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29.8.23

Politécnico da Guarda apoia novos alunos em dificuldades económicas

Por Lusa, in Notícias ao Minuto

O IPG realçou, em comunicado enviado à agência Lusa, que quer ajudar todos os que precisem de auxílio para se matricularem e para viverem durante o ano letivo na Guarda ou em Seia.


A instituição precisou que estão disponíveis camas nas residências estudantis, apoios para quartos e casas no exterior, acesso livre às cantinas e outros auxílios, e que os serviços de ação social estão também prontos para apoiar os estudantes nos processos de candidatura às bolsas de estudo.

O presidente do IPG, Joaquim Brigas, realçou que o objetivo é o de que não haja uma única aluna ou aluno a deixar de estudar por razões económicas.

"Todos aqueles que encontrem dificuldades, seja para encontrar alojamento, seja para poderem viver na Guarda ou em Seia durante um ano letivo, pedimos que entrem o mais rapidamente possível em contacto com os nossos Serviços de Ação Social", apelou.

Joaquim Brigas sublinhou que a instituição tem "uma variedade de instrumentos de apoio para ajudar todos os novos alunos colocados na IPG a reunirem condições para se matricularem".

No mesmo comunicado, o diretor dos serviços de ação social, António Afonso, reforçou que existe apoio na instrução de processos e preenchimento de formulários, e outro tipo de apoio ao longo do ano letivo, como sejam o livre acesso às cantinas da instituição e o fornecimento de alimentação para os seus alojamentos.

À semelhança de anos anteriores, o IPG volta a propor a alguns alunos que possam prestar serviços em 'part-time' nas cantinas e residências estudantis e sejam remunerados para que "possam ter dinheiro de bolso".

"É o que já se faz há alguns anos, com bons resultados", recordou o presidente do IPG.

Foram colocados 572 alunos nas escolas do Politécnico da Guarda na primeira fase de candidaturas ao ensino superior, mais dez do que inicialmente anunciado, por terem sido colocados sem nota atribuída.

11.11.22

Contributos dos investigadores do IPG sobre envelhecimento activo, migrações e energias renováveis

in A Guarda

Encontro decorreu em Turim

Quatro investigadores do IPG - Instituto Politécnico da Guarda estiveram em Turim, num encontro da UNITA, de 25 a 28 de Outubro, onde apresentaram os seus contributos científicos nas áreas do envelhecimento activo, das migrações e das energias renováveis. A UNITA é uma aliança que une instituições de ensino superior de cinco países europeus – Portugal, Espanha, França, Itália e Roménia – que têm em comum a sua localização em zonas transfronteiriças e de montanha.

Os investigadores do IPG participaram em três painéis de debate: “Migração: Cidadania Europeia e Saúde”, que contou com a participação do docente e investigador Pedro Gouveia da Fonseca; “População Envelhecida”, no qual participaram as investigadoras Carolina Vila-Chã e Fátima Roque; e “Tecnologias Verdes: Energias Renováveis e a Transição Verde”, que contou com a intervenção do investigador António Costa.

Fátima Roque, docente e investigadora no IPG, disse que “foi uma experiência muito enriquecedora! A participação neste encontro da UNITA permitiu-nos apresentar os nossos projectos de investigação e ter uma visão mais abrangente dos projectos que têm sido desenvolvidos noutros países na área do envelhecimento saudável, e que também poderão ser implementados no nosso território”, afirma. “Estes dias foram também importantes para trocas de ideias entre as instituições de ensino superior no sentido de desenvolverem parcerias e apresentarem candidaturas a projectos europeus”.

A rede UNITA – Universitas Montium tem como universidades fundadoras a Universidade da Beira Interior, a Universidade de Saragoça, a Universidade de Turim, a Universidade de Savoie Mont-Blanc, a Universidade de Pau et Pays de L’Adour e a Universidade de Timisoara. O objectivo é discutir e partilhar problemas comuns que dificultam o desenvolvimento das zonas rurais, montanhosas e transfronteiriças, em que estas instituições se inserem, e ainda definir novas estratégias de desenvolvimento sustentável. Em 2021, o IPG passou a integrar a rede UNITA, como membro associado, a convite da Universidade da Beira Interior.

