em 2015, animado pela recuperação da França e Itália. Apesar de melhorar também as perspectivas para as economias mais atingidas pela crise do euro - o FMI só divulga nesta actualização as previsões para Espanha e Itália - a Europa do Sul continua a ser classificada pelo economista chefe do Fundo, Olivier Blanchard, como a região "mais preocupante" no mapa mundial.
O regresso ao crescimento nestas economias, é frágil devido ao esforço de ajustamento orçamental. A recuperação é alimentada sobretudo pela força das exportações para os clientes europeus. É um bom sinal, sublinha o homem do FMI que, no entanto, deixa a mensagem. Para se atingir um crescimento sustentado será necessário romper o círculo que se instalou com uma procura interna fraca que, por sua vez, enfraquece a actividade, as empresas e os bancos.
Procura só anima em 2015 "O crescimento sustentado vai implicar a saída desse círculo e terá de se basear tanto na procura externa como interna", defende Blanchard. No caso de Portugal, as recentes previsões do Banco de Portugal apontam para um crescimento quase nulo da procura este ano - 0,1% e uma subida de apenas 0,9% em 2015. A manutenção de elevados níveis de desemprego e os cortes na despesa do Estado são factores que pesam nesta dinâmica,.
Segundo Olivier Blanchard, a procura interna fraca deve-se sobretudo a taxas de juro altas que são pagas pelas empresas portuguesas e espanholas. E a continuação de um consumo interno débil pode arrastar os preços para terreno negativo. Esta evolução não faz parte do cenário base para a maioria dos países, mas a deflação é a maior ameaça detectada pelo fundo à recuperação económica da zona euro. O risco resulta do gap que subsiste a nível da procura e que tem vindo a pressionar os preços para baixo - Portugal fechou 2013 com uma inflação homóloga de 0,2%. E este "é um risco que é preciso evitar", sublinha o economista chefe do FMI, e para o qual será preciso uma resposta adequada da política monetária e do Banco Central Europeu, no sentido de juros baixos. Os testes de stresse à solidez financeira dos principais bancos europeus são vistos pelo Fundo como o grande desafio.
Fora da zona euro, o "World Economic Outlook" salienta o crescimento de 2,4% do Reino Unido e a performance forte dos Estados Unidos cuja riqueza deverá aumentar 2,8% este ano.
A economia chinesa acelerou em 2013, graças ao reforço do investimento, mas esta tendência irá abrandar em 2014 e 2015 devido às medidas de travagem do crédito. O Brasil e a Rússia são decepções na evolução das maiores economistas mundiais. O FMI reviu em baixa as previsões de crescimento destes países para este ano e o próximo.
13.1.14
OCDE volta a prever retoma económica para Portugal e desaceleração para Irlanda
in Jornal de Notícias
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) voltou este mês a prever que a atividade económica em Portugal vai recuperar nos próximos meses, estimando a mesma evolução para Espanha e Grécia, mas uma desaceleração na Irlanda.
Nos indicadores compósitos avançados da OCDE de janeiro (que apontam para a tendência de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre seis a nove meses), divulgados esta segunda-feira, os dados dão conta de uma subida nas perspetivas de melhoria da atividade económica em Portugal há mais de um ano de forma consecutiva.
Os indicadores compósitos relativos a Portugal chegaram já aos 101.77, superior à média de longo prazo de 100 pontos.
Os números da OCDE mostram ainda melhorias nas perspetivas relativas à economia da Espanha e Grécia, também desde há mais de 12 meses. Já no caso da Irlanda, os dados mostram uma desaceleração.
Positivas são ainda as perspetivas de crescimento para a Alemanha, Reino Unido, França e Itália, assim como para as grandes economias mundiais, como os Estados Unidos e o Japão.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) voltou este mês a prever que a atividade económica em Portugal vai recuperar nos próximos meses, estimando a mesma evolução para Espanha e Grécia, mas uma desaceleração na Irlanda.
Nos indicadores compósitos avançados da OCDE de janeiro (que apontam para a tendência de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre seis a nove meses), divulgados esta segunda-feira, os dados dão conta de uma subida nas perspetivas de melhoria da atividade económica em Portugal há mais de um ano de forma consecutiva.
Os indicadores compósitos relativos a Portugal chegaram já aos 101.77, superior à média de longo prazo de 100 pontos.
Os números da OCDE mostram ainda melhorias nas perspetivas relativas à economia da Espanha e Grécia, também desde há mais de 12 meses. Já no caso da Irlanda, os dados mostram uma desaceleração.
Positivas são ainda as perspetivas de crescimento para a Alemanha, Reino Unido, França e Itália, assim como para as grandes economias mundiais, como os Estados Unidos e o Japão.
