in Diário de Leiria
Começam hoje as candidaturas, direccionadas a entidades organizadoras, ao programa 'Voluntariado Jovem na Floresta – Juventude Activa', uma acção de voluntariado jovem, enquadrada pelo Programa 'Agora Nós', promovida pelo Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ).
As candidaturas poderão ser formalizadas até 10 de Setembro, sendo que, após esse período, haverá quatro dias para aprovação dos projectos pelas direcções regionais.
Os resultados a esta acção de longa duração serão publicados a 15 de Setembro no Portal da Juventude. A partir de dia 18 desse mês e até cinco dias antes do início de cada projecto, decorre a inscrição dos jovens nos projectos.
Segundo o IPDJ, a acção de voluntariado jovem “visa a preservação dos recursos florestais e ecossistemas com aqueles relacionados, bem como a prevenção contra os incêndios florestais, através da sensibilização das populações, realizada pela actividade de jovens voluntários”. Promover práticas com menor impacto no estado das massas de água e protecção e valorização das áreas protegidas são outros dos objectivos.
Na zona Centro, os interessados poderão solicitar informações nas Lojas Ponto JA do IPDJ de Leiria, Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Guarda e Viseu, ou consultar o Portal da Juventude em: www.juventude.gov.pt.
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7.8.17
31.3.16
Jovens participam em acção de formação sobre voluntariado
In "Correio do Minho"
Vinte e quatro formandos, na sua maioria jovens oriundos da Escola Secundária Sá de Miranda, participaram numa acção de formação geral do voluntariado, ministrada por Manuela Gonçalves, responsável pela equipa de voluntariado de proximidade da Junta de Freguesia de S. Vicente. Participaram ainda formandos que se encontram enquadrados nas actividades de voluntariado da junta vicentina.
Para Manuela Gonçalves, “estes jovens vêm reforçar, dar continuidade e promover novos projectos no trabalho iniciado pelos anteriores colegas”, salientou aquela responsável pela equipa de voluntariado.
A participação e o interesse foram generalizados e todos mostraram vontade de construir uma comunidade mais coesa e solidária, tendo como alvo as pessoas mais desfavorecidas.
Colocar estes objectivos e m prática é um grande desafio que visa ajustar a prática ao discurso.
No final da formação foi feito um apelo para a doacção de bens alimentares, uma vez que a equipa de voluntariado da Junta de Freguesia de S. Vicente luta com dificuldades nesta área, uma vez que existe uma grande procura por pessoas carenciadas.
Jorge Pires, presidente da Junta de Freguesia de S. Vicente, para além de entregar os diplomas aos formados participantes, mostrou-se bastante satisfeito pelo facto de tantos jovens estarem a aderir ao projecto do voluntariado da freguesia vicentina.
Para o autarca da freguesia de S. Vicente, “tem sido feito um trabalho extraordinário na ajuda aos nossos residentes, com muita dedicação de mais de 120 voluntários que estão disponíveis, sem qualquer contrapartida económica”.
Vinte e quatro formandos, na sua maioria jovens oriundos da Escola Secundária Sá de Miranda, participaram numa acção de formação geral do voluntariado, ministrada por Manuela Gonçalves, responsável pela equipa de voluntariado de proximidade da Junta de Freguesia de S. Vicente. Participaram ainda formandos que se encontram enquadrados nas actividades de voluntariado da junta vicentina.
Para Manuela Gonçalves, “estes jovens vêm reforçar, dar continuidade e promover novos projectos no trabalho iniciado pelos anteriores colegas”, salientou aquela responsável pela equipa de voluntariado.
A participação e o interesse foram generalizados e todos mostraram vontade de construir uma comunidade mais coesa e solidária, tendo como alvo as pessoas mais desfavorecidas.
Colocar estes objectivos e m prática é um grande desafio que visa ajustar a prática ao discurso.
No final da formação foi feito um apelo para a doacção de bens alimentares, uma vez que a equipa de voluntariado da Junta de Freguesia de S. Vicente luta com dificuldades nesta área, uma vez que existe uma grande procura por pessoas carenciadas.
Jorge Pires, presidente da Junta de Freguesia de S. Vicente, para além de entregar os diplomas aos formados participantes, mostrou-se bastante satisfeito pelo facto de tantos jovens estarem a aderir ao projecto do voluntariado da freguesia vicentina.