15.6.22

Workshop “EmocionalMENTE – Gestão Emocional Para Uma Vida Saudável” na Guarda

in Mais Beiras

Vivemos tempos conturbados e desafiantes, as palavras pandemia e guerra fazem parte do nosso dia a dia e os efeitos socioeconómicos desta realidade são notórios, afetando muitas famílias. A OMS – Organização Mundial da Saúde publicou recentemente relatórios que evidenciam os efeitos do degradamento da saúde mental que tomou conta da população mundial. Neste cenário de exaustão emocional, assistimos ao aumento da incidência de doenças cardiovasculares, fadiga, insónia, tensão nervosa, hipertensão, ansiedade e depressão.

Para ajudá-lo(la) a compreender e gerir as suas emoções, pensamentos e comportamentos, a organização convida-o a participar no workshop “EmocionalMENTE – Gestão Emocional para uma Vida Saudável”, a realizar no dia 25 de junho, das 10h às 13h e das 15h às 18h, no Auditório da Junta de Freguesia da Guarda, na Estação.

Este workshop é organizado e dinamizado por duas especialistas em Coaching Motivacional, Nélia Carrilho (Professora, Especialista em Inteligência Emocional e Coaching Motivacional) e Susana Sérgio (Psicóloga, Neurocoach & Master Coach), e conta com o apoio do Centro Local de Aprendizagem (CLA) da Universidade Aberta (UAb) do Sabugal.

Ao longo do dia, irão identificar e regular os estados emocionais que o(a) estão a afetar negativamente e aprender a gerar estados emocionais desejados, tanto em contexto pessoal como profissional. No final do workshop, deverá ser capaz de reconhecer e gerir as suas emoções, regular o seu humor e comunicar mais eficazmente consigo mesmo e com os outros.

As inscrições, com vagas limitadas, têm o valor de 25 euros por pessoa ou de 20 euros para inscrições de grupo (3 ou mais pessoas), e devem ser formalizadas, de preferência até dia 23 de junho, em: https://forms.gle/Ze8x5xr8d9Gyc8uX8

O preço inclui coffee-break, brochura e certificado de participação.

19.4.22

Centro Ibérico de Competências da Economia Social sedeado na Guarda

in Guarda Notícias

Portugal, Espanha e Itália unidos na construção da Europa Social sob o compromisso social. Foi anunciado hoje desde Madrid a localização do Centro Ibérico de Competências da Economia Social que ficará sediado na Guarda.
O anúncio foi feito pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social Ana Mendes Godinho, que adiantou que esta quinta-feira foi assinado em Madrid um acordo entre Portugal, Espanha e Itália unidos na “construção da Europa Social”.

A localização do Centro Ibérico de Competências da Economia Social será na Guarda.

A Ministra Ana Mendes Godinho reuniu hoje com a Vice-Presidente Yolanda Diaz (Espanha) e com o Ministro Andrea Orlando (Itália), “destacando o reforço das políticas sociais da EU e a resposta à crise na Ucrânia”, assim como a “relevância da economia social no contexto atual”.

O “compromisso social do Porto mais atual que nunca neste momento”, refere Ana Mendes Godinho relativamente à localização do “Centro Ibérico de Competências da Economia Social que ficará sediado na Guarda”.

15.3.21

GUARDA: ESTRATÉGIA PARA O ENVELHECIMENTO ATIVO, SAUDÁVEL E INCLUSIVO

Por Revista Dignus

O município da Guarda implementou uma estratégia municipal para o envelhecimento ativo, saudável e inclusivo na sua região.

O município da Guarda implementou uma estratégia municipal para o envelhecimento ativo, saudável e inclusivo na sua região. O documento foi aprovado na última reunião do executivo e prevê a adoção de políticas que proporcionem aos idosos “contextos, ferramentas, apoios técnicos e oportunidades de usufruir de atividades suscetíveis de promover os seus direitos a um envelhecimento ativo, saudável, inclusivo e feliz”.

Com esta estratégia, o município da Guarda pretende combater os sentimentos de desesperança do envelhecimento e promover o sentimento de integridade duma vida que valeu e vale a pena viver, abrindo espaço à expressão da sabedoria como virtude do envelhecimento.