9.9.13
OCDE reforça previsão de retoma para Portugal, Espanha, Irlanda e Grécia
in Jornal de Notícias
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico voltou a prever, esta segunda-feira, que a atividade económica em Portugal vai recuperar nos próximos meses, estimando a mesma tendência para Espanha, Irlanda e Grécia.
Nos indicadores compósitos avançados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de julho (que apontam para a tendência de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre seis a nove meses), divulgados esta segunda-feira, os dados dão conta de uma subida nas perspetivas de melhoria da atividade económica em Portugal há mais de um ano de forma consecutiva.
Os indicadores compósitos relativos a Portugal chegaram já aos 101,22, superior à média de longo prazo de 100 pontos.
Os números da OCDE dão ainda conta também há pelo menos 12 meses de melhorias nas perspetivas relativas à economia da Espanha, Grécia, e da Irlanda.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico voltou a prever, esta segunda-feira, que a atividade económica em Portugal vai recuperar nos próximos meses, estimando a mesma tendência para Espanha, Irlanda e Grécia.
Nos indicadores compósitos avançados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) de julho (que apontam para a tendência de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre seis a nove meses), divulgados esta segunda-feira, os dados dão conta de uma subida nas perspetivas de melhoria da atividade económica em Portugal há mais de um ano de forma consecutiva.
Os indicadores compósitos relativos a Portugal chegaram já aos 101,22, superior à média de longo prazo de 100 pontos.
Os números da OCDE dão ainda conta também há pelo menos 12 meses de melhorias nas perspetivas relativas à economia da Espanha, Grécia, e da Irlanda.
10.12.12
OCDE continua a prever retoma económica de Portugal, Grécia e Irlanda
in Jornal de Notícias
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico continua a prever uma retoma da atividade económica em Portugal, pelo sétimo mês consecutivo, assim como na Grécia e na Irlanda.
Nos seus indicadores compósitos avançados de outubro, divulgados esta segunda-feira pela organização, os dados apontam para uma subida mensal pelo sétimo mês consecutivo (evolução mensal), estando a melhorar os valores negativos que apresenta ainda em comparação com o mesmo mês do período homólogo. O valor de base fixou-se nos 99,20 pontos, perto dos 100 pontos da média de longo prazo.
Estes indicadores apontam para a tendência de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre 6 a 9 meses, e são elaborados mensalmente para os 33 países da OCDE e mais um grupo de grandes economias que não fazem parte da organização.
Estes indicadores também apontam para a saída da recessão da Grécia, que regista o seu décimo mês consecutivo de melhoria (evolução mensal), o seu sexto mês consecutivo a subir em termos homólogos e pelo segundo mês encontra-se acima da média de longo prazo.
No mesmo sentido está a Irlanda, que já conseguiu recuperar o valor para média de longo prazo desde dezembro do ano passado, tendo crescimentos mensais há mais de 12 meses e estando em terreno positivo em termos homólogos desde fevereiro deste ano.
A piorar estão as perspetivas relativas às duas maiores economias da zona euro. Alemanha e França voltaram a somar quedas nestes indicadores, arrastando a zona euro para mais um mês de queda.
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico continua a prever uma retoma da atividade económica em Portugal, pelo sétimo mês consecutivo, assim como na Grécia e na Irlanda.
Nos seus indicadores compósitos avançados de outubro, divulgados esta segunda-feira pela organização, os dados apontam para uma subida mensal pelo sétimo mês consecutivo (evolução mensal), estando a melhorar os valores negativos que apresenta ainda em comparação com o mesmo mês do período homólogo. O valor de base fixou-se nos 99,20 pontos, perto dos 100 pontos da média de longo prazo.
Estes indicadores apontam para a tendência de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre 6 a 9 meses, e são elaborados mensalmente para os 33 países da OCDE e mais um grupo de grandes economias que não fazem parte da organização.
Estes indicadores também apontam para a saída da recessão da Grécia, que regista o seu décimo mês consecutivo de melhoria (evolução mensal), o seu sexto mês consecutivo a subir em termos homólogos e pelo segundo mês encontra-se acima da média de longo prazo.
No mesmo sentido está a Irlanda, que já conseguiu recuperar o valor para média de longo prazo desde dezembro do ano passado, tendo crescimentos mensais há mais de 12 meses e estando em terreno positivo em termos homólogos desde fevereiro deste ano.
A piorar estão as perspetivas relativas às duas maiores economias da zona euro. Alemanha e França voltaram a somar quedas nestes indicadores, arrastando a zona euro para mais um mês de queda.
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