Para o autarca da freguesia de S. Vicente, “tem sido feito um trabalho extraordinário na ajuda aos nossos residentes, com muita dedicação de mais de 120 voluntários que estão disponíveis, sem qualquer contrapartida económica”.
11.12.15
Cada vez mais jovens largam emprego para partir em missões de voluntariado
In " Açoriano Oriental"
Cada vez mais jovens portugueses largam o emprego e o conforto do lar para participarem em missões de voluntariado em países em desenvolvimento, onde as populações necessitam de todo o tipo de ajuda.
Segundo dados da Fundação Fé e Cooperação (FEC), divulgados à agência Lusa a propósito do Dia Internacional do Voluntariado, que se celebra hoje, oito portugueses, com idades entre os 18 e os 35 anos, desempregaram-se este ano para partir em missão
“Neste momento, quando falamos de emprego e da situação profissional, é muito difícil dar este passo, largar tudo e partir”, mas a verdade é que tem vindo a crescer o número de pessoas que o fazem, disse Catarina António, coordenadora da Plataforma do Voluntariado Missionário, dinamizada pela FEC.
Houve ainda 12 desempregados que decidiram ocupar o seu tempo em ações de voluntariado missionário, representando 5% do total das partidas este ano.
Este ano, 276 portugueses partiram para missões em África, América do Sul, América Central e Ásia, a maioria (88%) estudantes, recém-licenciados e pessoas empregadas que aproveitam as férias para fazerem voluntariado.
Em Portugal, são cerca de 624 que participam em projetos de voluntariado, adiantam os dados, resultantes de um inquérito feito às 61 entidades que integram a plataforma, ao qual responderam 44.
Este número de voluntários é “meramente indicativo porque estamos a falar do universo de 61 organizações e sabemos que em Portugal existem muito mais”, ressalvou Catarina António.
Nádia Dinis começou a fazer voluntariado em Portugal, mas quando em 2013 surgiu a oportunidade de integrar um projeto de mais longo prazo em São Tomé e Príncipe não hesitou.
“Fez todo o sentido para mim. Na altura, identifiquei-me com a causa da [associação] Sonha, Faz e Acontece e aceitei o desafio”, conta a jovem.
O trabalho de Nádia na associação começou por ser em Portugal, mas a ida para a ilha do Príncipe acabou por acontecer naturalmente: “Na verdade, quando me convidaram para ir e disse que sim não sabia bem ao que ia, mas não podia ter sido melhor”.
“Há muito por fazer ali e as pessoas estão de braços abertos para aprenderem connosco e para nos ensinarem também aquela cultura, que é riquíssima”, mesmo que eles sem sempre o saibam, conta.
Com esta experiência, a jornalista disse que percebeu que as suas competências profissionais e académicas “fazem uma diferença enorme naquele lado do mundo”, sentido que as deve disponibilizar e fazer “o melhor uso delas”, e aprendeu que “é possível ser feliz com muito menos”
“Afinal não é assim tão importante ter o telemóvel mais moderno do mercado e não é assim tão grave demorar meia hora de carro num percurso que normalmente se faz em 10 minutos”, sustenta.
Na ilha, muitas crianças andam uma hora a pé para irem para a escola e “fazem-no todos os dias com um sorriso na cara, gratos por puderem ir à escola (há outros tantos que não têm essa oportunidade). Acho que redefini o meu conceito de felicidade”, disse Nádia.
É tudo isto que “nos dá combustível para voltarmos todos os anos”, rematou.
Há dez anos que Gabriel Mateus, 42 anos, dedica o seu tempo às crianças hospitalizadas no IPO de Lisboa. “É a atividade mais egoísta que faço na minha vida”, confessou à Lusa.
“Recebo muito mais do que aquilo que dou, são as horas do meu dia que espero a semana toda. É a última coisa a que falto na vida”, disse o voluntário, contando que “é uma sensação fantástica” conseguir pôr um sorriso na cara de uma criança, mas também dos pais.
Gabriel também faz voluntariado em Nairobi, no Quénia, através do projeto ADDHU - Associação de Defesa dos Direitos Humanos de assistência a crianças órfãs e famílias que vivem em situação de pobreza extrema.
“Estive lá 20 dias a viver com aquelas crianças órfãs. Nós somos os pais, os irmãos, no fundo somos tudo para eles”, comentou.