26.2.21

Estratégia municipal para o envelhecimento ativo, saudável e inclusivo

in Diário das Beiras

O município da Guarda implementou uma estratégia municipal para o envelhecimento ativo, saudável e inclusivo no território concelhio, foi hoje anunciado.

Segundo a autarquia, o documento que foi aprovado na última reunião do executivo, prevê a adoção de políticas que proporcionem aos idosos “contextos, ferramentas, apoios técnicos e oportunidades de usufruir de atividades suscetíveis de promover os seus direitos a um envelhecimento ativo, saudável, inclusivo e feliz”.

“Com a presente estratégia, o município da Guarda propõe-se combater os sentimentos de desesperança do envelhecimento e promover o sentimento de integridade duma vida que valeu e vale a pena viver, abrindo espaço à expressão da sabedoria como virtude do envelhecimento”, refere a fonte.

5.3.20

Casas frias e degradadas. Bispo da Guarda denuncia carências sentidas pelas populações

Liliana Carona, in RR

D. Manuel Felício pede uma discriminação positiva para o interior do país no setor da energia e dos transportes.

D. Manuel Felício alerta para as dificuldades sentidas pelas populações das Beiras e da Serra da Estrela, tanto ao nível dos transportes como do parque habitacional. O bispo da Guarda fala mesmo em habitação degradada, com falta de condições, denunciando falhas no aquecimento, por causa do preço elevado da energia.

Um estudo do Instituto Politécnico da Guarda (IPG), revelado em fevereiro, mostra que cerca de um terço dos habitantes das Beiras e Serra da Estrela vivem em condições indignas. Estes dados revelavam que o número de famílias que vivem situações de grave carência habitacional na região ultrapassa os 30%.

Contudo, a Comunidade Intermunicipal Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE) emitiu um comunicado onde questionou os resultados do estudo do IPG O representante do organismo Luís Tadeu considerou ser “uma interpretação abusiva e enviesada” face ao número elevado de edifícios em degradação.

A Renascença não conseguiu falar com os autores para perceber quais as variáveis tidas em conta, mas falou com o Bispo da Diocese da Guarda, que há cinco anos juntamente com Cáritas e a Universidade da Beira Interior (UBI), encomendou um levantamento das situações de carência, onde a habitação era também um ponto de preocupação.

“Não vale a pena tapar os olhos. Com certeza que há bastantes casos. A Cáritas fez um levantamento com a UBI das situações difíceis e de facto a habitação já era um ponto de preocupação. Habitações degradadas, com sanidade limitada, habitação alugada que carecia de bastante requalificação. Não estou em condições de dizer que são 30 ou 40%. Foi um estudo há cinco anos e depois foi publicado um livro com as situações mais emergentes. Vidros partidos, substituição de tetos”, exemplifica.

D. Manuel Felício alerta para a falta de aquecimento das habitações e relembra a necessidade de uma discriminação positiva. “Sobretudo na Guarda, o aquecimento é indispensável e esse é um preço acrescido que temos de pagar - é uma fatura muito elevada. As energias e os transportes tinham de ter uma discriminação positiva, para ajudar a equilibrar. Nós não temos onde comprar um passe de 30 euros e onde possamos dispensar o carro”, realça.
Apesar de o prelado ter “manifestado apreço à secretária de Estado da Coesão pelas medidas tornadas públicas”, até este momento a discriminação não tem sido positiva, mas negativa.

“Pagamos mais de energia e ganhamos menos, pagamos mais de transportes e ganhamos menos, além disso, as pessoas estão mais retraídas. Diminuiu o número de visitas sazonais porque os transportes são uma dificuldade”, alerta.

D. Manuel Felício recorda ainda que a diocese da Guarda presta também diversos apoios ao nível de pequenos e grandes consertos em habitações através dos 30 centros sociais paroquiais, 25 misericórdias e 10 fundações.