Cada vez mais jovens portugueses largam o emprego e o conforto do lar para participarem em missões de voluntariado em países em desenvolvimento, onde as populações necessitam de todo o tipo de ajuda.
Segundo dados da Fundação Fé e Cooperação (FEC), divulgados à agência Lusa a propósito do Dia Internacional do Voluntariado, que se celebra hoje, oito portugueses, com idades entre os 18 e os 35 anos, desempregaram-se este ano para partir em missão
“Neste momento, quando falamos de emprego e da situação profissional, é muito difícil dar este passo, largar tudo e partir”, mas a verdade é que tem vindo a crescer o número de pessoas que o fazem, disse Catarina António, coordenadora da Plataforma do Voluntariado Missionário, dinamizada pela FEC.
Houve ainda 12 desempregados que decidiram ocupar o seu tempo em ações de voluntariado missionário, representando 5% do total das partidas este ano.
Este ano, 276 portugueses partiram para missões em África, América do Sul, América Central e Ásia, a maioria (88%) estudantes, recém-licenciados e pessoas empregadas que aproveitam as férias para fazerem voluntariado.
Em Portugal, são cerca de 624 que participam em projetos de voluntariado, adiantam os dados, resultantes de um inquérito feito às 61 entidades que integram a plataforma, ao qual responderam 44.
Este número de voluntários é “meramente indicativo porque estamos a falar do universo de 61 organizações e sabemos que em Portugal existem muito mais”, ressalvou Catarina António.
Nádia Dinis começou a fazer voluntariado em Portugal, mas quando em 2013 surgiu a oportunidade de integrar um projeto de mais longo prazo em São Tomé e Príncipe não hesitou.
“Fez todo o sentido para mim. Na altura, identifiquei-me com a causa da [associação] Sonha, Faz e Acontece e aceitei o desafio”, conta a jovem.
O trabalho de Nádia na associação começou por ser em Portugal, mas a ida para a ilha do Príncipe acabou por acontecer naturalmente: “Na verdade, quando me convidaram para ir e disse que sim não sabia bem ao que ia, mas não podia ter sido melhor”.
“Há muito por fazer ali e as pessoas estão de braços abertos para aprenderem connosco e para nos ensinarem também aquela cultura, que é riquíssima”, mesmo que eles sem sempre o saibam, conta.
Com esta experiência, a jornalista disse que percebeu que as suas competências profissionais e académicas “fazem uma diferença enorme naquele lado do mundo”, sentido que as deve disponibilizar e fazer “o melhor uso delas”, e aprendeu que “é possível ser feliz com muito menos”
“Afinal não é assim tão importante ter o telemóvel mais moderno do mercado e não é assim tão grave demorar meia hora de carro num percurso que normalmente se faz em 10 minutos”, sustenta.
Na ilha, muitas crianças andam uma hora a pé para irem para a escola e “fazem-no todos os dias com um sorriso na cara, gratos por puderem ir à escola (há outros tantos que não têm essa oportunidade). Acho que redefini o meu conceito de felicidade”, disse Nádia.
É tudo isto que “nos dá combustível para voltarmos todos os anos”, rematou.
Há dez anos que Gabriel Mateus, 42 anos, dedica o seu tempo às crianças hospitalizadas no IPO de Lisboa. “É a atividade mais egoísta que faço na minha vida”, confessou à Lusa.
“Recebo muito mais do que aquilo que dou, são as horas do meu dia que espero a semana toda. É a última coisa a que falto na vida”, disse o voluntário, contando que “é uma sensação fantástica” conseguir pôr um sorriso na cara de uma criança, mas também dos pais.
Gabriel também faz voluntariado em Nairobi, no Quénia, através do projeto ADDHU - Associação de Defesa dos Direitos Humanos de assistência a crianças órfãs e famílias que vivem em situação de pobreza extrema.
“Estive lá 20 dias a viver com aquelas crianças órfãs. Nós somos os pais, os irmãos, no fundo somos tudo para eles”, comentou.
2.10.15
Guimarães promove voluntariado jovem europeu junto de instituições
in GuimarãesDigital
O Banco Local de Voluntariado de Guimarães, em parceria com a Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Acção, vai desenvolver um conjunto de acções que visam a promoção do voluntariado jovem europeu a nível concelhio.
Esta sexta-feira, entre as 14h30 e as 16h30 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal Raul Brandão, decorre uma sessão de sensibilização direccionada às organizações com projectos de voluntariado e também a um conjunto de entidades cujas áreas de intervenção se enquadrem neste contexto.
A iniciativa pretende não só (in)formar as instituições do concelho para um eventual acolhimento de jovens voluntários, mas também alargar horizontes e chamar a atenção para as inúmeras vantagens que o voluntariado transfronteiriço encerra.
Nos dias 20 e 21 de outubro, as acções serão desenvolvidas junto dos alunos das Escolas Secundárias de Guimarães, numa lógica de proximidade, de mobilização de consciências colectivas e de promoção de valores como a solidariedade e a cidadania ativa.
A realização destas ações enquadra-se no processo de preparação de uma nova candidatura a Capital Europeia do Voluntariado, desígnio estratégico da Câmara Municipal de Guimarães, que engloba a aposta no voluntariado jovem europeu. Saliente-se, a este respeito, o acolhimento no passado mês de agosto da 11ª edição do “Atlantis Youth Camp”, evento organizado pelo Centro para a Cooperação no Mediterrâneo e pela Cruz Vermelha Portuguesa, que se constituiu como uma oportunidade de referência para intercâmbios interculturais entre jovens voluntários.
O Banco Local de Voluntariado de Guimarães, em parceria com a Agência Nacional Erasmus+ Juventude em Acção, vai desenvolver um conjunto de acções que visam a promoção do voluntariado jovem europeu a nível concelhio.
Esta sexta-feira, entre as 14h30 e as 16h30 horas, no Auditório da Biblioteca Municipal Raul Brandão, decorre uma sessão de sensibilização direccionada às organizações com projectos de voluntariado e também a um conjunto de entidades cujas áreas de intervenção se enquadrem neste contexto.
A iniciativa pretende não só (in)formar as instituições do concelho para um eventual acolhimento de jovens voluntários, mas também alargar horizontes e chamar a atenção para as inúmeras vantagens que o voluntariado transfronteiriço encerra.
Nos dias 20 e 21 de outubro, as acções serão desenvolvidas junto dos alunos das Escolas Secundárias de Guimarães, numa lógica de proximidade, de mobilização de consciências colectivas e de promoção de valores como a solidariedade e a cidadania ativa.
A realização destas ações enquadra-se no processo de preparação de uma nova candidatura a Capital Europeia do Voluntariado, desígnio estratégico da Câmara Municipal de Guimarães, que engloba a aposta no voluntariado jovem europeu. Saliente-se, a este respeito, o acolhimento no passado mês de agosto da 11ª edição do “Atlantis Youth Camp”, evento organizado pelo Centro para a Cooperação no Mediterrâneo e pela Cruz Vermelha Portuguesa, que se constituiu como uma oportunidade de referência para intercâmbios interculturais entre jovens voluntários.
28.10.13
Recuperam casa sem gastar dinheiro
Nuno Cerqueira, in Jornal de Notícias
Grupo de jovens recorreu ao voluntariado e a doações durante dois anos
Sem dinheiro ou apoios para recuperar a centenária casa do pároco, um grupo de jovens de S. Paio de Antas, em Esposende, arregaçou mangas e em dois anos deu nova vida ao edificado.
A residência é hoje inaugurada, dia em que o grupo de jovens Esperança comemora as bodas de prata É um edifício histórico e estava completamente degradado, e não havia dinheiro para recuperá-lo. Durante dois anos, as equipas de voluntários foram fazendo as obras, refere Pedro Viana, líder do grupo.
[Leia aqui o artigo na íntegra]
Grupo de jovens recorreu ao voluntariado e a doações durante dois anos
Sem dinheiro ou apoios para recuperar a centenária casa do pároco, um grupo de jovens de S. Paio de Antas, em Esposende, arregaçou mangas e em dois anos deu nova vida ao edificado.
A residência é hoje inaugurada, dia em que o grupo de jovens Esperança comemora as bodas de prata É um edifício histórico e estava completamente degradado, e não havia dinheiro para recuperá-lo. Durante dois anos, as equipas de voluntários foram fazendo as obras, refere Pedro Viana, líder do grupo.
[Leia aqui o artigo na íntegra]
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