20.7.16

Saiba quais são os dois distritos com mais idosos a viverem sozinhos

in Visão Solidária

Os cerca de 300 militares da GNR envolvidos na operação "Censos Sénior 2016" sinalizaram 43 322 idosos em todo o país que vivem sozinhos, isolados ou em situação de vulnerabilidade


Quase oito mil idosos moram sozinhos ou isolados em Viseu e na Guarda, os distritos do país com mais pessoas nestas condições, segundo dados da operação "Censos Sénior 2016" divulgados.

Tal como em 2015, Viseu é o distrito com o maior número de casos, onde foram sinalizados pelos militares da GNR 4 113 idosos a viverem nestas condições, mais 358 do que no ano anterior.

Já no distrito da Guarda foram sinalizados 3 870 idosos que vivem sozinhos ou isolados, mais 634 do que em 2015, referem os dados da operação, que decorreu entre 1 e 30 de abril em todo o país. Em terceiro lugar surge o distrito de Vila Real, com 3 455 idosos sinalizados.

Segundo os dados, os distritos do Porto e de Lisboa foram os que registaram menos pessoas que vivem sozinhas ou isoladas, com 1 134 e 972 idosos sinalizados, respetivamente.

Os distritos que registaram o maior aumento de idosos a viver nestas condições foram Braga, que passou de 1 647 em 2015 para 3 022 em 2016 (45%), Leiria, que subiu de 882 para 1 380 (40%) e Faro, que aumentou de 1 977 para 3 048 (35%).

Os cerca de 300 militares da GNR envolvidos na operação "Censos Sénior 2016" sinalizaram 43 322 idosos em todo o país que vivem sozinhos, isolados ou em situação de vulnerabilidade, mais 4 106 em relação ao ano anterior (9,4%).

A GNR adianta que continuará, ao longo ano, a acompanhar os idosos sinalizados, realizando visitas regulares às suas residências, no sentido de promover mais ações de sensibilização e fazer uma avaliação da sua segurança.

18.12.15

“E por que não um Ordenado Máximo Nacional?”

Liliana Carona, in "Rádio Renascença"

Mensagem de Natal do Bispo da Guarda centrada no combate às desigualdades, mas também com preocupações sobre as alterações climáticas.

Se existe ordenado mínimo nacional, para o Bispo da Guarda deveria existir também o ordenado máximo nacional. Na mensagem de Natal, D. Manuel Felício critica as desigualdades existentes no país e afirma que “não há a cultura de fazer contenção onde se deve fazer contenção”.

A propósito da mensagem que o Papa Francisco publica para o Dia Mundial da Paz, dia 1 de Janeiro, D. Manuel Felício, Bispo da Guarda, retoma o assunto na mensagem de Natal, e a necessidade de combater a indiferença.

“Olhar para tanta gente que sofre, e que está desenquadrada da sociedade, não podemos encarar isso como uma fatalidade, e a solidariedade é um dos caminhos a promover”, defende o prelado diocesano, afirmando que “as desigualdades continuam e fortemente muito patentes”.

D. Manuel Felício dá como exemplo os escalões de ordenados, “conforme há um ordenado mínimo, também deveria existir um ordenado máximo, e as pessoas distribuíam-se por aqui, não há a cultura de fazer contenção onde se deve fazer contenção, faz-se contenção no ordenado mínimo, porque as empresas precisam de empregar gente menos qualificada para ter resultados”.

“Ainda não temos a cultura de apostar na qualidade, para ganharmos a batalha do desenvolvimento através da qualidade, ainda não chegamos lá, haveremos certamente de percorrer esse caminho para lá chegarmos”, acrescenta.

A misericórdia e a solidariedade são para todos e para as gerações futuras. D. Manuel Felício aborda o tema das alterações climáticas sentidas na própria diocese da Guarda.

“Praticar a misericórdia e criar condições às famílias para que se sintam bem, envolve estar atento a esta dimensão”, assume D. Manuel Felício, referindo que o mês de Outubro foi o mais quente de que há memória e o mês de Novembro, mais quente desde há 40 anos, “e isto há de ter consequências, não devíamos estar com problemas de água e estamos, as barragens estão vazias, e a Misericórdia e a solidariedade não é só para os que hoje vivem, é também para as gerações futuras e é uma responsabilidade nossa”, concluiu.

D. Manuel Felício falava à margem do encontro com os jornalistas para divulgação da mensagem de Natal.